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Meio Bit Pop com o melhor do cinema, séries de TV & quadrinhos!

Por em 30 de março de 2015

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Caros, é com prazer que apresento um novo canal do Meio Bit, no qual vamos falar sobre nossas outras paixões além da tecnologia, como cinema, séries de TV, quadrinhos e música, incluindo nossos tradicionais reviews e resenhas.

Como editor-chefe do MB, assumo toda a responsabilidade sobre esta decisão editorial, e garanto a todos que esta não é uma mudança, e sim uma evolução. Não iremos diminuir (nunca) o vasto conteúdo de tecnologia que oferecemos, e sim oficializar e organizar sob o mesmo teto alguns temas dos quais a gente fala já faz um bom tempo. O nome oficial é MB Cultura Pop, mas os íntimos (vocês) podem chamar de MB Pop. O URL é bem simples, meiobit.com/pop, e o novo canal já nasce com vários textos sobre entretenimento em geral.

Eu sinceramente espero que vocês aprovem a proposta, e se for este o caso, peço que divulguem a nossa nova seção nas suas redes sociais. Quem não tiver gostado da novidade, é só deixar um comentário abaixo explicando o motivo. ;)

emPop

Arya Stark na TARDIS!

Por em 30 de março de 2015

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A atriz Maisie Williams, conhecida mundialmente por defender com bravura o papel de Arya Stark na espetacular série Game of Thrones da HBO, está com o passaporte carimbado para entrar na TARDIS este ano.

Maisie fechou contrato para viver uma personagem misteriosa ao lado de Peter Capaldi e Jenna Coleman, mas o diretor do programa Steven Moffat não quis entrar em detalhes sobre qual será o seu papel, dizendo apenas que “ela irá desafiar o Doctor de formas muito inesperadas. Desta vez ele pode estar fora do seu elemento, e nós sabemos que Maisie irá dar exatamente o tipo certo de inferno”. Já Maisie se declarou feliz por participar de um programa que faz parte da cultura britânica, e também por filmar não muito longe da sua casa.

Saiba mais na BBC.

Fonte: EE.

emTelevisão

[Review] iPhone 6 Plus é perfeito para mim, mas não é um smartphone para todos

Por em 25 de março de 2015

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O iPhone 6 Plus é um smartphone com tela gigantesca de 5,5 polegadas, mas é tão fino e leve que não incomoda. Por dentro, o iPhone 6 Plus é equipado com o processador A8, a segunda geração de processadores de 64 bits mobile da Apple, e tem o apoio do coprocessador de movimento M8. Não gosto de fazer um review com pouco tempo de uso, procuro usar o aparelho pelo menos por um mês antes de escrever o texto, mas neste caso foram vários, então aproveito para pedir desculpas pela demora na entrega do post.

Como geralmente acontece com produtos da Apple, não basta simplesmente compararmos as especificações com seus concorrentes, e sim a experiência de uso, e no caso do iPhone 6 Plus, a minha foi excelente. Embora não seja um aparelho para todos, graças ao seu tamanho e preço, o iPhone 6 Plus é perfeito para o meu gosto pessoal. Desde 2007, eu tive todos os modelos de iPhone já lançados, e este é o melhor de todos eles, superando até mesmo o iPhone 6 nos quesitos tela, bateria e estabilização de imagens na câmera. Testei ele por vários meses em todas as situações, com uso constante no dia a dia, e posso dizer sem qualquer exagero que ele é o melhor smartphone que eu já usei, pelo menos até hoje.

O iPhone 6 Plus pesa 172 gramas, mas sinceramente na mão parece até leve, levando se em conta seu considerável tamanho (158,1 mm × 77,8 mm). Ele também é bem fino, com espessura de 7,1 mm. Na lateral esquerda, os botões de volume e o botão de silenciar o volume ou trocar a opção de rotação da tela. Na lateral direita, o slot do nano-SIM e o novo botão de ligar, que saiu do topo por uma questão de necessidade, já que seria impossível de alcançar com uma só mão.

