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Fundos fotográficos desfocados – ideia boba da semana?

Por em 31 de julho de 2014

Eu sei que a fotografia é feita de gambiarras e que, no mundo dos negócios, ideias que parecem bobas podem ser as melhores iniciativas para ganhar um dinheirinho. Mas, em minha cabeça, eu só consigo ver o lado estranho da coisa. A ideia edificante da semana foram esses fundos fotográficos desfocados vendidos pela Lastolite Professional.

A concepção por trás do Out of Focus é até interessante. Todo mundo gosta de um bom Bokeh em suas fotografias (por favor, não confundir com outras coisas), porém não é todo mundo que possui uma lente com grande abertura de diafragma e com qualidade para produzir uma foto com desfoque suave e bonito. Então você pode comprar um destes acessórios para simular o desfoque suave no fundo de suas fotos. Captaram a ideia? A propaganda da empresa aponta que, mesmo que você tenha uma lente que possa produzir uma imagem com essas características, você pode usar o fundo para manter o máximo de nitidez na modelo em primeiro plano.  Infelizmente, eu não consegui ver naturalidade em nenhuma das fotos que estão como demonstração no site da empresa.

Out Of Focus_02

Os fundos fotográficos seguem a linha dos rebateres circulares dobráveis. Abertos eles possuem 1,5m de altura por 1,2 metros de largura. Dobrados eles ficam com o tamanho de 65x65cm. O peso fica em torno de 3KG. São quatro possíveis fundos fotográficos, sendo que cada unidade possui dois fundos, ou seja, frente e verso. O valor de um acessório, com dois fundos, é de US$ 180,00. Se você se animou e quer ter em casa as 04 possibilidades de fundos desfocados então você vai desembolsar US$ 370,00. Bem que poderia rolar um descontinho para quem comprasse os dois.

Out Of Focus_01

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Novas Canon PowerShot SX520 HS e SX400 IS

Por em 31 de julho de 2014

O mundo das câmeras ultrazoom ganhou mais duas representantes nessa semana, e quem jogou elas no mercado foi a Canon. Como já havia comentado em um post anterior, estou revendo minha postura radical contra esse tipo de equipamento e estou aceitando que existem consumidores para todos os tipo de câmera e que para essas pessoas esses equipamentos são suficientes para proporcionar satisfação e alegria. Mesmo com a qualidade de imagem mais humilde que essas câmeras entregam.

Na falta de uma câmera, a  Canon decidiu trabalhar com duas, que apresentam algumas características diferentes entre si. A SX400 IS é uma câmera bonita. Embora não fuja do padrão DSLR Like ela possuem umas linhas e curvas arredondadas, que conferem ao equipamento um design  diferenciado. A SX 400 é uma câmera compacta equipada com um sensor CCD com 1/2,3 polegadas de tamanho físico e com 16 megapixels de resolução máxima. Dois outros destaques da câmera é sua distância focal e a gravação de vídeos. A lente do equipamento possui 30x de zoom ótico, sendo equivalente a uma 24-720mm com abertura máxima de diafragma em f/3,4-5,8. Lembrando que estamos falando de um equipamento com estabilização de imagem. O destaque do vídeo não é tão positivo assim, pois a câmera só pode gravar vídeos em HD e com som mono. Uma pequena mancada, já que o normal hoje em dia é que a câmera faça pelo menos filmes em  1080 linhas. Mostrando que o equipamento é voltado para o público iniciante, a Canon informa que está presente o Smart Auto que identifica a cena que está sendo fotografada e escolhe as melhores configurações. O fotógrafo também terá a sua disposição 32 modos automáticos de cena para foto e 21 modos automáticos para a gravação de vídeo. A Canon Powershot SX400 IS estará disponível em agosto pelo preço de US$ 249,99.

