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Isso é mais fácil que bater em bêbado, mas vamos lá. Todo mundo conhece a campanha da Apple “I’m a Mac”, que se não transformou o Justin Long em um astro, ao menos o fez papar a Drew Barrymore, sem falar no PC Guy, John Hodgman, que agora está no Daily Show, com Jon Stewart.
A Microsoft por sua vez lançou a simpática campanha “I’m a PC”, a melhor resposta à Apple em muitos anos.
Como sempre o Linux ficou de fora, mas desta vez a Linux Foundation quer brincar também. Só falta o dinheiro, então estão apelando pra “cumunidade”. Lançaram um concurso onde você faz um vídeo no estilo “I’m Linux”, falando o quê o Linux significa para seus usuários, e com sorte inspirando outros a experimentá-lo.
O mico não sairá de graça, o prêmio é uma viagem a Tóquio, para participar do Simpósio da Linux Foundation no Japão, em 2009.
Vai render bons vídeos? Sinceramente duvido, o pessoal é evangelista demais para brincar com si mesmo como a Apple e a Microsoft fazem. Vide os chatíssimos comerciais do Firefox, que resultaram de concurso semelhante. Mas ter esperança não faz mal nenhum, então faça sua parte. O MeioBit ajudará a divulgar os vídeos nacionais, é só mandar para nosso formulário de contato ou deixar o link nos comentários. Participe, o Poder é de vocês! (vai Planeta!)
Fonte: Linux Foundation
Há algum tempo, um amigo meu passou por um sério problema: suas placas ARM queimavam sem motivo aparente. Não a placa toda, claro, apenas o subsistema I2C (protocolo serial desenvolvido pela Philips, muito usado na comunicação entre chips na placa-mãe). Depois de três delas no lixo e horas de análise do hardware, a suspeita recaiu sobre o software: o módulo do kernel que cuidava do barramento.
Como toda aquela parte veio da empresa que fabrica o chip, era de se supor que estava funcionando, não é mesmo? Afinal, há milhares de usuários pelo mundo afora, centenas de desenvolvedores... a chance desse problema acontecer apenas com ele era muito pequena. Pelo menos, era o que pensávamos.
Algumas horas de estudo depois e a conclusão: o problema era mesmo o módulo, que mais parecia uma versão "pré-alpha": nem inicializava os registradores direito!
Para encurtar a história: refizemos o módulo e nunca mais uma placa queimou (ao menos, não por esse motivo).
Agora vejam: a maior vantagem do GNU/Linux©, que os lusers (Linux Users) berram aos quatro ventos é justamente ser aberto. Afinal de contas, o sujeito foi lá e consertou o código. Fantástico, certo? Talvez... sem contar as horas perdidas antes do "remendo", é praticamente impossível que outro desenvolvedor já não tenha passado pelo mesmo problema. E, se de fato isso aconteceu, por que o código ainda estava defeituoso? Porque uma minoria dos usuários desenvolve algo. E, dessa minoria, uma porcentagem ínfima tem vontade/motivo/interesse em compartilhar as modificações. O ser-humano é egoísta.
É fácil sair dizendo que o código-livre é a salvação da lavoura... que se der algum problema, a comunidade ajuda... mas tente usar um fórum ou lista de emails especializada. Nas primeiras dez perguntas, a resposta-padrão será: "como você é burro... já leu o manual?" "Já procurou no Google?" "Você sabe ler?".
É por essas e por outras que o mundo é da Microsoft. Ao menos, seu modelo é mais honesto: pague e terá todo o suporte que precisa.
Se cada usuário escrevesse ou melhorasse UMA linha de código, em vez de sair jogando ovos em empresários ou deixando de tomar banho, o pinguim já teria saído de cima da geladeira há muito tempo. E você? O que fez pelo Linux hoje?
Outro benchmark muito interessante do website Phoronix e dessa vez os adversários são o Mac OS X Leopard 10.5.5 contra o Ubuntu 8.10. O hardware usado é um Apple Mac Mini, versão Intel.
Esse comparativo é interessante pois estamos falando de sistemas operacionais voltados para o consumidor. Como o Cardoso diz, o Mac foi feito para quem não gosta de computador e o Ubuntu foi criado com a clara intenção de ser uma opção voltada para quem só quer usar o computador.
