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Google permite que usuários “voltem no tempo” com o Street View

Por em 23 de abril de 2014

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É muito provável que vocês já tenham lido, em algum outro texto meu aqui no MeioBit, a fascinação que tenho pelo Google Street View. Acho simplesmente fantástico poder conhecer lugares por todo o mundo, conhecendo as ruas como e eu lá estivesse. E, como todos sabem, assim como ocorre com as imagens de satélite do Earth, o Street View também tem a sua biblioteca de imagens atualizada periodicamente. Nem sempre com a velocidade que gostaríamos, mas são atualizadas. Nesta quarta-feira, a gigante das buscas anunciou uma novidade muito interessante ao Street View.

A partir de agora, os usuários poderão utilizar uma “máquina do tempo” para terem acesso às imagens antigas captadas pelo Google Street View. Disponível, inicialmente, para alguns lugares selecionados pela empresa, o novo recurso permitirá que os usuários percorram, através de uma linha do tempo, todas as imagens anteriores captadas pelas câmeras. No Brasil, por exemplo, os usuários poderão ver um “antes e depois” da construção do Castelão, em Fortaleza, ou da Freedom Tower, em Nova York.

Uma opção semelhante já havia sido disponibilizada pelo Google em setembro do ano passado, quando a empresa atualizou as imagens do Street View que mostravam a devastação causada pelo terremoto seguido de tsunami que devastou a costa nordeste do Japão. Confesso que, apesar de eu ter acessado todos os locais indicados pelo Google, a nova “timeline” não foi exibida para mim e, consequentemente, não consegui testar o recurso. Espero que apareça em breve.

Gostei muito da novidade e espero que o Google a adicione em mais endereços, principalmente no Brasil. Assim, teremos um catálogo sempre atualizado que ajudará a contar a história da evolução (ou não) das nossas cidades.

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Lytro Illum – uma evolução bem vinda

Por em 22 de abril de 2014

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Vocês se lembram do lançamento da Lytro? Isso aconteceu há dois anos atrás, mas a promessa era interessante. A câmera (em formato caixote) apostava em algo inovador e inusitado: a possibilidade de mudar a zona de foco na imagem mesmo depois da foto ter sido feita. A câmera se utiliza de uma nova tecnologia que captura vários raios luminosos (em torno de 11 milhões) gravando em seu sensor informações sobre todos os planos da imagem. Por isso que ela também é chamada de Câmera de Campo Luminoso. Como todos os planos são capturados, é possível escolher, após a captura, onde determinar o foco da imagem. A primeira Lytro foi uma grande novidade, mas o design era muito feio. Agora as coisas mudaram com o lançamento da Lytro Illum.

A primeira mudança que notamos no novo equipamento é o design. Ela deixou de ser uma câmera em formato de caixote para se tornar algo que encontraríamos em um filme de ficção científica. Embora possa causar estranhamento no começo, a câmera ficou bonita (bem melhor que o modelo anterior). A segunda mudança foi no sensor. Enquanto a Lytro original possuía um sensor de 11 Megarays (captura de 11 milhões de raios de luz) a Lytro Illum está equipada com um sensor de 40 Megarays (captura de 40 milhões de raios de luz). Isso torna a possibilidade de escolha de plano onde será fico o foco muito maior. A brincadeira de escolha do ponto de foco na imagem pode ser feita no LCD da câmera ou no aplicativo para computador fornecido juntamente com ela. Convertendo os Megarays para algo mais conhecido do mundo da fotografia, a saída final do sensor vai oferecer uma imagem com 5 megapixels de resolução máxima.

A Illum está equipada com uma lente com distância focal equivalente a uma 30-250mm e com abertura constante de f/2. A grande abertura é fundamental para a captação dos diferentes raios de luz que vão fazer a mágica no processamento final.  A câmera possui modo manual de captura, além de prioridade de abertura e velocidade. A interface gráfica foi aprimorada e agora roda com Android. Também foi melhorada a tecnologia de sobreposição de imagens no visor LCD de 4 polegadas que ajuda a reproduzir o efeito de tridimensionalidade na visualização da foto.

A câmera vai chegar ao mercado em julho ao preço de US$ 1.599,00 (bem mais cara do que os US$ 399,00 da primeira Lytro), mas você pode fazer uma pré-compra por US$ 1.499,00. Se você já tem uma das primeiras Lytro então ainda pode ganhar um desconto de US$ 200,00 na nova câmera.

