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Livro Poses Perfeitas: A arte de criar poses para fotógrafos

Por em 21 de novembro de 2014

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Pensem na situação. O indivíduo decidiu que seria fotógrafo profissional. Assim como muitos ele escolheu começar com os Books fotográficos. Afinal de contas, não é preciso ter um grande equipamento e nem estúdio. É possível fotografar as menininhas ansiosas pelo disparo do flash em qualquer jardim ou praça da cidade. No dia marcado está tudo pronto. Sua prosumer está com a bateria carregada, o seu rebatedor feito de isopor está ao seu lado, aquela sua amiga que “entende” de maquiagem já fez o serviço dela e a sua cliente/modelo está na sua frente. Tudo armado para um verdadeiro estouro fotográfico e, nesse momento, a modelo faz a pergunta fatídica: o que eu faço? Digo que é fatídica porque  o fotógrafo iniciante (em 90% dos casos) também não vai saber responder. As poses e a direção da modelo são o ponto fraco da maioria dos profissionais iniciante (e até de alguns bem experientes). Como fazer a pose perfeita?

Essa é a pergunta que o livro Poses Perfeitas: A arte de poses para fotógrafos do fotógrafo Roberto Valenzuela vai tentar responder. A obra está sendo lançada em território nacional pela iPhoto Editora que está apostando no sucesso de mais este manual de fotografia. Segundo o press release da editora “Uma boa foto não só depende apenas de uma adequada composição e iluminação. A qualidade e a construção de uma pose é determinante no sucesso de ensaios, pois ela é responsável por definir a mensagem das fotografias”. O que é prometido nesse novo livro é que ele será útil para fotógrafos em diversos níveis de atuação. Será útil tanto para fotógrafos amadores e profissionais que tenham o retrato como fonte de produção. Outro ponto é que o livro promete falar não só de books, mas também de casamentos e eventos. Essa parte é bem interessante. A grande sacada aqui não é apresentar um livro com centenas de poses para serem decoradas. Valenzuela promete mostrar uma metodologia para criar poses dependendo da situação que você se encontra. Ou seja, muito mais interessante do que um manual de poses manjadas.

O fotógrafo Roberto Valenzuela tem mais de 55 prêmios internacionais e três vezes vencedor do renomado concurso de fotografia WPPI, Roberto Valenzuela é considerado como um dos fotógrafos TOP do mundo pelo site Junebug Weddings (um dos maiores website de recursos de casamento da América). Também teve a oportunidade de ser júri de concursos de fotografia para PPA (Profesional Photographers of America), Pictage, e a competência de WPPI em Las Vegas, Nevada. Nos últimos anos, Roberto tem ministrado workshops e palestras nos principais eventos de fotografia da América e Europa.

O livro A Pose Perfeita: a arte de criar poses para fotógrafos de Roberto Valenzuela está a venda no site da iPhoto Editora e o valor do investimento é de R$ 89,90. Em breve teremos um exemplar para resenha aqui no MeioBit. Vejam abaixo o vídeo de lançamento do livro.
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Fotografia é arte? Não, segundo o The Guardian

Por em 17 de novembro de 2014

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Mais um capítulo na velha discussão englobando arte e fotografia. Sempre pensamos que essa conversa está enterrada, mas ela sempre acaba voltando da sepultura. Quando a fotografia foi apresentada por Daguerre para a Academia Francesa de Ciências em 1839 uma grande discussão tomou o mundo da arte. Seria o processo fotográfico, e a fotografia resultante, uma forma de arte? Para termos idéia de como a coisa foi impactante na sociedade. até o Vaticano se reuniu para decidir se a recém inventada fotografia era ou não uma forma de pecado. Os que defendiam que a fotografia era apenas um processo mecânico usavam como argumento que não era necessário nenhuma habilidade manual para fazer uma foto, ao contrário da pintura ou da escultura. Você precisava apenas apertar um botão. De outro lado, movimentos como os Pictorialistas tentavam acabar com a polêmica ao unir a fotografia com a arte tradicional através de intervenções no negativo para gerar efeitos e imagens únicas. O problema de tais discussões é que nunca haverá um consenso, apenas as opiniões contrárias dos dois grupos.

Podemos ver isso essa semana em um artigo publicado pelo crítico de arte Jonathan Jones no seu blog On Art no site do jornal The Guardian. O texto, intitulado de Flat, soulless ant stupid: why photographs don’t work in art galleries, destilou todo o descontentamento do colunista com o fato de galerias de artes estarem aceitando fotografias para serem expostas ao público.  Segundo ele, a fotografia pode ser um poderoso instrumento para capturar um momento, mas é uma arte pobre quando são penduradas em paredes como quadros. Para ele, as fotografias são substitutos sem alma, pobres e planas para uma pintura e que parece muito estúpido tentar dar-lhe igual atenção. Assim como em toda discussão onde não existe um consenso, os argumentos de Jones são válidos. Ele afirma que uma pintura é feita com tempo e dificuldade, complexidade material, profundidade de texturas, talento e atenção plena. Já a fotografia teria apenas uma camada de conteúdo.

