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Electrolux lança o tablet mais pesado do mundo

Por: em 01/12/10 na(s) categoria(s): Hardware, Linux


Rodando Linux em um processador Freescale i.MX25 ARM a 400MHz e com 128MB de RAM o tablet I-Kitchen da Electrolux vem com tela de 480×800 pixels, wifi e já incorpora acesso a redes sociais como Orkut.

O tablet também vem com contatos, calendário, dicas, porta-retrato digital com slideshow e um amigável sistema de recados, além de uma App com mais de 600 receitas:

Voltado para o usuário doméstico o I-Kitchen não é muito portátil, e também não é barato. A Electrolux indica um preço de R$5.999,00. Olhando as imagens percebe-se que assim como o iPad a moldura em volta da tela é bem substancial.

Mesmo assim talvez o I-Kitchen ache seu público, pois além de multitarefa ele tem recursos raros na maioria dos  tablets e totalmente negligenciados pelo iPad, como um refrigerador de 542 litros acoplado. CHUPA JOBS, seu brinquedo consegue gelar cerveja? Pois é.

Nota: Estou assumindo que o I-Kitchen é um tablet por pura defesa. Não quero acreditar que algúem seria idiota a ponto de lançar uma geladeira com internet porR$6 mil.

Programas para fazer animações Stop Motion no Mac OS X, Windows e Linux

Por: em 18/11/10 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Linux, Meio Bit


Stop Motion. O apelo ideal para quem adora animação, tem talento para encarar todo o processo e criatividade para surpreender.

Existem algumas excelentes opções para se desenvolver filmes em stopmotion, tanto para OS X, Windows e Linux.

Se você acha que consegue fazer algo tão bacana quanto os argentinos dooka-criativos do BluBlu (topo, uma viagem!) ou a rapaziada sensacional do Broken Fingaz (rodapé, que não deixa barato), a gente indica algumas das opções mais populares para apoiar sua criação: Continue lendo »

Appfresh: Seu Mac com a Praticidade do Linux (sério!)

Por: em 17/11/10 na(s) categoria(s): Apple e Mac, Linux, Software


Os freetards costumam dizer que eu nunca falo bem nem acho nada de bom no Linux. Não é verdade. O linux não abusa de garotinhos, é um bom ponto, quem sou eu pra negar. Viram? Falei bem.
Também esquecem que costumo elogiar a facilidade de atualização de componentes e programas do Ubuntu. Unificar tudo em uma aplicação só foi uma idéia vencedora, o Synaptic está anos à frente do Windows Update, e aproveitando que o Campo de Distorção da Realidade foi desligado pra manutenção, do Mac também.

Sim, é verdade. Embora o Mac seja mais usável nesse sentido, com a maioria dos programas checando automaticamente por atualizações, tudo acontece caso-a-caso. Se você ficar muito tempo sem rodar um programa ele pode inclusive se tornar “inatualizável” automaticamente.

Felizmente existe uma alternativa ao sistema operacional alternativo para gerenciar melhor a atualização de programas. É o AppFresh.

Ele lista suas aplicações com várias opções de visualização, é possível separar por empresa e até por tipo. É interessante descobrir que só tenho 11 programas da Apple na máquina. O programa integra com o site social I Use This, que agrega descrições de softwares e opiniões de usuários.

Selecionando as aplicações na área “Update Available”, você pode marcar mais de uma e comandar a atualização de todas de uma vez. Os downloads serão iniciados, as aplicações movidas para a pasta correta e você só tem que apreciar o AppFresh fazendo todo o trabalho. Exceto quando não dá certo. O OSX é muito menos bem-comportado do que o Linux nesse sentido. Não há repositórios, então a bagunça reina. Há programas que apontam para links inexistentes, outros exigem que você copie manualmente arquivos seguindo instruções em um readme qualquer. Aí não há automatização que resista.

Também há inconsistências como o Opera, que reporta atualização disponível mas quando tenta-se instalar a versão local é mais recente. Algumas aplicações sequer reportam número de versão, mas no geral o ganho de tempo é muito grande. Mesmo com esses problemas o AppFresh ainda é uma excelente ferramenta de produtividade.

Uma recomendação é ir nas Preferences e criar um diretório dedicado para download das atualizações, evita muita bagunça por debaixo do capô.

