Série Tales Of terá jogo de estratégia para Android
A Namco Bandai revelou uma bela surpresa para os fãs da série Tales of, a produção de um jogo de estratégia por turnos e ao contrário do que muitos poderiam imaginar, ele não será lançado para os consoles, portáteis ou mesmo para dispositivos iOS, mas para aparelhos que trazem o Android como sistema operacional.
Previsto para chegar ao Japão no dia 2 de julho, Tales of the World: Tactics Union trará diversos personagens conhecidos da franquia, como Lloyd Irving do Tales of Symphonia e Guy Cecil do Tales of the Abyss, além de dois novos mascotes, um parecido com uma estrela e outro com uma meia lua.
O game utilizará a tela sensível ao toque dos celulares e tablets para permitir que o jogador movimente as unidades pelos cenários e será distribuído gratuitamente, com itens diversos podendo ser adquiridos com dinheiro real, porém, será necessário assinar um serviço da distribuidora KDDI, que custa US$ 5 por mês, para ter acesso ao título.
Nenhuma informação foi dada sobre um possível lançamento no ocidente, mas como a franquia não é tão popular por aqui como é no Japão e dado o modelo de distribuição, é pouco provável que um dia possamos jogar o Tales of the World: Tactics Union, infelizmente.
[via Siliconera]
Jetpack Joyride ultrapassa os 25 milhões de downloads e parte para o Facebook

Jetpack Joyride é um jogo originalmente desenvolvido para iOS, lançado ao final de 2011 e que já conta com mais de 25 milhões de downloads. O jogo é gratuito e pode ser baixado pela App Store via iTunes, com pacotes de moedas do jogo que podem ser comprados separadamente, com dinheiro real.
Mas agora, mesmo aqueles que não possuem um iPhone, um iPod Touch ou um iPad, poderão voar em jetpacks, encarnando Barry Steakfries – o herói do jogo em suas aventuras, pois uma versão open beta de Jetpack Joyride já está disponível no Facebook.
Através da rede social, os fãs de Jetpack Joyride poderão compartilhar seu vício sua paixão pelo jogo com seus amigos, comparar as distâncias percorridas por cada um, completar achievements e mostrar a todos de sua rede; e claro, comprar moedas do jogo com dinheiro real. As moedas podem ser conquistadas pouco a pouco ao jogar, e servem para comprar itens do jogo, como novas roupas, novos e divertidos jetpacks, upgrades para os veículos, utilidades e gadgets, que poderão ser utilizados em suas próximas partidas.
O jogo é da desenvolvedora australiana Halfbrick Studios, que também é a responsável por outro título de grande sucesso nos dispositivos móveis – o Fruit Ninja, que tem versões para iOS, Android, Windows Phone, Symbian e Bada, além de uma versão para o console XBox 360, com suporte ao Kinect.
“Com o sucesso de Jetpack Joyride na plataforma iOS, faz sentido para nós levar Barry à toda a comunidade do Facebook.” – conta Phill Larsen, responsável pelo marketing na Halfbrick.
[via Joystiq]
App do dia: My Data Manager
Uma das curiosidades mórbidas de donos de smartphone é o quanto eles comem de tráfego de dados. Em tempos de planos ilimitados de 2GB/mês, é uma preocupação válida. Será que Drawsomething é um devorador de bytes? Será que um videozinho do youtube mobile é mesmo o monstro que falam? (dica: é)
Samsung lança Galaxy S III–Descontando as frutices, excelente aparelho
Fora Steve Jobs, que conheci só por vídeos e de quem mantenho 1 grau de separação, em todos esses anos nessa indústria vital já vi ao vivo gente como Woz, Michael Dell e Steve Ballmer. O Dell é um chato, corporativo até o osso. Woz e Ballmer carecem do genial domínio de palco de Jobs, mas vencem pela paixão.
Cada um na sua área são apaixonados pelo que fazem, e isso passa para a platéia.
Esse entusiasmo foi tudo que não apareceu na apresentação da Samsung, seja no japa* falando inglês de aluno de comercial que escolheu o curso errado, seja da VP de Marketing que parecia uma robô cilônia rodando KDE, de tanta emoção e alegria ausentes.
* eu sei
A falta de entusiasmo era até conceitual, focando em bobagens de marketing como dizer que “o aparelho foi inspirado em água, vento, folhas e pedrinhas” (só faltou o Coração pra gritarem VAI PLANETA!). Essa fofoletização do produto parece coisa de quem leva o Jobs a sério quando ele diz que o iPad é mágico, e tentou contra-atacar com algo projetado por fadinhas.