Canon_SX400-IS

Já a SX520 HS é um equipamento um pouco mais parrudo. Ele também possui 16 megapixels de resolução máxima em um sensor de tamanho 1/2,3 polegadas, mas nesse caso estamos falando de um CMOS BSI. A câmera possui 42x de zoom ótico, apresentando uma distância focal equivalente a uma 24-1008mm com abertura de diafragma em f/3,4-6,0 e estabilização ótica de imagem. A gravação de vídeo fica em 1080p com 30 fotogramas por segundo e som estéreo. Outro ponto diferencial é que a SX520 possui modo manual completo, bem como modos de prioridade. Já mostra um diferencial para quem quer usar o equipamento para aprender fotografia. A Canon Powershot SX520 HS vai estar no mercado em agosto com custo de US$ 399,99. Por uma diferença de US$ 150,00 acho que vale a pena investir na câmera mais avançada. Uma experiência mais profunda na hora de aprender fotografia e a importância da técnica para conseguir bons resultados.

canon_SX520_HS

Fonte: Dpreview

 

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Strike Cam — equipamento para Phishing, mas no bom sentido

Por em 30 de julho de 2014

pescafatal

Eu admito pra quem quiser ouvir que pescaria é uma atividade que se resume a uma vara com um idiota em cada ponta, mas nem por isso deixo de ter saudades do tempo em que ficava horas esperando Darwin escolher o peixe mais idiota e fazer com que ele mordesse a isca. No final só pegava Marias-Da-Toca e espécies menores. Tudo bem, eu ODEIO peixe, talvez esse fosse o grande motivo que me fazia pescar. Mesmo assim, é um hobby que eu gostaria de ter tempo para praticar.

Já quem leva a sério mesmo sofre quando ninguém acredita nas histórias daquele enorme que escapou. Eu sei como é. Uma tainha de 780 kg morde o anzol, você passa horas tentando trazer à tona e quando ela está quase sendo arrastada pra praia, a linha arrebenta. Pior, não tem ninguém para registrar e você passa por mentiroso, como esse cara passaria, ao dizer que pegou um peixe-gigante na unha.
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Flickr anuncia novo programa de licenciamento de imagens

Por em 29 de julho de 2014

O mercado de licenciamento de imagens pela internet anda movimentado. Vários bancos de imagens e sites de compartilhamento de imagens estão lançando campanhas onde tentam convencer os usuários a disponibilizarem suas fotos para licenciamento e uso comercial. Infelizmente, sabemos que esse tipo de negócio rende uma ninharia para os fotógrafos, mas encontra um terreno fértil na produção de amadores que não tinham nenhum tipo de pretensão comercial com suas imagens e ficam até felizes de ganhar uns trocos. Do outro lado desta negociação, temos empresas, designers e outros ramos que necessitam de conteúdo para trabalharem, mas não podem (ou não querem) investir muito. É com esses ingredientes que conseguimos encontrar pela internet sites que vendem imagens em alta definição por cifras que começam, em alguns casos, em US$ 1,00. Eu acho pouco, mas tem gente que não pensa como eu.

O Flickr, que já foi um dos mais badalados serviços de compartilhamento de imagens da internet (e até hoje um dos poucos que tenho paciência de utilizar) tem um programa de licenciamento de imagens (parceria com a Getty Images) onde o usuário tem que se disponibilizar e oferecer suas imagens para serem comercializadas. O ganho também era irrisório por parte do fotógrafo, mas encontrou várias pessoas dispostas a participar. Hoje, mediante a campanhas agressivas de licenciamento, como a do 500px que tem taxas de licenciamento de US$ 250,00 e deixando 70% deste valor com o fotógrafo, o Flickr decidiu se mexer. Pode parecer muita grana licenciar uma foto por US$ 250,00, mas temos que lembrar que é para uso mundial e irrestrito. Ou seja, para algumas empresas isso é uma ninharia.

O contra ataque do Flickr vem através de um novo programa de licenciamento chamado de Curated Connections que, segundo o blog do Flickr, é uma maneira do usuário fazer conexão com agências de fotografia, editores, blogueiros e outras mentes criativas que procuram conteúdo original. A proposta é que os curadores do Flickr vão ficar de olho na sua produção fotográfica e te informar por flickr mail quando uma foto chamar atenção e tiver uma possibilidade de comercialização. Além disso, o seu trabalho vai ser divulgado no Blog do Flickr e também nas páginas do Yahoo, como no Yahoo Notícias e Yahoo Viagens. Tudo para divulgar o material que está sendo vendido.

