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Digital Drops Blog de Brinquedo

Catstacam — acompanhe a vida de seu gato no Instagram

Por em 26 de março de 2015

Catscatam

Quase todo mundo gosta de gatos. Creio que 90% da população deve achar esses bichos fofinhos e se encantar com as milhares de fotos que são postadas nas redes sociais todos os dias. Eu mesmo tenho um álbum específico para eles no meu Facebook. Sim, faço parte do contingente gigantesco de pessoas que gostam muito deles. Mas, e se existisse a possibilidade de, ao invés de fotografar seu bichinho, você deixar que ele mesmo fotografe o seu dia a dia?

Essa é a ideia maluca, e não muito original, visto que existiram experimentos como esse, que a empresa Whiskas (sim, aquela que vende ração para os felinos) está colocando em prática com o desenvolvimento do Catstacam. A concepção é simples. Estamos falando de uma pequena câmera que fica presa ao pescoço do gato e tem por objetivo registrar as andanças do animal. A câmera é acionada por movimento e é programada para fazer 6 fotos por minuto enquanto o animal está se locomovendo. Assim que o aparelho entra na área de cobertura de uma rede Wi-Fi ele se conecta automaticamente a uma conta no Instagram e faz o upload das fotos já com a tag #catstacam. Ainda como brinde, a caixa da câmera se transforma em um divertido brinquedo para seu gato.
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emÁudio Vídeo Fotografia Notícias Planeta Sem Fio Web 2.0

Microsoft lança dev kit para criar apps universais do Windows 10

Por em 26 de março de 2015

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Um dos grandes atrativos do Windows 10 para os desenvolvedores é algo que a Microsoft tentou introduzir antes mas não deu muito certo: a possibilidade de escrever um app uma única vez e ele rodar em diversas plataformas, do desktop a dispositivos mobile. E agora usuários curiosos e devs terão a chance de fazê-lo com o lançamento das ferramentas próprias para tal.

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emIndústria Microsoft Software Software

Twitter lança Periscope, o concorrente do Meerkat

Por em 26 de março de 2015

periscope

É fato que o Twitter ficou um tanto apreensivo com o frisson repentino que o Meerkat tem causado lá fora. Ele é um app que permite fazer streamings de vídeo de forma descomplicada e compartilha as transmissões com seus seguidores no popular site de microblogstm.

A reação foi dura: o acesso do Meerkat à plataforma do Twitter foi limitado, revelando uma certa preocupação por ter perdido a chance de sair na frente com uma solução própria. E agora tentam correr atrás do prejuízo com o Periscope, um concorrente direto.

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emÁudio Vídeo Fotografia Software Web 2.0

Facebook transforma Messenger em uma plataforma, com apps próprios

Por em 26 de março de 2015

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Quando o app do Messenger foi desmembrado do Facebook no ano passado, a desculpa dada era que Mark Zuckerberg considerava o ato de conversar com seus amigos pelo aplicativo principal da rede social “uma solução de segunda classe”, uma gambiarra. Claro que haviam motivos comerciais por trás, e nesta quarta-feira foram revelados os planos para o app.

Durante a conferência para desenvolvedores F8, Zuck revelou que o Messenger vai virar uma plataforma independente, e contará com um ecossistema próprio.

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emInternet Software Web 2.0

GVT agora é quase Vivo (ou vice-versa)

Por em 25 de março de 2015

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Na presente quarta-feira (25/03) o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) julgou a compra da GVT pelo grupo Telefónica. Nosso órgão antitruste teve que intervir para evitar propriedades cruzadas entre a Vivendi e a Telefónica. Na prática, estavam em jogo os ativos das operadoras TIM Brasil e Vivo em nosso país.

A Anatel já havia autorizado a aquisição, impondo a saída da operadora espanhola do controle acionário da Telco, dona da Telecom Italia. Para aprovar a compra bilionária, o CADE deu prazo de quatro meses para que o grupo Telefónica venda as ações que possua na TIM Brasil. Não tão urgente seria o processo contrário, ou seja, a Vivendi vai precisar se desfazer gradualmente da participação que ainda manterá na Telefônica Brasil.
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emMercado Telecom

[Review] iPhone 6 Plus é perfeito para mim, mas não é um smartphone para todos

Por em 25 de março de 2015

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O iPhone 6 Plus é um smartphone com tela gigantesca de 5,5 polegadas, mas é tão fino e leve que não incomoda. Por dentro, o iPhone 6 Plus é equipado com o processador A8, a segunda geração de processadores de 64 bits mobile da Apple, e tem o apoio do coprocessador de movimento M8. Não gosto de fazer um review com pouco tempo de uso, procuro usar o aparelho pelo menos por um mês antes de escrever o texto, mas neste caso foram vários, então aproveito para pedir desculpas pela demora na entrega do post.

