Celular de 1922–não deve ter Angry Birds pra ele


O vídeo acima está rodando as Interwebs, é um dos curtas da British Pathé, parte do conglomerado Pathé que dominou o mercado de produção cinematográfica no final do Século XIX e boa parte do XX.

É o equivalente daqueles vídeos conceituais mostrando como o futuro seria. No caso extrapolaram em alguns poucos anos e previram basicamente celulares e streaming de música. SÓ ISSO.

No filme de 1922 duas moças-damas passeiam pela rua, então decidem fazer uma ligação. Puxam o rádio-telefone (seu celular, exatamente), aterram em um hidrante, ligam a antena do guarda-chuva (ENTENDEU, APPLE?) e pronto, já estão falando.

Chique é pedirem para a atendente (SIRI, alguém?) uma música, e ela tocar em um gramofone.

iPhone,Siri, iCloud, tudo ali, só removemos o elemento humano, e só levou 89 anos.

E não, o filme não é fake, por mais tentador que seja concluir isso. Há pessoas com conhecimento e imaginação para sonhar com o futuro, e algumas vezes, acertam.

Fonte: Telegraph

Rdio chega ao Brasil com parceria da Oi

Por: em 19/10/11 na(s) categoria(s): Áudio Vídeo Fotografia, Internet, Meio Bit


A Veja soltou uma notinha sobre o lançamento do Rdio no Brasil, como se fosse um serviço da própria Oi, e nosso co-irmão Gemind notou que o endereço rdio.com agora redirecionava para o oirdio.com.br.
Fui conferir e, como tenho uma conta americana do Rdio e estava logado nele, entrei direto na versão nacionalizada do serviço.

Finalmente teremos como acessar um serviço de streaming de música legalmente, sem ter que recorrer para proxys fora do país ou algo do gênero. Continue lendo »

Apple conversando com Hollywood sobre Streaming

Por: em 13/10/11 na(s) categoria(s): Meio Bit


Hollyapple

Integração e convergência são coisas esperadas, embora não se possa ignorar quando certas especulações avancem para o status de ‘conversa’, mais formalmente falando.

Segundo a indicação de algumas matérias da agência Reuters, os órfãos de Steve Jobs estão no bate-papo de negócios com diversos estúdios de Hollywood com o objetivo de levar o streaming de seus lançamentos para os iPhones e iPads.

Representantes dos dois lados tem se encontrado para discutir como finalizar um acordo que possa permitir aos usuários do iTunes deitar e rolar em HD, claro, via uma módica quantia da qual ninguém sabe o quanto ainda.

O Los Angeles Times e o The Wall Street Journal citaram fontes que afirmaram ser a meta da negociação um acordo capaz de levar o conteúdo de diversos estúdios aos usuários sem a necessidade de download.

O melhor dos indicativos de que as coisas saíram rápido da especulação foi o fato de que os três grandes jornais citados aqui relataram que a Apple, apesar de procurada para entrevista, se negou a comentar ou atender qualquer um deles.

E aí? Streaming de filmes.

Você vai levar o pipoqueiro para casa?

Reuters

Adobe atualiza o Flash Media Server para versão 4.5: Streaming de Flash para iOS e todo mundo.

Por: em 10/09/11 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit, Mobile


 

A longa e tenebrosa queda de braço entre a Adobe e a Apple pode ter chegado ao fim. Ou quase, mas as prospecções são das melhores.

A Adobe anunciou hoje a versão 4.5 do Flash Media Server, solução oferecida à conglomerados de mídia que fazem distribuição de vídeos no formato pela internet.

Isso quer dizer que os websites poderão oferecer finalmente um conteúdo efectivamente compatível com inúmeros novos dispositivos – incluindo o iOS – através de streaming de dados, ao invés de compatibilidade casada via a instalação de software de suporte dentro dos aparelhos.

A boa notícia é que em um curto período de tempo, resolve-se um problema (e também cria-se outro) em relação ao Flash, onde a principal ocorrência é a não-necessidade de se instalar aplicativos famintos demais para aparelhos de menos.

