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Catalisadores para células de hidrogênio foram sintetizados… em fornos de microondas comuns!

Por em 15 de outubro de 2014
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Cook is sexyyyyy!

A necessidade é a mãe da invenção, já dizia Platão. Cientistas suecos e chineses mostraram como uma liga única composta por paládio aninhado em nano-ilhas incorporadas em nanopartículas de tungstênio criou um novo tipo de catalisador para redução de oxigênio altamente eficiente, a reação mais importante em células de combustível à hidrogênio. Com a crescente demanda mundial por energia e a necessidade de investir na produção de energia sustentável, grupos de pesquisa em todo o mundo trabalham de forma intensiva para desenvolver novos sistemas avançados de conversão e armazenamento de energia com alta eficiência, baixo custo e compatibilidade ambiental.

Sistemas de células de combustível representam uma alternativa promissora para a produção de energia com baixa emissão de carbono. Células de combustível tradicionais são, porém, limitadas pela necessidade de catalisadores eficientes para conduzir as reações químicas envolvidas no seu funcionamento. Historicamente, a platina e as suas ligas têm sido utilizadas como catalisadores, o anódico e catódico das baterias, mas o custo elevado da platina aliada a sua baixa abundância, motiva pesquisadores para encontrar catalisadores eficientes baseados em metais menos raros.
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Bateria esperta te avisa quando está para explodir

Por em 14 de outubro de 2014
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Camada de cobre entre polímeros mede a tensão da bateria.

As baterias de íons de lítio estão por ai há bastante tempo, fornecendo energia para notebooks, celulares, tablets e carros elétricos. Elas são compactas e recarregáveis, mas tem um pequenino, quase ignorável problema: as vezes elas explodem em chamas.

Em 2013 a Boeing teve que revisar toda uma frota de aviões depois que duas dessas baterias pegaram fogo. Agora os pesquisadores de materiais encontraram uma maneira bem esperta de alertar os usuários quando as baterias estiverem apresentando risco.
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Novo conceito para reator de fusão pode ser mais barato que termelétricas

Por em 10 de outubro de 2014
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O experimento atual da Universidade de Washington tem aproximadamente 1/10 do tamanho do projeto final.

Energia de fusão nuclear parece até bom demais pra ser verdade, nenhuma emissão de gases prejudiciais ao meio ambiente, praticamente nenhum resíduo radioativo e um suplemento ilimitado de combustível.

Provavelmente o maior problema da fusão nuclear é que ela custa toneladas de dinheiro para ser produzida (além de alguns detalhes técnicos complicadinhos). A energia vinda da fusão simplesmente não é economicamente viável para se sobrepor aquela gerada através de combustíveis fósseis, como nas termelétricas tocadas a gás natural ou carvão mineral.

Os engenheiros da Universidade de Washington acham que podem ajudar. Eles criaram um conceito (não são designers Cardoso, são engenheiros, eles podem?) de reator por fusão que, quando construído na escala de uma grande usina elétrica, terá praticamente os mesmos custos do que uma usina termelétrica movida a carvão, com a mesma capacidade energética.

A equipe publicou seu projeto e a análise de custos e deverá apresentar o mesmo para a Agência Internacional de Energia Atômica dia 17 de outubro na Rússia.
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O lugar do Office na nova Microsoft

Por em 9 de outubro de 2014
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Tio Bill sabe muito…

Em uma recente peça da Microsoft publicada pela Vanity Fair, um comentário do ex-CEO Bill Gates se sobressaiu:

A ideia original de ter grandes desenvolvedores, produzindo software abrangente e o Office como sendo a primeira ferramenta que as pessoas usam em todos os seus dispositivos é tão verdadeira e forte hoje quanto sempre foi.” — Bill Gates

O interessante na citação de Gates é o quão correta e cheia de significado histórico ela é. A Microsoft já produz o Office para Mac por anos, mas quando chegou a hora de lançar a sua suite de produtividade para iPad e Android eles pareceram patinar e correr atrás da máquina por muito tempo. Até que o novo CEO Satya Nadella pegou o leme.
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Método de microscopia que revelou a vida interior das células recebe o Nobel

Por em 8 de outubro de 2014
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O Professor William E. Moerner recebeu o prêmio Nobel de Química junto com Eric Betzig e Stefan W. Hell.

Os três cientistas que superaram o limite de difração da luz para levar a microscopia óptica ao nível molecular ganharam o Prêmio Nobel deste ano em Química. Eric Betzig do Instituto Médico Howard Hughes, em Ashburn, Virginia; Stefan Hell, do Instituto Max Planck de Química Biofísica em Göttingen, na Alemanha; e William Moerner da Universidade de Stanford em Palo Alto, Califórnia, dividiram o prêmio igualmente por levar a microscopia a um novo patamar.

O trabalho dos pesquisadores permitiu que os microscópios ópticos possam ser usados para estudar células até o seu menor nível molecular, ajudando os cientistas em inúmeros estudos. A conquista dos laureados, dois americanos e um alemão, deveu-se principalmente pela descoberta da maneira de superar as limitações encontradas até então: por muito tempo acreditava-se que a microscopia óptica estava limitada em sua resolução à metade do comprimento de onda da luz.
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A curiosidade prepara o cérebro para um melhor aprendizado

Por em 8 de outubro de 2014
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A curiosidade nos motiva a procurar respostas e ajuda o cérebro a lembrar mais facilmente o que foi descoberto.

Sons muito baixos podem nos fazer ficar surdos?
De onde veio a água da Terra?
Teletransporte é possível?

Antes de clicar naqueles links talvez você deva considerar como o seu cérebro, sedento por conhecimento, está se preparando para as respostas. Um novo estudo da Universidade da Califórnia sugere que quando a curiosidade é aguçada, o cérebro muda para aprender mais não só sobre o assunto em questão, mas sobre qualquer outra informação incidental também.

A neurocientista Charan Ranganath e seu time de pesquisadores pediram a um grupo de 19 participantes que avaliassem mais de 100 questões, classificando-as sobre o grau de curiosidade que sentiam em relação a resposta. Em seguida, eles revisitaram 112 daquelas perguntas, sendo metade as que mais os intrigaram e metade que eles julgaram de pouco interesse, enquanto os cientistas escaneavam seus cérebros usando ressonância magnética funcionar (fMRI).
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HP planeja se dividir em duas companhias distintas

Por em 6 de outubro de 2014

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E os boatos se mostraram verdadeiros. A HP anunciou nesta segunda-feira que de fato prepara-se para dividir a companhia em duas empresas distintas, uma voltada para o consumidor final e outra focada no mercado corporativo. Motivo: a incapacidade de vender a divisão de PCs para terceiros.

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