Fonte: Dpreview.

Veja abaixo uma galeria oficial de imagens feitas com a nova Lytro Illum.

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Diretor de arte de The Last of Us deixa a Naughty Dog

Por em 21 de abril de 2014

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Alguma coisa muito estranha acontece na Naughty Dog. Primeiro a diretora criativa da série Uncharted Amy Hennig saiu, indo pouco tempo depois para a Visceral Games. Até o presente momento nem Hennig nem o estúdio entraram em detalhes sobre qual foi o motivo para sua saída, mas tudo leva a crer que a decisão veio de cima. Logo depois o então diretor de Uncharted 4 Justin Richmond anunciou sua saída, se unindo à Riot.

Agora é a vez de Nate Wells, artista responsável por The Last of Us pular fora do barco indo rumo à Giant Sparrow, a desenvolvedora responsável por The Unfinished Swan.

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Samsung abre seu próprio Museu da Inovação Tecnológica

Por em 21 de abril de 2014

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A Samsung pode ser acusada de muitas coisas, de oportunista a sem coração, mas uma coisa que não se pode dizer é que ela não é inovadora. De monitores transparentes a telas curvas, passando pelos processadores presentes nos iGadgets (que prova que apesar de se engalfinharem nos tribunais, a Apple reconhece a excelência da Sammy em chips estado da arte) e macro-hardware literalmente falando, a empresa coreana tem a missão de investir em diversos setores de tecnologia e inovar sempre. Nada mal para um conglomerado que começou produzindo macarrão (não que isso seja indigno, veja a Nissin Foods).

A Samsung também reconhece a importância do desenvolvimento tecnológico que trouxe o homem até aqui, portanto ela inaugurou nesta semana seu próprio Museu dedicado à inovação tecnológica em Suwon, cidade da Coreia Mais Bonita onde a empresa é sediada.

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Senado dos EUA tenta passar a Lei “Bota No Google”

Por em 21 de abril de 2014

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Em uma das raras e boas piadas de Apollo 13 um dos técnicos da NASA reclama dos filtros de monóxido de carbono do módulo lunar e do módulo de comando serem incompatíveis. Um quadrado, outro redondo: “só podia ser projeto do Governo”. Soldados em guerras modernas combatem sabendo que seus equipamentos foram projetados e produzidos pela empresa que ofereceu o menor preço.

Por isso aliás que teorias da conspiração não se sustentam. Exigem um nível de competência inexistente em qualquer governo. Um exemplo clássico da chamada Navalha de Hanlon, “Nunca atribua à malícia o que pode ser adequadamente explicado pela estupidez”: durante a 2ª Guerra do Golfo um limpa-neve foi enviado para o Iraque. O custo, entre a máquina e o transporte ficou em cento e poucos milhares de dólares. Uma gota no oceano, mas algo que chamaria (e chamou) a atenção da imprensa.
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Divisão móvel da Nokia pode ser renomeada para Microsoft Mobile

Por em 21 de abril de 2014

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Após sofrer vários atrasos, o acordo de aquisição da divisão Nokia de dispositivos mobile será concluído no próximo dia 25, em anúncio realizado hoje. Entretanto um e-mail interno, que muito provavelmente partiu da empresa finlandesa endereçado a seus fornecedores detalha algumas particularidades da negociação, principalmente mudanças bem profundas. A principal informação é que a divisão deixará se chamar Nokia para fins legais, passando a atender por Microsoft Mobile.

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Dentista meio torto das idéias quer clonar John Lennon

Por em 21 de abril de 2014

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Clones são um conceito antigo na ficção, e bastante usados na agricultura, mas a dificuldade em sua produção é diretamente proporcional à complexidade do organismo. Clonamos batráquios, peixes, organismos unicelulares e comentaristas de YouTube desde os anos 50, mas mamíferos são bem mais problemáticos.

O primeiro clone de mamífero utilizando células somáticas — ou seja, uma célula do corpo, não um embrião induzido a se dividir — veio só em 1996, com a ovelha Dolly. De lá pra cá um monte de espécies foram clonadas, inclusive raças de vacas ameaçadas de extinção, clonadas pela primeira vez no mundo no Brasil, 2005 pela Embrapa, mostrando que dá pra fazer ciência de ponta aqui, se você demitir o datilógrafo e investir em pesquisa.
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