Twitter revelou epidemia de cólera duas semanas antes do governo

Por: em 11/01/12 na(s) categoria(s): Ciência, Meio Bit


Segundo um estudo pulicado no American Journal of Tropical Medicine and Hygiene, provou que através do Twitter foi possível obter dados, em tempo real, sobre uma epidemia de cólera no Haiti. Algo que o governo só veio conseguir identificar duas semanas após. A frase de um dos autores do artigo é ótima, Rumi Chunara (PhD) diz que “nós podemos usar essas ferramentas para pegar informações cedo sobre o “alastramento” de uma doença e pedir reforços ou controlar de forma eficiente e rápida“.

Tanto Chunara quanto os outros autores do artigo, Dr. Jason R. Andrews, MD, e John S. Brownstein, Ph.D dizem que o Twitter não só pode, como ajuda epidemiologistas e doutores, a descobrirem o quão rápido uma doença está se espalhando e ajudar no controle da mesma.

E como foi feito esse estudo? Os autores criaram uma busca na timeline com os termos colera e #colera (claro, em inglês) do dia 20 de outubro de 201o ao dia 3 de novembro de 2010, durante esse tempo, 65.728 tweets contendo esses dois termos foram postados pelo Twitter. Eles também usaram outra ferramenta chamada HealthMap, que monitora notícias pelo mundo (através do Twitter). Coletaram cerca de 188 mil tweets dos primeiros 100 dias depois do primeiro caso reportado.

Assim como o Twitter pode ser usado para o mal, é possível encontrar bons usos para o Twitter, até mesmo ajudar a prevenir uma epidemia mundial.

Com informações do Mashable.

App do Dia (talvez do Ano)–Flipboard para iPhone

Por: em 07/12/11 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Resenha, Software


IMG_2120O Flipboard é a aplicação-vitrine do iPad. Eu aposto o Macbook Air* que o MeioBit dará de bônus para seus autores que a Apple paga uma boa grana para mantê-lo restrito ao mundo iOS. É o primeiro agregador que conseguiu unificar Twitter, Facebook, Flickr, Instagram e GReader sem transformar o tablet em uma penteadeira de dama que troca favores por dinheiro.

* imaginário

Por muito tempo foi cobrada uma versão para iPhone, mas sempre ficou a dúvida: Como a interface funcionaria em uma tela pequena? Não ficaria tudo apertado demais? A usabilidade do Flipboard, a facilidade descompromissada de folhear listas de Twitter e todo tipo de post ficaria comprometida?

Agora que a aplicação foi lançada e já está disponível no iTunes, podemos descobrir!

O pacote de instalação tem pífios 8,7MB, o Flipboard segue a Escola µTorrent de Programação Otimizada, portanto o download pode levar no máximo algumas horas, dependendo de sua operadora brasileira de 3G.

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[App do Dia] Yiip para iOS, Instagram de voz. É, mais um.

Por: em 17/10/11 na(s) categoria(s): Celular, Mobile


Yiip

Há uma sequência de sub-redes sociais que normalmente, uma atrás da outra, atuam como pequenos parasitas do Twitter ou do Facebook a oferecer algo micro no mesmo formato.

Aplicativos como o Path, Viddy, Instagram e companhia, cada um ao seu jeito, oferecem a oportunidade do sujeito publicar para o mundo fotos, vídeo ou texto em seus servidores, clonando tudo nas redes sociais mais populares.

O Yiip segue a rima, só que com apenas 10 segundos… de voz. Há algumas vantagens coisas nele. Como por exemplo a possibilidade de formar grupos fechados para troca de Yiips (sim, mais um nome todo hipster para a sua coleção). Mas, considerando serviços como o iMessage ou os Voxer/Pingchats da vida, que vantagem Maria leva?

É meio que a mesma coisa… não leva. Carrega. Continue lendo »

O Lift não é uma variação do Twitter. Quer dizer, não será.

Por: em 25/08/11 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit


Liftdo

“Alcance Qualquer Coisa”

Além da frase de chamada, um box para que você insira seu endereço de e-mail e uma landing-page muito jeitosa, os co-fundadores do Twitter Biz Stone e Evan Williams (The Obvious Corporation) não dizem uma sílaba sequer a mais a respeito do Lift.

Eles concordaram em financiar o empreendimento de Tony Sttublebine (CEO da Crowdvine Event Social Networks) e de Jon Crosby (ex-diretor de engenharia do Path), que igualmente herméticos sobre a sua finalidade, por enquanto, deixam tudo correr em total sigilo de desenvolvimento.

Ambos alegam ter criado “uma nova e interessante aplicação capaz de desbloquear o potencial humano através de reforços positivos”. E só. Continue lendo »

Sony mostra suas armas na Gamescom

Por: em 16/08/11 na(s) categoria(s): Games, Sony


Há pouco a Sony realizou na cidade de Colônia, na Alemanha, a sua apresentação na Gamescom, feira de games dedicada ao mercado europeu e entre uma infinidade de jogos casuais para o move, apresentações de dança e um ou outro trailer de jogos aguardadíssimos, como o Uncharted 3: Drake’s Deception, algumas novidades interessantes foram reveladas.

Entre os jogos podemos destacar o anúncio do inFamous 2: Festival of Blood, título que será vendido por download, funcionando independentemente do segundo jogo da franquia e que mostrará o protagonista após ter sido transformado num vampiro, tendo pouco dias para encontrar uma cura. Tivemos ainda um interessante Escape Plan para o Playstation Vita, além do Resistance: Burning Skies, que também levará a franquia para o portátil e revelará um pouco da história antes do segundo jogo, nos colocando no papel do bombeiro Tom Riley. Ainda sobre o Vita, também foi dito que ele terá aplicativos para as principais redes sociais, como Facebook, foursquare, Skype e Twitter.