Digo cria-se outro porque muitos já antecipam um renascimento em massa do banner mutante de propaganda em flash. Mas, vamos deixar a coisa se desenrolar primeiro antes de carregar o pente. Afinal, a notícia não é nada ruim.

Com a atualização, a Adobe chama para si resolver o problema e é o FMS que se vira para descobrir qual é a plataforma que o usuário utiliza e qual codec deve enviar embutido no streaming, na hora, para tocar a mídia.

No mesmo release, a Adobe também anuncia uma nova versão do Adobe Flash Access, uma solução de proteção de conteúdo para a plataforma Android; e também o Adobe Pass, uma solução de autenticação para o sistema de TV Anywhere, utilizada por centenas de provedores de conteúdo de vídeo na interweb.

Discretamente, o release também dá conta da compra da IRIDAS, uma fabricante de ferramentas para graduação de cor e aprimoramento digital de filme digital e vídeo, expadindo o ecosistema de parcerias da empresa. Continue lendo »

NETFLIX já está funcionando no Brasil–Conheça o ruim, o ótimo e o marromeno.


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Entra ano, sai ano e o iTunes não dá as caras por aqui, mas finalmente um serviço consagrado resolveu oferecer seus serviços no lado de baixo do Equador, incluindo no Equador e resto da América Latina.

A Netflix começou como um serviço onde você pagava um qualquer mensal e podia escolher de um catálogo qualquer filme. Recebia o DVD pelo correio, assistia por quanto tempo quisesse então enviava de volta, através de um envelope pré-pago. Sem multas, sem limites. Isso tudo por US$7,99 por mês. Só que uma postagem custava pra eles em torno de US$1,00.

Estavam gastando US$700 MILHÕES por ano só de Correio. A saída for migrar pro streaming. Primeiro, como valor agregado. Agora separaram os serviços. Quem quiser DVD pagará mais US$7,99.

No Brasil o serviço é exclusivamente via streaming, e meninos, funciona!

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O serviço de Streaming Não-Streaming da Apple: no iCloud

Por: em 30/08/11 na(s) categoria(s): Apple e Mac


O iTunes é um serviço odiado por muitos, talvez por representar claramente como a Apple orienta a questão de liberdade no tráfego de conteúdo dentro do seu modelo de negócio. Muitos esperam que o iCloud e a nova oferta de “todos wireless” da Apple vá resolver parte do desconforto. E vão continuar esperando…

O esperado serviço de streaming de música via iCloud, na verdade não fazer fazer streaming, mas sim baixar o conteúdo OTA enquanto você tem a capacidade de ouvi-lo durante o download.

É o mesmo que seis por meia-dúzia? Nem por isso.

Na verdade, a tecnicalidade tem uma razão (da Apple) de ser e explica porque a empresa se deu a tanto trabalho em 2009 para comprar a Lala – serviço de procura e compra de música para streaming.

O iCloud começa finalmente a ficar mais claro, pós-WWDC.

Um porta-voz da Apple explicou ao AllThingsD nessa terça (30) o que era verdade em um vídeo que saiu na rede mostrando que o iCloud faria streaming (não baixado) de conteúdo nas novas versões do iOS, iTunes, etc.

Não fará. O vídeo em questão acabou não mostrando que ao final do processo, o conteúdo era de fato baixado no iOS. A Apple planeja que o usuário possa “ouvir enquanto baixa”, entretanto, a idéia é tanto manter o conteúdo dentro dos seus dispositivos, como também imprimir uma quantidade maior de controle sobre o licenciamento. Claro, se não fosse assim, não seria a Apple.

O que bate com a sequência de acordos que a Apple tem feito com selos e gravadoras. Aparentemente, ambos os lados querem assegurar que o tão esperado de sync OTA (over the air) prometido para o iOS 5 não se transforme na festa do caqui, com pirataria e conversão/transmissão de conteúdo não licenciado ou ilegal.

Ou seja, você poderá ter a sua biblioteca disponível em todos os seus aparelhos com iOS, OS X e até mesmo o Windows (via iTunes) por meio de funções sem fio e AirPlay. Mas, claro, para isso você terá que usar o software da casa. Continue lendo »