Capcom espera que Dragon’s Dogma venda muito, muito mesmo!

Por tudo o que tenho lido e visto sobre o Dragon’s Dogma, minha expectativa pelo jogo está muito grande, mas mostrando que não sou o único a depositar uma grande esperança no game que grosseiramente pode ser considerado uma evolução variação do Monster Hunter, o produtor Hideaki Itsuno fez uma previsão de vendas que se alcançada, o colocará como um dos principais lançamentos do ano.
“No Japão, nós realmente podemos vender um milhão de unidades. Sabemos que isso é possível, que pode ser feito. Temos um tipo de certeza de que irá acontecer, mas para as vendas globais, não é tanto o caso e acho que é por isso que muitas desenvolvedoras japonesas estão hesitantes em tentar o mercado mundial. É por não terem essa certeza de que obterão sucesso.
Não sei se as outras desenvolvedoras tentarão se tornar mais globais, mas sei que nós definitivamente queremos isso. É difícil, porque nós realmente queremos que esse jogo venda 10 milhões de unidades mundialmente. Não estamos sendo positivos, ele será um sucesso. É claro que há um risco, mas é isso o que queremos – um desafio.”
Caramba, DEZ milhões? O jogo parece ser muito bom, mas será que ele tem potencial para alcançar um número tão grande de vendas, mesmo com versões para o XBox 360 e PS3? Bom, o jeito será esperar esperar até o dia 22 de maio, quando o Dragon’s Dogma será lançado, para ver se ele é tão bom quanto parece e se a Capcom conseguiu outra grande franquia que encherá seus cofres de dólares e as prateleiras de continuações.
[via Videogamer]
Trailer mostra editor de cidades do Ridge Racer Unbounded
Desde que o Ridge Racer Unbounded foi mostrado pela primeira vez, tenho torcido o nariz para a brutal mudança imposta ao estilo de jogo, praticamente abolindo a jogabilidade focada nas absurdas derrapagens e fazendo com que o jogador preocupe-se mais com os perigos presentes na pista, algo como uma variação do Burnout.
Porém, aos poucos estou me aceitando a ideia de que a criação da Bugbear poderá ser divertida e o último trailer me convenceu de que preciso comprá-lo. Porque? Simplesmente devido a um fantástico editor de cidades incluído no game e que nos permitirá criar pistas de maneiras muito variadas, provavelmente aumentando consideravelmente sua vida útil.
A ferramenta é bastante complexa e faz o jogo parecer uma mistura de ModNation Racers com Trackmania, então, acho que se esquecermos por um momento o nome Ridge Racer presente no título, tornar-se um pouco mais fácil nos empolgarmos com as novidades propostas.
Com previsão de lançamento para o dia 30 de março, Ridge Racer Unbounded terá versões para PC, Xbox 360 e Playstation 3.
Ninja Theory: Novo Devil May Cry precisa ser mais que um par de seios

Desde que foi anunciado o próximo jogo da série Devil May Cry, também conhecido apenas como DMC, tem deixado muitos fãs indignados, tudo porque o pessoal da Ninja Theory adotou um estilo de arte bem diferente do tradicional, alterando inclusive a aparência do protagonista e o game designer Tameem Antoniades revelou que podemos esperar mais algumas mudanças.
“Se for verdade que a média de idade dos jogadores de console está acima dos 30 – no que acredito totalmente – então você não pode usar esses truques baratos para convencer as pessoas a comprar o seu jogo.
Não tenho nada contra seios grandes – preferiria ter minha cabeça descansando em um par deles nesse momento – mas se você quer estimular alguém em níveis diferentes, há jeitos melhores de se fazer isso. Se olhar para as estrelas nos filmes, as mulheres que as pessoas consideram atraentes frequentemente não são aquelas de seis fartos. Você pode ser atraente de diferentes maneiras.
Fizemos isso no Enslaved com a Trip. As pessoas adoraram ela, não porque ela tinha seios grandes e longas pernas, mas porque sentiam que ela era alguém que poderia ser sua namorada. Para mim isso é mais atraente do que uma prostituta andando por aí com uma arma enorme. Sem querer rebaixar as prostituas – é uma forma válida de comércio.”
Quer saber, concordo plenamente com Antoniades e além da Trip, ainda citaria a Nariko do Heavenly Sword, também da Ninja Theory e que mesmo sem se encaixar no estereótipo das heroínas gostosonas, é uma personagem muito sensual. Acho bom ver que algumas pessoas da indústria estão dispostas a tentar nos entregar experiências mais adultas, mesmo que para isso eles tenham que correr o risco de vender várias unidades a menos do que um grande par de seios conseguiria.
[via CVG]
Epic Mickey 2 está confirmado

