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Resenha — Capitão América 2: O Soldado Invernal

Por em 12 de abril de 2014

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Resumo da resenha: levante seu traseiro gordo e vá AGORA pro cinema assistir esse filme. É sério. Eu detesto perder tempo e depois que você voltar do cinema vai concordar que qualquer coisa abaixo deste parágrafo é besteira, e que você deveria ter seguido meu conselho, assim assistiria ao filme alguns minutos mais cedo.

Ok, não tem jeito. Então tá, vamos a uma resenha mais convencional. Sem spoilers, mas assumindo que você viu o primeiro filme do Bandeiroso e assistiu aos trailers.

Primeiro de tudo: esqueça o tal Soldado Invernal. Ele só existe para atrair nerds de quadrinhos que querem ver um Robin (mais emo) se fazendo de malvado. O personagem é ótimo, Sebastian Stan consegue ser uma arma teleguiada robótica em uma cena, e o parceirão Turk-e-JD do Rogers em outra. Só que nesse filme ele não é o vilão. É só um pau mandado. Na verdade você foi enganado, sequer é um filme de super-herói.

CA2 é na verdade um filme de espionagem dos anos 70 com o Robert Redford. É muito mais John Le Carré do que Frank Miller.
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Capa de iPhone em formato de isópode. Sim, Japão, claro.

Por em 10 de abril de 2014

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Os isópodos são uma espécie de tatuí gigante que vive em águas profundas. São caçadores e carniceiros.

Eles comem baleias mortas, e embora cientistas digam que não matam as baleias, não tenho certeza nem quero testar. Esses bichos com pernas demais são fruto de pesadelos, e o último lugar que eu queria um era perto do meu telefone.

Só que eu não sou japonês, e por algum motivo obscuro eles acham esse bicho fofinho. Tanto que agora lançaram uma… capa de iPhone no formato de isópodo gigante.

Assista abaixo, não faz o menor sentido.
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Controlando um drone com um Oculus Rift

Por em 10 de abril de 2014

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A internet adora duas coisas: a “Tecnologia da Moda” e buzzwords. Quando ambas colidem em uma tempestade perfeita, o resultado costuma ser épico. Ao menos na mente das pessoas, claro.

Uma dessas tecnologias da moda que existe desde sempre é a Realidade Virtual. Todo mundo sonha com um holodeck, ou ao menos um dreamatorium. No final topamos até Minority Report, que na prática vira o Kinect, sofre um downgrade pra Leap Motion e ninguém usa.
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Total Eclipse of the Lua — de 14 pra 15 de abril, não perca!

Por em 10 de abril de 2014
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Essa imagem é linda, mas é completamente falsa. É uma composição feita no Photoshop. E sim, você vai receber umas 246 vezes por e-mail na semana que vem.

Provavelmente por causa de alguma conspiração dos ianques capitalistas imperialistas estadunidenses da América do Norte, a maioria dos fenômenos astronômicos acontece no hemisfério deles. Até o Cometa ISON, se não tivesse sido destruído pelo PT só seria visível do Norte. Por isso é ótimo quando um fenômeno legal acontece aqui por nossas bandas.

Portanto fique de olho. Na madrugada de 14 pra 15 de abril a Lua entrará na sombra da Terra, e o alinhamento produzirá um eclipse total. Aqui um vídeo detalhando o evento, com direito a hora local no Rio de Janeiro:
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Veja o Kinect ser enganado

Por em 10 de abril de 2014

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Uma das maiores mentiras de Matrix era que todo mundo era idêntico ao Avatar. O mais diferente dos personagens estavam a um banho de água e um banho de loja de seus avatares. Que mundo é esse onde as pessoas são iguais aos avatares? Daqui a pouco foto de perfil vai ser fidedigna.

O pior é que essa realidade Matrix está começando a aparecer. O Kinect Sports Rivals, do Xbox One tem um editor de avatar que é no mínimo ficção científica. O bicho usa a câmera do Kinect para mapear seu rosto e criar uma versão 3D. Não uma simples textura, mas um modelo mesmo.
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Capitã da USS Voyager não é geocentrista. Já o Jornal do Commercio…

Por em 9 de abril de 2014

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Quando Stanley Kubrick montou o elenco de Dr Fantástico escolheu para o papel de Major Kong o ator Slim Pickens, até então um coadjuvante. Pickens era uma figuraça, andava em Londres com chapéu e botas de caubói. Kubrick não disse que o filme era uma comédia. Só deu ao Slim as páginas de roteiro onde ele aparecia. Ele deu tudo de si em uma interpretação séria. Como resultado o personagem ficou uma caricatura magistral.

Por isso a surpresa da internet ter entrado em crise essa semana, quando a atriz Kate Mulgrew foi flagrada narrando um documentário “não ortodoxo”. Kate, hoje a Red em Orange is the New Black, se tornou conhecida no papel da Capitã Kathryn Janeway, em Star Trek Voyager.

Para susto, surpresa e decepção dos fãs foi “denunciado” que ela havia feito a narração de um lixo chamado The Principle. O negócio é um “documentário” que defende… geocentrismo. Isso mesmo. Em 2014 ainda há gente que defende a sério que o Sol gira em torno da Terra. Quer dizer, gente não, Robert Sungenis, produtor do tal documentário.
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Gogo vai disponibilizar Wi-Fi 70 Mb/s em vôos transatlânticos. PÔ, AGORA?

Por em 9 de abril de 2014

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Pra quem vive na ponte aérea Rio-São Paulo ficar uma hora sem conectividade não é o fim do mundo, ainda mais com os preços das empresas que oferecem internet a bordo. Já quem viaja para o exterior, e absolutamente positivamente precisa consultar e-mail mandar uma DM ou acessar o servidor doméstico e apagar a pasta Best of Traci Lords antes que a esposa descubra, conectividade é essencial.

A Gogo oferece esse serviço. Utilizada por oito empresas dos EUA e Canadá, são mais de 2.000 aviões comerciais e 6.300 jatos particulares e cargueiros conectados. Uma antena de 4,5 polegadas conecta o avião a satélites de comunicação, conseguindo uma velocidade de 9,8 Mb/s.

O ping é uma droga mas aí a culpa é de Einstein.

Um hotspot Wi-Fi distribui a conexão para aparelhos dentro do avião, e o usuário pode se conectar com vários planos, que vão de um passe de 1 h por US$ 5,00 a um pacote mensal ilimitado de US$ 49,95; que dá acesso geral em qualquer vôo de qualquer uma das empresas participantes. Parece muito mas pra quem viaja a sério é uma pechincha.

Agora a Gogo anunciou que em meados do ano que vem disponibilizará links com velocidade de 70 Mb/s. Isso mesmo. Praticamente um cabo Ethernet sendo arrastado pelo avião. E isso no mundo todo.

O futuro se torna cada vez menos misterioso e cada vez mais conectado.

Fonte: EG.

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