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Digital Drops Blog de Brinquedo

Review — iPad mini 3

Por em 31 de janeiro de 2015
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Prepare o bolso pois a brincadeira sairá cara (Crédito: tio Laguna)

Desde o lançamento do iPad, o tio Laguna faz a si mesmo e a outrem uma mesma pergunta: para que deabos serve um tablet?

Tá, confesso: nunca vi muita graça no iPad original, parecia uma versão esticada do iPhone 3GS. Na verdade, quase sempre rejeitei a ideia de tablets ARM pois, além dos aplicativos e jogos serem mais simples que nos computadores com legado x86, tocar na tela não me é uma atividade mais produtiva (e precisa) que usar a dupla teclado e mouse ou mesmo teclado e touchpad.

Também tinha a questão do tamanho: uma tela com diagonal de 9,7 polegadas não é algo que eu possa carregar por aí. Grande demais para mim. Alguns anos depois comprei o meu primeiro smartphone, um iPhone 4S, e logo depois, começaram os rumores de uma versão menor do tablet da Apple. Nesse meio tempo a Microsoft lança o Surface.

Seja iPad mini, seja Surface, a minha urgência maior era trocar o Pobrebook 1 (um Asus Eee PC 701, com tela de 7 polegadas). Ao trocá-lo pelo Pobrebook 2 (Asus Eee PC 1015BX, com 10 polegadas) no começo de 2013, não sobrou dinheiro algum para pensar em comprar essas máquinas luxuosas da Apple e Microsoft.

No caso do iPad mini, lançado no final de 2012, eu também tinha algo contra: o tablet usava o mesmo Apple A5 de meu smartphone. Seria no mínimo uma redundância. Melhores motivos tive para rejeitar o Surface 3. Quando o Pobrebook 2 deu um problema no final do ano passado, aproveitei uma promoção relâmpago e peguei o Pobrebook 3, o melhor netbook que já tive: um Acer Aspire V5 com processador AMD E1 e tela de 11,6 polegadas.

11,6 polegadas talvez seja meu tamanho máximo para notebooks de uma maneira geral. Rejeitava o iPad e seus sucessores diretos justamente pelo tamanho mas, após trocar duas vezes de netbook, cada um maior que outro, seria hora de eu esquecer o iPad mini e comprar logo um iPad Air?
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O arcade do Star Wars que qualquer fã adoraria jogar

Por em 30 de janeiro de 2015

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A franquia Star Wars é muito legal, todo mundo adora os conflitos entre rebeldes e império, mas não há como negar, o que mais fascina tantas pessoas são as naves e as batalhas espaciais presentes nos filmes e jogos.

Todo mundo que gosta da série já deve ter imaginado como seria estar dentro de um X-Wing ou da Millennium Falcon e graças ao incrível arcade Star Wars: Battle Pod lançado pela Lucasfilm, esse sonho se tornou mais fácil de ser realizado.

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emDestaques Miscelâneas

Review — Resident Evil HD Remaster

Por em 30 de janeiro de 2015

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Como eu normalmente fazia após sair da escola, num certo dia de 1996 1997 resolvi passar na locadora que costumava frequentar, com a clara intenção de garimpar algo para aproveitar no meu Sega Saturn durante aquela tarde.

Após esperar alguns minutos até que a loja abrisse, o dono e meu amigo veio todo eufórico me mostrar um jogo que tinha acabado de chegar, então se eu quisesse alugá-lo, seria o primeiro a ter a oportunidade de experimentar um tal de Resident Evil.

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Warner anuncia LEGO Jurassic World e LEGO Marvel’s Avengers

Por em 30 de janeiro de 2015

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No ano passado a LEGO se tornou a maior fabricante de brinquedos do planeta e por mais estranho que isso possa parecer, o cinema e os games tiveram uma enorme papel neste processo. As pecinhas nunca foram tão populares quanto hoje em dia, muito graças ao filme Uma Aventura Lego e aos vários jogos criados pela TT Games, obras que agradaram tanto adultos quanto crianças.

Ciente do enorme sucesso que esses jogos fazem, a Warner Bros. anunciou mais três títulos que receberão o tratamento LEGO, um baseado nos Vingadores, outro no novo filme da franquia Jurassic Park e por fim, um tendo o desenho Ninjago como tema.

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Alibaba surge como possível salvador do Ouya

Por em 30 de janeiro de 2015

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Pelo menos por enquanto o rumor sobre o grupo Alibaba estar criando um console não passa disso, um rumor, mas um artigo publicado pelo The Wall Street Journal sugere que os chineses estão realmente interessados em explorar este mercado e o Ouya poderá ser sua porta de entrada.

Após surgir como uma interessante novidade para a indústria de games e não conseguir muito sucesso, principalmente pela falta de jogos de peso, o microconsole praticamente caiu no esquecimento. Porém, isso não teria impedido que Jack Ma e cia. investisse US$ 10 milhões na fabricante do Ouya.

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emRumores

O sucessor do Clock Tower precisa da sua ajuda

Por em 29 de janeiro de 2015

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Em setembro do ano passado ficamos sabendo que o Clock Tower receberia um sucessor e além do renascimento de um clássico, um dos detalhes que mais serviu para nos empolgar com o Project Scissors foi a revelação do grupo de pessoas que estariam envolvidas no projeto.

Além de Hifumi Kouno, criador da franquia, o desenvolvimento ainda contaria com com a participação de Masahiro Ito, o designer de criaturas da série Silent Hill; a compositora da trilha sonora do Castlevania: Symphony of the Night, Michiru Yamane e por fim, Takashi Shimizu, mais conhecido por dirigir os filmes Ju-On e O Grito.

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emComputadores Games Portáteis Web 2.0

Riot lança documentário sobre a trilha sonora do League of Legends

Por em 29 de janeiro de 2015

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Se você gosta de League of Legends ou simplesmente aprecia uma boa trilha sonora de games, precisa assistir Frequencies, um ótimo documentário criado pela Riot em que diversos funcionários da empresa falam sobre o processo de criação das músicas do jogo.

Disponível gratuitamente no YouTube e contando com legendas em português, o vídeo que tem pouco mais de 45 minutos de duração é muito bem produzido e serve para termos uma melhor noção da quantidade de esforço e talento necessário para a criação de algo que muitas vezes é menosprezado pelos consumidores desta mídia tão voltada para o sentido da visão.

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emCultura Gamer