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Homem joga arcade por 85 horas usando apenas uma ficha

Por em 14 de abril de 2014

Armor-Attack

Para quem nunca jogou em um fliperama, esse conceito pode ser até um pouco absurdo, mas um dos princípios daquelas saudosas máquinas era fazer com que o jogador perdesse suas vidas o mais rápido possível. Isso permitiria uma maior rotatividade entre os jogadores, além de dar mais dinheiro aos seus criadores, afinal, para continuar jogando, teríamos que comprar mais fichas.

Como a maneira mais simples de fazer isso era aumentando a dificuldade dos jogos, ir o mais longe possível utilizando apenas uma ficha acabava se tornando motivo de orgulho entre a molecada, mas para o bem de todos nós, não tivemos que crescer ao lado de John Salter.

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emCultura Gamer Games Museu

Preparem-se guerreiros, o Gauntlet está voltando!

Por em 17 de março de 2014

gauntlet

Nascida nos Arcades no longínquo ano de 1985, a série Gauntlet passou por uma séries de plataformas, mas desde 2005 estava esquecida. Os fãs não viam a hora de voltar aos perigosos calabouços da franquia e graças a Warner Bros. Interactive Entertainment, isso deverá acontecer durante o nosso inverno.

Com a promessa de que o jogo será totalmente refeito, mas que muitas de suas características serão mantidas, como por exemplo os quatro guerreiros que poderemos controlar e que contam com características distintas, esta nova versão será lançada exclusivamente no Steam, com o seu desenvolvimento ficando a cargo da Arrowhead Game Studios, estúdio que ganhou popularidade graças à série Magicka.

“Para nós da Arrohead, o Gauntlet é um dos mais influentes jogos de nossa infância e é fantástico poder trabalhar com a Warner Bros. Interactive em uma nova versão,” declarou o empolgado CEO da desenvolvedora, Johan Pilestedt. “O Gauntlet é uma das propriedades mais originais e conhecidas dos videogames e estamos buscando criar uma nova abordagem, embora fiel à original, sobre esta obra-prima do multiplayer.”

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emComputadores Museu

Talvez os jogos não sejam tão caros quanto pensamos

Por em 13 de fevereiro de 2014

arcade

O que você acha de pagarmos US$ 60 por um lançamento? Considera o valor é alto demais? Pois o game designer e arquiteto do PlayStation 4, Mark Cerny, participou recentemente de uma palestra no DICE Summit onde defendeu uma teoria interessante, dizendo que na verdade o complicado era no início da década de 80.

Aqueles jogos eram os mais caros para se jogar. Você pagava 25 centavos por alguns poucos minutos. A expectativa hoje é de que os games sejam gratuitos ou custem US$ 60 por muitas horas de jogo.

Um dos motivos para esses curtos períodos de jogos na época dos arcades era a ansiedade das desenvolvedoras em recuperar logo o investimento. Para se ter uma ideia, era necessário que um game fosse jogado cerca de 20 mil vezes para que uma máquina se tornasse lucrativa e por isso os títulos que durassem mais do que dois minutos e meio corriam um grande risco de darem prejuízo.

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emIndústria

Criador do Space Invaders admite ser péssimo nos games

Por em 21 de outubro de 2013

Tomohiro Nishikado

Uma das ilusões que temos sobre os responsáveis pela criação de games é que eles são exímios jogadores, principalmente quando se trata daqueles que desenvolviam games numa época em que as equipes eram muito pequenas.

Talvez boa parte deles até se encaixem nesta definição, mas no caso de Tomohiro Nishikado, criador do lendário Space Invaders, esse raciocínio não poderia estar mais longe da verdade.

Em uma entrevista concedida ao The New Yorker, o japonês disse que resolveu criar o game por na época estar viciado no Breakout e por ter se convencido a criar algo melhor, mas admitiu não ser um bom jogador.

Eu sou péssimo nos videogames. Na verdade, me esforço para passar da primeira fase do Space Invaders. Eu balanceei a dificuldade do jogo baseado no feedback das pessoas que trabalhavam comigo. Se tivesse decido sozinho, o Space Invaders teria sido um jogo muito mais fácil.

