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Com tempo sobrando? 10 melhores jogos de mundo aberto

Repletos de conteúdo e nos dando bastante liberdade, os jogos de mundo aberto estão se tornando cada vez mais comuns e aqui listamos os 10 melhores.

04/10/2019 às 8:47

Eu sempre defenderei a ideia de que uma das coisas mais legais nos games é quando eles no deixam fazer quase tudo o que quisermos e neste sentido, os jogos de mundo aberto acabam tendo uma grande vantagem sobre os demais, já que muitas vezes podem ser considerados verdadeiros sandbox (caixas de areia).

Nos dando grandes espaços para explorarmos, entregando uma infinidade de missões e em alguns casos oferecendo enredos bem interessantes, títulos assim tem se tornado cada vez mais comuns e como alguém que sempre foi fascinado pelos universos dos jogos eletrônicos, só posso comemorar essa tendência.

The Witcher - Jogos de mundo aberto

Mesmo sendo verdade que manter o foco em jogos de mundo aberto costuma ser um grande desafio para a maioria das pessoas, eles são o tipo de games que podem nos render muitas horas de diversão, ainda mais para aquelas pessoas que adoram realizar todas as missões, ler todos os livros/documentos ou encontrar todos os colecionáveis.

O outro lado desta moeda é a maneira como esses títulos quase sempre se mostram uma máquina sugadora de tempo, com os jogadores precisando dedicar até algumas centenas de horas às suas campanhas principais e sem nunca ter visto os seus finais.

No entanto, se a falta de tempo não é um problema para você e o intuito é conhecer alguns dos melhores jogos de mundo aberto que existem no mercado, neste texto listarei os 10 títulos com este característica e que mais me agradaram. Evidentemente muita coisa que gosto teve que ficar de fora, como o Ghost Recon Wildlands, Marvel's Spider-Man, No Man's Sky, Horizon Zero Dawn e até o Terraria (este seria mundo aberto?), mas como a graça dessas listas é justamente fomentar o debate, os comentários estão aí para vocês darem suas indicações.

Então vamos lá!

Minecraft

Apesar de boa parte dos jogadores mais velhos torcerem o nariz para o Minecraft, não há como ignorar a importância da criação de Markus “Notch” Persson, tanto para os jogos de mundo aberto quanto para a indústria como um todo.

Um jogo sem fim, que faz um tremendo sucesso entre a molecada e que além de nos permitir gerar mundos aleatoriamente, este sandbox ainda brilha por nos permitir destruir tudo o que encontrarmos pelo caminho, mas principalmente, por nos dar a liberdade para criarmos quase tudo o que quisermos.

Se você procura algo descompromissado, mas que poderá render muitas horas de diversão e que roda em praticamente qualquer máquina, pode apostar neste aqui.

Plataformas Disponíveis: PC, Xbox One, Xbox 360, PlayStation 3, PlayStation 4, PS Vita, Wii U, Nintendo Switch, 3DS, Android, iOS e Raspberry Pi.

Grand Theft Auto V

Contando com um enredo interessante; três protagonistas que podem ser escolhidos a (quase) qualquer momento; um mapa enorme inspirado na região de Los Angeles e que nos permite explorar terra, céu e mar; o GTA 5 é uma grande produção que mesmo tantos anos após o seu lançamento continua vendendo muito e sendo extremamente divertido.

Um dos principais motivos para o seu contínuo sucesso é o GTA Online, que pode ser apontado como um dos melhores jogos de mundo aberto online do mercado e que ainda expande absurdamente o conteúdo que o jogo tem a nos oferecer. Não à toa o título da Rockstar é considerado um dos maiores sucessos comercias de todos os tempos, com mais de 110 milhões de cópias vendidas.

Plataformas Disponíveis: PC, Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3 e PlayStation 4.

The Elder Scrolls V: Skyrim

A série The Elder Scrolls sempre contou com uma grande quantidade de admiradores, mas foi quando a Bethesda lançou o TESV que a sua popularidade realmente explodiu. Tendo dado origem a diversos memes e gerando versões para diversas plataformas, o jogo se tornou um enorme fenômeno.

Típico jogo que pode nos prender por centenas de horas, há tanta coisa para se fazer (e conhecer) no The Elder Scrolls V: Skyrim que não será difícil perdemos totalmente o foco na missão principal. Então, se quiser um conselho, ao se aventurar por Tamriel evite querer fazer tudo. Curta a viagem, encare o papel de explorador e mesmo que não consiga chegar ao fim da campanha, garanto que a experiência será inesquecível.

Plataformas Disponíveis: PC, Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4 e Nintendo Switch.

The Witcher 3: Wild Hunt

Outro jogo cujo o final não será visto por boa parte das pessoas que o encararem, The Witcher 3: Wild Hunt é sem sobra de dúvida uma verdadeira obra de arte. Desde o seu enredo fascinante aos gráficos espetaculares, quase tudo nele funciona da maneira correta, inclusive com ele tendo passado a servir como referência para outros games.

Porém, se tem um aspecto que considero que a CD Projekt Red alcançou a excelência neste jogo, foi nas sidequests e na riqueza do mundo em si. É impressionante como cada missão paralela possui uma história bacana a ser contada e como o mapa está recheado de pequenos detalhes que passarão despercebidos por muita gente, mas que ajudam a tornar todo aquele universo ainda mais fantástico.