Resistance: Burning Skies

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Londres quer acessar ou interromper os Blackberries para controlar a onda de violência

Por: em 10/08/11 na(s) categoria(s): Internet, Meio Bit, Mobile


David Lammy, membro do parlamento britânico por Tottenham, fez um apelo público pelo Twitter e pelo rádio na BBC para que a RIM, fabricantes dos Blackberries, suspenda o uso do Blackberry Messenger no Reino Unido.

“Essa é uma das razões pelas quais criminosos não sofisticados estão vencendo forças policiais sofisticadas” — via Twitter.

Lammy alerta para o fato de que pode haver inclusive corpos em muitos dos prédios vandalizados, tamanha a violência dos ataques. O tempo vai passando e se vê pouca ou nenhuma relação entre a morte de um morador local e a pior onda de violência na Inglaterra das últimas décadas.

De qualquer modo, uma juventude de imigrantes em uma região que já teve seus maus momentos de conflito com as autoridades e altas taxas de criminalidade parece encontrar no viés da manifestação uma oportunidade para pilhar, subtrair ilegalmente e simplesmente destruir tudo o que vem pela frente.

Não se ouvia o governo Inglês recomendar aos seus cidadãos que evitem sair de casa há muito tempo. Mas não são apenas bairros cascudos como east Tottenham que tem sido alvo da arruaça generalizada. Birmingham, a segunda maior cidade do reino, também teve suas lojas invadidas e roubadas, com carros e prédios colocados em chamas.

Em uma das cidades mais multiculturais do mundo, a sensação neste momento é a de que a polícia realmente não tem sido capaz de proteger seus cidadãos. E a troco de quê? Sociólogos se entopem de café e pouco dizem.

No meio de uma onda quase fenomológica de violência, a tecnologia acaba desempenhando um papel de vilão, não de mocinho. Praticamente todos na malandragem por lá favorecem a utilização do Blackberry Messenger ao invés do Twitter – este só usado por quem quer voluntariamente levar borrachada no kengo enquanto protesta pacificamente – pelo simples facto de que a polícia, não consegue acessa-lo.

Anteontem (8), a RIM publicou uma nota dizendo que “assim como em outros mercados do mundo onde o Blackberry está disponível, nós cooperamos com as operadoras locais de telecom, as forças policiais e oficiais de regulamentação”. As autoridades britânicas ainda não se convenceram se podem ou não contar com os logs da empresa para procurar os perpetradores.

A empresa, por outro lado, acabou declinando dizer publicamente se vai ou não entregar os logs e detalhes de seus usuários à polícia britânica. Em paralelo, todo mundo suspeita da última notícia de que ontem (9) o blog da empresa “Inside Blackberry” foi hackeado por um grupo que se auto-intitula “Teampoison“. Assim que invadiram o blog da RIM, publicaram um aviso alertando para que a empresa não coopere com a polícia da rainha:

“Vocês NÃO colaborarão com a polícia do R.U., porque se o fizerem membros inocentes do público que estiveram no local errado, na hora errada e que tinham um Blackberry serão acusados injustamente” — dizia parte da ameaça.

“Se vocês oferecerem à polícia apoio revelando chat logs, locações de gps, informações de cliente e acesso aos seus Blackberry Messengers vocês irão se arrepender. Nós temos acesso aos seus bancos de dados, que incluem informações de seus funcionários; e.g – endereços, nomes, telefones, etc. Portanto, se vocês colaborarem com a polícia nós IREMOS tornar essas informações públicas e as passaremos para os manifestantes” — concluíram.

Sameet Kanade, que trabalha para a Northern Securities de Toronto (Canada) afirma que “a RIM precisará de uma diretiva das autoridades britânicas e do apoio das operadoras. Interceptação jurídica é a única razão legalmente válida para que um fabricante de aparelhos possa intervir”.

E ainda adiciona:

“Em termos do mecanismo em si, a RIM sempre alegou que não era capaz de decriptar ou decifrar messages roteadas a partir de servidores BES ou BIS, podendo ser apenas capaz de desabilitar o roteamento de mensagens na melhor das hipóteses”

Um outro analista, o britânico Geoff Blaber da CCS Insight acredita que “uma opção seja a empresa desligar o serviço. O problema é que o BBM é muito popular por aqui e tem uma base enorme no Reino Unido“.

A RIM tem mais de 45 milhões de clientes em todo o mundo, sendo que 70% deles utilizam o serviço diariamente enviando bilhões de mensagens todo mês.

Um possível desligamento não comprometeria usuários com planos de dados, por exemplo. Entretanto, milhares de outros ficariam incapacitados de utilizar um serviço, a princípio, garantido em contrato. Uma situação extremamente delicada para a empresa.

A empresa já enfrentou problemas com a China, India e os Emirados Árabes Unidos, onde se prontificou a oferecer parte do acesso aos serviços, alegando que não tinha possibilidade técnica de interceptar emails corporativos em seus populares dispositivos.

Todos estes países ainda pleiteiam acessar os serviços da empresa em sua totalidade, sob a justificativa de que não o fazendo, ficam vulneráveis a ataques iminentes cuja principal fonte de organização conta com a colaboração indireta dos serviços nos Blackberries.

Já em Londres, o Comissário Adjunto da Polícia Metropolitana, Stepehn Kavanagh, disse que “a polícia local empreende um extenso monitoramento desse modelo de mensagens nos Blackberries e que na realidade, muitas pessoas estão recebendo essas mensagens as estão encaminhando para a polícia”.

Questionados sobre como eles estão fazendo para monitorar os Blackberries no Reino Unido, os representantes da polícia metropolitana e da Scotland Yard não quiseram se manifestar.

 
 
fonte: Reuters e outras fontes na rede.
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