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Digital Drops Blog de Brinquedo

NIS faz promoção para chegada do novo PSP

Por em 30 de setembro de 2009

Quem gosta de RPGs e possui um PSP recebeu um belo motivo para sorrir. Para comemorar o lançamento do PSP Go que acontecerá amanhã, a NIS America mandou avisar que disponibilizará seus jogos para o portátil através da PSN e o melhor, durante uma semana eles estarão custando a metade do preço. Os valores promocionais ficam entre 5 e 10 dólares e os títulos disponíveis são os seguintes:

- Blade Dancer: Lineage of Light
- Disgaea: Afternoon of Darkness
- Dragoneer’s Aria
- Holy Invasion of Privacy, Badman! What Did I Do to Deserve This?
- Mana Khemia: Student Alliance
- Prinny: Can I Really Be the Hero?

Destaque para o Disgaea: Afternoon of Darkness, apontado pelo IGN como um dos melhores do PSP e o Holy Invasion of Privacy, Badman! What Did I Do to Deserve This? (ufa!), game que parece bastante divertido e desafiador. Sem dúvida opções que o manterão preso ao portátil por longas horas.

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[via Playstation Blog]

emPortáteis Sony

Xbox 360 deverá receber DLC para o RE5

Por em 30 de setembro de 2009

Na Tokyo Game Show deste ano, o produtor Jun Takeuchi deu o ar da graça durante a conferência da Sony para revelar que o Resident Evil 5 receberia uma nova versão que além do suporte ao sensor de movimentos do Playstation 3, teria como conteúdo extra um estágio dentro da mansão que ficou imortalizada no primeiro jogo da série.

Especula-se que a nova forma forma de controlar os personagens seja exclusivo do PS3, o que provavelmente aproximará o jogo àquela que é considerada a melhor versão do Resident Evil 4, a do Wii, mas em relação ao cenário adicional, o site Dengeki informou que a Capcom estaria planejando disponibizá-lo no Xbox 360 através de um “formato diferente”, isso nos leva a crer que se trata de conteúdo extra por download.

Mesmo sendo um pouco difícil imaginar como o jogo ficaria usando o Project Natal como interface, perto das adições prometidas para o videogame concorrente, acho que muitos donos de um 360 não se darão por satisfeito apenas com um novo estágio, que diga-se de passagem, provavelmente será pago.

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[via IGN]

emMicrosoft

Para a Mozilla o inimigo do meu inimigo é meu amigo mesmo sendo a Microsoft

Por em 30 de setembro de 2009

Embora no nível dos desenvolvedores haja amizade, lá no alto, no nível dos Carecas do Mal o bicho costuma pegar, na Guerra dos Browsers. Por muito tempo a Microsoft sequer tomou conhecimento da existência do Firefox, mas como ao contrário do Linux o negócio dela é dinheiro e não religião, hoje a raposa de fogo tem prioridade em Redmond, tudo 2.0 da Microsoft sai garantido com versão pro FF.

Já o resto, bem… digamos que Steve Ballmer chamou o Chrome e o Safari de “margem de erro”, e dadas suas proporções linuxianas nas estatísticas de acesso, pode até ser verdade.

Agora para complicar o Google soltou um plugin do Internet Explorer que cria uma aberração, monstruosidade do Internet Explorer com as entranhas do Chrome. O “Chrome Frame” foi duramente atacado. Em uma declaração a Microsoft disse:

“Dados os problemas de segurança com plugins em geral e com o Google Chrome em particular, o Chrome Frame rodando como plugin duplicou a área de ataque para malware e scripts maliciosos. Não é um risco que recomendamos a nossos amigos e familiares.”

Antes que alguém chame de FUD (se bem que o Register já chamou) entra mais um na história:

Mike Shaver, VP de desenvolvimento da Mozilla metralha, dizendo que isso só complica o modelo de segurança. Proteções embutidas no Internet Explorer deixarão de funcionar, gerenciamentos de riscos e controles de passwords por exemplo, quem assume? Estamos usando o Explorer OU o Chrome?

Esse tipo de modelo é o Pior de Dois Mundos, como achar uma sereia na banheira, onde a metade de baixo é peixe e a de cima também.

A postura do Firefox é a mais correta. Navegadores devem vencer por seus próprios méritos, como o Internet Explorer venceu, no seu tempo (chupa netscape) e o Firefox vem vencendo atualmente (chup-digo, morra, IE6) e o Opera vence na Europa (chupa competição, qualidade e mérito próprio).

Enfiar um plugin no Explorer para rodar o Chrome por baixo dos panos é algo bem próximo da má-fé. E não, não considero a extensão IETab do Firefox a mesma coisa.

