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CG – Castlevania: Symphony of the Night

Por em 31 de julho de 2011

Nas minhas andanças pela internet dei de cara com este vídeo aí em baixo que mostra as três CGs que são apresentadas durante o Castlevania: Symphony of the Night e que mostra, as mudanças que ocorrem no temido castelo e que além de ter me lembrado do quanto eu gostava desse jogos, também serviu para ver o quanto a animação por computador evoluiu desde o que game foi lançado, lá em 1997.

O detalhe é que não precisamos nem compará-lo aos grande filmes de animação de hoje em dia, já que atualmente qualquer jogo de médio porte possui cenários muito mais detalhado do que o que vemos ali e assistir ao vídeo funciona como uma bela viagem no tempo.

Quem não teve o privilégio de jogar na época de seu lançamento este que é apontados por muitos como o melhor capítulo da série talvez dê risada da qualidade, mas assim como os personagens quadradões do primeiro Virtua Fighter serviram como ponta-pé para que hoje vejamos lutadores muito mais realista, é graças a animações como essas que chegamos próximos ao realismo da animação facial de um L.A. Noire. Porém, é vendo o vídeo que eu agradeço a Konami por ter feito SotN usando sprites, o que praticamente lhe garantiu a imortalidade, porque já pensou como o jogo seria hoje em dia se usasse polígonos?

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emGame da Semana Museu Vídeos

Really Big Sky é interessante shmup indie

Por em 30 de julho de 2011

Se o simples fato de ser um shoot’em up já não fosse o suficiente para chamar a atenção dos fãs de um gênero que aos poucos volta a ganhar força, mas que ainda precisa de mais atenção das grandes produtoras, o jogo independente Really Big Sky consegue se destacar também por ser um produto de qualidade e muito bem acabado.

Além de gráficos bonitos, modo cooperativo para até quatro pessoas, 15 powerups, conquistas e 7 modos, esse jogo de navinha horizontal que utiliza as duas alavancas do controle, uma para nos movermos e outra para mirarmos, gera os inimigos dinamicamente, ou seja, a dificuldade dependerá da maneira como você estiver jogando ou da quantidade de pessoas que estiver lhe ajudando e isso influenciará a força do chefes, os itens que aparecerão, o estilo do tiro dos inimigos ou mesmo o tempo entre uma onda de ataque e outra.

Talvez o que tenha faltando ao Really Big Sky  para que fizesse mais sucesso é o fato dele não ter aparecido no Steam, podendo ser adquirido por enquanto apenas no Impulse ou no Gamersgate e como o trailer abaixo não faz muito jus ao jogo devido a edição de gosto duvidoso, o ideal seria baixar a demo disponível no site oficial.

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emComputadores

No Q.G. do Facebook: conheça o local onde Dr. Z trabalha para dominar o mundo

Por em 29 de julho de 2011

São raríssimas as exceções e praticamente nenhuma empresa oferece um ‘tour’ para candidatos, ou seja, você só conhece bem mesmo o seu ambiente de trabalho depois de contratado. Se contrado.

Existem alguns lugares na interweb onde você pode, se tiver curiosidade, saber como funcionam os grandes escritórios do mundo, como se parecem e qual seria a sensação visual de se imaginar trabalhando em algum deles.

Se o seu lance é fazer parte de um plano sinistro para dominar o mundo, então você deve enviar seu curriculum para a casa do Facebook, na Califórnia.

Mas não vá se animando muito não. A parte bonitinha do QG parece estar reservada para quem visita, não para quem trabalha lá. Veja:

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As catracas de entrada utilizam um sistema de proteção à laser (isso mesmo) para perceber se você passou sem registrar sua entrada com seu cartão de funcionário. continue lendo

emInternet Meio Bit

World Without End é RPG indie de quadrinista da Marvel

Por em 29 de julho de 2011

Embora jogue esse tipo de jogo muito menos do que deveria, eu adoro RPGs de estratégia por turno. O meu contato com o gênero só aconteceu com o Final Fantasy Tactics e confesso não ser um grande conhecedor do estilo, mas acho o conceito desses jogos muito legal e por isso fiquei bastante interessado no World Without End, título que será lançado para Android e dispositivos iOS.

Para tentar se diferenciar dos demais o game não utiliza aqueles quadrinhos nos mapas e a movimentação dos personagens é livre, mas nele teremos um certa quantidade de pontos de ação que serão gastos de acordo com o que realizarmos nas batalhas, com habilidades especiais consumindo mais pontos e nos obrigando a calcular com sabedoria o que faremos, já que um golpe mais poderoso pode não matar o inimigo e nos deixar vulnerável até o próximo turno.

A parte visual do WWE tem recebido um grande destque e isso pode ser explicado porque o seu criador é o multitalentoso Steve Uy, roteirista e ilustrador que já trabalhou em revistas em quadrinhos da Marvel. O artista que também atua como programador e músico agora tenta a sua primeira investida no mundo dos games e está tentando levantar 15 mil dólares em doação para terminar o game, que terá cerca de 15 horas de duração e será vendido por US$ 3.

Parece bem interessante, não acha?

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[via Game | Life]

emCelulares Jogos Portáteis Preview

Loja agora vende camisetas da Nintendo para o ocidente

Por em 29 de julho de 2011

Lojas que vendem camisetas relacionadas a games existem aos montes na internet, mas se você é um verdadeiro fã da Nintendo, comemore, pois a loja The King of Games passou a vender seus produtos para o resto do mundo.