O anúncio termina com uma jogada de marketing onde eles afirmam que o licenciamento é uma ótima forma de ganhar dinheiro e que eles vão fazer todo o trabalho chato enquanto o usuário se concentra apenas em fotografar. Infelizmente, não existe nenhuma outra informação sobre valores ou porcentagens. Para ser considerado como um futuro fornecedor de imagens para comercialização, o usuário deve se cadastrar em um link oferecido no texto e aguardar um contato da equipe via e-mail. Se você não tem problema com esse modelo de comercialização de suas imagens então pode ser mais uma boa oportunidade.

Flickr

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Canon EOS 7D – Fim da linha?

Por em 28 de julho de 2014

Quando a Canon EOS 7D chegou ao mercado foi uma grande novidade. Afinal de contas, a Canon não possuía uma câmera da mesma categoria da Nikon D200/300, o que seria um carro chefe para as câmeras com sensor APS-C. Ou, como a galera gosta de falar, uma câmera com porte profissional fora da linha dos equipamentos full frame. A empresa preferiu deixar a sucessora da 50D mais frágil e simples e apostar em um novo equipamento para deixar o segmento profissional satisfeito. E como ficamos satisfeitos. Qualidade de imagem e rapidez fizeram a câmera ser a preferida entre muitos profissionais (inclusive eu). Destaque para a qualidade da imagem em ISO elevado e a velocidade do foco automático, duas características que sempre me deixaram felizes. Prova da qualidade do equipamento é sua longevidade, que já está fazendo cinco anos desde o seu lançamento.

Mas, tudo que é bom acaba, ou simplesmente evolui. Boatos sobre uma sucessora da câmera estão circulando desde o final de 2013 e todos são unanimes em apostar que o anúncio do novo membro da família de câmeras da Canon vai sair até o começo de setembro. Rumores estão correndo os sites especializados sobre as mais diferentes capacidades da nova câmera. Muitos falam de uma nova arquitetura completa do sensor fotográfico e que a resolução deve ficar na casa dos 20 megapixels. Mas, para falar a verdade, ninguém sabe o que vem por ai. É um raro caso onde ninguém conseguiu uma fonte interna para vazar especificações mais concretas do equipamento. Porém, uma coisa é certa. A câmera tem que vir mais poderosa do que a antecessora e isso deve se tornar um ponto de honra para a Canon, pois os últimos lançamentos (exceto talvez a 70D) ficaram atrás da qualidade das câmeras de sua principal concorrente.

Hoje tivemos mais uma dica sobre a proximidade do lançamento da nova câmera. A Amazon, uma das principais lojas on line do mundo civilizado, marcou em seu site a Canon 7D como “Descontinuada”. O seja, eles não vão mais manter estoque da câmera e nem entregar o equipamento. Outras lojas on-line ainda possuem a Canon EOS 7D para venda, mas o mesmo deve ocorrer logo em todas elas. Isso quer dizer que os rumores de lançamento em setembro podem estar certos e que, se você quer comprar uma Canon EOS 7D esse é o momento, pois a tendência é a queda de preço para limpar as prateleiras para a nova câmera.

canon-7D_descontinuada

 

Fonte: Petapixel

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Rádio Flash Cactus V6 — algumas novidades

Por em 24 de julho de 2014

Se você faz ou está pensando em fazer strobist, então já deve ter pesquisado sobre a compra de um rádio flash. Anos atrás esses equipamentos custavam muito caro, mas com a invasão dos fabricantes chineses tudo ficou mais barato. É possível achar um rádio flash, hoje em dia, com receptor e transmissor por R$ 120,00. Porém, entre as diversas marcas que encontramos no mercado, muitos fotógrafos afirmam que o mais confiável é o Cactus. Conheço o equipamento desde a versão V3 e realmente ele nunca falhou durante uma sessão fotográfica. O único problema que ele possuía era o de ser muito frágil. Ao cair no chão, fatalmente deixaria de funcionar. Nada que uma pequena manutenção (feita em casa, se você entende um pouco de eletrônica) não resolveria.

