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Digital Drops Blog de Brinquedo

Sim, o mundo precisa de reconhecimento facial para manter gatos em forma

Por em 22 de julho de 2014

Grumpy Cat

Uma das indústrias que mais cresce é a dedicada aos animais de estimação. Cada dia mais pessoas criam bichos como se fossem gente, não poupando gastos com eles. Além da infinidade de coisas disponíveis nas pet shops, todo dia tem alguém pensando em uma nova maneira de ganhar dinheiro com esse (grande) nicho.
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Artistas criam robô para transcrever a Torá, mas isso não é kosher

Por em 22 de julho de 2014

Fifteen Commandments

Reza a lenda que um belo dia um gentio chegou pro Rabino Hilel e desafiou:

“Se você me explicar a Torá inteira equilibrado em um pé só, eu me converto.”

O rabino assumiu a posição e falou:

“Não faças aos outros o que não queres que façam contigo. O resto é só comentário.”

Claro, hoje em dia eles não estão mais em fase de captação, então não é tão simples assim se converter ao judaísmo, mas a Torá permanece. Ela não só é um dos livros sagrados entre os judeus, como faz parte do cristianismo E do islamismo. No ocidente a conhecemos como Pentateuco, os 5 primeiros livros da Bíblia, escritos por Moisés.

Ao contrário da Bíblia, que depois de Gutemberg qualquer Edições Paulinas produz aos milhões, a Torá tem todo um procedimento. Ela só pode ser produzida por rabinos especializados, escribas treinados. Como cada marca tem significado divino, não pode haver qualquer tipo de rasura ou inconsistência. O texto é escrito em hebraico, usando tinta, penas de ganso ou outros instrumentos aprovados. Não se usa papel, mas pergaminho. Uma Torá finalizada tem exatos 304.805 caracteres.
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Malaysia Airlines, vôo MH-17 — Perguntas e Respostas

Por em 21 de julho de 2014
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Essa imagem obviamente de Lost está sendo repassada como a do MH-17 da Malaysia Airlines. Não conseguimos imaginar como alguém é tão canalha assim.

No dia 17 de julho uma agência de notícias russa noticiou a queda de um avião de passageiros na Ucrânia, próximo à fronteira com a Rússia. Minutos depois a queda foi confirmada por sites como o FlightRadar24, que acompanha em tempo real vôos no mundo todo, e o respeitado AVHerald, que informou mais detalhes, como as coordenadas onde o Boeing 777-200ER parou de enviar sinais de transponder.

A violência do acidente, sem contato, aviso ou pedido de socorro trouxeram à mente de todo mundo com mais de 30 anos casos como o 747 de Lockerbie. Aviões não explodem no ar, a não ser quando há explosivos envolvidos. 298 pessoas morreram e o mínimo que se espera é saber o motivo.
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Quer cremar seus entes queridos? Tem uma app pra isso

Por em 18 de julho de 2014

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As formas com que os humanos dispõem dos restos mortais de seus mortos são quase infinitas. Mesmo desconsiderando os inúmeros rituais, os passos práticos variam imensamente de cultura para cultura. Na Índia o corpo pode ser jogado no Ganges (não clique) ou cremado em uma cerimônia onde às vezes até a viúva pira e se joga na estrutura homônima. Alguns lugares praticam embalsamamento, em outros casos o enterro não é algo permanente, os jazigos não são perpétuos e as famílias se reúnem para exumar o defunto e transferir os restos para um ossário. É algo cruel e surreal de se ver (de novo, não clique).

No Tibet existe algo chamado “enterro aéreo”, que não, não envolve catapultas, mas o desmembramento do corpo, com direito a fatiar os órgãos e esmagar os ossos com pedras, misturando com farinha e leite. Em uma variação o corpo é disposto inteiro, depois que as aves de rapina deixam só os ossos eles são processados e viram ração de aves menores (preciso avisar?). Há toda uma explicação espiritual, mas o enterro aéreo é realizado por pura necessidade. O Tibet quase não tem árvores, o que inviabiliza cremação ou resomação, e a maior parte do país é pedra e montanha, não dá pra desperdiçar terreno com cemitérios.
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SciCast #38 — Aquele com a sopa de letrinhas

Por em 18 de julho de 2014

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Quanta informação existe no mundo virtual? Quanto dela é relevante? Como lidar com a torrente contínua e implacável de conhecimento sendo gerado incessantemente? Oh, e agora, quem poderá nos ajudar? Ela, Iara Vidal! Não contavam com a astúcia da nossa bibliotecária favorita, que hoje nos explica como, afinal, sobreviver na era da informação.

