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Redator do MeioBit.com internado com overdose de endorfina

Rayman Legends supera todas as expectativas e é ainda melhor que o antecessor? Acompanhe este review.

6 anos atrás

Rayman Legends Air Guitar

Rayman Legends Air Guitar

OMFG! Eles fizeram de novo!” Foi mais ou menos essa a minha reação ao jogar a demo de Rayman Legends quando ela pintou na PSN, logo antes de atirar o controle para o lado e sair correndo para comprar uma cópia completa na loja mais próxima (sim, sou desses que colecionam caixas, além do mais você precisa conhecer a internet da minha cidade pra entender). Eu já era fã declarado de Rayman, desde que eu e minha companheira mirim de jogatina descobrimos as infindáveis fases e maneiras de jogar de Rayman Origins. A minha reação foi tão espetacular que só posso dizer que além de terem feito de novo, ainda o fizeram com maestria tal que superaram aquele que para mim era um dos Top 5 jogos de plataforma de todos os tempos.

Todos os elementos principais continuam presentes. Gráficos alucinadamente coloridos com uma direção de arte que vai fazer seus olhos lacrimejarem, música soberba, diversão e jogabilidade na estratosfera. Agora pegue todos esses elementos, coloque no liquidificador do “Will It Blend?”, bata com vontade, coloque mais açúcar, mais pó mágico (X Element) e provavelmente algum pó ilegal que os programadores usaram durante o desenvolvimento, acrescente uma pitada de tudo que há de bom, injete nas suas veias, deixe processar, bata seu sangue no liquidificador de novo, dê uma volta naquela montanha russa irada e beba seu sangue com álcool 120%. Ótimo, agora você sabe o que é este jogo.

Meus amigos, valor de design e produção artística é algo que não falta nessa sequência, Rayman Legends é ainda mais polido, refinado e avançado esteticamente que o antecessor. Quando penetramos (ui!) a fundo na sua deslumbrante jogabilidade e nos deixamos surpreender pela magia que aflora em cada golpe no adversário, salto e queda, vemos que qualquer interação gera uma reação em cadeira e o mais legal é tentar descobrir todo esse funcionamento milimetricamente planejado.

http://youtu.be/zfPbFDVJoHM

Ritmo também não falta e o jogo vai entregando ao jogador cada vez mais possibilidades de progressão. Ao invés de oferecer um único percurso, o jogador liberta personagens que estão aprisionados (há mais de 700 deles) e quanto mais deles libertados, mais níveis e possibilidades se apresentam. Em pouco tempo é possível desbloquear todos os mundos e os níveis ficam disponíveis sem qualquer ordem determinada. Só o que muda entre eles é a dificuldade. E QUE DIFICULDADE. Se alguns níveis como os musicais, onde a ação se desenrola em sincronia com a música, são pura diversão, outros vão fazer os jogadores mais estressadinhos largarem os controles e saírem correndo para as mamães.

São tantas formas de diversão que o jogo oferece, modo campanha, cooperativo para até quatro jogadores, cooperativo on-line, competitivo local e on-line que dá facilmente para perder vários dias experimentando cada um deles. E A DIVERSÃO SÓ AUMENTA.

Pare com isso Ubisoft, assim minha vida social vai pro ralo, sério. AAA, o que mais posso dizer?

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