Digital Drops Blog de Brinquedo

Quem ganhou o livro “Redes – Guia Prático”?

Por em 30 de abril de 2008

Pois é, pessoal, chegou a hora. Depois de pedidos insistentes, caixa postal lotada e de ler atentamente todos os comentários (como pode atestar o nosso querido leitor Awregan) o ganhador é…

Antes disso, um pequeno interlúdio: como vocês andam sem criatividade! A maioria apelou para o básico "poxa, eu não tenho grana, eu sou pobre, o mundo é mau…". Assim não pode, assim não dá…

A Thathy (com dois ‘h’) queria o livro para "…passar a perna no namorado…". Coisa feia…

A BelzinhaRJ só faltou ligar no meu trabalho… tsc… tsc…

O Tuco, muito esperto, viu que o último livro foi ganho na base da poesia… fez outra. Infelizmente, sem a mesma inspiração…

O puppy até linkou no blog dele… mas, como ganhou a última promoção e nem deu bola para o prêmio, também não vai levar.

Então, no final das contas, o livro vai para o Musashi. Afinal, a teoria de que "Morimoto significar "Início da Floresta/Bosque" sendo que ganhando este livro terei a chance de tornar esse emaranhado de micros num "bosque" interligado e interdependente" é impagável! Mande seus dados, Musashi, para que possamos enviar o livro. Parabéns!

Para quem não ganhou, lembrem-se de que estamos sorteando o jogo John Woo’s Stranglehold entre os assinantes da newsletter… quem se cadastrar até domingo tem chances!

emAnúncios Miscelâneas

Relembrando: Captain Commando

Por em 30 de abril de 2008

doriprata_30.04.08 Durante a década de 90 um gênero era o preferido da boa parte dos jogadores que se divertiam nos fliperamas, o Beat ‘em up. Muitos jogos deste estilo fizeram sucesso e um deles atendia pelo nome Captain Commando, o homenageado de hoje na seção Relembrando.

Captain Commando foi lançado pela Capcom originalmente para arcades e tinha presença quase garantida em qualquer loja especializada e na maioria dos botecos. Haviam algumas máquinas onde era possível jogar com até outros três jogadores, mas essas eram raras no Brasil.

O jogo conta a história de um grupo de heróis que lutam para proteger a Terra de bandidos no ano de 2026. Os marginais estão sendo apoiados por uma força malígna conhecida como Scumocide e para resolver o problema, Captain Commando, Mack the Knife (Jennety), Ginzu the Ninja (Sho) e Baby Head (Hoover) deverão descer a porrada (posso dizer porrada aqui?) em tudo o que aparecer pela frente. Curiosamente, tudo isso acontece em Metro City, a mesma cidade do jogo Final Fight.

No geral, o game não tinha muitas novidades em relação aos jogos do gênero sendo uma delas a possibilidade de controlarmos alguns robôs parecidos com mechs. Mesmo assim se tratava de um título divertidíssimo, principalmente pela jogabilidade sólida e pelo design dos personagens e inimigos, que diga-se de passagem eram quase todos bizarros.

Posteriormente a Capcom fez uma versão para o Snes. Mesmo não tendo a qualidade visual e sonora do arcade, o jogo divertiu muitos donos do console. Houve também um lançamento para Playstation One, esse sim bem mais parecido com a versão original.

Captain Commando ainda apareceu no jogo Marvel vs. Capcom como um personagem selecionável.

doriprata2_30.04.08 doriprata3_30.04.08 doriprata4_30.04.08

emMuseu

GTA IV: Primeiras impressões

Por em 30 de abril de 2008

roniuj2_30.04.08

Eram nove e meia da manhã quando o caminhão da UPS chegou no meu serviço e me deixou minha cópia de GTA IV Special Edition. Duas, alias. Por um erro na pré-compra acabei comprando dobrado.

Sete eternas horas depois, já em casa, pude abrir o pacote da Amazon. Antes de ligar o Xbox 360 ainda degustei os extras da Edição Especial: Um cofre de banco em metal [com chaves], um chaveirinho da Rockstar, uma bolsa com o logo da Rockstar Games, o livro The Art Of Grand Theft Auto IV, um CD com faixas da trilha sonora oficial e uma placa de carro GTA 1V temática ao game [placa de verdade, em metal e tamanho real]. Valeu pagar os trinta dólares a mais, tudo é de primeira qualidade e não tem cara de "brinde".

Bom, finalmente meti o disquinho e vamos ao game.