Você pode até criar categorias próprias, mas o recurso realmente interessante está escondido na opção View Options do menu Window. Entre as colunas disponíveis está a “Last Used”, com ela você descobre programas que só existem em seu Mac para ocupar espaço e prover falhas de segurança. No meu caso percebi que o Chicken of the VNC, por exemplo não é usado desde 18/1/2006.

O AppFresh é gratuito, disponível aqui.

P2P: LimeWire até lutou por ele, mas, em troca, levou um belo chute da RIAA


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Compartilhar arquivos é ilegal?

Não, não adianta a “velha desculpa” de querer fazer backup, daqueles velhos CDs que arranharam, e ‘emprestar’ as músicas ao contato miguxo do instant messenger favorito.

Se tais ficheiros forem algumas das mais de 11 milhões de faixas musicais, distribuídas por uns 400 serviços de distribuição/comércio online que sejam licenciados pelas empresas integrantes da RIAA, tal compartilhamento é pura e simplesmente enquadrado como pirataria.

Tio Laguna, por que só a associação da indústria fonográfica yankee teria direito exclusivo ao controle da distribuição e comércio digital das músicas existentes?

Eu gostaria de ver esse “testamento de Adão” que afastaria qualquer possível futuro concorrente na partilha do ‘bolo musical’…

Foi com esse raciocínio citado que a Lime Wire LLC, uma subsidiária do Lime Group, tomou coragem para abrir um processo contra a RIAA há quatro anos. Ooh La La!

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Rússia planeja substituto ao Windows

Por: em 28/10/10 na(s) categoria(s): Linux, Meio Bit, Open-Source


Com US$ 4,9 milhões destinados ao projeto, o Governo da Rússia confirmou o plano de desenvolver uma alternativa ao Windows, visando economia na aquisição de licenças, melhoria na segurança computacional da nação e menor dependência do software americano no país.

Na Rússia, o computador usa você!

Como quase todo projeto governamental, a base do sistema operacional russo será o Linux, e o objetivo é substituir o Windows em todos os departamentos. A ideia dessa iniciativa não é nova; em outubro de 2007, o Primeiro Ministro Dmitri Medvedev havia anunciado planos nesse sentido.

Apesar do destaque, a Rússia não é precursora nessa debandada para o lado open source da Força. No Brasil, o Paraná é sempre lembrado no circuito de software livre pelas iniciativas na área via CELEPAR (aqui tem um vídeo de uma visita que fiz à CELEPAR no começo do ano), que desenvolveu os programas de email e automação de processos usados pelos órgãos estaduais. Do outro lado do mundo, a Coreia do Norte tem sua própria distribuição Linux, a Red Star. E em junho desse ano, segundo nota do Neowin, o governo britânico sinalizou que, talvez, também migre sua base de computadores para Linux, visando conter gastos.

Não que seja parâmetro ou tenha relação com o tema, mas se a Rússia conseguiu acabar com 20% do spam mundial de farmacêuticos numa tacada só, quem garante que o lance do sistema operacional próprio não pode dar certo?

Fonte: Neowin.

O Linux morreu

Por: em 19/10/10 na(s) categoria(s): Indústria, Linux, Open-Source


Isso não é nenhuma novidade, é? Afinal de contas, quantas vezes a maioria de nós já foi chamada para “colocar o Windows” em um notebook novinho em folha, comprado nas Casas Bahia? Ou naquele “super-maxi-hyper-double-power” desktop “comprado especialmente para jogar, mas não quer rodar o UOU”?

Ah! E antes de que me batam, atirem pedras ou iniciem um ataque DoS ao site, essa não é apenas a minha opinião. É também a do Cardoso e dos outros 99% de usuários “desktop” que não são Lusers (Linux users).

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Para melhorar (ou piorar, dependendo de que lado você esteja), ainda há o reforço de Robert Strohmeyer, da PC World. Em seu artigo, ele corrobora várias das opiniões mundialmente compartilhadas, algumas das quais discutidas aqui mesmo no Meio Bit, como, por exemplo, a de que a comunidade perdeu uma enorme (talvez a maior) chance de “converter” usuários ao deixar “passar batido” o fiasco do Windows Vista. Continue lendo »