A máquina usada vem equipada com um Intel Core 2 Duo T5600 1.83GHz, com 1GB de RAM e o chipset é o Mobile Intel 945 com Southbridge ICH7-M e apenas 1GB de RAM. Maiores detalhes da configuração, basta ler a primeira página do artigo.
Foram feitos vários testes, com leitura e escrita de arquivos, criptografia, compressão zip, conversão de arquivos de música e vídeo. O Ubuntu ganhou em tarefas como compilar o PHP. O artigo acredita que a diferença seja por causa do Apple XCode , que usa o GCC 4.0, enquanto o Ubuntu usa a versão 4.3. Se o que vale é a experiência do usuário, o Ubuntu ganha. O problema com esse teste é que eles testaram versões diferentes. O ideal teria sido usar a versão 4.0 do GCC para ambos.
Uma discussão e curiosidade constante na área de tecnologia é o sistema de arquivos mais eficiente. Para quem trabalha com servidores, então, é crítico, já que uma boa performance é fundamental para otimizar o uso do equipamento e reduzir custos. Foi divulgado um ótimo comparativo entre 4 deles: EXT4, EXT3, ReiserFS e XFS no Phoronix.
Foram feitos testes simulados e reais, para ajudar na decisão de migração ou não. Segundo o artigo, o EXT4 virá marcado como estável no próximo kernel do Linux, 2.6.28, que no momento de escrita desse post, está como Release Candidate 7.
O artigo é longo, com 9 páginas, mas o conteúdo está recheado de gráficos e algumas poucas observações e uma ótima conclusão no final. Nos testes simulados, o EXT4 ganhou 5 de um total de 8. Em games, a diferença entre sistemas de arquivos foi desprezível, assim como compressão de MP3.
Alguns testes mostraram diferenças enormes de performance, principalmente quando os arquivos são grandes, com 4GB ou mais. Depois do break, uma amostra dos gráficos do artigo completo. No geral, parece que o EXT4 será um bom substituto até o aguardado Btrfs (desenvolvido inicialmente pela Oracle) que tinha planos para lançar a versão 1.0 até o final de 2008, mas com um release 0.16 apenas em agosto, é mais seguro empurrar essa data mais 1 ano, para o final de 2009 e dependendo do ritmo, 2010. Não é fácil criar sistemas de arquivos.
Foi anunciado que o "port" do Linux para o iPhone 2G e iTouch primeira versão já está funcionando, como mostra este vídeo.
Essa versão possui driver serial e serial USB (importante para comunicação com o aparelho e transferência de dados), framebuffer (para funcionamento do modo gráfico), não possui som, touchscreen, acelerômetro, ou seja, nada de útil. Os desenvolvedores frisam que esta é apenas uma versão inicial e só deve ser utilizada para corajosos e desenvolvedores de plantão.
Para quem se interessar o blog do desenvolvedores é http://blog.iphone-dev.org/.
Quem acha que o mundo GNU/Linux® se resume a Ubuntu, está muito enganado... o Rafael Gomes nos mandou uma nota contando que o Projeto Fedora Brasil anunciou o lançamento da versão 10 do Fedora.
Novidades como o Gnome 2.24, KDE 4.1.2, uma nova ferramenta de auditoria (SecTool), RPM versão 4.6 etc... etc... etc..., além de um LiveCD instalável completamente em português e o BrOffice 3.0.
Mais informações na página do anúncio. As imagens estão disponíveis aqui. Quem usar, por favor, coloque nos comentários suas impressões.
Em um vídeo que vai ser superanalisado e destrinchado atrás de significado (inexistente) pelos freetards, um pinguim é perseguido por um enxame (eu sei que é cardume mas enxame fica melhor) de Baleias Assassinas dispostas a Ballmerizar a pobre ave.
Só que não é um pinguim comum, é um pinguim Jedi, da espécie Gentoo, que depois de driblar os terríveis predadores, consegue ser mais esperto ainda e se refugiar no barco dos humanos.
Pode ser que YEAR(NOW())+1 seja o Ano do Linux, mas o ano desse pinguim foi no dia dessa filmagem.
Fonte: Fark