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Para Ingnition, mercado japonês está afundando

Editora inglesa afirma que mercado japonês está encolendo, mas mesmo assim procura produtora de lá para criaçãod e jogo.

11 anos e meio atrás

dori_mur_29.03.11

A Ignition Entertainment é uma editora britânica que se tornou conhecida no ocidente por ter publicado vários jogos da SNK na Europa, assim como alguns títulos como Muramasa: The Demon Blade, Blue Dragon Plus ou Blacklight: Tango Down e hoje é o lar de vários ex-funcionários da Cacpom e do Clover Studios. Com sedes na Inglaterra e Japão, a empresa recentemente teve que fechar o seu estúdio na Flórida e cancelar o desenvolvimento de dois títulos, mas apesar de as coisas aparentemente não estarem correndo muito bem por lá, eles não pretendem deixar de trazer para este lado do planeta alguns jogos criados no arquipélago japonês.

Ao ser questionado sobre as dificuldades de se conseguir novos parceiros no Japão, o diretor de desenvolvimento de negócios, Shane Bettenhausen, disse:

É verdade. Há pouquíssimos caras independentes no Japão que não tenham uma subsidiárias ocidental, mas eles precisam de alguém para os ajudar. Acredite, estive o Japão há duas semanas e os carinhas com quem me encontrei não sabem como ser bem sucedidos no ocidente e o mercado japonês está afundando. Acho que o futuro é fazer jogos juntos para o mercado global. O que realmente quero fazer com o Japão é criar um jogo do zero com uma desenvolvedora japonesa que possa dar certo em qualquer lugar.”

Isso é interessante, apesar de muitas pessoas afirmarem que o mercado japonês está vivendo por aparelhos, tantas outras parecem enxergar nas produtoras de lá uma ótima maneira de fazer dinheiro, desde que elas estejam dispostas a trabalhar em algo que seja mais… “aceitável” por aqui. O curioso é que na época dos 8 e 16-bits, ninguém se incomodava tanto com as bizarrices que vinham do Japão e não consigo entender muito bem porque há a necessidade de se criar jogos para esse ou aquele público. Sou da época em que jogo bom vendia em qualquer lugar e não dependia do país onde era feito, muito menos do público alvo que ele mirava.

[via Siliconera]

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