Fonte: The Register

emInternet

Helghasts x Chimeras

Por em 30 de setembro de 2009

Quando comprei o meu Playstation 3, um dos primeiro demos que baixei foi o do Resistance, já que havia lido boas críticas sobre o título. A impressão que o jogo deixou não foi das melhores e estranhei bastante os gráficos e principalmente a jogabilidade. Tirei o game da minha lista de compras, até que no ano passado vi um impressionante trailer mostrando um pouco do segundo jogo e por acabei comprando-o recentemente. Após terminar a campanha principal, achei praticamente impossível não o comparar com outro FPS exclusivo do PS3, o Killzone 2 e gostaria de dizer porque gostei mais do jogo do R2.

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Para começar, preciso dizer que em se tratando da parte técnica, o jogo da Guerrilla dá um show no Resistance 2. Já disse que na minha opinião ele possui os melhores gráficos que já vi nos consoles e que a produção do jogo é algo de cair o queixo, porém, como o que a maioria procura é diversão, alguns fatores ajudassem para que a experiência fosse mais satisfatória ao matar alguns Chimeras.

Acredito que a simples ambientação do R2 seja um dos principais pontos. Se no K2 nós vamos até o planeta dos Helghasts para lutar, aqui a briga acontece “no nosso” próprio quintal. Com fases espalhadas em diversos países da terra como México, Islândia e Estados Unidos, é fácil tomarmos as dores dos personagens e nos sentirmos mais imersos no game. Ver as naves alienígenas sobrevoando os pântanos da Louisiana ou a ponte Golde Gate é algo assustador e serve como combustível para seguirmos adiante e salvar a humanidade, sem falar no parte onde damos de cara com o Leviathan entre os arranha-céus de Chicago.

dori_re2_29.09.9-2 Também chama a atenção o fato dos produtores terem situado o enredo na década de 50, com a União Soviética e grande parte da Europa tendo sido dizimada após um ataque alienígena, mas engana-se quem acha que usaremos armas vistas na Segunda Guerra, para dizer a verdade, no universo paralelo do jogo este conflito nunca aconteceu e a humanidade parece estar mais evoluída tecnologicamente do que realmente vimos na época.

Outro detalhe que me fez adorar o jogo são as armas presentes. Todas fictícias, os designers aproveitaram para proporcionar ao jogador momentos legais ao usarmos o armamento, como um rifle de precisão capaz de desacelerar o tempo, uma fuzil Chimeriano capaz de atirar através das paredes ou uma metralhadora superpotente que pode gerar um campo de força em volta do jogador. Não espere encontrar um simulador aqui, mas a diversão estará garantida.

Mesmo contando com um enredo um pouco simples, embora bem desenvolvido e com gráficos inferiores aos de seu concorrente direto, Resistance 2 brilha por proporcionar momentos memoráveis e por contar com desenhos de fases muito bem bolados. Na minha opinião se trata de um jogo imperdível e se fosse para escolher entre um dos dois, sem dúvida eu deixaria o Killzone 2 para outra oportunidade.

emAnálises Sony

Relembrando: Clock Tower : The First Fear

Por em 30 de setembro de 2009

Quando você joga seu jogo de terror favorito, e de repente surge aquela criatura para te matar, o que você faz? Dá um tiro na cabeça dela? Usa sua faca para cortar-lhe a cabeça? Bem, e quando você não tem nenhuma arma a disposição?

Clock Tower: The First Fear foi lançado pela Human Entertainment em 1995 para o Super Nintendo, somente no Japão, com o título de Clock Tower, mas devido ao lançamento de outra versão para Playstation, o jogo foi apelidado de “The First Fear”.

Este game conta a história de uma garota chamada Jennifer Simpson, órfã desde pequena, foi adotada junto com as amigas Laura, Lotte e Ann pela família Barrows, que vive em uma mansão com uma torre de relógio (daí o nome do jogo). Após estranhos acontecimentos, Jennifer acaba sozinha, sendo perseguida por uma estranha criatura que usa um par de tesouras gigante como arma. Esse maníaco é conhecido apenas por “Scissorman”.

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O objetivo do jogo é bem simples: O jogador utiliza o direcional para mover uma seta semelhante a um mouse pelo cenário, e clicar para interagir com os objetos. Assim, o mesmo podia reunir itens que podiam ser utilizados para resolver quebra-cabeças.

Mas algo que chama a atenção nesse jogo é o fato da personagem não possuir nada para se defender do Scissorman. Nenhuma arma, nenhum golpe e nem super-poderes. Então, o que fazer quando estiver sendo caçado? Simples, esconda-se. Jennifer pode se esconder nos mais variados locais, como no banheiro, embaixo da cama, e, eventualmente utilizar alguns itens para arremessar no assassino. Existe também o “botão de pânico”: Se não houver saída, o jogador precisa enfrentar o monstro em um combate corpo-a-corpo. Para isso, é necessário clicar sem parar quando a seta começar a brilhar. Se conseguir, pode nocautear o monstro e fugir, perdendo um pouco de energia. Caso contrário, é morto com uma tesourada (Ou nocauteado).

