Digital Drops Blog de Brinquedo

Entenda o que é esse tal de Heartbleed e saiba quais senhas você deve trocar

Por em 10 de abril de 2014

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A essa altura do campeonato você já deve ter ouvido falar do bug chamado Heartbleed, certo? Ele é um bug de computador que, com ondas magnéticas, causa hemorragia em seres humanos. Mentira.

O negócio é muito sério e eu, como um dos autores mais sérios do Meio Bit, vou explicar aqui porque é que essa porcaria é de fato um dos piores pesadelos que a internet já passou — e está passando.

Long story short: o Heartbleed é como ficou conhecida uma vulnerabilidade do OpenSSL que atinge, portanto, milhares de servidores do mundo todo, inclusive de serviços que você usa todos os dias, como Facebook, Instagram, Pinterest, Tumblr e Google.
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Google estaria exigindo o logo do Android nos novos smartphones

Por em 30 de março de 2014
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Galaxy S5 na MWC 2014 (Crédito: Android Central)

O que faz de um smartphone um Android? Bom, é óbvio que ele tem que usar no mínimo o AOSP, os drivers do hardware propriamente dito e os aplicativos compatíveis com o tal kernel.

Um smartphone Nexus, por exemplo, serve de vitrine para o GMS — Google Mobile Services — pacote de aplicativos e APIs do Google, sendo o Google Play Store o de maior destaque e interesse entre os desenvolvedores Android.

A maioria dos fabricantes de smartphones Android incluem modificações e aplicativos próprios, além de crapware software das operadoras de telefonia celular, mas não deixam de incluir o GMS por acordos com o Google. Amazon e Nokia, pelo contrário, preferem trocar os serviços Google por pacotes que incluam suas lojas e serviços exclusivos de seus aparelhos.

A mais recente novidade entre os dispositivos Android foi notada graças à splash screen de novos smartphones como Nexus 5, HTC One M8 e Galaxy S5. É o clássico logotipo “Powered by Android” lá do Nexus One, que agora é exigido das fabricantes de novos smartphones Android que queiram ter acesso a serviços Google como a lojinha de aplicativos.

Tal inclusão do logotipo tem seu próprio conjunto de diretrizes do Google e o “Powered by Android” deve estar presente na tela de boot para que os fabricantes tenham acesso ao Google Play Store em novos dispositivos.
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Anatel vazou joystick da Amazon e Valve mostra novo Steam Controller: só falta o gamepad do XBO no PC

Por em 16 de março de 2014
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Joystick do novo console Android da Amazon (Crédito: Anatel via Engadget)

Em julho de 2012, o Brasil descobria o PlayStation 3 super slim. A culpada? Anatel.

Para algum aparelho eletrônico poder ser vendido no Brasil, ele tem que passar pela Anatel primeiro. Graças à burocracia tradicional de nosso país, as empresas têm que enviar os aparelhos para análise com meses de antecedência. Durante o processo, podem ocorrer vazamentos e não foi diferente com o joystick da Amazon.

A Amazon provavelmente estaria desenvolvendo um console Android (o tio Laguna espera que a Amazon reaproveite o joystick para jogos nos seus tablets Kindle Fire) e a disposição dos botões do gamepad que a Anatel vazou lembra bastante a vista nos recentes consoles XBox, inclusive herdando o compartimento de pilhas na parte dorsal.
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Curso introdutório da Linux Foundation será disponibilizado online gratuitamente

Por em 10 de março de 2014

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A Linux Foundation, a organização que promove o crescimento do SO do pinguim tomou uma atitude interessante no que diz respeito a atrair curiosos a conhecer a plataforma, principalmente àqueles que não queriam pagar por algumas horas de curso e ter um certificado original. Neste verão (no hemisfério norte, ou seja no meio do ano) entrará em vigor uma parceria com a edX, um site de cursos online gratuitos mantido pelo MIT e a Universidade de Harvard. O plano é oferecer uma versão online de seu curso básico “Introdução ao linux” totalmente de graça.

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Sobre o fim do GdH: que Deus guie bem teu caminho, Morimoto-sensei!

