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Só falta a Jessica Biel pelada (isso isso Google, bom garoto)

Por em 20 de abril de 2015

blearrrrhgghh

Stealth foi uma das maiores decepções do começo do Século XXI. Todo mundo esperava um Top Gun hétero, mas no final veio um filme sem vilões decentes, com aviões de ficção científica e uma sexualização da Jessica Biel que deixaria o Jece Valadão chocado.

Sério, ela não é uma Starbuck, não é uma piloto chutando bundas no meio de homens, é uma gostosona clichê de Hollywood, com traje de vôo coladinho e que vai pra bares com roupas sumárias confraternizar com os colegas. Ah sim, e tem o biquíni azul…
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SpaceX: rescaldo, novas imagens e foguete no chão. Bônus: Vulcan!

Por em 20 de abril de 2015

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A SpaceX confirmou o tweet inicial do Elon, realmente a válvula engastalhada diminuiu o tempo de resposta causando o pouso fora dos padrões do Falcon 9. Tudo bem, faz parte, é assim que se aprende, e entre mortos e feridos salvaram-se todos, inclusive a barcaça Just Read The Instructions.

A estratégia de construir a embarcação com o mesmo material que usam para fazer Caixas-Pretas de aviões deu muito certo, fora algumas placas do tombadilho o resto dos danos é apenas estético. Estarão prontos pra outra, mas isso nem será necessário.
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NASA bate o foguetão na mesa: ninguém vai pra Marte sem nossa ajuda!

Por em 17 de abril de 2015

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A gente vem falando aqui no MeioBit há muito tempo sobre os projetos e sonhos humanos de visita e uma dificílima colonização de Marte. Uma das prioridades atuais da NASA é levar humanos para o planeta vermelho.

E a agência resolveu deixar claro que iniciativas de companhias privadas não terão chance alguma de sucesso sem sua ajuda.

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Apple não quer mais as filas em dias de lançamento

Por em 7 de abril de 2015

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Primeiro de tudo, uma confissão: eu já fiz isso. Isso, essa coisa bizarra de ficar alguns dias numa fila ao lado de estranhos para comprar um produto eletrônico. Não me orgulho disso.

Me lembro como se fosse ontem… Era a primeira vez que eu visitava os Estados Unidos, sequer sabia que um dia eu viveria aqui. Era ainda um pequeno girino (mentira, já tava velho), quando um amigo me convenceu que eu deveria passar por isso. Pelo menos pra tentar entender o frisson, o furor, a paixão dos aficionados pela maçã.

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O que é real? Michael Abrash da Oculus fala sobre realidade virtual

Por em 31 de março de 2015

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Em sua apresentação no #F8 na semana passada, o cientista chefe da Oculus Michael Abrash, mostrou alguns motivos pelos quais a realidade virtual será importante para nós, e fará cada vez mais parte da nossa vida. Mas isto não é um certo exagero? Bem, eu testei o Crescent Bay em janeiro na CES e fiquei muito impressionado com a tecnologia, pois pela primeira vez realmente me senti dentro dos ambientes e das situações mostradas nas demonstrações. Antes eu era cético, mas agora realmente acredito que o VR tem o potencial de causar uma verdadeira revolução no mundo dos games e do entretenimento.

Admitindo de cara seu interesse por ficção científica, Abrash citou como algumas de suas influências o clássico Snow Crash de Neil Stephenson, e sensacional Ready Player One de Ernest Cline: “As raízes claramente vêm de uma vida lendo ficção científica, que me mostraram que o caminho para pensar em realidade virtual não era apenas possível, mas algo que eu podia ajudar a acontecer”. Para ele, porém, tudo mudou quando ele assistiu o clássico filme Matrix, de 1999: “Enquanto os livros de ficção científica me deram o framework para pensar em realidade virtual, a Matrix me fez acreditar nela”. Abrash reviu o filme recentemente e ficou tão impressionado com o discurso de Morpheus para Neo, que o leu na íntegra durante a apresentação.

