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Campanha do This War of Mine ajudará 350 crianças refugiadas

Por em 1 de abril de 2015

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Na minha opinião, o lançamento do This War of Mine merece elogio por dois motivos: o primeiro (e menos importante) foi o jogo nos dar a oportunidade de sentirmos como é estar dentro de uma guerra civil; já o segundo foi ele ter alertado muitas pessoas sobre alguns conflitos que acontecem ao redor do planeta, inclusive através de campanhas que visavam ajudar crianças que vivem em zonas de guerra.

A primeira dessas campanhas aconteceu através de doações feitas pelos próprios jogadores, o que acabou levando o pessoal da 11 Bit Studios a lançar o War Child Charity DLC, um pacote que adiciona arte de rua ao jogo e que teria 100% do valor arrecadado enviado para a instituição War Child.

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emGames Miscelâneas

Raptr lança serviço para compartilharmos trechos de gameplay

Por em 1 de abril de 2015

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O compartilhamento de vídeos com trechos de jogos é algo que parece ter vindo para ficar e a mais nova empresa a se arriscar por este competitivo mercado é a Raptr, que acaba de lançar um serviço chamado Plays.tv.

Descrito pelo cofundador da companhia, Dennis Fong, como o “Instagram para os gamers”, a novidade tenta se destacar dos demais ao nos permitir fazer a gravação dos últimos 20 minutos jogados, mas incentivando os jogadores a compartilharem apenas momentos que considerem realmente marcantes, com vídeos de poucos segundos.

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emComputadores

Mortal Kombat podia ter sido um jogo do Van Damme

Por em 1 de abril de 2015

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Se tem algo de que nunca me cansarei, é conhecer histórias dos bastidores da criação de games, principalmente aquelas que levam vários anos para serem reveladas, como por exemplo esta envolvendo Ed Boon, o primeiro Mortal Kombat e Jean-Claude Van Damme.

Ao ser questionado em uma entrevista sobre como foi o primeiro dia de trabalho com o lendário jogo de luta, o game designer disse que um dos filmes do ator foi utilizado como forma de improviso e que a intenção era convencer o ator a emprestar seu nome para a produção.

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emCultura Gamer

O que é real? Michael Abrash da Oculus fala sobre realidade virtual

Por em 31 de março de 2015

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Em sua apresentação no #F8 na semana passada, o cientista chefe da Oculus Michael Abrash, mostrou alguns motivos pelos quais a realidade virtual será importante para nós, e fará cada vez mais parte da nossa vida. Mas isto não é um certo exagero? Bem, eu testei o Crescent Bay em janeiro na CES e fiquei muito impressionado com a tecnologia, pois pela primeira vez realmente me senti dentro dos ambientes e das situações mostradas nas demonstrações. Antes eu era cético, mas agora realmente acredito que o VR tem o potencial de causar uma verdadeira revolução no mundo dos games e do entretenimento.

Admitindo de cara seu interesse por ficção científica, Abrash citou como algumas de suas influências o clássico Snow Crash de Neil Stephenson, e sensacional Ready Player One de Ernest Cline: “As raízes claramente vêm de uma vida lendo ficção científica, que me mostraram que o caminho para pensar em realidade virtual não era apenas possível, mas algo que eu podia ajudar a acontecer”. Para ele, porém, tudo mudou quando ele assistiu o clássico filme Matrix, de 1999: “Enquanto os livros de ficção científica me deram o framework para pensar em realidade virtual, a Matrix me fez acreditar nela”. Abrash reviu o filme recentemente e ficou tão impressionado com o discurso de Morpheus para Neo, que o leu na íntegra durante a apresentação.

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Para Abrash na expressão “realidade virtual”, a palavra “realidade” é muito mais importante do que “virtual”. Como disse Morpheus, tudo o que percebemos são os sinais elétricos interpretados pelo nosso cérebro, e assim o nosso entendimento do mundo real é limitado pelos sensores com que os captamos.

Citando nossa visão, por exemplo, Abrash lembrou que não conseguimos enxergar infravermelho ou ultravioleta, só temos três sensores de cores e nossa visão periférica é limitada. É claro que ele também falou sobre o inevitável vestido que parece trocar de cores para diferentes pessoas, mostrando como o que vemos depende do que a nossa mente interpreta. Tentamos montar um modelo coerente do mundo, com os dados limitados que temos, e é isto que define o que é real para nós. Nossa mente faz certas suposições e interpretações que nem sempre mostram o que está acontecendo no mundo real.

Michael Abrash trouxe várias ilusão de ótica para fazer valer o seu ponto de que o mundo real é muito maior do que conseguimos captar: “Existe um mundo lá fora, e o seu cérebro está juntando informações bem limitadas captadas pelos seus sensores, e tentando inferir qual é o estado real deste mundo, de acordo com o seu modelo interno.”

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Voltando a Matrix, ele mostrou a imagem de duas pílulas, uma azul e outra vermelha, só para depois revelar que as duas são na verdade da mesma tonalidade de cinza, quando você retira as cores na lateral. O mesmo acontece com duas imagens de um cubo mágico, uma com luz amarela e outra com luz azul, que na verdade são do mesmo tom de cinza. Outro exemplo são quadrados em um piso, que apesar de terem a mesma cor, parecem ser brancos e pretos.

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Abrash trouxe mostrou outras ilusões de ótica já clássicas como a ilusão do dragão, na qual o seu cérebro te engana para ver o rosto do dragão para fora quando ele está para dentro, e o efeito McGurk, que você pode conferir no vídeo abaixo, no qual uma bela moça fala a mesma coisa com um vídeo dela falando outra, assim o que nós escutamos, depende do que estamos vendo.
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emAcessórios Indústria Indústria

Jogue Pac-Man no Google Maps

Por em 31 de março de 2015

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Eu prometo que isso não é uma brincadeira pré-primeiro de abril. Apesar de, ao contrário do que pensa John Oliver, ser tão divertido quanto.

Isso porque o Google resolveu transformar o seu serviço online de mapas, suas ruas e avenidas, em cenários pra gente jogar Pac-Man.

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Goodgame Studios, um gigante desconhecido

Por em 31 de março de 2015

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Você conhece uma empresa chamada Goodgame Studios? Pois eu confesso que nunca tinha ouvido falar nela e por isso imaginem minha surpresa ao descobrir que esta se tornou uma das maiores desenvolvedoras da Alemanha, um gigante que teve uma receita de US$ 220 milhões em 2014, um crescimento de 97% em relação ao ano anterior.

Fundada por Fabian Ritter e os irmãos Christian e Kai Wawrzinek, hoje o estúdio conta com mais de 1.200 funcionários e 245 milhões de usuários, muito graças a títulos como o Empire: Four Kingdoms, Shadow Kings e Goodgame Big Farm, jogos que fazem bastante sucesso nos dispositivos móveis ou com suas versões para navegadores.

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Quem deve vigiar o que crianças jogam, os pais ou a escola?

Por em 31 de março de 2015

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Vou contar uma coisa a vocês: embora eu venha de uma geração que cresceu jogando Mortal Kombat, eu concordo que deve ter sim limite do que as crianças e jovens devem ou não jogar, baseado em sua faixa etária. Importante frisar entretanto que essa é uma tarefa que cabe aos pais ou aos guardiões do menor, responsáveis diretos pelo bem-estar e formação dos mesmos.

Isso posto, não consigo compactuar com a decisão de algumas escolas do Reino Unido, que vão denunciar pais “negligentes” à polícia por deixarem os pequenos jogarem títulos não adequados.

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