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40% dos sensores fotográficos vendidos em 2014 foram fabricados pela Sony

Por em 5 de maio de 2015

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Você já pensou seriamente em comprar uma câmera da Sony? Sei que todos que viveram o nascimento da fotografia digital e das primeiras câmeras compactas olharam com desejo uma Cyber-shot em uma vitrine. Muita gente comprou e ficou maravilhada com as primeiras imagens descarregadas no computador. Eu mesmo tive uma Mavica e uma P71. Porém, com o passar do tempo, muitos perceberam que as empresas com mais tradição estavam fazendo câmeras melhores e com qualidade de imagem superior. A fama de câmeras ruins perdura até hoje entre algumas pessoas, mesmo com a Sony produzindo equipamentos de alta qualidade.

Porém, mesmo os que não gostam da marca podem estar utilizando seus melhores equipamentos sem saber. Segundo o Wall Street Journal a Sony foi responsável pela fabricação de 40% de todos os sensores fotográficos vendidos em 2014. Estamos falando de câmeras fotográficas, smartphones e equipamentos para uso industrial. Isso não é pouca coisa. Para ter uma ideia da importância do fato, a Sony fez uma reestruturação de seus negócios classificando a importância de sua linha de produção em três níveis. A fabricação de câmeras está no nível intermediário. Já a fabricação de sensores é prioridade máxima. Até a Samsung, que desenha e fabrica os próprios sensores, acabou se rendendo ao produto japonês para o seu Galaxy S6. Assim como Motorola e a Nikon em suas DSLR.

Uma ponto importante que levou a esse número de vendas no ano passado foi o contrato com a Apple e o fato de o novo iPhone 6 estar equipado com dois sensores da Sony. Estima-se que para cada iPhone vendido a empresa japonesa embolse US$ 20,00. A Sony fornece sensores para o iPhone desde o 4s, quando a OmniVision perdeu a exclusividade de fabricação para a câmera principal (traseira) do telefone da Apple. Esse crescimento no negócio de sensores levou a empresa anunciar o investimento de 1 bilhão de dólares em sua fábrica para suprir a demanda global.

Interessante notar que uma das marcas que menos inspiraram confiança para os amantes da fotografia digital, hoje pode ser um dos pilares mais importantes de toda a indústria. Coisas do destino.

Fonte: Dpreview.

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O que acontece quando o LG G4 cai nas mãos de um fotógrafo profissional?

Por em 5 de maio de 2015

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A LG está bem empolgada com o G4, seu novo smartphone top de linha. Entre os recursos que a empresa destaca está a câmera principal, que conta com lente de abertura f/1,8 e sensor de 1/26″, componente que por si só permite fotos melhores em ambientes com pouca luz. Somado a um estabilizador óptico de imagens com três eixos faz com que o conjunto seja bem próximo do que vimos no Lumia 1020, que se aproximava muito de uma câmera profissional.

Para provar seu ponto a LG soltou o G4 na mão do fotógrafo profissional Colby Brown, e os resultados são bem interessantes.

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Fotógrafo espanhol é condenado a pagar mais de US$ 8 mil a noivos por perder fotos do casamento

Por em 30 de abril de 2015

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Perda de arquivos é uma das constantes no mundo da fotografia. Nós vemos isso em notícias na internet e entre amigos que trabalham com fotografia. Tanto amadores quanto profissionais caem nessa pegadinha do destino e a maioria das pessoas só investe algum dinheiro para resolver o problema quando levou muito na cabeça.

A história aqui é simples: o casal Charles e Charlotte contratou um fotógrafo em Sevilha, Espanha, para fotografar o seu casamento em julho de 2012. Além das fotos da cerimônia, o contrato também cobria uma volta pela cidade e fotografia nos principais pontos turísticos. Por esse trabalho, e para entregar um álbum digital e dois mini-álbuns impressos, o fotógrafo cobrou a importância de € 1.100,00. Porém, por uma fatalidade do destino, o pobre prestador de serviços simplesmente perdeu as fotos do casal. Claro que a brincadeira acabou em processo e o fotógrafo foi condenado a devolver ao casal a importância de € 8.000,00 (cerca de US$ 8.800,00), acrescida de juros, o que faz a brincadeira chegar a € 9.000,00.

Na realidade, esse valor vai de encontro ao desejo do casal de realizar novamente as fotos, nos mesmos locais, e simular o seu já passado casamento. Com isso o fotógrafo ficou condenado a pagar a viagem deles de Nova Iorque a Sevilha, aluguel das roupas, penteado da noiva, buquê de flores, e o serviço de fotografia. O juiz do caso cita no processo a questão da negligência, imprudência e falta de cautela do profissional (fonte).

