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E se o PlayStation não tivesse existido?

Por em 17 de agosto de 2014
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Sim, existiu o Super Nintendo Play Station (Crédito: Kotaku)

Nintendo e Sony já trabalharam juntas para que esta criasse um drive de CD-ROM para o SNES. O ano era 1988 e o codinome do projeto era “Play Station”. Três anos depois, ao reler o contrato firmado com a Sony, o então presidente da Nintendo Hiroshi Yamauchi percebeu que estava na verdade era ajudando a criar um fortíssimo concorrente no ramo dos videogames: ele preferiu abortar tudo pois os jogos feitos para o SNES Play Station pagariam royalties de licenciamento à Sony, não à Nintendo.

Depois de algumas brigas judiciais entre as japonesas que resultaram em algumas raríssimas unidades do console híbrido, o então presidente da Sony Norio Ohga pediu que Ken Kutaragi, o homem que convenceu a Big ‘N’ a incluir um chip sonoro da Sony em cada Super Nintendo, retirasse o que havia de SNES no Play Station para desenvolver um console próprio. Nascia assim o PlayStation (duas palavras, sem nenhum espaço entre ambas), console da 5ª geração que foi lançado no Japão dia 3 de dezembro de 1994.

O tio Laguna fica aqui a imaginar: e se a história tivesse se desenvolvido de forma diferente?
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Não-tícia: o iPhone 6 agora virou celebridade e mostra demais em suposto vazamento

Por em 16 de agosto de 2014
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Jennifer Aniston não pode nem jantar em paz com os amigos (Crédito: TMZ)

Ser uma celebridade não deve ser nada fácil: não se pode sair de casa para jantar com os amigos pois você estará cercado por uma legião de paparazzi tentando capturar a melhor das brechas que ainda sobram de sua privacidade. Alguns famosos conseguem lidar bem com tal exposição dependendo da ocasião, mas convenhamos que há certos momentos onde os ilustres só querem um pouco de sossego longe dos fãs e outros stalkers.

Se há uma celebridade no mundo da tecnologia é o iPhone, mas não necessariamente o smartphone da Apple já lançado e sim o próximo. Desde 2007 que alguns blogs e portais de notícias sobre tecnologia preenchem a lacuna entre os lançamentos de novos aparelhos da Apple com os componentes que fariam parte de um novo iPhone. Toda semana há pelo menos uns 50 vazamentos de iPhone desde então.

É o tipo de pauta fácil para manter uma coluna semanal sobre a Apple: o pequeno Li da fábrica Xing-2 deixa cair uma peça, algum jornalista obtém a foto para sua coluna e diz que vai fazer parte do novo iPhone. Aí outros veículos replicam na capa tal hardnews como verdade absoluta. Alguns são mais criativos e até conseguem fazer um texto bem autoral cujo pontapé inicial foi aquela pecinha, mas são exceções.
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Vendas nos Estados Unidos em julho: The Last of Us Remastered foi o destaque

Por em 15 de agosto de 2014
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Um ano depois, uma nova versão continua no topo dos Estados Unidos (Crédito: A Pixelated View)

Normalmente o mês de julho é o menos movimentado do ano no mercado de jogos dos Estados Unidos: é o mês de férias escolares e do grande feriado nacional, o Dia da Independência (4 de julho caiu numa sexta).

Em tal cenário, é comum o número menor de lançamentos e os jogos mais vendidos em julho normalmente são mais antigos, lançados em outros meses. Ou anos.

Que o diga The Last of Us: lançado em junho de 2013 para o PS3 e liderando as vendas do mês de julho daquele ano, sua recém lançada versão PS4 repete o feito este ano. The Last of Us Remastered foi o jogo mais vendido em julho de 2014 nos Estados Unidos, sendo que precisou de apenas cinco dias para tal feito.

Outra “velharia”, o indie Minecraft continua vendendo excepcionalmente bem apesar da idade e, graças ao interesse yankee pela Copa do Mundo em sua reta final naquele mês, FIFA 14 teve bom desempenho também. Mario Kart 8, destaque de maio e junho, fechou em um milhão de cópias vendidas apenas nos Estados Unidos.

No período analisado, de 6 de julho a 2 de agosto, os consumidores americanos gastaram US$ 514,3 milhões comprando novos consoles, jogos e acessórios nas lojas. O número foi 16% maior que em 2013, que foram então 443,1 milhões de dólares.

