Fã tenta recriar World of Warcraft no Minecraft

Agora é oficial, este pessoal que gosta de ficar brincando de criar coisas no Minecraft está indo longe demais. Você acredita que um sujeito decidiu que seu objetivo de vida seria recriar o mundo do World of Warcraft dentro do sandbox da Mojang?
Conhecido em um fórum do Minecraft como Rumsey, o rapaz terá sua vida facilitada com a utilização de um programa que está sendo desenvolvido por ele, que sinceramente não faço a menor ideia de como funciona e isso sem dúvida não torna a façanha menos impressionante.
Até o momento ele conseguiu converter apenas a região de Kalimdor, mas o objetivo é disponibilizar todos os continentes do MMO da Blizzard, inclusive com seus calabouços e algumas imagens do trabalho podem ser conferidas nesta galeria.
O autor espera disponibilizar o mapa no futuro e revelou que o único problema encontrado até agora é o limite vertical imposto pelo Minecraft, o que o obrigou a usar modificações para os locais com mais de 128 blocos de altura.
Vamos ver se ele terá fôlego para ir até o final, mas só de ter encarado o desafio esse maluco já merece nosso apoio.
[via CVG]
FIFA UltimateTeam, uma mina de ouro (e de problemas)

Nós estamos cansados de ver ideias estúpidas sendo implementada pela indústria, mas vez ou outra algum gênio consegue propor algo que se torna uma espécie de presente para os jogadores e uma excelente maneira da desenvolvedora lucrar. O modo FIFA Ultimate Team (ou simplesmente FUT) é um desses casos.
Basicamente o negócio funciona como uma álbum de figurinhas (ou melhor, cards), nos oferecendo uma certa quantidade de itens – como jogadores, uniformes e estádios – quando criamos um time e nos dando a possibilidade de comprar novos pacotes, até mesmo através de leilões virtuais, conforme ganhamos partidas e campeonatos. O segredo está em nos manter jogando para melhorarmos nossa equipe, nunca sabendo quais cards virão no próximo pacote, o que mostrou-se extremamente viciante.
Só que há um detalhe no FUT, a EA Sports permite que o jogador adquira novos itens também com dinheiro real e o estúdio revelou alguns números internos que mostram que apenas entre setembro e dezembro passado esse modo rendeu aos cofres da companhia mais de 39 milhões de dólares, com previsão de atingirem US$ 100 milhões em vendas digitais até o fim de março, sendo que a arrecadação virá principalmente da venda de cards no jogo.
Criador do Final Fantasy reclama de gráficos em alta definição

recentemente vimos o game designer Sid Meier falando sobre a maneira como o avanço da qualidade gráfica tem feito com que a imaginação dos jogadores deixe de ser estimulada e agora é a vez de outra lenda, Hironobu Sakaguchi, criticar a busca incessante por imagens realistas nos jogos.
“Agora que os gráficos em HD de alta qualidade reinam supremo você pode reproduzir o que quiser para comunicar-se visualmente, mas ao mesmo tempo, não sei como dizer isso, mas há um elemento ligeiramente excessivo sobre isso tudo. Você acaba comunicando demais ao jogador.
Para ser honesto, penso que as imagens em HD que se tornaram comuns na indústria da TV são, na minha opinião, um exagero para o mundo dos videogames. Há uma tendência entre os desenvolvedores a permitirem que toda sua energia seja convertida em manter a alta qualidade dos gráficos.”
Basicamente a mesma opinião de Meier, com uma importante adição sobre a triste constatação de que muitas vezes as equipes preocupam-se apenas em entregar jogos com belos visuais e conteúdo questionável, mas chama a atenção o fato de que isso não impediu que a sua equipe optasse pela Unreal Engine 3 para dar vida ao belo Lost Odyssey.
E por falar em RPG japonês, Sakaguchi também deu sua opinião sobre o atual estado do gênero, afirmando que sente como se eles tivessem sido deixados para trás e que por isso os JRPGs não tem outra saída que não seja mudarem, porém, isso não o impede de acreditar que “o Japão continua na liderança em termos de elegância nos jogos e em relação a profundidade emocional.” Para ele, se continuarem fiéis a isso, os jogos criados por lá terão condições de competir num cenário mundial.
[via MCV]
DUST 514 aceitará mouse e teclado