A história está muito boa, Niko é um personagem relativamente profundo e tem mais personalidade que o CJ de San Andreas. A abertura, já na primeira cena, mostra que o pessoal da Rockstar não aliviou, com uma cena sado-masoquista [até um pouco fora de contexto] justificando o  "Mature 17+".

Finalizada a abertura, gameplay! E o gameplay não decepciona. Niko anda fluido, interage com objetos em casa, latas de lixo, portas, papelão e outras pessoas de forma super-natural. Também nos controles o direcional apenas faz Niko andar, para correr é necessário apertar A. E não há mais o loading quando se entra nas lojas, é abrir a porta e continuar jogando. Há a nova função de se esconder, mas como ainda não dei um tiro, não pude usá-la apropriadamente. Mas é só apertar o botão RB que Niko se protege atrás de paredes, caixas de correios etc…

roniuj3_30.04.08

Na parte de direção dos carros, outra boa surpresa, o jogo está cada vez mais fiel à fisica e não se atravessa toda a cidade em cinco minutos, pois como toda cidade grande, não há espaços pra correr, só na auto-estrada.
Por falar em cidade, essa é a grande estrela de GTA IV. É um espetáculo só de ver a interação das pessoas, dos carros. Logo no meu primeiro passeio assisti um cara ser atropelado bem na minha frente e não lembro a ultima vez que dei um grito de surpresa com a cena. Fantástico!

A trilha sonora também mantem a ótima média da franquia: Bob Marley, R.E.M., Busta Hymes e muito mais.  
Por fim, deixei o que mais me impressionou: gráficos. GTA IV é lindo! Luzes, texturas, brilhos… Há momentos que você tem a sensação de ver um filme de tão real que é, principalmente durante o dia. Se você derrubar um poste, sai faísca. Niko respira de noite e sai o vapor da respiração, a água é cristalina e super-real. As rodas dos carros são muito reais, Os carros estacionados agora estão trancados e Niko precisa quebrar o vidro para entrar. Um espetáculo visual.

Defeitos? Achei a policia meio fraca, nas poucas vezes que infringi a lei, mas não passei de duas estrelas.

Jogo do ano? Definitivamente sim!

No mais é isso, estou jogando há apenas três horas e ainda tenho muito pra desvendar!

emMiscelâneas

As homenagens que não percebemos

Por em 30 de abril de 2008

brucethurman

Acontece muito em filmes, aquela cena, aquela fala que homenageia um filme antigo ou uma música antiga. Os gênios do cinema sempre inventam alguma coisa assim e só quem realmente é conhecedor entende a piada. Isso não é privilégio do cinema não! Os games também soltam algumas citações e imagens que só quem é fã, daqueles bem antenados mesmo repara.

Estava eu procurando por uma imagem no google por uma imagem de Midgard do FFVII e caí neste site com referências, muitas referências dentro dos RPG’s da Square Enix. Às vezes um jogo referencia outro, às vezes refencia um filme, muitas vezes referencia Stars Wars e sobra até para letras de músicas dos Beatles e nomes de pessoas famosas, diretores, personagens, estilístas.

Confira essas imagens com referências à outros jogos da empresa:

xenotifa
Olhe a Tifa ali no quadro do jogo Xenogears
parasiteevechocobo
Chocobo no museu de Parasite Eve?
7ac-originalart-o
Reparem no encarte do FF VII original enquanto Tifa fala ao Telefone em FF VII: Advent Children
ffyami
Olha o Cloud, a Tifa e o Vincent como coadjuvante do Manga Descendants of Darkness (Yami no Matsuei)
 
ff-lovehina
Squall e Rinoa visitaram o manga Love Hina

Vale a pena acessar o site, têm muita coisa boa e curiosa. Conhece alguma outra referência dentro de um game? Comenta aê!

emCultura Gamer

Os 20 melhores jogos do Snes – 2ª parte

Por em 30 de abril de 2008

Alguém se lembra da primeira parte do especial feito pelo Gametrailers com os 20 melhores jogos do Snes? Foi publicado recentemente a conclusão da lista. Neste vídeo vemos os dez primeiros colocados.

Mesmo antes de ver a compilação você consegue imaginar qual será o primeiro lugar? A dica é que os autores da lista apontam o jogo como a melhor aventura 2D da história.

emMuseu Nintendo

Não deixe que seus filhos assistam “Big Buck Bunny”!