Scissorman não aparece do nada nesse jogo. Para ele começar a te seguir você precisa clicar em determinado lugar. Por exemplo, você clica em uma caixa, e ao abrir, ele sai de dentro e começa a perseguição. Vale lembrar que o jogo possui 9 finais diferentes, sendo um deles secreto. Para realizar todos, é necessário muito tempo explorando a mansão em busca de itens e pistas.

Para relembrar o jogo, ou conhece-lo se for o caso, fica o vídeo abaixo. Melhor assistir logo, acho que ouvi uns barulhos de tesouras se aproximando…

emMuseu

Sony e suas propagandas apelativas

Por em 30 de setembro de 2009

Ah Sony, você não aprende mesmo, não é? Se fizéssemos uma premiação para a empresa que mais gosta de arrumar confusão em suas campanhas publicitárias, a gigante japonesa não poderia participar pois seria covardia com as outras. Não é preciso esperarmos para que alguma agência relacione a marca Playstation com temas polêmicos e dessa vez quem fez as honras foi a BBDO chilena.

O problema é que uma das peças mostra um jovem doando sangue para um soldado… Nazista! Acredita-se que o receptor seja Erwin Rommel, um condecorado marechal alemão que ficou conhecido entre os inimigos por seu senso tático e por se recusar a maltratar prisioneiros de guerras e judeus, mas enfim, aos olhos do público em geral, ainda um nazista. A segunda peça, não menos chocante, mostra outro jovem, este com o peito aberto e doando seu coração a ninguém menos que Joana d’Arc, como vocês devem saber, uma santa.

Seja você uma pessoa de mente aberta ou não, há de convir que mesmo visando um público adulto e bem instruído, ambas as propagandas são de gosto bastante duvido e consideravelmente provocativas. Se por uma suástica muita gente se sentiu incomodada, creio que entrar não em uma, mas em duas brigas desse tamanho talvez não seja uma boa ideia.

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[via Engadget]

emCultura Gamer Indústria Sony

Samsung SCH-W880: câmera ou celular?

Por em 30 de setembro de 2009

Hoje se tornou oficial o que já era um forte rumor. A Samsung, em mais uma ação para dominar o mundo, coloca no mercado o SCH-W880, que fica meio difícil de ser descrito. Você pode dizer que é um celular com câmera, ou uma câmera com celular. O importante é notar que a convergência de tecnologias é uma coisa que está se tornando realidade a cada dia que passa. O celular é equipado com uma câmera de 12 megapixels e 3x de zoom ótico. Como bem apontou o Arturo Fukuda do Foto Actualidad, dependendo do lado do equipamento que você olha, ele assume uma identidade diferente. Celular de um lado e câmera fotográfica do outro.

Além de já impressionar pela aparência, a câmera (ou celular) apresenta a opção de configuração manual (tanto a velocidade do obturador quanto a abertura do diafragma) e um visor LCD de 3,3 polegadas com definição de 800×480 pixels. Também será possível gravar vídeos em alta definição a 720 pixels em 30 quadros por segundos. A memória interna é de 4GB, mas pode ser expandida até 32GB com o uso de cartões SD. Preço e dimensões não foram anunciados e o equipamento deve chegar as lojas no mês de outubro apenas no mercado coreano (a princípio).

A falta de informações se deve pelo fato da Samsung ter anunciado o aparelho no susto. Os rumores já davam quase como certo a sua existência, mas hoje um site coreano publicou as primeiras imagens do aparelho, o que “forçou” a empresa a se pronunciar. Pode ser um aparelho revolucionário? Sim, mas só se conseguir vencer o grande problema da qualidade de imagem. Se usar os tradicionais sensores CMOS que equipam os celulares atuais, vai ser dinheiro e design jogados fora. Levando em conta que a nova linha de sensores CMOS que gravam em Full HD da empresa só vai ser lançada no primeiro trimestre de 2010, devemos supor que o SCH-W880 é equipado com um sensor CCD. Se for esse o caso, a qualidade de imagem vai ser muito boa, mas o consumo de energia vai ser muito alto, o que é um problema fatal para um celular. Talvez fosse o caso de esperar e lançar o equipamento com o novo sensor. Mas, isso são apenas conjecturas. Vamos aguardar as primeiras provas de imagem para saber a respeito da qualidade.

Independente disso, eu gostaria de ter um.

Samsung SCH-W880

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emNotícias