Se você ficou interessado no DUST 514, jogo de tiro em primeira pessoa baseado no universo do MMO EVE Online, mas não gostou da ideia de ter que jogar usando o controle do Playstation 3, plataforma onde a princípio ele só estará disponível, pode comemorar, pois o game terá suporte a teclado e mouse.
O pessoal que está acostumado a jogar no PC sem dúvida aprovará a inciativa da CCP Games, o que por sua vez deverá aumentar o público alvo, mas isso nos levar a pensar como as partidas serão equilibradas, já que a opinião geral é de que aqueles que estiverem com os periféricos do computador terão alguma vantagem.
O raciocínio óbvio parece ser que todos usarão teclado+mouse, mas temos que levar em consideração que há pessoas que sentem-se mais a vontade com um joystick nas mãos e eu mesmo sou um que de uns tempos para cá tem preferido jogar com um controle, mesmo em FPSs no PC.
Enfim, o importante é ver que a produtora ouviu os pedidos dos jogadores e será interessante ver como os dois jogos conversarão entre si, com as ações de um interferindo no outro, uma das características mais legais prometidas para este DUST 514. Só espero que eles consigam fazer com que a opção não transforme em um inferno a vida de quem preferir o joystick.
[via DUST 514 Base]
Mass Effect terá versão inédita para iPhone/iPad

O próximo capítulo da saga Mass Effect será lançado no dia 6 de março para o PC, Xbox 360 e Playstation 3, mas os fãs terão mais um motivo para acompanhar o Comandante Shepard em sua missão para salvar a galáxia, um jogo para iPhone e iPad.
Mass Effect: Infiltrator foi revelado pela EA em um evento para a impressa que aconteceu em Nova York e será um jogo de tiro em terceira pessoa “com belíssimos gráficos, armas e poderes autênticos da série Mass Effect.” O mais interessante no entanto é a promessa de que ganharemos prêmios para ao Mass Effect 3 ao encararmos a aventura onde teremos que ajudar a salvar alguns prisioneiros da base Cerberus, liberando assim itens para o modo multiplayer do título principal e conhecido como Galaxy at War.
Também foi revelado um aplicativo para o tablet da Apple que deverá permitir que o jogador fique por dentro de informações do ME3, além de receber mensagens dos personagens do jogo, mas infelizmente não foram informadas as datas de lançamento ou preço de ambos.
Tomara que o jogo não seja apenas um caça-níqueis, mas ele já começa bem ao propor uma interação com o título principal e acho que as empresas deveriam utilizar melhor essa ideia de que um game pode desbloquear itens u incrementar a história de outro.
[via CVG]
Ainda há esperança para a Rare?

Ainda hoje, não é difícil encontrarmos antigos fãs da Rare que choram as mudança por qual passou o estúdio desde a sua aquisição pela Microsoft e em um artigo muito interessante publicado pelo Eurogamer intitulado “Quem matou a Rare?”, alguns ex-funcionários da desenvolvedora, como Phil Tossell, que foi diretor de jogabilidade por lá até setembro de 2010, falaram sobre o assunto.
“Penso que o que aconteceu com a Rare apenas reflete o que aconteceu na indústria no geral: equipes maiores, orçamentos maiores e riscos reduzidos. Neste sentido, acho que a Rare de hoje está em melhor posição para lidar com a demanda da indústria moderna de jogos. Foi sem dúvida um desafio para todos na Rare e tenho certeza que na Microsoft também, mas ultimamente penso que tenha sido necessário para a sobrevivência da Rare…
Você não pode comparar a velha e a nova Rare, porque a comparação não é mais válida do que comparar motores a vapor com trens-bala.”

