CG – Earthrise
Um MMO produzido por um estúdio búlgaro não deve ser o tipo de descrição que conseguiria chamar a atenção dos jogadores, mas é a ambientação por trás do Earthrise, um mundo pós-apocalíptico destruído pela Terceira Guerra mundial, que poderá fazer com que algumas pessoas deem uma chance ao título da Masthead Studios.
Com forte apelo às batalhas entre os jogadores, o game abordará a luta entre duas facções, o governo opressor chamado Continoma que controla todos os aspectos dos cidadãos e os Noir, um grupo rebelde que tenta acabar com essa prática. Como a humanidade conseguiu dominar as técnicas de clonagem, nanotecnologia e engenharia quântica, a imortalidade foi alcançada e a consciência armazenada de cada indivíduo está pronta para ser inserida em um novo corpo, mas como teria que existir um vilão nessa história, o papel cabe ao governo, responsável por escolher quem vive e quem morre.
Além da temática pouco comum para o gênero, a produtora tentará se destacar no mercado oferecendo personagens que podem ser configurados com mais de 100 habilidade diferentes,uma economia que será controlado pelos jogadores e a possibilidade de os comandantes de uma região escolherem como administrá-la, criando regras ou deixando que a anarquia reine.
O trailer abaixo mostra a abertura do jogo e caso queira vê-lo em ação, recomendo este vídeo. Graficamente ele não chega a decepcionar, mas também não mostra nada muito diferente do que qualquer pessoa que já tenha experimentado um MMO esteja acostumados, mas será que eles terão sucesso com o game ou estamos diante apenas de mais um anunciado fracasso?
Filme criado por fãs homenageia Fallout
Há alguns dias indiquei o curta-metragem criado por fãs baseado no Half-Life e agora chegou a vez de falar sobre outro só que homenageando a série Fallout. Mesmo achando que o clima do Fallout: Nuka Break ficou engraçadinho demais, algo que na minha opinião, da forma como foi mostrado não combina muito com o jogo, dentro da proposta a atuação ficou boa e há de se admirar o esforço dos envolvidos em recriar o mundo pós-apocalíptico dos games, com destaque para as roupas do personagens e as armas usadas por ele.
Eu costumo dizer que o Fallout 3 foi responsável por me proporcionar uma das mais inesquecíveis experiências que já tive nos videogames, com um mundo imenso e cheio de detalhes a ser explorado. O tema abordado pelo game sempre me fascinou e acredito que esta seria uma franquia que poderia ser transformada em um ótimo filme. Ao menos visualmente o meu desejo de vê-la na tela dos cinemas foi realizado ao assistir O Livro de Eli, mas seria muito bom se algum bom diretor, com bastante grana para gastar, assumisse a responsabilidade de mostrar a vida de um sobrevivente de uma das Vaults.
Não é que um filme do Half-Life poderia ser bom?
Eu gosto muito do Half-Life, tanto do primeiro quanto do segundo e ao contrário da maioria não acho que todo filme baseado num jogo precisa, necessariamente, ser ruim. Para mim existem filmes bons e ruins, independentes de terem usado essa ou aquela fonte de inspiração e por isso acho que um longa-metragem que usasse o universo criado pela Valve como plano de fundo poderia ser bem sucedido.
Enquanto a detentora dos direitos sobre a franquia não decide produzir algo com uma hora e meia, duas horas para o cinema, um grupo de fãs continua trabalhando no curta Beyond Black Mesa, que agora tem pouco menos de 12 minutos e uma qualidade digna de deixar o Uwe Boll de queixo caído. Só achei um pouco desnecessários alguns trechos, como a parte da luta perto dos oito minutos ou o ataque dos zumbis em Ravenholm, mas talvez seja porque o orçamento impediu que os Headcrab Zombies fossem recriados.
De qualquer forma, esta é uma produção que vale a pena ser assistida, seja por trazer boas lembranças ao ouvirmos os Combines morrendo, seja pela bela fotografia, mas o fato é que ela merece todos os elogios, ainda mais por não se tratar de um projeto oficial.
