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Operação Big Hero não é apenas ficção, e também conta com pesquisas científicas

Por em 17 de dezembro de 2014

Post publieditorial

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Operação Big Hero vai além da ficção-científica, pois conta com muita ciência de verdade por trás da sua animação. Durante a produção do filme, os produtores e animadores visitaram as universidades de tecnologia mais famosas dos Estados Unidos, a de Harvard, a UCLA em Los Angeles, o Caltech e o MIT.

O esforço na produção é recompensado durante o filme, que conta a história do cientista robótico Hiro Hamada, que aprende tudo que sabe com seu irmão, Tadashi. Hiro e seus amigos Go Go Tomago, Wasabi, Fred e Honey Lemon, além do robô Baymax para se tornarem os novos heróis que a cidade tanto precisa.

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O robô de Operação Big Hero, aliás, é bem diferente do que estamos acostumados a ver nas telas. Nada ameaçador, muito pelo contrário, ele é amigável e é feito com materiais que não machucam os seres humanos com os quais interage. Ele é assim por influências de robôs reais estudados pela equipe de produção. O diretor do filme Don Hall passou um bom tempo conversando com pesquisadores de robótica da Universidade Carnegie Mellon para dar maior realismo ao personagem, e foi lá que ele viu alguns anos atrás um braço de robô inflável que acabou inspirando o robô Baymax.

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A tecnologia do filme não apenas é toda baseada em possibilidades reais, mas conta com itens que já fazem parte do nosso dia a dia, como impressoras 3D, por exemplo. Com uma super avançada impressora 3D que imprime peças de metal, Hiro Hamada consegue criar uma armadura para transformar o pacífico Baymax em um guerreiro.

Outro detalhe tecnológico bem interessante do filme é que ele conta com uma nova ferramenta de renderização, a Hyperion, criada pela equipe dos estúdios Walt Disney Animation. O resultado é surpreendente na tela, com imagens incríveis.

Os microbôs de Hiro também foram inspirados nos nanorrobôs da UCLA, um robô de nível molecular. Para o final apoteótico do filme, a produção consultou um físico teórico da Caltech, Sean Carroll, que elogiou o filme pelo realismo científico ao lidar com questões como gravidade, cosmologia, partículas físicas e mecânica quântica. O melhor entretenimento do mundo é o que ao mesmo tempo em que te diverte, também te ensina alguma coisa, e Operação Big Hero é um excelente exemplo disto.

Este post é parte de uma campanha da Disney.

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O Cachorro de 6 Milhões de Dólares

Por em 17 de dezembro de 2014

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Derby é o filhote mestiço de Husky siberiano que nasceu com um defeito genético: suas patas dianteiras são atrofiadas. Se fosse em um daqueles criadouros, que parecem uma mistura de Auschwitz com maternidade, ele seria simplesmente executado, mas por sorte alguém teve pena, e ele foi apenas jogado fora.

Recolhido a um abrigo, passava seu tempo em cadeiras de rodas ou rastejando, usando apenas as patas traseiras. A única chance de ser feliz surgiu semana passada quando o Papa Francisco teria dito a um garotinho que seu cachorro morto estava no céu. Não exatamente. A história era falsa e a doutrina católica continua a mesma: animais não possuem alma. Não vão para lugar nenhum. Access Denied, Derby.
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Etiópia transformando celular em comida

Por em 16 de dezembro de 2014

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Nos Anos 80 não só a seca mas um governo bem fiodazunha gerou uma das maiores situações de fome da História; o Mundo respondeu, inclusive com o USA For Africa, movimento que arrecadou mais de US$ 100 milhões em ajuda emergencial, mostrou que Michael Jackson sempre pensou nas criancinhas e calou a boca dos críticos — até eu comprei o LP.

Por muito tempo a Etiópia foi sinônimo de fome e atletas. A piada corrente dizia que o animal mais rápido da Terra era a galinha etíope. O segundo mais rápido, o etíope atrás. Dela. De lá pra cá a situação vem melhorando, mas o grosso do PIB do país, 46,3% ainda vem de agricultura, basicamente de subsistência. Isso o torna muito sensível a pragas, secas, flutuações de mercado, etc.
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Calma! Não é obrigatório matar prostitutas em GTA V?

Por em 16 de dezembro de 2014

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Mais de uma década antes das polêmicas envolvendo GTA já era possível atirar em strippers no Duke Nukem. Não acrescentava nada ao jogo, mas todo mundo fazia, até pela regra dos FPS, atire no que estiver na frente.

No The Legend of Zelda: Ocarina of Time uma parte do cenário nas aldeias eram… galinhas. Não faziam nada, não serviam pra nada, mas invariavelmente o idiota com o joystick fazia a Zelda (eu sei) atirar nas galinhas, que se irritavam e davam uma lição no sujeito.

Eu que sou da paz quando comecei a jogar o excelente Just Cause 2 depois de me entediar matando os capangas do Kim Jong-il genérico comecei a brincar com a população civil, prendendo inocentes a cilindros de propano com cabos, atirando e vendo o coitado ser alçado às alturas como um foguete. Puxar uma japa em um tuk-tuk e soltar, do helicóptero em cima de uma refinaria também é legal.
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Andromium, o deck que transforma seu Android num desktop

Por em 16 de dezembro de 2014

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Há algum tempo atrás a Motorola e a Canonical tentaram introduzir um conceito no mínimo interessante: o Motorola Webtop e o Ubuntu Edge seriam soluções que permitiriam ao usuário transformar seus smartphones Android num desktop, bastando conectá-lo a um dock ou um acessório. Só que tanto um quanto o outro não deram muito certo, o primeiro pela adesão pífia, o segundo porque não conseguiu se financiar (também pudera, US$ 32 milhões…).

Agora uma startup acredita que com seu produto, um dock chamado Andromium o sonho de muita gente de ter um computador completamente funcional no bolso pode se realizará. Eu tenho cá minhas dúvidas.

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Um robô com cérebro de minhoca

Por em 16 de dezembro de 2014

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O campo da Inteligência Artificial é talvez a maior decepção das últimas décadas. Imaginava-se que computadores e robôs, devidamente atrelados às 3 Leis da Robótica estariam por todos os lados. Hoje HAL 9000 seria um trambolho psicopata obsoleto 17 anos ultrapassado.

Na prática temos zero sucesso na emulação de inteligência. Elon Musk e Stephen Hawking acham que isso vai mudar, e pode ser perigoso. Já Roger Penrose e Miguel Nicolelis defendem que a IA simplesmente não é possível.
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A hilária batalha Google vs Jornais Espanhóis

Por em 15 de dezembro de 2014

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A velha mídia não entende a internet. Isso vai muito além da mesquinharia da Globo em chamar o Twitter de “popular rede de microblogs”. Se uma nave alienígena começar a atirar no Cristo Redentor e 792.834.798.234 de fotos e vídeos pipocarem no YouTube e no Twitter as estações de TV vão fazer uma reunião, mandar alguém até o local, se for identificado algo estranho solicitarão uma UPJ. Ao mesmo tempo a produção tentará confirmar com 3 fontes independentes (oficiais, você lá vendo o negócio, não conta).

CASO as fontes confirmem, começarão a produzir o segmento, procurando os especialistas em ataque alienígena, aquele gordo que sempre aparece em assuntos militares e, claro, um alienígena pois precisam mostrar o outro lado.

Se o ataque for menos de 3 h antes do Jornal Nacional ou do Jornal da Globo, soltarão um alerta rápido com “mais detalhes mais tarde no Jornal Nacional”.  Enquanto isso todo mundo com acesso à internet estará mais que ciente. 
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