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Estudante de 10 anos encontra bug no Instagram e embolsa US$ 10 mil

Recompensado pelos bons serviços: estudante finlandês de 10 anos recebe gorda recompensa por identificar uma vulnerabilidade no Instagram

4 anos atrás

instagram

É normal empresas de software pagarem gordas recompensas a desenvolvedores que encontram falhas em seus produtos, como forma de não só torná-los mais seguros como também estimular a comunidade, principalmente para atrair mais gente para a causa. É uma atitude onde todos ganham e muitas vezes os valores são muito atraentes.

O Facebook também possui programas de recompensa para bugs, tanto na rede social quanto em seus outros produtos, como o Instagram. Foi dessa forma que o app rendeu uma grana forte a um muito provável desenvolvedor mirim, se o incentivo surtir efeito.

Aconteceu na Finlândia: um estudante de dez anos identificado apenas como “Jani” (que está abaixo da idade mínima — 13 anos — para usar o Facebook ou o Instagram, convém lembrar) descobriu uma vulnerabilidade que permitia a um usuário mal intencionado a apagar comentários das publicações inserindo um código malicioso diretamente no app. A falha não é tão grave assim, mas também não é algo que poderia ser deixado de lado ainda mais com a facilidade que Jani identificou e explorou a brecha.

O desenvolvedor mirim reportou o bug ao Facebook em fevereiro, que rapidamente a corrigiu. Jani foi recompensado em março e levou para casa US$ 10 mil, e isso faz dele seguramente o caçador de bugs mais jovem já identificado e pago por um programa semelhante.

Desde sua criação, o Instagram já recompensou mais de 800 desenvolvedores e curiosos e desembolsou cerca de 4,3 milhões de dólares. Adolescentes curiosos são uma parcela significativa desses caçadores de brechas, mas Jani é de longe o mais jovem de todos. Isso é excelente, comprova mais uma vez que as gerações novas estão desenvolvendo mais e melhores habilidades do que nós, principalmente por já nascerem envolvidos em um mundo 100% digital. E claro, a educação finlandesa ajuda bastante.

Enquanto isso, no Brasil...

Fonte: Iltalehti (em finlandês) via The Guardian.

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