A culpa é do PT da oitava geração, óbvio: os consoles representaram uma fatia de 198,8 milhões de dólares desse bolo, um aumento de 100% em comparação com o ano passado. Para equilibrar a situação, os jogadores lá compraram menos games que em julho de 2013: foram gastos US$ 178,2 milhões em novos jogos, queda de 15%.

Segundo o NPD Group, com relação ao software e contabilizando somente mídia física, o ranking de vendas norte-americano ficou assim em julho:
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Este protótipo de relógio calculadora da HP pode ser seu por apenas R$ 34 mil

Por em 12 de agosto de 2014
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Rádio relógio Piratron (Crédito: Retro World)

Quando mais novo, o tio Laguna era fascinado por relógios digitais. Só que o tipo de aparelho que me interessava não era do tipo que somente mostrava as horas. Eu queria algo mais.

Um dos primeiros relógios que me lembro de ter desejado bastante durante minha infância era o rádio relógio, algo bem parecido com a foto acima. Detalhe que eu nem gostava (e nem gosto) de rádio mas adorava a ideia de portar um desses no pulso. Vai que preciso disso. Na época (1990, acho) era caro mesmo comprando no Paraguai.

Alguns poucos anos se passaram, tive alguns relógios digitais mais simples e aí passando pelo Centro de Fortaleza vi este na Casa dos Relojoeiros (perguntem ao Izzy Nobre se ele ainda lembra de tal loja):
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Pai usa Find My iPhone para caçar e matar ladrão que roubou o iPhone do filho

Por em 10 de agosto de 2014
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Olha a sem-vergonhice dos vendedores (Crédito: Mercado Livre)

Se há uma reclamação constante sobre o Brasil é a segurança pública. Aqui em Fortaleza, por exemplo, ao andar na rua com fones de ouvido você estará implorando para que alguns quarteirões depois algum ladrão, em moto ou bicicleta, lhe aborde armado somente para levar o celular.

Caso o smartphone roubado seja um iPhone e o bandido não tenha a senha do iCloud, desde o iOS 7 que dá para transformar o telefone em um peso de papel remotamente com o Bloqueio de Ativação no aplicativo Find My iPhone. Este app tinha como função básica encontrar o iPhone perdido desde que ele ainda esteja online e foi o que aconteceu no causo a seguir.

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Incluindo a linha Tegra, nVidia obtém lucros de US$ 128 milhões e Nexus 9 teria K1

Por em 10 de agosto de 2014

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Para passar por épocas econômicas difíceis, muitas empresas acabam cortando custos de forma até paranoica. Um dos piores cortes que se pode fazer é no marketing: como convencer as pessoas a gastarem seu sofrido dinheiro em produtos com menor exposição, produtos esses que elas não conhecem?

Aí temos o Tegra, uma linha de produtos feitos com puro marketing da nVidia que só começou a virar hardware mobile de verdade no modesto e honesto Tegra 4, utilizado em quinquilharias Android como o Shield Portable. Mesmo começando a ser bom competidor ARM apenas em sua 4ª geração, as aberrações anteriores conhecidas por Tegra 1 a 3 conseguiram fazer a nVidia famosa nos smartphones e tablets, pelo menos entre os fanboys que pouco ou nada entendem de hardware e que adoram ostentar para outros leigos o quanto a compra foi boa. Pura auto-afirmação. Marketing.

Misturando marketing alienígena e hardware real, a camaleão verde de Santa Clara anunciou o Tegra K1 cujo desempenho gráfico é assustadoramente bom quando utilizado em um aparelho não-portátil. Sendo assim, não é surpresa ao vermos a nVidia superar as expectativas dos analistas com os atuais lucros, tendo a receita subido fortemente em comparação com o ano anterior da empresa.
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Xbox, the One: para mudar cenário, Microsoft ofereceu US$ 25 bilhões pela Nintendo

Por em 10 de agosto de 2014
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Seria uma oferta irrecusável? (Crédito: My Cinema)

Uma oferta dessas ainda não chega tão perto dos 80 bilhões de dólares que Rupert Murdoch ofereceu à Warner, mas é um belo negócio a ser considerado.

Aliás, se pudermos resumir o mais forte motivo para a SEGA cair fora do mercado de consoles em uma única palavra, seria Microsoft. A empresa vizinha da Nintendo de Redmond tinha (e ainda mantém) um gigantesco poder de marketing e, literalmente, bilhões de dólares em dinheiro vivo à disposição. Tal dinheiro foi suficiente para convencer várias grandes editoras e desenvolvedores a lançarem diversos jogos multiplataforma e até alguns exclusivos para seu Xbox.
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