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Para Abrash na expressão “realidade virtual”, a palavra “realidade” é muito mais importante do que “virtual”. Como disse Morpheus, tudo o que percebemos são os sinais elétricos interpretados pelo nosso cérebro, e assim o nosso entendimento do mundo real é limitado pelos sensores com que os captamos.

Citando nossa visão, por exemplo, Abrash lembrou que não conseguimos enxergar infravermelho ou ultravioleta, só temos três sensores de cores e nossa visão periférica é limitada. É claro que ele também falou sobre o inevitável vestido que parece trocar de cores para diferentes pessoas, mostrando como o que vemos depende do que a nossa mente interpreta. Tentamos montar um modelo coerente do mundo, com os dados limitados que temos, e é isto que define o que é real para nós. Nossa mente faz certas suposições e interpretações que nem sempre mostram o que está acontecendo no mundo real.

Michael Abrash trouxe várias ilusão de ótica para fazer valer o seu ponto de que o mundo real é muito maior do que conseguimos captar: “Existe um mundo lá fora, e o seu cérebro está juntando informações bem limitadas captadas pelos seus sensores, e tentando inferir qual é o estado real deste mundo, de acordo com o seu modelo interno.”

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Voltando a Matrix, ele mostrou a imagem de duas pílulas, uma azul e outra vermelha, só para depois revelar que as duas são na verdade da mesma tonalidade de cinza, quando você retira as cores na lateral. O mesmo acontece com duas imagens de um cubo mágico, uma com luz amarela e outra com luz azul, que na verdade são do mesmo tom de cinza. Outro exemplo são quadrados em um piso, que apesar de terem a mesma cor, parecem ser brancos e pretos.

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Abrash trouxe mostrou outras ilusões de ótica já clássicas como a ilusão do dragão, na qual o seu cérebro te engana para ver o rosto do dragão para fora quando ele está para dentro, e o efeito McGurk, que você pode conferir no vídeo abaixo, no qual uma bela moça fala a mesma coisa com um vídeo dela falando outra, assim o que nós escutamos, depende do que estamos vendo.
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SHIELDS!

Por em 30 de março de 2015

O bom senso diz que o maior perigo de uma explosão são os estilhaços ou o calor, mas na prática, como todo mundo que assiste Mythbusters sabe, o que mata é a onda de choque. Seu corpo é literalmente esmagado, quando a coluna de ar atinge o obstáculo e a inércia a faz querer continuar seu movimento.

Contra estilhaços é tranquilo, há vidro balístico, kevlar, cerâmicas e outras blindagens, mas a onda de choque continua mortal e responsável pela maior parte dos ferimentos experimentados por combatentes, e o pior, muitas vezes esses danos só são encontrados tempos depois, em geral no cérebro, que é bem protegido mas não foi projetado para aguentar explosões e ser sacudido a 100 G.
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SSDs de 10 TB? OMFG EU QUERO!!!

Por em 30 de março de 2015
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HD do IBM 305 RAMAC, o primeiro da história: incríveis 5 MB

Fato: o melhor upgrade que alguém pode fazer em um computador velho de guerra é trocar o HD por um SSD. O ganho de performance é absurdo, meu notebook de 2011 virou outro depois que adquiri um HyperX de 120 GB da Kingston. Custou um braço e uma perna, mas valeu a pena.

Só que como tudo na vida não existe almoço grátis: o que uso veio para substituir um HD falecido de 640 GB e é claro, perdi muito em espaço local de armazenamento. SSDs ainda são caros demais, utilizá-los para backup, embora fosse o ideal por terem uma vida útil invejável (principalmente para alguém que viu um HD externo morrer com o famigerado “click da morte”; os anos 1990 ligaram e pediram o Zip Drive de volta) e termos modelos de até 1 TB no mercado, ainda é um custo inviável para muita gente.

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