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Míssil Pr0n Made In Índia — BrahMos

Por em 21 de novembro de 2014

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Antes de mais nada pare de ler este post e veja este vídeo da Rafael israelense cortejando o mercado indiano de defesa. É apenas… épico.

Voltou? Ok, então continuemos. A Índia, como você sabe, não é muito boa em datilografia ou sandálias de pneus mas tem um programa espacial respeitável. Isso não vem totalmente de amor à ciência e coração puro. A tecnologia veio primariamente da área de defesa. A Índia vive em estado de guerra morna com o Paquistão desde sempre, como resultado ambos entraram em uma corrida armamentista e hoje possuem até armas nucleares, mesmo o Paquistão tendo um PIB equivalente a 1/10 do brasileiro.

Foguetes são essenciais para isso, e com a expertise adquirida a Índia foi a Marte. Antes que você critique, dê uma olhada no currículo de Werner Von Braun.
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emCiência Hardware

Robôs e Katanas? Skynet aprova

Por em 21 de novembro de 2014

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Que nós vamos ser dizimados pelas máquinas é uma certeza. Elon Musk já falou que temos no máximo 5 anos antes da Inteligência Artificial se rebelar. Detalhe: logo depois o tweet comentando isso foi apagado. Por ele ou pela Skynet?

Outros futurólogos especulam que a vida biológica é só um degrau evolucionário, que toda sociedade cria máquinas inteligentes que eventualmente superam seus criadores e tomam seu lugar, sem violência, sem rancor. O Homo sapiens não tinha raiva do Neandertal, que não tinha raiva do CroMagnon, que não tinha raiva do Australopiteco, que não tinha raiva dos dinossauros, que não tinham raiva dos proto-peixes, que não tinham raiva das amebas, que não tinham raiva dos príons, que não tinham raiva dos comentaristas de portais de notícias.
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SciCast #56 — Arthur C. Clarke

Por em 21 de novembro de 2014

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Sir Arthur Charles Clarke nasceu em uma fazenda onde desenvolveu um amor intenso pelas estrelas, tanto por observar o céu quanto pelas revistas de ficção científica que lia.

Clarke encontrava-se em um em um mundo dividido entre duas politicas, socialismo e capitalismo, essas duas formas de ver o mundo competiam em tudo, e uma de suas maiores competições era a “Corrida Espacial”. A cada dia que se passava os cientistas descobriam algo novo, pois havia incentivos extremos a pesquisa, o desenvolvimento cientifico era muito rápido e como sempre, de nada adianta ter conhecimento se não existe um visionário para imaginar algo em que o conhecimento fosse usado.

Clarke escrevia com muita influência das revistas de ficção científica que lia quando era criança, uma narrativa simples e com muitas descrições detalhadas (algumas até com descrição das equações envolvidas no projeto em questão).

O que torna sua literatura tão especial é o fato de Arthur ser por própria natureza um gênio da ciência, colocando em suas historias nada mais, nada menos do que suas teorias de como algo funcionaria, por exemplo: era conhecido o rádio e propriedades geoestacionárias, Arthur juntou os dois com a ideia dos satélites.

E como forma de homenagear este fantástico autor, físico e matemático, um gênio em todos os sentidos, o SciCast desta semana é sobre ele.

Agora você pode ajudar a financiar o SciCast. Visite o hotsite do SciCast para fazer o download e ler outras informações relacionadas.
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Estivemos lá — Inauguração do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil

Por em 17 de novembro de 2014
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Imagem devidamente kibada do Instagram da GE.

Sejamos realistas. O Brasil não tem vocação para ciência. Nossos programas de TV estão cheios de videntes, todo ano dão espaço para previsões que não se concretizam e não são cobradas. Crianças não são estimuladas a questionar o mundo à sua volta. Neil DeGrasse Tyson diz que toda criança nasce cientista, os adultos é que tiram isso dela. É verdade. Por isso mesmo iniciativas de fomento a Ciência e Tecnologia por aqui são sempre muito bem-vindas.

Por isso mesmo ficamos muito felizes com o convite para acompanhar a inauguração do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil.
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SciCast #55 — Império Persa

Por em 14 de novembro de 2014

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Entre as civilizações do passado, o império Persa figura entre os mais formidáveis que já existiram, gerando fascínio e cobiça nos homens há séculos, a grande nação governada por figuras como Ciro o Grande (considerado um Messias pelos judeus) e Dário (que Frank Miller fez o favor de descaracterizar) cobriu boa parte do mundo antigo e guerreou contra inimigos poderosos, dentre os quais os helenos se destacaram.

E nessa semana os intrépidos viajantes do tempo Jorge, Matheus, Marcelo, Ronaldo e o convidado Daniel Araújo sacam suas adagas, aprontam seus saquinhos de areia e mergulham numa viagem (sem tapete e sem medalhão) em mais um episódio histórico. Aqui você vai saber qual a verdade por trás das Guerras Médicas, como Dário assumiu o trono, entender que DEFINITIVAMENTE não haviam apenas 300 espartanos nas Termópilas e aprender de uma vez por todas o que é Carneia.

Atenção: compre as Camisetas do SciCast e ajude a manter o programa no ar.

Visite o hotsite do SciCast para fazer o download e ler outras informações relacionadas.

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Rosetta: Europa de volta às Grandes Navegações

Por em 13 de novembro de 2014

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Houve um tempo em que nosso pequeno planeta era um mundo, um vasto mundo. Povos isolados se achavam o centro do Universo, e viviam felizes assim, mas alguns inconformados acharam que havia mais. Em busca de conhecimento, lucro, oportunidades se lançaram ao desconhecido. De imensos navios chineses a modestos barcos vikings, galeões e caravelas descobriram novas terras, novas civilizações.

Com o mundo explorado, e as guerras mundiais consumindo recursos, a sede de exploração secou. Lambendo as feridas a Europa foi deixada para trás. Estados Unidos e União Soviética eram os grandes jogadores da Exploração Espacial. Eram. Hoje o Espaço embora ainda seja aonde nenhum datilógrafo jamais esteve, está sendo explorado por várias nações, e todas sem exceção aproveitam os benefícios disso.

A Europa por sua vez deu a volta por cima e além de sócia da Estação Espacial Internacional tem diversos projetos próprios. O mais espetacular é a sonda Rosetta.
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Não tem onde guardar seu genoma? Sobe pro Google

Por em 11 de novembro de 2014

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Preservar DNA é algo complicado. Parece simples mas é uma simplicidade enganosa. Uma meia velha dura no máximo duas temporadas de Cocktail, e não há garantia de recuperação da informação genética. Pra piorar, só guarda parte dos seus genes. Preservar seu genoma inteiro exige mais equipamento, nitrogênio, uma câmara Gênesis, e isso pode vender em qualquer farmácia de Krypton, igual plutônio, mas por aqui não.

A melhor forma de garantir a preservação de seu genoma (a melhor se você não for o Mr Catra) é sequenciar, armazenar e manter backups em vários lugares. O problema é que embora uma simples célula faça isso, o DNA é extremamente eficiente em termos de densidade de informação. Nossos HDs nem tanto. Em termos de dados brutos um genoma humano ocupa 100 GB. Usando uma série de técnicas de compressão dá pra trabalhar com 1 GB, mas se for pesquisa científica a sério, são 100 GB mesmo. 
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