Por em 30 de abril de 2008

Que o open movie está a caminho, todo mundo já sabe. Quem acompanha a produção desde o início também sabe que o “Big Buck Bunny”, do projeto Peach, (como foi seu antecessor Orange, que deu origem ao “Elephants Dream“) não tem nada de “Oh, vamos pegar nossas foices e martelos e revolucionar o mundo através da cultura livre!”: é um esforço coordenado para criar um filme, obviamente, mas principalmente desenvolver as ferramentas do Blender enquanto uma equipe de profissionais mete a mão na massa – o filme é só uma desculpa.

O projeto está com seu cronograma um pouco atrasado devido a uma série de problemas, descritos por Ton Roosendaal (chairman da Blender Foundation) numa lista um tanto quanto engraçada, e que pode ser vista nesta postagem no blog do Peach. Mas a premiere foi em Amsterdã, pontualmente no dia 10, como havia sido anunciado, e estará disponível para compra e download a partir do dia 15 de Maio.

Por conta do filme, parte da equipe do Peach esteve em um programa de televisão, foram pauta de revistas, entre outros. Entre esses “outros”, Ton Roosendaal esteve numa conferência que aconteceu logo depois da premiere, e que discutia justamente a tal da cultura livre. Infelizmente, na comunidade open source sempre tem um que quer transformá-la num comuna livre, já que open é diferente de livre, como bem definiu o ilustríssimo RMS.

Durante a discussão na conferência, um idio-, digo, indivíduo fez uma pergunta que simplesmente não precisava ser feita: Por que as produções open source não podem ficar longe do uso da violência, posto que violência só gera violência?


Como se pode perceber por esta imagem, o filme produzido pela Blender Foundation é uma verdadeira ameaça, um incentivo às práticas criminosas

Anthony McCan, o politicamente correto que fez a pergunta poderia receber uma bela resposta do tipo “Wrong and dumb question! STFG!”, mas Ton deu uma resposta melhor: a liberdade criativa e as potencialidades do Blender vêm em primeiro lugar. Em outras palavras, o software é uma ferramenta e deve dar toda a liberdade possível para o criador, seja para este fazer um filme com coelhinhos rosa fofinhos ou uma animação realmente bárbara e sanguinolenta.

Sacha Goedegebure, que escreveu sobre o assunto no blog do projeto, finalizou seu texto de maneira brilhante: “Crescer num mundo violento não é brincadeira, mas o que mais me preocupa é que algumas dessas pessoas desse mundo não conseguem distinguir violência real da violência dos cartoons que conhecemos de Looney Tunes e Tom e Jerry… e logo conheceremos do Big Buck Bunny”.

Fonte: Peach

emOpen-Source Software

Exército de Israel desenvolve soldado-robô

Por em 29 de abril de 2008

O Guardian é um veículo de controle remoto projetado para missões de patrulha em regiões onde os soldados israelenses são alvos de bombas e outros atos de “combate assimétrico” (esse é o termo). Com câmeras que dão visão de 360 graus, visão noturna, sensores e armamento, o Guardian pode levar 272Kg de carga.

Apesar de ser primariamente operado remotamente, o Guardian apresenta capacidade autônoma. Ele ainda não vai atrás da Sarah Connor, mas é capaz de seguir rotas pré-determinadas, entender placas de trânsito, cruzamentos, desviar do tráfego e até alertar o comando quando detecta atividade suspeita.

Produzido pela G-Nius Unmanned Ground Systems, cada unidade custa US$600 mil, o que sai bem mais barato do que um soldado. Com duas grandes telas, um joystick, volante e pedais de freio e acelerador, a unidade de controle do Guardian é familiar para qualquer um com menos de 30 anos.

“Qualquer criança que cresceu com um PlayStation será capaz de chegar aqui e aprender [a controlar o Guardian] em segundos”, diz Erez Peled, Gerente-Geral da empresa criadora do robô.

O futuro do combate está na mecanização. Podem ser robôs autônomos, estilo Exterminador, ou nas armaduras de combate, estilo StarShip troopers (o livro). E como toda tecnologia, cedo ou tarde estará nas mãos de todo mundo. Vide o Hezbollah, que se dá ao luxo de usar UAVs, veículos aéreos não-tripulados para monitorar Israel.

Imagem ilustrativa: RoboJew, do sensacional episódio “RoboJew vs Giant Nazi Woman of the SS”, do Galacticast

Fonte: Chicago SunTimes

[ATUALIZAÇÃO] – Consegui uma imagem do bicho:

Sou mais o RoboJew.

emSem categoria