CG – Two Worlds II
Em 2007 a SouthPeak Games publicou um jogo criado pela Reality Pump que causou uma razoável expectativa entre aqueles que gostam de RPGs, o Two World. Ele parecia ser uma versão melhorada do The Elder Scrolls IV: Oblivion, com mundos imensos, combates desafiantes e um enredo bem elaborado, mas bastou que ele chegasse as lojas para descobrirmos que tudo não passou de um sonho não realizado. O game possui animações pobres para os personagens, trazia vários bugs e a crítica bateu duramente em suas falhas.
Para tentar mostrar que merece outra chance, os responsáveis pela franquia firmaram um contrato com a Topware Interactive que lançará nos Estados Unidos, para PS3 e Xbox 360 no dia 25 de janeiro e para para PC em 8 de fevereiro), o Two Worlds II. Construído em cima de uma nova engine, o jogo que chegou a Europa no final do ano passado conta com bons gráficos e efeitos de física convincentes. Um detalhe que agradou quem jogou o game foi a liberdade na criação dos personagens, sem a existência de classes específicas e cabendo ao jogador distribuir os pontos de experiências pelos diversos atributos, não impedindo assim que um cavaleiro se transforme em um mago rapidamente.
Será essa sequência capaz de entregar aquilo que os fãs dos gêneros esperam e não apenas ficar nas promessas? Mas e quanto ao estrago feito pelo primeiro jogo, será que ele não afetará nas vendas? Vamos esperar até o seu lançamento, mas as primeiras impressões até que tem sido razoáveis e depois de ver o vídeo abaixo, uma coisa não podemos negar, os caras sabem criar um bom trailer.
Jogando um FPS com o Kinect
Pronto, um dos maiores mistérios desta geração, como poderíamos usar o Kinect para jogar um game de tiro em primeira pessoa, acaba de ser solucionado. Infelizmente não se trata de um jogo que será lançado oficialmente, mas sim de mais uma daquelas modificações malucas que tem surgido dia após dia na web, porém, confesso ter ficado bastante surpreso com o resultado.
Para a surpresa de todos, o vídeo abaixo mostra que o game pode ser jogado usando apenas uma mão e o hack funciona com uma boa precisão, sendo necessário dar pequenos socos para que a arma seja disparada. Eu não consegui entender muito bem como o autor faz para se movimentar para frente e para trás e senti a falta do strafe, aquele movimento lateral tão útil nos jogos desse gênero. Penso também que jogar assim deva ser bastante desgastante e que a modificação preciso ser aperfeiçoada, no entanto, não deixa de ser um grande conceito.
CG – Mass Effect 2
Na próxima terça-feira, dia 18 de janeiro, com o lançamento do Mass Effect 2 os donos de um Playstation 3 poderão finalmente ter seu primeiro contato com uma das séries mais premiadas dessa geração. Apesar de chegar ao console com um ano de atraso em relação as versões lançadas para o Xbox 360 e PC, o jogo virá com todos os conteúdos adicionais lançados por download e como as decisões tomadas no primeiro game, que não foi lançado para o PS3, podem afetar algumas passagens na segunda aventura, a saída encontrada pela BioWare foi incluir uma revista em quadrinho interativa onde o jogador poderá interferir no enredo.
Em Mass Effect 2 o comandante Shephard contará com a ajuda de novos personagens e o game que para muita gente foi o melhor de 2010 continua a saga do primeiro humano escolhido para se tornar um Spectre, uma espécie de força de elite universal, na tentativa de eliminar uma enorme ameaça. Com um enredo de ficção-científica muito bem elaborado, ótimos gráficos e uma jogabilidade que mistura jogos de ação em terceira pessoa com RPGs, costumo dizer que o game é uma ótima pedida para os fãs do Star Wars, ou mesmo para aqueles que simplesmente gostam de um bom jogo.
No momento eu ainda estou encarando uma nova jornada no primeiro Mass Effect e com pouco mais de 25 horas, ainda me impressiono com o nível de detalhes adotado pela produtora. Em todo canto vemos alguma coisa que incremento o universo do jogo e parece que sempre há algo novo para descobrirmos. O vídeo abaixo é o trailer de divulgação da edição para Xbox 360, mas serve muito bem para deixar aqueles que ainda não aproveitaram este excepcional game com água na boca.