Chega a ser engraçado vermos um comentário como este sendo feito justamente por alguém que deu vida a um dos maiores ícones da indústria e isso me faz pensar na quantidade de game designers que nunca tiveram coragem de admitir que também são muito ruins em suas criações.

emMiscelâneas

Produtores japoneses listam seus jogos favoritos

Por em 18 de outubro de 2013

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Uma coisa da qual eu não me canso de saber é quais os jogos favoritos de alguns dos responsáveis pela criação de outros games e e tendo a mesma curiosidade, o assistente do editor chefe da Famitsu resolveu convidar quatro game designers para tomar uns drinques em algum bar japonês e o que Kadoman Otsuka conseguiu tirar deles foi publicado na última edição da revista.

Alguns poderão lamentar o fato do rapaz não ter entrevistado os nomes mais famosos da indústria local, mas na minha opinião, é exatamente isso o que torna o artigo tão bacana, já que foge um pouco do lugar comum. Veja só que eles disseram:

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emCultura Gamer Museu

Um passeio por um museu de fliperamas nos EUA

Por em 15 de outubro de 2013

National-Museum-of-Play

Se você for aos Estados Unidos e quiser conhecer um pouco da história dos videogames, uma boa dica é visitar a cidade de Rochester, no estado de Nova York. Lá está situado o National Museum of Play, um espaço dedicado aos brinquedos e que além de ter adquirido uma impressionante coleção de 7.000 jogos japoneses, organizou recentemente uma exposição onde os arcades eram o destaque.

No lugar estiveram em exibição algumas das máquinas mais raras do planeta, como um Tetris com peças e controles enormes, uma recriação do fliperama da animação Detona Ralph, um gigantesco pinball do Hercules ou ainda um fliperama que oferecia jogos do Super Nintendo.

No vídeo abaixo é possível ver o editor do blog Game|Life testando algumas dessas máquinas e tenho quase certeza que boa parte do pessoal que passou horas dentro de fliperamas nas décadas de 80 e 90 sentirá uma grande inveja do sujeito.

Brincadeiras a parte, isso me fez perceber que sinto falta dos fliperamas, da sensação que era entrar naqueles lugares onde a única coisa que importava era tentar conseguir a maior pontuação possível ou sagrar-se o melhor do lugar. Quer dizer, pelo menos era assim que se sentiam aqueles que estavam ali interessados apenas nos jogos.

Infelizmente essa época não deverá voltar, mas se você se é um apaixonado pelo assunto, vale a pena ficar de olho na página do California Extreme, evento que anualmente reúne aqueles que tentam manter vivo o (bom) espírito dos fliperamas.

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emCultura Gamer

Capcom lança documentário sobre série Street Fighter

Por em 2 de setembro de 2013

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Existem vários jogos que são considerados muito bons, mas apenas alguns conseguem a façanha de se tornarem ícones culturais. Títulos que são conhecidos mesmo por pessoas que não gostam muito de videogames ou que possuem um papel fundamental na nossa formação como gamers e um que merece entrar para essa seleta lista é o Street Fighter II.

Aquele jogo foi o responsável por ter me levado a frequentar fliperamas quando ainda era uma criança e acho que nunca esquecerei a primeira vez que vi dois lutadores, um de quimono branco e outro de vermelho, trocando Hadoukens e Shoryukens numa máquina escondida num boteco perto de onde morava. Aquilo estava tão distante do que víamos nos consoles que de um momento para o outro perdi completamente o interesse no meu Mega Drive e só pensava em passar o dia naquele estabelecimento gastando algumas moedas, o que logo me rendeu uma bronca épica e um castigo ainda mais grandioso.

Veio então a promessa de que os consoles de 16 bits ganhariam uma versão do game e como muitos donos do aparelho da Sega na época, tratei de garantir um daqueles controles com seis botões, só para jogar no conforto da minha casa aquele que provavelmente é o mais importante jogo de luta história.

Mas se você também teve a sorte de viver o auge dos fliperamas, é muito provável que tenha alguma história para contar em relação a série Street Fighter e para ajudar a relembrar aqueles momentos, a Capcom disponibilizou na integra através do Youtube o excelente documentário I Am Street Fighter – 25th Anniversary Documentary.

Com 72 minutos de duração onde são contados detalhes do processo de criação e principalmente, a paixão das pessoas pela marca, o filme conta com a participação de algumas figuras importantes, como o produtor Yoshinori Ono e caso não saiba, é o mesmo documentário que acompanhava aquela bela edição de colecionador que foi lançada para comemorar os 25 anos da franquia.

Trata-se certamente de um material que deve ser assistido, mesmo pelos mais novos, nem que seja só para entender o porque de tanta idolatria.

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