Claro que o artigo gerou uma quantidade gigantesca de comentários com grupos se posicionando dos dois lados, mas ao ler algo como esse artigo eu tenho apenas um pensamento: e quem se importa? Não temos mais tempo para tamanha discussão sem sentido e, do mesmo jeito que ele critica a fotografia, poderia eu também criticar muito do que se está produzindo na pintura contemporânea. Acho que uma coisa deve ficar bem clara. Fotografia não é arte, é um processo, mas ele pode e deve ser utilizado para fins artísticos. O que diferencia uma fotografia normal de uma fotografia artística é o conceito envolvido em sua produção. Quando se existe um conceito, uma idéia, um sentido, a fotografia serve apenas como meio para expressar um  objetivo. A imagem pela imagem nada mais é do que um processo físico produzido pela câmara escura. Por isso que acho tanta graça na quantidade absurda de fotógrafos profissionais que se utilizam da palavra arte em suas propagandas quando, na verdade, o que fazem não pode ser enquadrado como arte.

Para você que é fotógrafo por paixão, o que importa é continuar fotografando e fazendo aquilo que gosta. Esqueça essa polêmica e continue produzindo imagens. Deixe para os outros a discussão se o seu trabalho é ou não uma obra de arte.

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Nikon DF versão Gold

Por em 14 de novembro de 2014

Eu trabalho com equipamentos Canon, mas não tenho vergonha e nem medo de dizer que a câmera mais bonita a venda no mercado atualmente é a Nikon DF. Tudo bem, pode ser um resquício de saudosismo, mas não encontrei ninguém até agora que falasse algo negativo sobre o design da câmera. A parte mais bacana é que a qualidade de imagem do equipamento acompanha a sua belíssima aparência. Embora eu não vislumbrasse pessoas utilizando o equipamento profissionalmente (deveria ser guardada apenas para a fotografia arte, a fotografia moleque), conheço gente fotografando casamentos com ela. o que mostra que a câmera não veio para brincadeiras.

Aproveitando que a moral está em alta, e também voltar a fazer um pouco de rebuliço para turbinar as vendas, a Nikon está lançando uma versão especial da câmera com detalhes feitos em ouro. Isso mesmo, não são apenas partes douradas. É ouro de verdade. Já que o negócio é vender, a versão especial será vendida em duas opções. Você pode comprar apenas o corpo da câmera, onde a tiragem será de 600 unidades, ou pode adquirir o equipamento com a lente 50mm f/1,8 G que será igualmente adornada em ouro. A versão do kit, com a lente 50 mm terá uma tiragem de 1.000 unidades. Para combinar com a nova câmera a Nikon também está lançando um disparador remoto feito de ouro e uma pulseira para combinar com o equipamento (meio fresca esse último item).

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Canon EF 100-400mm f/4,5-5,6 IS II L USM — para ver longe

Por em 11 de novembro de 2014

Existem alguns ramos da fotografia onde precisamos ver longe. Grandes distâncias focais são necessárias para fotografia de natureza, esportes e fotojornalismo. Claro que muitos “fotógrafos” também precisam disso para ver a vizinha do prédio ao lado, mas isso é uma outra conversa. O problema é que lentes que possuem grande distância focal e, ao mesmo tempo, possuem qualidade, geralmente custam os olhos da cara. A opção mais barata seria investir em uma ultrazoom, mas se você preza o mínimo de qualidade e se utiliza de equipamento Canon, tenho uma boa notícia para você.

A Canon acaba de tornar realidade um grande sonho dos usuários da marca. Está chegando ao mercado a nova versão de uma lente clássica que foi lançada há muito tempo (1998). Vai estar disponível para o consumidor em dezembro a nova EF 100-400mm f/4,5-5,6 IS II L USM. Uma lente grande e pesada (1.570 g), mas que entrega uma boa distância focal e qualidade de imagem digna das lentes L da empresa. Muitos podem dizer que é uma lente escura, mas lembro que quem usa uma lente L geralmente possui uma câmera mais avançada e com boa qualidade em ISO elevado. Além do mais, lembrando da história do T/Stop, cabe ressaltar que o f/4,5 desta lente não pode ser comparado ao f/4,5 da sua lente do kit ou de lentes mais baratas.

