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Kindle Paperwhite — MB Review #5: luz mais brilhante e melhor resolução para uma leitura mais confortável

Por em 2 de setembro de 2015 - 1 Comentário

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O MB Review testou o Kindle Paperwhite, um leitor de e-books com tela de 6 polegadas e uma resolução de 1.430 × 1.080 pixels, com o dobro de pixels do modelo anterior (segundo a Amazon). O resultado é que a densidade de pixels de 300 pontos por polegada é realmente excelente, e fica praticamente impossível perceber algum defeito na tipologia.

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O brilho da tela também foi muito melhorado e dá plenamente conta do recado para ler embaixo do sol mais inclemente, embora não seja tão alto quanto brilho do Kindle Voyage, o topo de linha da Amazon que também pretendemos testar em breve.

Assista ao vídeo abaixo e leia o review completo na sequência.

Kindle Paperwhite — MB Review #5: luz mais brilhante e melhor resolução para uma leitura confortável

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Google muda de marca pra ficar pronto para os novos tempos

Por em 1 de setembro de 2015 - 1 Comentário

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Após 17 anos de vida, a marca do Google tinha mesmo que passar por uma nova mudança, algo que pudesse identificar o Google em todas as telas onde ele atua, da TV ao painel do seu carro. A última tinha sido em 2013, quando o logo se tornou chapado, deixando de lado o efeito bevel. Em 2010, a marca já tinha deixado de lado as sombras. A mudança agora é mais radical, e lá se vão as serifas da tipologia, que se torna bem mais limpa, mas ao mesmo tempo ainda clássica, fazendo o mesmo estilo da marca antiga.

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A brincadeira agora é focar tudo na letra “G”, representante do Google na nova empresa Alphabet. Além da nova marca escrita, o Google também poderá ser representado “G” em uma versão colorida que lembra a marca do Chrome, apenas pelos pontos ou até mesmo pelo microfone, algo que faz todo o sentido nestes tempos em que acessamos o Google mais com comandos de voz do que digitando.

Na minha opinião pessoal, a nova marca do Google é um clássico instantâneo, e quem sabe possa dar até um sopro de vida em certos produtos da empresa de Mountain View que até hoje não conseguiram chegar lá. O vídeo abaixo mostra a história da evolução do Google e sua marca, com destaque para feitos da empresa que hoje fazem parte do dia a dia de milhões de pessoas, incluindo o Gmail, Android e Google Maps, só alguns exemplos de que eles sabem muito bem como criar produtos de muito sucesso.

Google, evolved

Fonte: Google.

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Manifesto pelo Fim do Roaming

Por em 1 de setembro de 2015 - Nenhum Comentário

Post Publieditorial

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Antigamente, as empresas de telefonia cobravam muito caro pelo roaming entre diferentes cidades e estados do Brasil, mas pelo menos tinham um motivo, nem todas as operadoras cobriam aquela localidade. Hoje em dia no Brasil, todas as operadoras têm cobertura no país inteiro, mas mesmo assim, continuam cobrando pelo roaming doméstico, indo na direção oposta do que a Europa está fazendo, ao se preparar para acabar com o roaming internacional entre os países do grupo.

Se você também acha um absurdo pagar caro por algo que não faz o menor sentido, faça como eu e assine agora mesmo este protesto pelo fim do roaming. Na prática, segundo a associação de consumidores PROTESTE, você pode gastar até R$ 550 no ano nesta coisa fictícia. Se você apoiar a ideia, não deixe de divulgar este post e a campanha #FimDoRoaming nas suas redes sociais para acabarmos de uma vez com este absurdo.

Assista o vídeo abaixo que explica tudo rapidamente.

 

Este post é parte de uma campanha da PROTESTE, mas o texto é 100% meu, assim como a opinião.

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Zenfone 2 — MB Review #4: Z2 oferece muito por muito pouco

Por em 24 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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O MB Review testou nas últimas 3 semanas o Zenfone 2, um aparelho que aprendi a gostar muito, e que vai deixar saudades quando eu passar para o próximo review. A coisa que eu mais gosto no Zenfone 2 é sua tela generosa de 5,5 polegadas; mesmo tamanho da do iPhone 6 Plus. Outra coisa que me agrada muito no aparelho é sua excelente relação entre custo e benefício, trazendo recursos de hardware e software de um topo de linha por um preço de um intermediário.

Com o dólar nas alturas em terras tupiniquins, a Asus preferiu segurar a versão de 64 GB, mas está vendendo tantas unidades no Brasil que as versões com 16 e 32 GB de capacidade já estão esgotadas no seu site. Se for pouco, você pode aumentar esta capacidade em mais 64 GB usando um cartão micro-SD. O aparelho tem dois chips SIM, o primeiro com 4G, e o segundo limitado a 2G.

Clique abaixo para ver o vídeo.

Zenfone 2 — MB Review #4: Z2 oferece muito por muito pouco

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Tudo sobre o keynote de Brian Krzanich no Intel Developer Forum 2015

Por em 18 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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No seu keynote de abertura do Intel Developer Forum (IDF), o CEO da empresa, Brian Krzanich, apresentou várias novidades bem interessantes. O IDF é um evento anual da Intel, totalmente dedicado aos desenvolvedores, e o foco da apresentação não foi a nova linha de processadores Skylake, e sim o que Krzanich chamou de “três suposições” que trazem uma grande oportunidade para os desenvolvedores, além de um “universo de possibilidades”, para usar as suas palavras.