Os rumores sobre uma continuação para o jogo exclusivo do Wii estavam circulando na internet há bastante tempo, mas agora Warren Spector confirmou a produção de Epic Mickey 2: The Power of Two, título que dessa vez, além do console da Nintendo, também aparecerá no Playstation 3 e Xbox 360.
O game designer revelou que a ideia é fazer do jogo um musical, permitindo que as pessoas entrem e abandonem as partidas cooperativas a qualquer momento, sendo que um dos jogadores controlará o Mickey, enquanto o outro assumirá o papel de Oswald, o coelho sortudo, que também nos acompanhará (e ajudará) mesmo quando estivermos jogando no modo singleplayer.
Outro ponto citado por Spector foi a câmera, muito criticada no original, que segundo ele está sendo trabalhada desde que o desenvolvimento do jogo anterior foi concluído e que continuará sendo aperfeiçoada até o dia em que o Epic Mickey 2 for lançado. Seguindo ele, houve cerca de 1000 modificações no sistema da câmera e a intensão é que os jogadores não precisem tocar na câmera manual enquanto estiverem aproveitando o título.
Apesar de o primeiro não ter obtido uma média muito boa entre os sites que o avaliaram, esse é um dos jogos do Wii que tenho muita vontade de jogar, mas que ainda não tive o prazer de adquirir, o que pretendo fazer o quanto antes para poder jogar a série inteira.
[via Associated Press]
Levine, Barnet, a visão do autor e o final do Mass Effect 3

A polêmica sobre o desfecho dado à trilogia Mass Effect ainda parece longe de terminar e após a própria BioWare ter dado a sua explicação para o que acontece no final do ME3, Ken Levine, criador da franquia BioShock, saiu em defesa da equipe responsável pelo jogo.
“Acho que estamos num momento importante,” disse Levine numa palestra no Smithsonian American Art Museum. “Penso que se essas pessoas conseguirem o que querem e a BioWare escrever o seu final, será muito frustrante porque eles não o criaram de verdade. Essa coisa toda tem me deixado um pouco triste porque não penso que ninguém conseguirá o que queria caso isso aconteça.”
Outro que também falou sobre o assunto foi Paul Barnett, diretor criativo da Mythic Entertainment, usando outras formas de arte para deixar claro que a intromissão nas decisões do autor é algo lamentável.
“Se os jogos são arte, então apoio totalmente que o autor tenha algo a dizer sobre aquilo que ele acredita que deva acontecer, assim como a J.K. Rowling pode encerrar seus livros e dizer que este foi o fim do Harry Potter. Não acho que ela tenha que ser foçada a fazer outro.”
Vídeo mostra jogabilidade do The Walking Dead

Alguém aí ainda se lembra que a franquia The Walking Dead ganhará um jogo desenvolvido pela Telltale Games? Não os culpo. Até agora poucas informações haviam sido reveladas e nem mesmo a jogabilidade sabíamos ao certo como seria, mas com o lançamento se aproximando, as dúvidas vão acabando e se você estava esperando pelo jogo, aqui vão alguns detalhes.
Primeiro, saiba que a aventura será disponibilizada em cinco capítulos, com o primeiro deles devendo chegar no final de abril ao custo de US$ 5, ou 400 MS Points, caso opte pela versão para o Xbox 360. Se você escolher jogar no PC ou Mac, poderá adquirir todos os episódios de uma vez e fazendo isso antes do lançamento, ganhará 10% de desconto, pagando portanto US$ 22,49. Além disso, os compradores ainda terão a chance de serem transformados em zumbis e ver a sua recriação vagando pelo quarto episódio.
Mas, se o que você quer mesmo é ver como o jogo será, dê uma olhada no vídeo abaixo que mostra os primeiros 13 minutos da jogatina. Nele podemos ver que os gráficos estão muito bonitos, parecendo uma revista em quadrinhos e sua jogabilidade lembra um pouco a do Heavy Rain, servindo como uma evolução dos antigos Point & Clicks.
Tenho a impressão de que bastante gente não gostará muito do estilo, mas achei interessante a angustia que o game passa, apesar de boa parte dessa característica aparentemente poder ser creditada aos controles, um tanto travados. Mesmo assim, pelo preço cobrado acho que acabarei comprado, nem que seja apenas a primeira parte.

