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Mensalidade do Netflix vai mesmo aumentar e não é só no Brasil

Por em 22 de abril de 2014

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Quando o Netflix chegou ao Brasil, cobrava uma mensalidade de R$ 14,99. Na época, era um valor pouco abaixo dos US$ 7,99 mensais cobrados lá na civilização. Excelente e justo negócio, algo que os brasileiros não estamos acostumados dado o Lucro Brasil da maioria das filiais de empresas estrangeiras por aqui. “Por que cobrar menos se os brasileiros continuam pagando?

Uma primeira ameaça à tal pechincha veio da ANCINE, que queria cobrar R$ 3 mil por cada vídeo do Netflix no Brasil. O impacto de algo assim poderia ter elevado a mensalidade de 15 para uns 99 reais ou qualquer outro valor próximo dos medíocres serviços de TV por assinatura que temos. Desculpe não lembrar que fim teve tal confusão e nem sei se teve algo relacionado ao Marco Civil da Internet, mas como os quinze reais mensais continuaram e ninguém reclamou da aparição de mais conteúdo nacional no Netflix Brasil, simplesmente achei melhor deixar quieto.

Enfim… No começo do ano passado, os assinantes do Netflix Brasil recebemos um e-mail avisando sobre o aumento imediato da cobrança para R$ 16,90 mensais. O novo valor seria cobrado dos novos assinantes, enquanto usuários mais antigos como o tio Laguna continuaríamos a pagar os R$ 14,99 por mais alguns meses. Do jeito que o Netflix administrou tal aumento, caso o serviço de streaming aumentasse a mensalidade para 20 reais, eu não reclamaria e é exatamente isso que realmente vai acontecer logo mais.
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Mesmo fazendo cortes e demissões, Nike nega que o FuelBand seria totalmente descontinuado

Por em 21 de abril de 2014
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Nike+ FuelBand SE, uma pulseira bem inteligente (Crédito: ALT1040)

Sexta-feira, dia 18, uma fonte ligada ao CNet teria dito que um anúncio feito pelo porta-voz da Nike se referia a uma grande demissão na equipe que desenvolveu o FuelBand. Seriam 80% dos funcionários, o que representaria o fim do desenvolvimento do hardware pioneiro na área dos atuais smartwatches.

Se fosse verdade, a morte do FuelBand viria num momento onde o mercado de wearables não só ainda está esquentando — com produtos já anunciados e/ou lançados pela Samsung (Galaxy Gear 2), LG (Lifeband Touch), Motorola (Moto 360), Pebble e muitos outros — como também a atividade física/esportiva monitorada e rastreada pelos smartphones está se tornando cada vez mais popular (pelo menos lá na civilização).

Apesar de a Nike confirmar um “pequeno número” de demissões em sua divisão de hardware digital, a empresa de artigos desportivos preferiu desmentir qualquer descontinuidade da pulseira inteligente FuelBand.
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Impressora 3D gigante é capaz de produzir dez casas por dia

Por em 18 de abril de 2014

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A impressão 3D está mais do que difundida hoje em dia. Apesar que ainda haja ressalvas quanto ao uso final por conta dos altos custos envolvidos – nem falo da impressora em si, mas dos insumos -, por outro lado para aplicações industriais, científicas e medicinais ela tem se mostrado um avanço e tanto. Mas e se extrapolarmos um pouco para a área da construção civil, seria possível uma impressora gigante ser capaz de construir uma casa em tempo recorde?

Não só seria como isso já é realidade. Enquanto algumas empresas do ocidente ainda estão estudando o conceito, os chineses saem na frente e já estão construindo uma média de dez casas por dia com o método.

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Não hackeie seu Tesla, Tony Stark não gosta

Por em 7 de abril de 2014

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Elon Musk é uma das inspirações para o Tony Stark cinematográfico, e faz por onde. Um dos fundadores do Paypal, ele é uma das poucas pessoas do mundo que pode dizer que tem uma nave espacial E produz carros elétricos decentes. Musk é favorito dos geeks, e todos o apoiam em sua briga contra o cartel das grandes montadoras.