A convidada especial desta semana é graduada em Biblioteconomia pela UniRio e Mestre em Ciência da Informação pela UFF. Atualmente é pesquisadora  independente e desenvolve sua pesquisa sobre métricas alternativas da comunicação científica (Altmetria).

Para ajudá-la nessa nobre e hercúlea tarefa, trazemos nosso bem avaliado (no conceito piadas infames) host Silmar, e seus pares altamente referenciados Ronaldo e Estrela, para mais um episódio do #SciCast Entrevista, onde são entrevistados cientistas de verdade, que nos contam um pouco sobre a realidade da pesquisa no Brasil.

Foto da Arte: Pablo Rigamonti. Assine o SciCast e visite o hotsite para mais informações e links relacionados.

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Marcapasso do futuro pode ser feito de células cardíacas

Por em 17 de julho de 2014

Marcapasso Cardiologistas de Los Angeles (EUA) desenvolveram uma técnica de terapia genética que permite transformar células dos músculos do coração em células que regulam os batimentos cardíacos de porcos. O procedimento, descrito na Science Translational Medicine, restaurou os batimentos cardíacos dos porcos a níveis normais por duas semanas, no lugar do marcapasso que eles utilizavam. O procedimento pode vir a ser a solução para pessoas que enfrentam infecções após o implante de marcapassos tradicionais. Eduardo Marbán, cardiologista no Cedars-Sinai Heart Institute e autor líder do estudo, falou à imprensa:

Nós conseguimos criar um marcapasso biológico pela primeira vez, utilizando métodos pouco invasivos, provando que esse novo marcapasso resiste às demandas do dia-a-dia.

Os pesquisadores injetaram um gene chamado Tbx18 no coração dos porcos. Esse gene, também encontrado em humanos, reprogramou um pequeno número de células do músculo cardíaco, transformando-as em células que emitem impulsos elétricos e normalizam o batimento cardíaco. A área em que essa mudança ocorreu é mínima, aproximadamente do tamanho de uma pimenta preta, e não é onde os batimentos cardíacos são iniciados normalmente. “Nós conseguimos que o marcapasso biológico começasse a funcionar em 48 horas”, afirmou Marbán. Para levar o gene até o coração, os pesquisadores utilizaram um cateter que introduziu um vírus modificado no ventrículo direito. O vetor viral não é daninho por que o vírus utilizado foi modificado para não se reproduzir.

Os porcos que receberam a terapia genética tiveram uma melhora no batimento cardíaco, permitindo uma dependência mínima do marcapasso mecânico usado como backup. Já nos porcos que não foram submetidos ao procedimento o marcapasso foi responsável por 40% dos batimentos, uma diferença considerável. O batimento cardíaco dos porcos manteve-se estável por duas semanas, mas os pesquisadores não acreditam que esse seja um limite, baseados nos resultados não publicados ainda da pesquisa.

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Um fotógrafo contra uma tradição brutal na África

Por em 16 de julho de 2014

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Essa é uma história bacana que merece ser conhecida, e também nos mostra que fotografia pode ser utilizada para trabalho social. No Vale do Omo, na Etiópia, existe uma tradição entre as tribos chamada de Mingi. Pode parecer um nome estranho que você nunca tenha ouvido falar, mas na verdade se trata de algo sinistro.

Certas crianças, que nascem fora do casamento ou com alguma anormalidade física, são classificadas como malditas e acusadas de poderem trazer para a tribo desgraças como a fome, seca ou tempestades. Sem hesitar essas crianças são levadas para longe e mortas, geralmente com algum requinte de crueldade. Esses são os Mingi, crianças que podem trazer o mal para a tribo e devem ser eliminadas.
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