O juiz está certo no puxão de orelhas? Sim, pois um profissional que enfrente essa situação ainda não está pronto para trabalhar com fotografia. A Era Digital nos trouxe muitas vantagens e confortos, mas o armazenamento dessas imagens é um problema. Para o público amador isso já é complicado. Para o profissional pode ser traumático. Sistemas de backup devem ser adquiridos e sua prática deve ser inserida dentro do fluxo de trabalho. Não se deve descansar até que todas as fotos tenham pelo menos 03 cópias. Imagens devem ser descarregadas do cartão logo ao final do evento. Se possível, imagens devem ser descarregadas durante o evento, pois conheço fotógrafo que perdeu no meio da festa o cartão de memória que estava no bolso. Ou seja, é o tipo de tragédia que pode abalar a carreira de um profissional e pode ser evitada com um pouco de investimento e cuidado.

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Yongnuo 35mm f/2 para Canon — a invasão chinesa

Por em 30 de abril de 2015

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Você, que é fotógrafo (seja amador ou profissional) e que leva a fotografia a sério já deve ter ouvido falar da Yongnuo. A empresa chinesa invadiu o mercado há alguns anos trazendo produtos genéricos com preços baixos e, pasmem, qualidade aceitável. A linha de radio flashes é muito bacana (tanto os manuais quanto os TTL) e os flashes compactos apresentam boa construção e qualidade para serem utilizados profissionalmente.

Agora, a empresa está investindo em lentes. Primeiro ela está trabalhando em cópias das lentes Canon, mas existe a promessa de que até o fim do ano também existam equipamentos para a Nikon. Claro que existe a acusação de engenharia reversa (que foi muito utilizada pela Sigma), mas o consumidor parece não se preocupar com isso, visto que conheço muita gente que se utiliza de equipamentos da empresa. A Yongnuo já havia lançado uma 50 mm f/1,8; que é praticamente uma cópia da versão original, sendo a primeira lente com foco automático produzida pela empresa (você pode ver um review aqui). Agora, temos o lançamento da 35 mm f/2.

A principal diferença aqui é que a 35 mm não é uma cópia idêntica da lente da Canon. O design é bonito e a lente é feita em metal, os contatos são banhados a ouro e a lente pode trabalhar com foco automático ou manual. O diafragma é composto por 7 lâminas, a distância focal mínima é de 35 cm e o diâmetro do filtro é de 52 mm. Vale lembrar também que a lente possui conectores eletrônicos para transmitir dados do exif para a câmera.

A grande vantagem deste tipo de equipamento é o preço. A lente 35mm f/2 da Canon pode ser encontrada nos Estados Unidos por US$ 540,00. Já a versão tabajara da Yongnuo pode ser adquirida por US$ 122,00. Vai ter a mesma qualidade e rapidez? Claro que não, mas pode ser uma boa para o fotógrafo iniciante que quer brincar com profundidade de campo e ver como é fotografar com uma lente fixa sem ter que vender um rim para fazer o investimento. Só lembrando que quem possui uma câmera com sensor cropado, uma lente 35 mm é muito mais negócio do que a 50 mm que todo mundo indica como sendo a salvação da lavoura.

Fonte: Petapixel.

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Lightroom 6 já está entre nós

Por em 23 de abril de 2015

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Uma das unanimidades no mundo da fotografia é a utilização do software Lightroom da Adobe. O programinha chegou discreto em sua versão inicial e se tornou um monstro que tem por objetivo organizar e dinamizar o fluxo de trabalho do fotógrafo profissional (ou amador). Fora a edição, que possuí ferramentas bem interessantes,  a grande pegada do Lightroom é organizar suas fotos de maneira sistemática dentro de uma biblioteca com a possibilidade de inserir tags, georreferenciamento e classificações. Tudo isso facilita muito na hora de achar temas específicos ou até mesmo pessoas em suas fotos.

Para felicidade geral da nação, a Adobe acaba de anunciar o lançamento do Lightroom 6, que também recebeu o nome de Lightroom CC para sua versão de assinatura mensal. O que tem de diferente? Muita coisa meu amigo. O que mais impressionou é que agora o Lightroom pode utilizar o desempenho de sua placa de vídeo para agilizar sua operação. Um problema que encontramos no programa é que ele é um consumidor voraz de memória, o que deixa computadores mais modestos bem lentos, transformando a experiência de uso do software em um inferno. Segundo a Adobe, dependendo de sua máquina, o Lightroom pode ficar até 10 vezes mais rápido (será?). Para mim só essa característica já valeria o investimento. Porém, tem mais.

