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Digital Drops Blog de Brinquedo

Em pré-venda, o Pebble Time já arrecadou US$ 7 milhões no Kickstarter neste 1º dia!

Por em 24 de fevereiro de 2015
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Pebble Time, disponível em apenas 3 cores: preto, branco e vermelho (crédito: Kickstarter)

Antes de tomar nosso grande próximo passo pode ser interessante termos a humildade de olhar para nossas origens, de onde viemos. Onde queremos estar? No caso do Pebble, continuar no topo.

Se o Pebble original precisou da ajuda do financiamento coletivo para tornar-se o pioneiro nos smartwatches, seu sucessor pôde se virar sozinho. Embora não tenhamos números específicos (o modelo original vendeu 400 mil unidades no 1º ano), podemos supor que o Pebble Steel tenha vendido bem. E isso mesmo custando US$ 249, ou 100 dólares a mais que o modelo original no respectivo lançamento. Ainda bem que o sucesso de outros smartwatches como o Moto 360 fizeram o preço dos Pebble baixar bastante.

Ao meio-dia de hoje (24/02), a loja oficial da Allerta anunciou um novo Pebble: trata-se do Pebble Time, cuja pré-venda está sendo realizada exclusivamente no Kickstarter.
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emAcessórios Computação móvel Web 2.0

“E aí Siri, beleza?” — próxima versão do iOS (8.3) vai falar em bom português brasileiro

Por em 23 de fevereiro de 2015
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Belo espelhinho, dona Apple (crédito: PPLware)

A caravela do grande império multibilionário da Maçã maligna de Cupertino finalmente desembarca na terra descoberta conquistada por Pedro Álvares Cabral. Foram quase 4 anos e quase 4 versões de espera (isso no iPhone, no iPod Touch e iPad seriam 3), mas finalmente a assistente virtual do iOS vai entender e falar com quase 300 milhões de lusoparlantes.

Foi descoberto no beta do iOS 8.3 que a Siri vai ter como nova opção o português brasileiro. Foi mal aí, Portugal.
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Sony planeja deixar de ser uma fabricante de eletrônicos

Por em 19 de fevereiro de 2015
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Kazuo Hirai, atual CEO da Sony (crédito: The Verge)

Se um grande conglomerado industrial está indo mal, o melhor para acalmar os acionistas e outros investidores é dar um jeito de obter liquidez. Uma boa forma de fazer isso é vender todo o patrimônio não essencial e/ou deficitário. Que o diga a Sony.

Mesmo cobrando muito caro pelos produtos num passado não muito distante, a japonesa teve que vender a linha VAIO. Seus atuais donos, inclusive já estão lançando novos produtos:
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emApple e Mac Destaque Destaques Indústria Mercado Sony

África, Brasil ou EUA: quem levaria o Darwin Awards da não vacinação?

Por em 17 de fevereiro de 2015
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Não queira encontrar uma Taenia saginata dentro de você (crédito: Alamy / BBC)

Cinquenta e quatro por cento, pouco mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas. Em 2050, seríamos 66%. Vivendo na cidade ou no campo, quarenta por cento das pessoas que atualmente vivem neste planeta não têm acesso a saneamento básico.

São 2,5 bilhões de pessoas que convivem com lixo e esgoto diariamente, com o risco de doenças e infestações por parasitas. A forma mais barata de evitar tais riscos é uma boa educação pública, que ensine os cidadãos a terem higiene. Medidas como lavar as mãos, ter cuidados com os alimentos, evitar andar descalço em via pública já evitam muitos problemas.