Por em 2 de março de 2014
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Equipe do FórumPCs em 2005 (Crédito: Flávio Xandó)

Há um ano e três meses, morria o FórumPCs: ele foi o primeiro sítio eletrônico focado em tecnologia que o tio Laguna acompanhou, foi lá que conheci o Digital Drops e, por causa deste, o MeioBit. Foi no FórumPCs que conheci os textos de muita gente interessante como o meu conterrâneo Luis Sucupira, o mestre Benito Piropo, o Alexandre Ziebert, a Elis Monteiro, o Flávio Xandó, o Julio Preuss, entre outras pessoas que escreviam (enormes!) textos excelentes sobre hardware de computadores e outros assuntos relacionados que interessavam muito a nós, uma espécie em extinção: o micreiro.

Dez ou mais anos atrás, nós entusiastas de hardware fazíamos questão de montar nossos próprios computadores pessoais desktop e, para isso, era mais interessante que necessário termos noções de eletrônica embora a tecnologia já fosse integrada o bastante para que, em qualquer problema que surgisse, fosse considerada apenas a troca da peça defeituosa, como uma placa-mãe, por exemplo. Portais como o FórumPCs nos mantinham a par do que havia de mais moderno nesse nicho. Um nicho que contava com boa concorrência. Um desses concorrentes teve anteontem o mesmo fim do FórumPCs. Estou a falar do Guia do Hardware, fundado pelo Carlos Eduardo Morimoto.

Houve uma época em que o tio Laguna era bastante curioso sobre o mundo GNU/Linux, uma época em que eu admirava aqueles que eram capazes de “compilarem seus próprios sistemas do zero”. Morimoto-sensei era um desses desbravadores. Com a ajuda de colaboradores bem competentes, Morimoto desenvolveu a mais famosa e, talvez, a melhor distribuição Linux brasileira, o Kurumin. Numa época em que eu tinha BASTANTE tempo livre, investi meu tempo e paciência para tentar me livrar das “garras mercenárias da Microsoft” e o Kurumin foi minha porta de entrada para aquele mundo livre e cheio de unicórnios do Debian, onde eu pagaria um preço justo pelo software. Se fosse de graça, melhor ainda, mas paguei pelos CDs do Kurumin à época.
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Eu acho que já vi esse Linux da Melhor Coreia em algum lugar…

Por em 4 de fevereiro de 2014

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Uma coisa sobre o Linux que os defensores da plataforma adoram é o fato de que ele é livre para quem quiser utilizar e/ou modificar a seu bel prazer. O problema é que liberdade tem um preço, o sistema pode ser utilizado por virtualmente qualquer um, com a cara que o desenvolvedor resolver dar, e ninguém pode reclamar.

Foi o que aconteceu quando Cuba e Coreia do Norte resolveram abrir mão de seus computadores com cópias piratas do Windows e resolveram desenvolver versões estatais do Linux, “em nome da soberania nacional”. Muitos freetards reclamaram pelo fato da plataforma ter sido associada à ditaduras, mas liberdade vale para todos e o Windows não pode ser vendido para esses países legalmente. Cuba possui o Nova, já a Melhor Coreia desenvolveu uma distro baseada no KDE, com o nome originalíssimo de Red Star OS.

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Google permitirá que desenvolvedores migrem apps do Chrome para o Android e iOS

Por em 29 de janeiro de 2014

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Imagina você poder desenvolver um aplicativo para uma plataforma específica e, sem quase trabalho algum, poder migrá-lo para outras duas plataformas, abrangendo, assim, algo perto de 99,9% dos usuários. Bem, é mais ou menos isso que o Google quer oferecer aos desenvolvedores de aplicativos para o Chrome.

Atualmente, os aplicativos desenvolvidos para o navegador da gigante das buscas já roda em Windows, OS X e Linux. Com o anúncio feito nesta terça-feira, o Google disponibilizou, aos desenvolvedores, um conjunto de ferramentas, baseado no Apache Cordova, que permitirá que os aplicativos do navegador sejam exportados, com facilidade, para as plataformas móveis Android e iOS.

De acordo com o Google, o framework de desenvolvimento permite que sejam criados apps móveis utilizando HTML, CSS e JavaScript. Os desenvolvedores poderão executar os aplicativos diretamente no dispositivo ou emulador (via linha de comando), ou utilizando um IDE. A empresa disponibilizou APIs do navegador, além de os desenvolvedores poderem utilizar as da plataforma Cordova.

Para os usuários, esta novidade pode representar uma padronização na experiência de uso dos aplicativos, além de facilitar a utilização de um mesmo app em várias plataformas. Para o Google, deve representar uma maior visibilidade do seu navegador entre os desenvolvedores e, consequentemente, um aumento no número de aplicativos disponíveis para o Chrome.

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