A primeira suposição é a “sensificação” da computação, incluindo a tecnologia de câmeras 3D RealSense, que permitem dar uma “visão humana” aos computadores e robôs, que assim podem se adaptar ao nosso ambiente.

Acreditamos que a indústria robótica está na beira de uma transformação”, disse o CEO. Para demonstrar as possibilidades, Krzanich recebeu no palco o simpático robô Relay, criado pela Savioke, que foi projetado para levar bebidas ou outros itens pedidos pelos clientes de um hotel de forma autônoma, se movendo e navegando sozinho, com a capacidade de desviar das pessoas ou obstáculos no seu caminho. Ao chegar no quarto, o robô faz a entrega abrindo seu compartimento superior.
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Moto G ­— MB Review #3: simples, barato e honesto

Por em 17 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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Testamos nas últimas semanas o Moto G de terceira geração, novo modelo da linha intermediária da Motorola, um aparelho bem simples, mas que tem muito valor agregado. Com peso de 155 gramas e espessura de 11,6 mm; o Moto G tem um visual bem padrão, com feito em plástico, com laterais e detalhe na traseira em metal.

O novo Moto G pode até não se sair tão bem nos benchmarks, mas no dia a dia, é um bom companheiro. Seu processador 64 bits quad-core Snapdragon 410 de 1,4 GHz não é tão rápido, mas junto com a GPU Adreno 306 de 400 MHz dá conta do recado sem maiores problemas. Você pode escolher entre o Moto G com 1 GB de RAM e 8 GB de capacidade, ou pagar um pouco mais e levar o aparelho com 2 GB e 16 GB, que foi a versão que testamos. Para quem prefere, a Motorola também oferece uma versão com TV digital HD. (Atualização: * ao contrário do que eu escrevi na frase anterior e disse no vídeo, o aparelho testado tem apenas 1 GB de RAM, o que torna o desempenho ainda mais aceitável. Peço desculpas pela falha).

Clique abaixo para ver o MB Review em vídeo, ou continue lendo para saber mais detalhes.

Moto G – MB Review #3: simples, barato e honesto

O Moto G pode acessar redes 4G, e tem dois chips, além de um slot para cartões de memória de até 32 GB. Um detalhe interessante do aparelho é que o sistema de dois chips seleciona qual é a operadora do seu contato automaticamente, além de acessar a rede mais rápida, caso um dos chips seja 3G e o outro 4G.

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LG G4 — MB Review #2: uma ótima câmera em um bom smartphone

Por em 11 de agosto de 2015 - Nenhum Comentário

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Testamos durante algumas semanas o LG G4, uma grande evolução em relação ao G3, mas sem mudar de estilo, mantendo os pontos fortes e também algo que já está meio datado, mas que muitos vão adorar, a bateria removível. A tela tem uma pequena curva, mas mais sutil que a da linha G Flex, e a mesma belíssima resolução Quad HD do G3, mas com maior brilho e contraste.

Este post faz parte da série MB Review, que traz análises rápidas em vídeo acompanhadas de uma resenha completa (esta que você está lendo). Os vídeos são publicados todas as segundas no nosso canal do YouTube, e você pode assistir clicando abaixo.

LG G4 – MB Review #2: uma ótima câmera em um bom smartphone

Câmera

Vamos direto ao que interessa, a câmera do G4 é um verdadeiro espetáculo, e definitivamente o ponto alto do aparelho. Ao lado dos concorrentes S6/S6 Edge e iPhone 6 Plus, é uma das melhores câmeras já lançadas em um smartphone, isto se não for a melhor, pelo menos na minha humilde opinião. Com 16 megapixels de resolução, a câmera tem estabilização óptica de três eixos e um modo manual com controle de exposição, velocidade, balanço do branco e ISO, entre outros recursos. O foco automático com laser é rápido e preciso, e o Flash LED de dois tons permite imagens noturnas com tons naturais de pele, como tem sido padrão nos aparelhos mais avançados. A lente f/1,8 tem ótima abertura e deixa entrar até 80% mais de luz, e o resultado é que as imagens produzidas pelo G4 são de excelente qualidade. O modo panorama também funciona muito bem no G4, criando ótimas imagens. O aplicativo de galeria de imagens da LG lembra muito o do iPhone, mas isto não é algo ruim. A câmera frontal tem 8 megapixels, e grava em Full HD 1080p, e pode tirar selfies com gestos.

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Tela

Outro ponto alto do G4, a tela Quantum Display tem 5,5″ com resolução QHD (1440 × 2560 pixels) e densidade de 538 pixels por polegada, coberta por vidro Gorilla Glass 3. A tela tem excelente brilho e contraste, com preto realmente preto. Para não dizer que é perfeita, para um uso confortável na rua, é preciso aumentar bastante o brilho, o que tem consequências na duração da bateria

Design

O G4 lembra o G Flex 2, mas a curva da tela é bem menos acentuada. O peso é 155 gramas, e o G4 tem 9,8 mm de espessura (6,3 mm no ponto mais fino). Na frente ele desligado fica todo preto, algo que me agrada bastante, só com a discreta câmera no topo e a marca da LG embaixo. Além das versões em plástico imitando metal, o G4 se destaca pela sua traseira em couro, com direito a uma costura autêntica que une as duas partes, bem abaixo e acima dos botões centrais do smartphone. A diferença é grande, com o couro o G4 fica mais premium, e com o plástico, bem mais simples. Quando se usa plástico para imitar metal, o visual pode até funcionar, mas na hora do toque não tem jeito.
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