O tempo passou, as versões foram ficando mais parrudas e nessa semana temos o lançamento do Cactus V6 com algumas novidades muito interessantes. O V6 continua sendo um radio flash que funciona apenas no modo manual, ou seja, ele não transmite a informação TTL da câmera para o flash, mas agora ele pode controlar a intensidade do flash. Ele possui integrado 30 perfis de fabricantes de flash e através do receptor você pode mudar a potência dos flash que estão sendo controlados por ele. Como ele é uma plataforma multimarcas, você pode inclusive trabalhar com um flash diferente da marca da sua câmera. Ou seja, você pode estar com uma câmera Canon e controlar as intensidades de flash da Nikon, Pentax e Sony, além de fabricantes independentes como a Metz. Eu achei a ideia muito produtiva. Pense na hipótese de você estar fotografando um evento e o seu parceiro de trabalho (que no meu caso é a minha esposa) está trabalhando com equipamentos de outra marca. Os dois podem controlar todos os flash escravos que estão no salão. Gostei. Cada receptor também possui uma sapata na parte superior para que um flash seja acoplado. Nesse caso, a transmissão de dados é TTL e vai funcionar com todos os fabricantes que estão registrados no perfil interno do equipamento.

Fechando o leque de novidades, o V6 tem mais uma característica interessante quando utilizado em conjunto com o flash RF60 da própria Cactus. Além de controlar a potência do flash, também é possível modificar o zoom interno da cabeça do flash via transmissor. Lembrando que o RF60 é um flash que possui um receptor interno de rádio e foi desenvolvido principalmente para ser uma unidade escrava. O V6 é alimentado por duas pilhas AA, possui entrada mini-USB para futuras atualizações dos perfis de flash e pode controlar até 16 unidades escravas divididas em 4 grupos. A empresa garante o dispositivo consegue disparar a unidade escrava em uma distância de até 100 metros.

A Cactus já está enviando o produto para Estados Unidos e Reino Unido diretamente da China. O valor de cada unidade (lembrando que você vai precisar de pelo menos duas) é de US$ 55,00.

cactus_V6

Fonte: Dpreview.

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Hasselblad CFV-50c – com um preço interessante

Por em 22 de julho de 2014

E estamos falando novamente do mundo encantado e maravilhoso das câmeras de médio formato, onde a Hasselblad tem uma moral quase inabalável entre os fotógrafos profissionais que trabalham com esse formato (creio que o único ponto negativo da empresa seja sua aventura no mundo das câmeras compactas com aparência bizarra). Se os leitores lembrarem um pouco do passado recente, a última cartada da empresa foi lançar uma câmera médio formato com sensor CMOS (antes eram todas com sensor CCD), o que permitiu uma quantidade interessante de avanços nos quesitos velocidade e sensibilidade ISO. A sacada do novo equipamento é permitir que o fotógrafo saia do estúdio e use sua câmera de médio formato em ensaios externos, que necessitam de uma dinâmica diferente. Se você se interessou pelo brinquedo, então saiba que é necessário desembolsar US$ 28.700,00 para ter uma em casa.

Porém, se você quer uma coisa mais em conta e mantendo a mesma qualidade, a Hasselblad anunciou nesta semana o back digital CFV-50c, que pode ser utilizado com qualquer uma das câmeras V System. Ou seja, você que possui uma antiga Hasselblad V System pode agora comprar apenas o CFV-50c e ter nas mãos uma câmera digital com a tecnologia mais moderna disponível pela empresa. A vantagem é que, geralmente, quem possui uma Hasselblad V já possui também acessórios e lentes para o equipamento. O back digital é acoplado sem a necessidade de nenhum cabo, possui um sensor CMOS com resolução de 50 megapixels, pode chegar a ISO 6400, trabalha com profundidade de cor de 16 bits, possui visor LCD com 3 polegadas e pode fazer 1,5 foto por segundo no modo contínuo. Para armazenamento, quando não está conectado diretamente a um computador, o equipamento se utiliza de cartões compact flash.

O back digital Hasselblad CFV-50c vai ser comercializado pela empresa por apenas US$ 15.000,00. Mesmo que você não tenha previamente uma câmera V System, existem vários modelos usados a venda por preços bem interessantes. Uma boa porta de entrada para quem quer se lançar no mundo do médio formato investindo o mínimo possível. Claro que, se o valor ainda está salgado, sempre existe a possibilidade de investir em uma Pentax.

hasselblad_cfv-50c

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