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Em termos de design, não tem nem o que dizer, as bordas arredondadas e o vidro que se integra na lateral tornam o iPhone 6 Plus confortável de usar, mesmo sendo na prática uma peça finíssima de metal, algo essencial para um aparelho que você mais vai usar durante o dia. O único porém é a câmera que se sobressai, mas isto não chega a incomodar e, além de ter um precedente na Apple com o iPod Touch, também é o caso de vários concorrentes. Como eu não recomendo que você ande com um smartphone tão caro sem estar devidamente protegido por um case, esta diferença na espessura deixa de ser uma questão. Mesmo que prefira usar o aparelho sem case, a câmera é protegida por safira, então você pode ficar tranquilo que ela não irá arranhar, pelo menos não em condições normais de uso.

Depois que você se acostuma a usar um aparelho tão grande, até a tela de 4,7 polegadas do iPhone 6 se torna pequena. A tela de 4 polegadas do iPhone 5s então, nem se fala, e a minúscula tela de 3,5″ do iPhone 4 parece de brinquedo. Pra quem gosta de espaço como eu, não é sacrifício nenhum usar uma tela tão grande, muito pelo contrário, mas o iPhone 6 Plus não é para qualquer um, e muitos usuários já vão ficar plenamente satisfeitos com a tela do iPhone 6. Dito isto, ele tem suas vantagens. Com o iPhone 6 Plus, você pode girar a home para usar o smartphone sempre na horizontal, se assim preferir, e vários aplicativos já estão otimizados para melhor aproveitar todo o espaço disponível.

Como citei no começo do texto, outra grande diferença entre o iPhone 6 e o 6 Plus é a estabilização óptica de imagens. A câmera do iPhone 6 Plus usa o processador A8, o coprocessador M8 e o giroscópio para tirar fotos de ótima qualidade, mesmo em condições de baixa luminosidade. Se você preferir usar o flash, ele tem tecnologia True Tone, assim as fotos ficam com cores mais naturais.

A câmera de 8 megapixels tem lente de 5 elementos com abertura ƒ/2,2 e grava vídeos em Full HD em 30 ou 60 frames por segundo, em câmera lenta com 120 ou até 240 frames por segundo, além de fazer timelapses e panoramas com até 43 megapixels. O 6 Plus também conta com câmera frontal HD de 1,2 megapixels com abertura ƒ/2,2.

Se você pensa em comprar o iPhone 6 Plus, vale destacar que é impossível usar o aparelho com uma só mão sem ter que apelar para o recurso que a Apple chama de “alcançabilidade”, ou “reachability”. Esta “alcançabilidade” traz o conteúdo para perto dos dedos com dois toques no botão home, algo que depois que você se acostuma, é difícil viver sem, e que torna o 6 Plus mais fácil de usar do que aparelhos com telas menores, mas também grandes demais para serem usados com uma só mão.

Quem sabe em uma próxima versão, o conceito possa ser melhorado para que você possa incluir alguns apps que usa no dia a dia, permitindo que você navegue pela tela em destaque, ou quem sabe até possa rodar outro aplicativo no espaço que fica sobrando, mas por enquanto ele já é suficiente para você clicar no botão de enviar um tweet ou post no Facebook, por exemplo, e faz a diferença na prática.

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emAnálise Apple e Mac Destaque Destaques Resenha

Edward Snowden no Reddit: “não deixe que isto aconteça no seu país”

Por em 24 de fevereiro de 2015

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Edward Snowden foi o tema do documentário vencedor do Oscar 2015, e um dia depois, conversou com os usuários do Reddit no sempre divertido AMA — Ask Me Anything. No papo com os jornalistas Glenn Greenwald e Laura Poitras (a diretora de Citizenfour), Snowden falou direto da sua nova morada Moscou, e é claro que a primeira pergunta foi exatamente sobre a sua presença em território Russo.

Ed Snowden garante que não é um espião de Putin, e que se recusou a cooperar com a inteligência Russa, motivo pelo qual ficou tanto tempo preso no aeroporto enquanto decidiam o que iriam fazer com ele. Aos que os acusam, ele pede algo que entende muito bem, provas concretas. Snowden garante que não tem medo de que ele vá ser usado como moeda de troca de reféns em alguma situação, e que mesmo que isto aconteça, não se arrepende do que fez por ter tido a “oportunidade de devolver tanto para as pessoas e a internet que ele ama”.

