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Mais Star Wars — Disney anuncia outra trilogia para o cinema e várias séries para streaming

Aí vem a Jedimania: Disney está produzindo mais de uma série de TV baseada em Star Wars além de duas novas trilogias para o cinema, uma de Rian Johnson e outra com os produtores de Game of Thrones.

41 semanas atrás

A Disney deixou bem claro anos atrás que pretende fazer de Star Wars uma franquia infinita. O motivo é simples, o universo criado por George é muito, muito maior que as mazelas familiares dos Skywalker e é possível extrair um sem número de histórias da galáxia muito, muito distante. É possível explorar não só personagens e acontecimentos familiares aos fãs que nunca foram mostrados (como a série Uma História Star Wars vem fazendo), como adentrar em regiões não conhecidas ou ir muito para a frente ou para trás na linha temporal. Basicamente não há limites, a Casa do Mickey pretende criar conteúdo para sempre e nem você, nem eu nem ninguém consumirá tudo em vida.

E ela vem preparando o terreno desde já. Além da trilogia principal para o cinema já em curso e a animação Star Wars Rebels, que será encerrada em breve há planos para a sub-franquia Uma História Star Wars abordar histórias de Obi-Wan Kenobi, Yoda e Boba Fett, entre outros personagens e situações (um focado em Mace Windu e outro num jovem Palpatine, ainda sob a tutela de Darth Plagueis seriam bem interessantes), já está agendada uma nova trilogia capitaneada por Rian Johnson, diretor de Episódio VIII: Os Últimos Jedi e que abordará outro núcleo de personagens em uma parte não explorada da galáxia até então.

Ontem porém, a LucasFilm anunciou oficialmente mais uma trilogia cinematográfica, separada da principal e da de Rian Johnson que abordará ainda outros personagens e locações, que será escrita e produzida por D.B. Weiss e David Benioff, responsáveis por Game of Thrones; ainda não há uma janela de lançamento para nenhum dos primeiros filmes das novas séries, os únicos confirmados até o momento são a provável bomba Han Solo: Uma História Star Wars (24 de maio) e Star Wars: Episódio IX (20 de dezembro de 2019, ainda sem subtítulo).

E tem o novo serviço de streaming exclusivo que a Disney está preparando, que contará com novos conteúdos da matriz para a TV. Até então já sabíamos da existência de uma série em live-action pela primeira vez na história, mas ontem, durante o anúncio de lucros aos investidores o CEO Bob Iger revelou que a plataforma contará não com uma, mas “algumas” séries exclusivas baseadas em Star Wars. Basicamente será uma overdose de jedis, siths, stormtroopers, escumalhas rebeldes e agregados.

A informação veio de Clayton Sandell, correspondente da ABC (emissora subsidiária da Disney):

O executivo não deu detalhes, se são séries com atores ou animadas (elas seriam séries além da primeira já confirmada ou não, nada foi dito) mas disse que uma vez que o sinal verde seja dado, a Disney fará um anúncio oficial. Ao mesmo tempo, Iger deu maiores detalhes sobre o acordo com a Netflix que se encerrará em 2019 e a nova plataforma de streaming a ser lançada também no próximo ano, ao que todos pensavam significar uma debandada dos conteúdos da casa de Reed Hastings e Ted Sarandos.

Eis o que o CEO disse:

  • o serviço da Disney não vai agregar tudo da empresa, a companhia irá inicialmente focar em qualidade e conteúdo original dedicado, ao invés de popula-lo com todo o acervo da matriz, Pixar, LucasFilm e Marvel Studios, seja de cinema ou TV/streaming;
  • o acordo com a Netflix termina no fim de 2019 e a retirada do catálogo não será feito de uma vez, e é preferível mantê-los no ar em algum lugar do que sumir com tudo e não disponibiliza-los depois. Ou seja, ainda levarão uns bons anos para tudo ser retirado, se o for visto que provavelmente acordos individuais ainda serão negociados.

Nada foi dito sobre o Hulu, que a Disney vai controlar se a compra da Fox for concluída; atualmente ele é um distribuidor de conteúdo da empresa e caso o Mickey passe a deter 60% do serviço, ele poderia muito bem ser posicionado como uma opção de distribuição do que o novo serviço não agregar (se a Netflix for mesmo excluída da brincadeira). Claro que isso demandaria torna-lo um serviço global, mas isso é até simples de fazer.

Por enquanto ainda não há data fixa para o lançamento do serviço de streaming da Disney, nem se ele terá alcance global ou não; Iger disse apenas que o preço da mensalidade será “significantemente menor” do que o praticado pela Netflix, logo só nos resta aguardar.

Fonte: Polygon.


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