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Red Hat garante Ano do Linux até pelo menos 2020

Por: em 03/02/12 na(s) categoria(s): Indústria, Linux


Embora no desktop doméstico o Ano do Linux ainda seja definido pela linha $AnoDoLinux = YEAR(NOW())+1, no desktop corporativo faz tempo que todo ano é ano do Linux, do Windows e, comendo pelas beiradas, do Mac.

Fugindo do oba-oba das atualizações semanais e firulas estéticas, o consumidor corporativo quer estabilidade, segurança e principalmente suporte a longo prazo. Ninguém compra 10 mil licenças (e acredite, o consumidor corporativo não vai baixar uma iso e queimar CD) sem ter uma boa idéia do ciclo de vida daquele produto.

A Canonical por exemplo garante 5 anos de suporte e atualizações para suas versões LTS – Long Term Support. Levando-se em conta que 5 anos atrás não existia Internet, a maioria dos computadores rodava ligados a caldeiras de vapor e escrevíamos programas em Latim, garantir um software por tanto tempo não é pra qualquer um.

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Uso do Linux quase dobra no desktop. Dias da Microsoft estão contados. (só o número que é muito grande)

Por: em 23/01/12 na(s) categoria(s): Linux


linuxfighterA net Applications divulgou o resultado de suas pesquisas de marketshare para 2011, e os resultados são excelentes para o Sistema do Pinguim.

De meros 0,97% do mercado de desktops em Julho o Linux veio como um rolo-compressor (da Revell, mas veio) e abocanhou 0,44% dos computadores nas mãos da maligna empresa de Redmond. Agora com os 1,41% de Dezembro é só uma questão de (muito) tempo e o Linux resolverá no Bug Número 1 do Ubuntu!

Claro, nem tudo são flores e há detratores que não acreditam que YEAR(NOW())+1 será o Ano do Linux no Desktop. Uma traidora chamada Katherine Noyes cita dados do StatCounter mostrando que o Linux teria crescido para somente 0,83% em Dezembro.

Até para fins de entretenimento preferimos visões mais otimistas e Matemática Criativa. Quem lembra da estatística de que a Apple seria a 1a em marketshare de computadores, se o iPad fosse computado como um PC?

Um grupo decidiu que se Android é Linux, deve ser computado com Linux, colocando a amálgama resultante na mesma posição do ranking, mas com 3.62% de marketshare.

Já o OSX, mesmo sem o iOS terminou o ano com 6,36%, o que demonstra: marketshare de desktop é tão importante quanto ranking de Twitter. A menos que alguém tenha a petulância de gritar APPLE FAIL.

Em outros números, juntando todos os sistemas operacionais, o Windows Phone entre Janeiro e Dezembro de 2011 passou de 0,00% para 0,02%. Já o iOS foi de 2,05% para 4% e o Android de 0,48% para 1,25%. O Windows Windows fechou o ano com 84,85%.

A conclusão é que o mundo é bem menos mobile do que imaginamos. Abandonar a briga por considerar o desktop irrelevante, como alguns defensores do Linux estão propondo pode ser considerado algo precipitado. Ainda há muito suco nessa graviola, e se há algo prejudicial para nós, usuários Windows é o Linux desistir da briga.

 

Fonte: Desktop Linux

Bye, Buntu.

Por: em 12/12/11 na(s) categoria(s): Linux, Open-Source


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O ano definitivamente não foi bom pra Canonical. O Ano do Linux não chegou para o Ubuntu, bem como as promessas de versões como o Ubuntu Mobile, anunciado em 2008 e cancelado. No melhor estilo Nicholas Negroponte Mark Shuttleworth agora promete Ubuntu em Tablets, smartphones, Smart TVs, torradeiras e se der mole até em brinquedos educativos.

Enquanto isso a outrora distro com mais reconhecimento de marca, que anunciava em grandes jornais e era citada nominalmente pela concorrência falhou em se consolidar entre o formigueiro que é o ecossistema de distribuições Linux.

A rigor o Mint ultrapassou o Ubuntu 12 meses atrás, quando atingiu 25% entre as 5 principais distros Linux, superando os 25% do Ubuntu, mas no último mês a situação se tornou preocupante pro até então sistema operacional marrom-cocô (ou marrom-zune, você quem sabe).

Vejam este gráfico criado pelo Royal Pingdom, mostrando o share das principais distros. O Ubuntu aparece melhor posicionado do que deveria, mas tenha em mente que esse gráfico é uma atualização, para atender o mimimi dos fanboys que acharam injusto separar Ubuntu de Kubuntu, Zubuntu, Urubuntu ou seja lá quantas sub-distros ele tenha.

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Quase todos os analistas apontam a queda do Ubuntu à introdução da nova interface Unity, A polêmica causada pelo abandono do Gnome é mais que pública, a Canonical está sendo acusada de trair o movimento.

Há bons indícios de que isso é planejado, para melhor controlarem o sistema e garantirem uma interface enxuta para as tais futuras versões mobile, tablet, tv, dildo, etc.

Uma  leitura possível é que a Canonical considera o desktop irrelevante e está se preparando para enfrentar Android, iOS e Windows 8 no mundo mobile. Boa sorte pra ela.

De resto só nos resta imaginar quando será o Ano do Ubuntu no Mobile.