No caso de doenças infecciosas, outra forma bem popular de prevenção são as vacinas. As vacinas estão mantendo boa parte do mundo seguro contra epidemias que já foram terríveis num passado distante. Infelizmente essa segurança ao erradicar diversas doenças faz com que alguns indivíduos confiem demais na própria sorte.
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emDestaque Destaques Medicina Miscelâneas

Prepare as fichas, vem aí um novo Dissidia Final Fantasy

Por em 16 de fevereiro de 2015
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Ehrgeiz, dos arcades japoneses da Namco para o PlayStation

Se há uma franquia de jogos de luta com jogabilidade e gráficos bidimensionais que o tio Laguna gosta mesmo é The King of Fighters. Ao menos nos primeiros episódios, a saga Orochi tinha um enredo muito bom e sistemas de jogo que me faziam sentido.

Quando os jogos de luta evoluíram para gráficos tridimensionais, tivemos duas vertentes: os jogos que mantinham a jogabilidade 2D e aqueles onde os personagens realmente lutavam em um ambiente tridimensional. Um destes foi Ehrgeiz, um jogo de luta 3D com jogabilidade tridimensional desenvolvido pela então Squaresoft para os arcades da Namco lá em 1998. Para aproveitar o grande hype e o ostensivo marketing do (na minha opinião) insosso Final Fantasy VII, o jogo de luta vinha com alguns dos personagens do tal JRPG.

Infelizmente Ehrgeiz parecia ser apenas mais um jogo de luta, um wrestling bem genérico. Embora tivesse cenários tridimensionais em vários níveis, o sistema não possuía o refinamento de um Soul Blade / Soul Edge da vida. Ehrgeiz até tinha potencial, mas somente uma década depois a Square Enix viria reutilizar vários dos personagens da franquia Final Fantasy em um jogo de luta tridimensional com jogabilidade idem. Era Dissidia Final Fantasy, um ótimo jogo exclusivo da aberração chamada PlayStation Portable (PSP).
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Vendas NPD — janeiro: com Dying Light, PS4 vence Xbox One nos EUA

Por em 13 de fevereiro de 2015
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Xbox One voltou ao preço normal? PlayStation 4 disse olá, com a ajuda do Dying Light

Enquanto aqui no Brasil o mês de janeiro normalmente possui em seu início algumas das melhores promoções de queima de estoque, lá nos Estados Unidos ele é considerado um mês bastante fraco. Principalmente quando comparamos as vendas físicas com novembro (Black Friday) e dezembro (Natal).

A promoção do Xbox One a 349 dólares acabou dia 4 de janeiro e a versão sem Kinect voltou ao patamar dos 399 dólares. Logo depois, dia 15 de janeiro, a Microsoft voltou a ofertar o console por US$ 349 mas o estrago já estava feito: depois de dois meses em segundo, o PlayStation 4 retorna à liderança da oitava geração no maior mercado de videogames do mundo.

Apesar da vitória do PS4 em janeiro, a base instalada total do Xbox One naquele país está muito próxima de alcançar o console da Sony, algo que torna a disputa bem equilibrada. Infelizmente, para a Microsoft e seus acionistas, ela vai precisar manter artificialmente um preço abaixo do custo.
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Aleluia, irmãos: a Apple vai permitir apps com 4 GB

Por em 12 de fevereiro de 2015
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♪♫ Ei irmão, vamos seguir com fé tudo que ensinou o homem de Cupertino ♩♬ (crédito: The Onion)

Confesso que um dos fortes motivos pelos quais comprei o iPad mini 3 foi para jogar Dragon Quest VIII numa tela maior que a do iPhone 4S. O jogo é simplesmente maravilhoso, um dos melhores da franquia Dragon Quest, mas tem um defeito meio grave em comparação com a versão original do PlayStation 2: para o aplicativo caber em 1,5 GB; a desenvolvedora Level-5 teve que tirar a ótima dublagem norte-americana.

A App Store limitava o tamanho máximo dos aplicativos em 2 GB, o que supostamente impediu que versões mobile de jogos como o (na minha opinião) medíocre Final Fantasy VII fossem lançados na lojinha da Apple. Junto a joysticks licenciados, agora desenvolvedoras e editoras como a Square Enix não têm mais desculpas para jogos maiores e mais complexos nos smartphones e tablets!
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