Plataformas Disponíveis: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Os fãs do Ocarina of Time que me perdoem, mas na minha opinião o ápice da série The Legend of Zelda atende pelo nome Breath of the Wild. Os gráficos, o vasto mundo à nossa disposição, mas principalmente, a viciante jogabilidade fizeram deste não só um dos melhores jogos de mundo aberto, mas um dos principais lançamentos dos últimos anos.

O engraçado é que por mais que Shigeru Miyamoto tenha pedido para não chamarmos o The Legend of Zelda: Breath of the Wild de jogo de mundo aberto, eu sempre achei que essa é uma das melhores característica da franquia e que só melhorou com este fantástico título.

Plataformas Disponíveis: Wii U e Nintendo Switch.

Fallout 3

Quando o Fallout 3 saiu ele conseguiu reunir muitas das coisas que adoro num jogo: visão em primeira pessoa; elementos de RPG; diversas opções para realizarmos as missões e é claro, um enorme mundo para ser explorado. Some a isso uma fascinante ambientação pós-apocalíptica e pronto, é óbvio que eu iria me apaixonar por ele.

Acho que nunca esquecerei a sensação de sair da Vault 101 pela primeira vez, de ver a situação que a capital dos Estados Unidos ficou vários anos após as explosões nucleares e da solidão que sentia ao vagar por aquelas terras devastadas. O que dizer então do medo ao entrar num edifício aparentemente abandonado ou de avistar um Super Mutant à distância?

Plataformas Disponíveis: PC, PlayStation 3 e Xbox 360 (retrocompatível com o Xbox One).

Just Cause 2

Depois de não ter visto a menor graça no primeiro Just Cause, confesso que não dei a menor bola para o seu sucessor. Hoje tenho plena consciência de que não deveria ter feito isso. Com uma jogabilidade extremamente divertida e estando repleto de situações deliciosamente ridículas, Just Cause 2 continua excelente mesmo atualmente, quase uma década após o seu lançamento.

Novamente nos colocando na pele de Rico Rodriguez, dessa vez o agente irá até a fictícia ilha de Panau, onde terá como missão remover o ditador Pandak "Baby" Panay do poder. Para isso ele contará com um enorme arsenal à sua disposição, mas uma das suas principais ferramentas será um gancho que nos permitirá saltar de um lugar para o outro e até prender inimigos a cilindros prestes a explodirem. Acredite, ver o desespero dos caras enquanto voam pelos ares é muito mais divertido do que pode parecer.

Plataformas Disponíveis: PC, Xbox 360 e PlayStation 3.

Red Dead Redemption

Eu sempre gostei muito de faroeste e embora os games venham explorando o tema há bastante tempo, foi apenas em 2010 que eles nos deram algo digno dos grandes clássicos do cinema. Com um enredo muito bem escrito e um dos finais mais incríveis de todos os tempos, New Austin e West Elizabeth certamente merecem figurar entre os melhores mundos abertos já criados.

Colocar o Red Dead Redemption II nesta lista também não seria nenhum exagero, mas mesmo tendo gostado muito do título lançado para a oitava geração de consoles, eu ainda prefiro o seu antecessor. O trabalho feito pela Rockstar no RDR foi tão espetacular que até a inclusão de zumbis, com a expansão Undead Nightmare, funcionou perfeitamente, fazendo com que a sua dinâmica mudasse e ainda nos mostrando que os mortos-vivos podem funcionar mesmo no Velho Oeste.

Plataformas Disponíveis: PlayStation 3 e Xbox 360 (retrocompatível com o Xbox One).

Assassin’s Creed Odyssey

Melhorando muito do que a Ubisoft havia nos entregado com o Assassin's Creed Origins, o Odyssey se tornou, ao menos para mim, o ponto mais alto da famosa franquia dos assassinos.

Oferecendo uma quantidade absurda de conteúdo e nos permitindo conhecer várias passagens históricas da Grécia Antiga, navegar pelos mares da região é sempre um enorme prazer, sem falar na exploração do gigantesco mapa. Eu também adoro a maneira como o jogo nos coloca para investigar onde devemos ir para realizar as missões, caso optemos por desligar o modo guiado.

Plataformas Disponíveis: PC, Xbox One e PlayStation 4.

Saints Row: The Third

Apesar de nunca ter negado a sua inspiração na série Grand Theft Auto, a franquia Saint Row nunca se levou muito a sério e talvez seja justamente por isso que ela conseguiu conquistar o seu espaço entre os jogos de mundo aberto. Nela devemos liderar a gangue conhecida como Third Street Saints, mas sinceramente, não se preocupe muito com a história.

No fundo tudo não passará de uma desculpa para causar o caos neste divertido sandbox, ainda mais se você puder fazer isso na companhia de um amigo, o que consequentemente faz deste um dos melhores jogos de mundo aberto online que existem.

O Saints Row IV também é uma ótima opção, com algumas pessoas até o considerando o melhor da série, mas se a sua intenção é puramente a diversão, tanto um quanto o outro deverão cumprir esse papel.

Plataformas Disponíveis: PC, PlayStation 3, Nintendo Switch e Xbox 360 (retrocompatível com o Xbox One).

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