O Lightroom 6 nos apresenta uma nova ferramenta para confecção de fotos em HDR. É possível mesclar diferentes fotos com exposições diferentes e criar uma imagem equilibrada ou aplicar efeitos artísticos. Da mesma forma, é possível criar imagens panorâmicas mesclando várias imagens em sequência (gostei disso), podendo utilizar imagens em RAW e salvar o resultado final em RAW DNG também. Fechando as coisas absurdas com a ferramenta de reconhecimento facial, o que facilita você encontrar as imagens de uma determinada pessoa dentro de um lote de fotografias ou de sua biblioteca inteira.

A Adobe aponta que agora existem mais recursos de edição na construção de Slideshows, a galeria de fotos web agora tem suporte HTML 5 e houve melhoria na precisão dos pincéis para ajustes locais. Ou seja, algumas boas novidades e melhorias de desempenho e precisão de modo geral.

O novo Lightroom CC (ou 6) já está disponível para compra, inclusive no site brasileiro da Adobe. Você pode comprar a assinatura mensal e ter acesso a última versão do Lightroom e do Photoshop CC por R$ 22,00 por mês. Não encontrei no site da Adobe a opção para comprar o programa completo (que não possui os módulos Web da versão CC, mas possui todos os novos recursos). No site americano essa versão está custando US$ 149,00.

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Instagram, Facebook e polêmicas com a censura

Por em 20 de abril de 2015

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Sim, esse é um tema que aparece de tempos em tempos na internet. Polêmicas de fotos que são retiradas do Instagram e do Facebook e que causam comoção nas mídias sociais. O último caso de destaque internacional foi o da artista que teve uma foto, que mostrava uma mancha de menstruação na roupa da modelo, retirada do Instagram por duas vezes seguidas. Depois de muita pressão para uma explicação, a foto foi liberada com um pedido de desculpas, pois tudo não tinha passado de um engano (sei).

Por conta desta e outras bagunças, tanto o Facebook quanto o Instagram fizeram uma reforma em seus termos de uso para deixar o mais claro possível o que pode e o que não pode ser postado nas duas redes sociais. Não se trata de mudanças, mas do velho esquema de desenhar para o povo entender. O primeiro ponto do Instagram é a reafirmação do compromisso do serviço para com o Direito Autoral.
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Câmera do iPhone com qualidade de DSLR? Talvez sim.

Por em 16 de abril de 2015

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Eu já falei coisas horríveis de câmeras de celulares. Já disse que elas não prestavam, que nunca chegariam perto da qualidade de uma câmera fotográfica normal e que era loucura confiar suas fotos a mecanismos que entregavam uma bela porcaria como produto. Ou seja, queimei feio minha língua. Hoje tenho que admitir que a maioria dos smartphones consegue superar as pequenas câmeras compactas, tanto que esse é um mercado que está indo literalmente para o abismo. Porém, ainda possuem gritantes limitações, principalmente na questão da profundidade de campo e ruído em situações de baixa iluminação. Porém, isso pode vir a não ser mais um obstáculo para esses equipamentos.

A Apple, em uma jogada normal do mundo da tecnologia, colocou a mão no bolso e gastou US$ 20 milhões para adquirir a LinX, uma empresa israelense que está tentando revolucionar a industria de fotografia mobile com uma câmera pequena, porém com grande poder de qualidade de imagem. A ideia é que aparelhos pequenos possam produzir imagens comparáveis com as de câmeras DSLR. O site da LinX (extremamente horrível), explica que a tecnologia da câmera é uma junção de processamento de imagem, sensor avançado e ótica desenhada especialmente para a câmera. E no pacote de processamento estão elementos como reorientação da imagem, HDR, fidelidade de cor, atraso de obturador e outras coisinhas. A câmera vai entregar imagens em 2D, mas o seu conjunto de lentes vai capturar informações de profundidade que podem ser utilizadas, via software, para modelar imagens em 3D, medir distâncias entre objetos,  ou aumentar e diminuir a profundidade de campo nas fotos.

Porém, nada disso significa que vamos ver essas inovações tão logo. Grandes empresas da área de fotografia possuem várias patentes revolucionárias que estão em desenvolvimento por anos e não possuem data prevista de lançamento. A própria LinX não tem nada prático para mostrar, apenas um projeto em desenvolvimento. Mas, pode ser o início de algo bacana com potencial para trazer uma qualidade absurda para a fotografia de pequenos dispositivos a médio prazo. Quem viver verá.

Fonte: Petapixel.

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