Caso não conheça, a pequena empresa situada em Kyoto é especializada em criar estampas inspiradas em jogos da companhia japonesa e o seu maior feito foi ter conseguido a licença oficial para isso. Para ter uma ideia do quão rigoroso é o processo de criação, cada ilustração deve ser aprovada não só pela BigN, mas também pelo criador dos jogos e cada nova camiseta costuma ter apenas 200 unidades produzidas, que de acordo com a demanda podem ter outras remessas feitas e que recebem pequenas mudanças nas cores para que haja diferenciação nas edições e novamente, tudo deve ser aprovado pela Nintendo.

Mas, tanta exclusividade e atenção aos detalhes tem um preço e prepare-se, ele não é barato. Embora os valores mudem um pouco de um modelo para outro, não é raro vermos camisetas por lá custando 5000 iens (ou até mais), o que com o frete sairia por algo em torno de salgados 91 dólares. Levando-se em consideração que a compra ainda pode ser taxada ao chegar por aqui, apenas uma camiseta poderá custar mais de R$ 200. Há também o problema que a maioria delas estão esgotadas.

Sem dúvida não é algo que a maioria terá coragem de investir, mas se trata de um produto para colecionadores, que ao usá-las certamente faria muito sucesso entre os amigos gamers.

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[via GameSetWatch]

emCultura Gamer Games Museu Nintendo

Tecnologia de Guerra: os EUA gastam como querem e pagam quando podem

Por em 29 de julho de 2011
Usawartech

"EUA: gastos exorbitantes em tecnologia de guerra"

Enquanto o mundo inteiro espera com relativa apreensão o resultado da queda de braço nas negociações para estabelecer os novos limites para a dívida da economia mais forte do mundo, muitos rezam para que o gigante não penda para o lado em que tropeçar no calote seja a única saída.

De um lado, a ideia de que a peleja deve também descontar dos mais ricos. Do outro, quem sabe ser isso o mais correto a se fazer, força na direção oposta para ganhar vantagem política, preservar o próprio bolso e manter a farda fora do cabide.

Os Estados Unidos é provavalmente o país que mais gasta, não apenas em tecnologia e inteligência, mas em tudo. Não se sabe ao certo quanto seria o valor total dos investimentos e gastos do país com novos equipamentos e tecnologias para o ‘policiamento’ do mundo. Mas é fácil deduzir que ninguém gasta mais do que eles.

O fato é que bem além de um iminente desapontamento global de credores, os EUA podem ter inclusive que repensar como investir seu orçamento e seus modelos de segurança e tecnologia. Tudo encurta por lá. Há apenas alguns dias vimos o final de toda uma era espacial com o último lançamento da NASA e um grande hiato em um programa espacial histórico.

Veja o caso recente de Dennis Blair, ex-Diretor do departamento de Inteligência Nacional e almirante recém desligado das forças norte-americanas. Ainda ontem ele era o responsável por liderar praticamente todos os recursos do país na busca e captura de terroristas pelo mundo.

Hoje, ele defendeu no Fórum de Segurança de Aspen (Colorado/EUA) a idéia de que os EUA devem redefinir imediatamente a sua política de gastar bilhões de dólares perseguindo os integrantes da Al-Qaeda, ou de caçar terroristas na Somália ou no Yêmen, a menos que os seus respectivos governos queiram compartilhar os riscos e custos.

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emMeio Bit

Produtor diz que não teme saturação dos jogos de luta

Por em 29 de julho de 2011

Há alguns anos vimos a Capcom usar como desculpa para não trabalhar no relançamento do Capcom vs. SNK 2 o medo de que o mercado poderia ficar saturado com jogos de luta, mas a mesma linha de raciocínio não impediu que a empresa lançasse inúmeras atualizações para seus jogos de forma física, o que deixou muita gente indignada.

Com tantos games assim sendo lançados nos últimos meses e diversas empresas trabalhando em mais jogos de luta, o produtor Yoshinori Ono foi perguntando durante a Comic-Con se isso não poderia acabar sendo ruim para o gênero e a sua resposta foi a seguinte:

Sim, você pode dizer isso sobre vários outros gêneros também. Para os jogos de tiro em primeira pessoa você tem o Call of Duty, Battlefield, Medal of Honor e outros títulos. É fantástico ver os jogos de luta tendo se tornado tão grandes. Não acho que iremos chegar tão longe, mas penso que seja possível para os jogos de lutar prosperar. Veja por quanto tempo os FPSs se sustentaram sem entrar em colapso e acho que podemos fazer o mesmo.

O ponto principal é não apenas atrair novos fãs, mas manter os atuais satisfeitos, mantê-los conectados e interagindo com a comunidade através do blog Capcom-Unity e eventos como esse. Precisamos ter certeza que a voz dos jogadores está sendo ouvida e que estão se sentido cuidados. Desde que tratemos os fãs da maneira correta e os satisfaçamos, acho que continuarão com a gente por um longo curso. Não acredito que veremos a bolha estourar como aconteceu na década de 90.

Está aí, ele disse exatamente o que eu estava pesando sobre “a bolha estourar como aconteceu na década de 90.” As criadoras de jogos de luta já tem a experiência de ter entupido o mercado com criações ridículas onde tudo quanto era porcaria virava lutadores, como bonecos de massinha, dinossauros ou personagens formados por bolas (WTF?!?), mas o pior nesses games era a falta de cuidado com a jogabilidade. Talvez este seja apenas um chato que não consegue se dedicar muito aos jogos de luta falando, mas na minha opinião, tantos jogos assim pode ser algo perigoso.

Mas se você está querendo mais, abaixo está você encontra cerca de 30 minutos da jogabilidade do Street Fighter X Tekken. A qualidade da imagem é um tanto sofrível, mas serve para termos uma ideia do que esperar e sinceramente, não me animei.

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emMiscelâneas