Não é. O SIII não tem nada de Mertiolate que não arde. Ele é um monstro, um trem, um motor de navio, um processador boçal de 4 núcleos, 1.4GHz e cuja comparação mais próxima é o Hulk no filme dos Vingadores.
Para diminuir pirataria, desenvolvedor pede Steam no Android

Uma das maiores reclamações dos estúdios em relação ao Android como plataforma de jogos é a facilidade na pirataria e pouco depois de lançar o Football Manager Handheld 2012 para o sistema do robozinho, Miles Jacobson, diretor da Sports Interactive, revelou em um blog a impressionante informação de que a taxa de pirataria na plataforma está na casa de 90% e sugeriu que o Steam poderia ser uma ótima maneira de resolver o problema.
“O que precisamos realmente para o Android é uma loja que não apenas torne fácil para as pessoas comprar e acessar seus jogos, mas que também ofereça serviços como placares globais e funções de comunidade, além de um DRM que não incomode o consumidor. Um sistema que lhe permita jogar com seus amigos. Uma loja online que atue essencialmente como o iTunes, o Game Centre e uma rede social para os usuários do Android, tudo em um só lugar.
O PC e o Mac receberam uma grande inovação há alguns anos construída por Gabe Newell e sua equipe na Valve que faz tudo isso, ela se chama Steam. Algo como o Steam no Android pode revolucionar o mercado para todos nós – estamos numa época em que as desenvolvedoras e as editoras estão virando as costas para o Android devido a todos os problemas que o mercado possui, ao invés de abraçá-lo.”
Jacobson também declarou que não há desculpas para a a pirataria e atacou aqueles que apontam o preço do jogo (cerca de R$ 19) como motivo para ele ter sido tão pirateado, dizendo que os jogos são uma forma de entretenimento e não uma direito humano.
Eu não sei se a ideia dada por ele seria válida, mas a minha dúvida mesmo é porque o Google não faz nada em relação a isso, afinal, a responsabilidade deveria ser deles, mas será que a empresa está interessada em resolver o problema?
[via Eurogamer]
App do Dia: Pocket, ex-Read it Later
Mais do que escrever, a habilidade essencial para quem vive de fuçar a internet catando coisas legais para kibar publicar é organizar o material coletado. Descobri que quebra muito o ritmo, principalmente se você utiliza um tablet, parar a navegação para copiar a URL da página para algum lugar.
Há um monte de serviços que se propõe a resolver isso, mas a maioria se concentra em armazenar o conteúdo, o que é excelente no tablet, mas overkill no PC.
Com várias extensões para a maioria dos browsers, uma versão web sem frescuras e integração com tudo que é aplicação mobile das mais diversas plataformas, o Read It Later é excelente por exemplo para ler notícias no Flipboard, salvar com dois cliques e continuar lendo sem interromper a experiência.
A única desvantagem dele é que era pago, mas até isso resolveram. Como não conseguiram funciona no modelo de negócios cobrando $5 pela aplicação, decidiram colocar tudo de graça. Não me pergunte como, funciona lá pras bandas deles.
O funcionamento é o mais simples possível: Você se cadastra, vai nos programas agregadores que costuma usar, configura username e senha (ou configura um email autorizado a enviar URLs) e pronto. Mais de 300 aplicações mobile possuem suporte ao Pocket (falei que o Read It Later mudou de nome, né?). Se quiser nem precisa baixar o cliente no seu dispositivo móvel.
No computador você acessa www.getpocket.com, e suas URLs salvas serão automagicamente combinadas, formando um layout de revista (de nada, Flipboard). OU, se você usar uma extensão do browser, terá sempre uma lista prática com as URLs salvas no cantinho da tela.
Você pode marcar como lida, ela some da lista, ou no caso da versão mobile ou web da “página”, mas permanecem num arquivo morto, que é essencial e já salvou minha vida várias vezes.
Dá para escolher se você quer o conteúdo completo, somente as fotos salvas ou somente os vídeos.
A leitura é feita naquele modo limpo, como o Reader do Safari, torna o download muito mais rápido e aproveita totalmente a área do dispositivo ou do browser.
Se eu já recomendava antes, recomendo mais ainda.
Would you like to know more?
- Onde achar: Aqui, no GetPocket.com
- Roda em quê: iPhone, iPad, Android, Windows Phone, Blackberry, WebOS e até Symbian S60
- Quanto custa: Zica, Nada, zeroth
- Qual a melhor extensão pra Chrome? Essa diaba impronunciável aqui.