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Photoshop completa 25 anos em ótima forma e mais relevante do que nunca

Por em 19 de fevereiro de 2015

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O Adobe Photoshop completou 25 anos de vida, e para marcar esta data tão especial, a Adobe lançou um vídeo comemorativo que mostra a evolução dos ícones e da barra de tarefas, além de vários “milagres” feitos com um dos aplicativos mais legais de todos os tempos. Os arquivos PSD desta montagem foram animados frame a frame, ou melhor, camada a camada para produzir o vídeo. A trilha de Dream On do Aerosmith é muito apropriada, pois a evolução do aplicativo ainda está bem longe de terminar, já que o Photoshop faz parte da nossa cultura, pro bem ou pro mal.

Como ferramenta que é, o PS pode usado para produzir desde verdadeiros desastres a incríveis obras de arte, e a manipulação de imagens com trucagens fotográficas é uma arte antiga, bem ilustrada pelo caso clássico de Leon Trótski sendo apagado das fotos oficiais da União Soviética por ordem de Josef Stalin. O Mashable inclusive fez um post muito interessante sobre o mundo da manipulação fotográfica sobre o tema, com imagens de 1850 a 1950.

Embora a primeira versão do Photoshop seja de 1988, pouca gente usou, pois ela era privada e não foi lançada comercialmente. A primeira versão oficial com o nome Photoshop foi lançada em fevereiro de 1990 para Macintosh, e foi exclusiva do sistema por mais 2 anos, até chegar no Windows no DOS. Hoje em dia, o PS está na versão Creative Cloud, e já chegou inclusive ao Chromebook.

Hoje em dia o aplicativo é usado de todas as maneiras possíveis por veículos online e da velha mídia, e continua mais relevante do que nunca. Na verdade é usado até demais, pois neste ano, 20% dos indicados ao prêmio World Press Photo foram desclassificados pelos juízes por manipulação, um número 3 vezes maior do que no ano passado.

Da minha parte, aproveito para deixar um agradecimento em nome do Meio Bit Foto a todos os envolvidos na criação e atualização deste software precioso, que merece todas as comemorações pelos seus primeiros 25 anos. Que venham mais 25!

Clique abaixo para ver o vídeo.
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emManipulação digital Software

Cuba Libre: Netflix enfim desembarca na ilha!

Por em 9 de fevereiro de 2015

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Depois da histórica colher de chá de Obama para Raul Castro, os cubanos poderão conferir a partir de hoje a programação da Netflix, e quem sabe finalmente poder assistir alguma coisa que preste nas suas TVs, incluindo as ótimas séries House of Cards, Marco Polo e Orange is The New Black.

Piadas à parte, a Netflix fez as honras em espanhol em um tweet, ampliando sua participação na América Latina, que começou em 2011 e já conta com mais de 5 milhões de assinantes, parte significativa de um total de 57 milhões no mundo inteiro.
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[Hands-on] Primeiras impressões do Zenfone 2

Por em 9 de janeiro de 2015

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Testei o Zenfone 2 no showroom da Asus em um hotel em Las Vegas, e tive uma ótima impressão. Apesar da sua espessura de 10,9 mm ser um pouco maior do que a do modelo original (10,3 mm), o aparelho na verdade parece ser mais fino pela sua borda, de apenas 3,9 mm; e assim pode ser usado de forma confortável apesar do tamanho da tela, que ocupa 72% do espaço do aparelho. A primeira impressão que tive do novo Zenfone é como ele é rápido. O aparelho tem um ótimo desempenho com seu processador Intel Atom Z3580 de 2,3 GHz (ou um Z3560 com 1,8 GHz; dependendo da versão) e 4 GB de RAM (ou 2 GB).

A tela de 5,5 polegadas terá resolução Full HD ou HD, dependendo do modelo, todas protegidas por vidro Gorilla Glass 3. Na versão Full HD, a tela tem uma densidade de 403 pontos por polegada. O objetivo destas alternativas é poder oferecer preços mais baixos para quem não faz questão de especificações tão altas.

Com uma tela tão grande, o Zenfone 2 também tem um modo para uso com uma só mão, que pode ser acessado ao dar dois toques no botão home. A tela ativa pode ser redimensionada conforme a preferência do usuário, e também ser movida para a direta ou esquerda, agradando a destros e canhotos.
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