Só que Musk não é santo, e a Tesla, com todo seu modernismo está se posicionando contra o mais nobre espírito hacker, que antecede os próprios computadores.

Desde que o automóvel foi inventado entusiastas dedicavam suas noites e fins de semana para fuçar, aprender e modificar seus carros. Nos EUA nos anos 30, durante a Lei Seca carros eram envenenados para superar tudo que a polícia usasse para perseguir os contrabandistas de bebidas. Foi o nascimento da cultura dos Hot Rods.

Com o advento dos carros com injeção eletrônica e depois com limitações de performance por software, os donos com perfil hacker fizeram engenharia reversa, aprenderam como o sistema funcionava e logo estavam reprogramando o carro. Um amigo meu baixou um firmware que tem o Modo Manobrista, a potência fica lá embaixo e a velocidade não passa de 40 km/h.

Outro exemplo é o Nissan GT-R. Um super-carro fantástico, mas limitado por software a 250 km/h de velocidade máxima. Pior. No Japão ele é limitado a 178 km/h, MAS se o GPS detecta que você está em uma pista de corrida, ele libera o limite de velocidade. Faz sentido você pagar uma fortuna e ter performance limitada artificialmente ou é direito do dono desligar esses controles?

No caso dos carros da Tesla não é tão simples.

Um usuário (é, carros agora têm usuários) conseguiu descobrir a pinagem do Conector Misterioso do seu Modelo S, e era uma conexão proprietária mas o protocolo, Ethernet. Logo o sujeito descobriu uma rede local rodando Ubuntu, com direito a Telnet, X11, SSH, Apache e por aí vai. Até rodar Firefox no console central de 17 polegadas ele conseguiu.
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Não é 1º de abril: Apple eleva preços de quase todos os Macs no Brasil [atualizado]

Por em 1 de abril de 2014

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Eu poderia muito bem começar esse post falando que o Brasil é o país no qual quase tudo é absurdamente caro, desde consoles, passando por computadores e notebooks, chegando até o Big Mac (apesar de eu preferir o Bob’s), mas isso vocês já sabem. Sabem, também, que as empresas têm o costume de colocar a culpa nele, o custo Brasil. Deve ser exatamente tal custo que a Apple utilizará para justificar a cagada que fez nesta terça-feira, dia 1º de abril: uma piada de extremo mau gosto.

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[1º de abril] Facebook adquire OCP, LexCorp, Weyland-Yutani e outras empresas fictícias

Por em 1 de abril de 2014

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Depois de adquirir Instagram, Oculus Rift e WhatsApp, o Facebook se consolidou como detentor de boa parte do conhecimento e da inovação da Humanidade, além de praticamente todas as fotos de gatos, copos do Starbucks e imagens não-solicitadas de pênis alheios. Mesmo assim Mark Zuckerberg quer mais.

Em uma ação que visa expandir o domínio do Facebook para outras áreas, Zuck negociou a aquisição de empresas do universo ficcional. Segundo Sheryl Sandberg, Chief Operating Officer da empresa, não é só uma questão de associar o nome do Facebook às empresas imaginárias.
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Quiprocó com os Russos agora afeta programa espacial… americano

Por em 24 de março de 2014
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Montou de cabeça pra baixo, ô mané.

Um grande erro que todo comunista de butique comete é achar que capitalismo é uma ideologia. É apenas um modelo econômico, a ideologia por trás se resume a ganhar dinheiro e cuidar da própria vida. Capitalismo não guarda mágoa. Por isso o McDonald’s abriu alegremente uma loja em Moscow em 1990, e antes disso a Pepsi vendia refrigerante para a União Soviética, sendo paga em Stolichnaya. E isso foi em 1972.

A indústria espacial foi uma que não teve problema nenhum em abraçar os russos, ainda mais com seus excelentes designs de tecnologia pé-de-boi. A Soyuz tem uma fornalha pra carvão, se você precisar de força auxiliar ela tem remos, mas aquela desgraça não quebra. É uma verdadeira Kombi Espacial.
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