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Para David Cage, falta de inovação nos games é nossa culpa

Por em 18 de janeiro de 2013
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  • http://twitter.com/CarlosSpankWire Carlos SW

    verdade, meu cunhado trabalhava na ubisoft e disse que eles nao investem grana em games que inovadores. preferem o lucro certo do que a chance de perder grana

  • http://www.facebook.com/people/Marcelo-Eiras/1567301419 Marcelo Eiras

    David Cage está completamente certo. Se a produtora ganha rios de dinheiro com uma franquia como o CoD, que é pouco mais que um MOD do titulo anterior, para que inovar e arriscar ?

  • marcos.petropolis

    A culpa é dos jogadores que querem sempre a mesma coisa ou é das produtoras que não querem correr o risco com uma novidade?Acho que é os dois.Mas quem têm o poder de mudar?Nós ou eles?

  • marcos.petropolis

    Por falar em mesma coisa, a imagem acima parece muito com a menina de The Last of Us.

    • http://nada-aqui.posterous.com Marcio Neves Machado

      Mas é a protagonista do Beyond: Two Souls, outro jogo do David Cage. Mas considerando que tanto a menina do The Last Of Us quanto essa foram modeladas a partir da Ellen Paige (apesar da modelagem da garota do TLOU ter sido alterada, depois), tá explicado, né? :D

  • http://www.facebook.com/feliciano.richard Richard Feliciano

    Porra, o cinema faz isso há décadas, encontra uma fórmula e usa ela até se esgotar

    • http://www.vidadegamer.com.br/ Dori Prata

      O que não diminui o erro dos criadores de games.

  • http://twitter.com/ericksonleon Adams

    CoD, e.g., através de sucessivos lançamentos criou uma base, assim, novos estilos/gêneros passam pelo mesmo crivo, o início certamente não é uma exponencial de vendas (provavelmente dará pouco lucro ou até prejuízo aos desenvolvedores), mas à medida que o modelo se consolida novos jogadore aderem e então a inovação pode se tornar padrão. Não há sentido em inovações isoladas, elas precisam fazer parte de um conjunto, precisam de uma base de usuários, e em geral possuem uma longa trajetória. Inovar subitamente é muito arriscado: há muitas chances de você estar adiantado, atrasado, enfim, errado. Ele devia experimentar jogos como Heavy Rain para plataformas PC e XBOX, afinal este título foi a única razão para me fazer comprar um PS3 (e o único que tenho ainda). Há público para o estilo, precisa explorar e fidelizar. (Inovação é sobrevalorizado).

  • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

    Concordo completamente com ele.

    Essas sequências são péssimas para as empresas – que não inovam e deixam de criar jogos melhores – e para os jogadores – que não saem da zona de conforto de games que eles jogam.

    Sem falar que muitos desses shooters (dos que estão ali só Halo 4 eu acho um bom jogo) são repetições ad infinitum da mesma fórmula – CoD e MoH são sempre muito parecidos, melhoram os gráficos e as armas e surge alguma coisa nova na jogabilidade deles, que, normalmente se resume em alguma arma ou em algum modo de jogo novo.

    E o pior de tudo isso é que com essa atitude muitos desenvolvedores de games deixam de ter espaço e de trazer novas ideias para a empresa e, principalmente, para nós. Hoje em dia a inovação e as ideias boas estão nos indie games.

  • http://www.facebook.com/rudrigoleao Rodrigo Leão

    Faz muito sentido! Mas a culpa não pode ser colocada toda no consumidor. O mercado é um organismo e nosso comportamento tem muito de reflexo daquilo que a própria indústria tá oferecendo. Se formos analisar as tentativas de “novas franquias” que surgem, vemos jogos mal acabados, muitas vezes tão cheio de problemas que nos perguntamos se valeu a pena a compra. Diante de mistérios como “será que presta?”, melhor mesmo investir o suado dinheirinho em títulos já conhecidos – garantia de diversão sem irritação.

  • Yulan Cardoso

    Isso está erroneamente relacionado em nossas cabeças (e nas cabeças de vários estúdios de entretenimento) à falta de criatividade e inovação, que no fim se resume a lucro sem investimento. Mas uma sequência PODE ir muito além do que fazer “o mesmo”.

    Não vejo nada de errado em querer continuar acompanhando uma narrativa ao longo do tempo, e acredito que algumas coisas são melhor apreciadas em “doses”. Chega a ser meio injusto falar que isso é uma coisa ruim. O que o mercado precisa é saber se usar dessa dosagem para manter suas franquias sempre atuais, sejam em relação à nossa cultura ou tecnologia.

    As franquias da Nintendo podem ser usadas como exemplo, a maioria já existindo há décadas e mesmo assim marcando presença ano após ano nas listas de melhores jogos. Nunca passei pela sensação “ah não, mais um Zelda”. Cada título traz algo novo, diferente, e pra mim é isso que qualquer sequência precisam buscar.