Tizen: YAY! Tudo que o mundo precisava, outro sistema operacional baseado em Linux pra celulares

Por: em 29/09/11 na(s) categoria(s): Linux, Open-Source, Software


SisyphusUma coisa eu tenho que admitir: Se há algo que a comunidade open-source é boa é reinventar a roda. Não importa que já exista uma solução excelente, é sempre mais fácil (na visão deles) criar um fork, ou mesmo um projeto inteiramente novo do que participar do projeto principal e corrigir os eventuais problemas.

Isso gera situações cômicas como a quantidade de distros Linux existentes, mas gera um problema muito sério: Desperdício de recursos. Quanto há uma concentração de talento o resultado em geral é ótimo, vide o kernel do Linux, Chrome, Apache, MySQL.

O problema é que isso mexe com vaidade, um projeto bem-sucedido gera inveja, todo mundo quer os holofotes, e que melhor forma de chamar atenção do que criar um produto concorrente com promessas mirabolantes?

É o caso do Tizen, que se propõe a ser um sistema operacional mobile para smartphones, tablets, smart TVs, netbooks, etc. Será baseado no kernel Linux (pareço o Stallman falando isso mas no caso é correto) e trabalhará com HTML5, web standards, bla bla bla.

Prometem um release no primeiro trimestre de 2012, o que dá entre três e seis meses para fazerem um SO mobile do zero. OK. Tá bom.

O Android já se tornou um sistema viável, já caiu no gosto do público e já é até chamado pelo nome por leigos que nem sabem o que é um startX. Seu maior problema é a falta de aplicativos, comparado com o iOS. Isso é resolvido com desenvolvedores, que deveriam investir na plataforma e não perder tempo e dinheiro tentando criar MAIS UM concorrente em um mercado tão saturado que sequer a Microsoft com o excelente Windows Phone consegue espaço.

 

Fonte: Cellular News

2011 não é o Ano do Linux pelo menos na Adobe

Por: em 19/09/11 na(s) categoria(s): Linux


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O Adobe Air é um runtime multiplataforma que vai do Windows ao iOS, passando até pelo Blackberry. Ele encapsula aplicações Internet ricas (HTML, Javascript, ActionScript, etc) em um cliente desktop, com acesso seguro a recursos da máquina. Entre outras aplicações famosas que utilizam Air, temos o Tweetdeck.

Só que nem tudo são flores no mundo do Air. Em Junho passado Dave McCallister. Diretor de Open Source e Padrões da Adobe publicou um post de blog onde explica primeiramente que errou em suas previsões. Em 1999 ele havia calculado que por volta de 2005 o marketshare do Linux atingiria números de Mac OS, entre 10% e 15%, mas na realidade o Melhor Sistema Operacional Amigo do Opera estagnou pouco abaixo de 1%. O próprio Mac, segundo a Netmarketshare, está em 5,70%.

Para piorar a tão falada mobilização da Comunidade não funciona muito bem na realidade, como desenvolvedores de jogos Linux sabem muito bem. Dave conta que somente 0,5% dos downloads de Air são da versão Linux.

Com números assim não faz sentido alocar recursos para desenvolver para a plataforma, então a Adobe fez o que precisava ser feito: Entregou para a comunidade a responsabilidade de desenvolver o Adobe Air.

Cancelar a versão Linux permitiu que a Adobe redirecionasse recursos para desenvolver as versões mobile, incluindo iOS e Android. –sim, Android é Linux, mas não no mau sentido.

A resposta da comunidade foi, como sempre madura e consciente das questões mercadológicas envolvidas: Um mimimi enorme com acusações de suborno da Microsoft (sempre ela!), traição, faca nas costas e, claro, a eterna fase raposa-e-uvas, com gente xingando o Air, dizendo que não presta e não fará falta.

É uma pena, mas para boa parte dos fãs do Linux é impossível entender que quando o Seu Barriga bate na porta da Adobe cobrando o aluguel ele não quer saber se estão apoiando a comunidade. Ele quer dinheiro, e há poucas formas melhores de NÃO ganhar dinheiro do que investir em uma plataforma que ninguém (ou no caso do Air Linux) metade de ninguém usa.

Todos os Sites da Linux Foundation fora do ar. #FOIRÁQUER.

Por: em 12/09/11 na(s) categoria(s): Linux, Open-Source


linuxfail

Em uma mensagem na home dos sites Linuxfoundation.org, Linux.com e subdomínios a Linux Foundation avisa que os serviços estão fora do ar por tempo indeterminado, devido a uma falha de segurança descoberta dia 8 de Setembro.

Pior: Acreditam que a invasão esteja ligada ao ataque que comprometeu os servidores do kernel.org.

OK, pior MESMO é que o Kernel.org foi invadido dia 12 de Agosto, o ataque só foi identificado 28 de Agosto e os servidores comprometidos do Linuxfoundation.org só despertaram suspeitas 8 de Setembro.

O site sugere que as senhas e chaves SSH usadas pelos usuários estariam comprometidas, e devem ser trocadas.

Um velho ditado diz que nunca se deve atribuir à malícia o que pode ser explicado pela incompetência, então entre a hipótese do Linux ser um sistema absolutamente inseguro OU um bando de incompetentes acreditar tanto na própria propaganda de que o Linux é perfeito que não se dão ao trabalho de tomar medidas mínimas de segurança, escolho a segunda hipótese.

Fonte: IT World, Slashdot