A nova 100-400mm é um pouco mais alta e mais pesada do que a original, mas mostra algumas melhorias significativas. A principal é o anel de zoom rotativo que substitui o zoom tipo trombone da original. A lente apresenta três modos distintos de estabilização de imagem e a empresa garante um ganho de até 3 stops (contra 1,5 da lente original). Porém, o mais bacana do novo sistema de estabilização de imagem é que ele consegue detectar quando a lente está presa em um tripé e faz automaticamente o travamento do mecanismo. A lente possui 21 elementos divididos em 16 grupos sendo 1 elemento Super ED, um revestido de Fluorita e um com a tecnologia ASC (Ar Sphere Coating), que se utiliza de bolhas de ar suspensas no revestimento para diminuir o flaring e fantasmas.

Porém, toda tecnologia tem um preço. A nova EF 100-400mm  f/4,5-5,6 IS II L USM vai chegar ao consumidor em dezembro e o valor de venda deve ficar em US$ 2.199,00. Um preço bacana, mas que deve ser multiplicado por 2 quando ela chegar no Brasil.

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Fonte: Dpreview

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Atenção Videomakers! Fusion 7.5 digrátis para download

Por em 10 de novembro de 2014

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Sua mãe quer que você estude, seu pai quer que você trabalhe, mas você faz vídeo? Quer se tornar o novo PC Siqueira, o novo Felipe Neto, o Novo Spielberg, o Novo JJ Abrams? Sonha isso tudo e está preso ao Windows Movie Maker? SEUS PROBLEMAS ACABARAM.

Apresento a vocês o Fusion, um software de pós-produção usado em filmes como Thor e Avatar, com recursos de Chroma key, motion tracker, renderização 3D, gerador de caracteres 2D e 3D, partículas, palco virtual, keying, retiming, rotoscopia, pintura vetorial, Deep Pixel Composing… sério, é muita coisa, é profissional mesmo. E… DE GRAÇA!
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Primeira Hasselblad que foi ao espaço vai a leilão

Por em 10 de novembro de 2014

Praticamente tudo pode ser colecionado nos dias de hoje. Câmeras fotográficas não são diferentes. Existe um vasto mercado de câmeras raras e séries especiais que são vendidas por valores astronômicos. É a velha lógica do mercado. Alguém atestou que o objeto tem valor, mas esse valor só se materializa em dinheiro se alguém estiver disposto em acreditar. Isso me lembra um rapaz que tentava vender no Mercado Livre um disco das Paquitas por R$ 400,00 dizendo que era uma raridade. Infelizmente ninguém acreditou nele.

Voltando ao tema deste post, ao que parece, a primeira câmera fotográfica que foi ao espaço vai estar sendo vendida em leilão neste mês. Para quem não sabe, as primeiras câmeras que foram ao espaço com as missões americanas foram da marca Hasselblad adaptadas para o serviço. As fotos feitas da Lua com as missões Apollo foram todas em médio formato. O equipamento em questão foi utilizado por Wally Schirra durante a missão Mercury-Atlas 8 e depois por Gordon Cooper na missão Mercury-Atlas 9. A câmera é uma Hasselblad 500C com lente Zeiss que vai ser leiloada no dia 13 de novembro pela RR Auction em Boston. Foi a própria empresa de leilões quem fez a autenticação da câmera levando em conta fotos histórias e, principalmente, o número de série do equipamento que se encontra logo abaixo do obturador.

Para poder participar do leilão os interessados devem ir pessoalmente até a casa de leilões RR Auction em Boston ou fazer uma licitação no valor de US$ 10.000,00 (valor inicial do leilão). Os organizadores do evento esperam que a venda seja concretizada em pelo menos 5 vezes esse valor. Recentes experiências com esse tipo de leilão mostraram que o valor esperado pelos organizadores sempre foi ultrapassado. Que pena que a maioria dos mortais não faz parte deste mundo.

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Fonte: Dpreview.

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Canadá se junta ao Eixo do Mal do Photoshop

Por em 3 de novembro de 2014

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Quando o Irã anunciou seu caça stealth de última geração os especialistas riram, disseram que parecia um aeromodelo, que pelo tamanho o piloto ficaria com os pés pra fora. Em resposta o governo de Teerã publicou uma imagem do tal caça em vôo, que 5 min depois foi desmentida como um Photoshop dos mais safados. Não foi a primeira vez. Também photoshoparam lançamento de mísseis e até um drone japonês.

A China costuma colocar políticos em lugares onde não estiveram, como zonas de desastres. A Melhor Coréia photoshopa exercícios militares e o Grande Líder,

Em comum temos países com controle estrito da imprensa, com governos totalitários e onde a opinião pública não é estimulada a se manifestar. Isso cria um ethos onde as pessoas em posição de poder se acham muito mais poderosas do que realmente são, redefinindo a realidade. Para eles alterar uma imagem de uma panificadora para encher as estantes de pães é o mesmo que alimentar o povo.
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