Como geralmente acontece com produtos da Apple, não basta simplesmente compararmos as especificações com seus concorrentes, e sim a experiência de uso, e no caso do iPhone 6 Plus, a minha foi excelente. Embora não seja um aparelho para todos, graças ao seu tamanho e preço, o iPhone 6 Plus é perfeito para o meu gosto pessoal. Desde 2007, eu tive todos os modelos de iPhone já lançados, e este é o melhor de todos eles, superando até mesmo o iPhone 6 nos quesitos tela, bateria e estabilização de imagens na câmera. Testei ele por vários meses em todas as situações, com uso constante no dia a dia, e posso dizer sem qualquer exagero que ele é o melhor smartphone que eu já usei, pelo menos até hoje.

O iPhone 6 Plus pesa 172 gramas, mas sinceramente na mão parece até leve, levando se em conta seu considerável tamanho (158,1 mm × 77,8 mm). Ele também é bem fino, com espessura de 7,1 mm. Na lateral esquerda, os botões de volume e o botão de silenciar o volume ou trocar a opção de rotação da tela. Na lateral direita, o slot do nano-SIM e o novo botão de ligar, que saiu do topo por uma questão de necessidade, já que seria impossível de alcançar com uma só mão.

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Em termos de design, não tem nem o que dizer, as bordas arredondadas e o vidro que se integra na lateral tornam o iPhone 6 Plus confortável de usar, mesmo sendo na prática uma peça finíssima de metal, algo essencial para um aparelho que você mais vai usar durante o dia. O único porém é a câmera que se sobressai, mas isto não chega a incomodar e, além de ter um precedente na Apple com o iPod Touch, também é o caso de vários concorrentes. Como eu não recomendo que você ande com um smartphone tão caro sem estar devidamente protegido por um case, esta diferença na espessura deixa de ser uma questão. Mesmo que prefira usar o aparelho sem case, a câmera é protegida por safira, então você pode ficar tranquilo que ela não irá arranhar, pelo menos não em condições normais de uso.

Depois que você se acostuma a usar um aparelho tão grande, até a tela de 4,7 polegadas do iPhone 6 se torna pequena. A tela de 4 polegadas do iPhone 5s então, nem se fala, e a minúscula tela de 3,5″ do iPhone 4 parece de brinquedo. Pra quem gosta de espaço como eu, não é sacrifício nenhum usar uma tela tão grande, muito pelo contrário, mas o iPhone 6 Plus não é para qualquer um, e muitos usuários já vão ficar plenamente satisfeitos com a tela do iPhone 6. Dito isto, ele tem suas vantagens. Com o iPhone 6 Plus, você pode girar a home para usar o smartphone sempre na horizontal, se assim preferir, e vários aplicativos já estão otimizados para melhor aproveitar todo o espaço disponível.

Como citei no começo do texto, outra grande diferença entre o iPhone 6 e o 6 Plus é a estabilização óptica de imagens. A câmera do iPhone 6 Plus usa o processador A8, o coprocessador M8 e o giroscópio para tirar fotos de ótima qualidade, mesmo em condições de baixa luminosidade. Se você preferir usar o flash, ele tem tecnologia True Tone, assim as fotos ficam com cores mais naturais.

A câmera de 8 megapixels tem lente de 5 elementos com abertura ƒ/2,2 e grava vídeos em Full HD em 30 ou 60 frames por segundo, em câmera lenta com 120 ou até 240 frames por segundo, além de fazer timelapses e panoramas com até 43 megapixels. O 6 Plus também conta com câmera frontal HD de 1,2 megapixels com abertura ƒ/2,2.

Se você pensa em comprar o iPhone 6 Plus, vale destacar que é impossível usar o aparelho com uma só mão sem ter que apelar para o recurso que a Apple chama de “alcançabilidade”, ou “reachability”. Esta “alcançabilidade” traz o conteúdo para perto dos dedos com dois toques no botão home, algo que depois que você se acostuma, é difícil viver sem, e que torna o 6 Plus mais fácil de usar do que aparelhos com telas menores, mas também grandes demais para serem usados com uma só mão.

Quem sabe em uma próxima versão, o conceito possa ser melhorado para que você possa incluir alguns apps que usa no dia a dia, permitindo que você navegue pela tela em destaque, ou quem sabe até possa rodar outro aplicativo no espaço que fica sobrando, mas por enquanto ele já é suficiente para você clicar no botão de enviar um tweet ou post no Facebook, por exemplo, e faz a diferença na prática.

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emAnálise Apple e Mac Resenha

Estudo: apps rastreiam sua posição uma vez a cada três minutos

Por em 25 de março de 2015

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Nós temos plena consciência que para alguns aplicativos mobile, saber onde nós estamos é essencial. Apps como Foursquare, Google Maps, Weather Channel e similares precisam ter acesso à nossa localização para funcionarem minimamente bem.

Mas e quanto a outros apps que em tese não precisam ter acesso a essa informação? Pois tem muitos deles, principalmente na plataforma Android que desejam saber mais do que deveriam e, caso o usuário não verifique suas permissões está permitindo que empresas desenhem um mapa extremamente preciso de todos os lugares que você frequenta. Sem exageros.

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emComputação móvel Internet Planeta Sem Fio Segurança Software Telecom