Campanha pela redução dos impostos nos games

Por: em 02/04/10 na(s) categoria(s): Indústria


Desde ontem só se fala em uma coisa em todos os blogs brasileiros de games, a campanha iniciada pela editora Tambor contra os extorsivos impostos cobrados pelos games no Brasil, hoje na casa dos absurdos 72%.

Lançada oficialmente durante o 6º troféu Gameworld, a ideia é juntar o maior número possível de assinaturas através do site da campanha e mostrar à Comissão de Finanças do Senado, onde o projeto de lei 300/07 está parado e cujo relator é o deputado Antonio Palocci (PT-SP), que se aprovado, incentivaria uma indústria em expansão, gerando empregos, diminuindo a pirataria e trazendo fabricantes de games para o Brasil.

Talvez eu esteja sendo pessimista, mas custo a acreditar que a campanha dará resultado, contudo, como não custa tentar, convido todos os leitores do Meio Bit Games a participar, é rapidinho, basta preencher o formulário localizado no final do site e o mais importante, convidar todas as pessoas que gostam de videogames a fazer o mesmo. Na pior das hipóteses, a situação continuará como está, mas pelo menos teremos feito nossa parte.

dori_imp_02.04.10

  • Jason Manchest

    tô nessa

  • Spock_Bauru

    Já me cadastrei!

  • Paulo Fernandes

    Como seria bom menos impostos.

  • cquintela

    Ontem, no Jornal da Globo teve uma matéria sobre a Gameworld, onde o tópico imposto foi colocado, dizendo que os brasileiro pagam o dobro do valor lá fora, o que impede a indústria de deslanchar aqui dentro.

  • maiconfaria

    No thanks. Acho esse nível de imposto justo. O valor de 150~200 reais não é um absurdo para jogos. Não vejo impacto significativo em passar essa faixa para 100~150.

    Seria interessante uma redução drástica do imposto sobre games produzidos no Brasil, isso sim.

    • Jonathan Zimmermann

      Não trata-se apenas do imposto para jogos, mas para consoles também.

    • Rafael Vasconcelos

      Tendo a possibilidade de pagar menos legalmente você prefere pagar mais?! [Extremely confused emoticon]

      • Jonathan Zimmermann

        Também achei estranho esse comentário ehehe.

        Sendo que R$50, para mim, é melhor que nada.

    • garoa

      é por comentários insanos como esse que você recebe periodicamente uma insígnia de troll ou salsa?

      só espero que não façam mau uso do meu RG…

    • http://www.vidadegamer.com.br Dori Prata

      Está aí, eu sabia que ainda existiam brasileiros que estão satisfeitos com os impostos praticados no nosso país. Talvez isso explique muita coisa.

      Mas tudo bem, pelo menos você tem coragem de assumir sua opinião publicamente, respeito isso.

    • http://www.designando.com msales

      Em um primeiro momento li seu comentário e pensei… “mas que idiota esse cara…”, porém refletindo um pouco e deixando a emoção de lado, de certa forma, sou obrigado a concordar. :)

      Baixar o valor dos games, é importante sim e eu agradeceria eternamente, mas temos de pensar que só traria efeito aos que já compram games originais (seja importado ou não)… A grande maioria de gamers brazucas, ia continuar baixando seu jogo ou comprando no camelô da esquina.

      Já citei N vezes em outros comentários e lugares, que o problema no Brasil é a cultura e não os impostos… Poucos (chutando alto, diria uns 10%) passariam a comprar originais se os preços forem reduzidos ao patamar que o Maicon citou…

      Claro que mesmo com um trabalho de formiguinha, é importante o crescimento das vendas de originais, para melhorarmos cada vez mais o apoio da indústria e a visão de mercado que as mesmas possam ter do Brasil.

      Mas infelizmente sou obrigado a dizer que a cultura do brasileiro é muito pobre no que diz respeito a valorizar o trabalho e produção intelectual. É a tal história… ninguém vai piratear um bem de consumo, como uma geladeira, um fogão, uma TV, mas quando se trata de um filme ou um jogo (“-ahhhh… baixa lá q não vou gastar dinheiro com isso não… tenho coisas mais importantes pra pagar…”). O pior é q não importa a classe social… as pessoas com quem convivo são de todas as classe sociais, sou uma pessoa sociável e livre de preconceitos. Tenho amigos que moram em Guaianazes (região pobre de SP) e outros que moram em Alphaville e Morumbi (o oposto), todos com boa índole, boa estrutura familiar e dão duro no trabalho, mas independentemente disso, boa parte deles não liga de baixar um filme ou chegar no trampo com aquelas famigeradas capinhas de plástico com o o filme gravado em um DVD vagabundo (q só de ver, dá vontade de cuspir em cima…).

      Hoje eu cansei de tentar fazer com que os outros mudem… eu falo por mim. Hoje tenho um bom trabalho e uma boa renda familiar, mas já fui estagiário tendo de pagar pra trabalhar e nem por isso defendia a compra de filmes e/ou games piratas… é uma questão de cultura. Meus filhos serão criados assim e acredito que essa é a única forma de mudar as coisas daqui a alguns anos… Infelizmente essa é a visão que tenho hoje de tudo o que acontece.

      Poderia continuar escrevendo linhas e linhas sobre o assunto, mas além de me tornar repetitivo, sei que boa parte dos leitores do meiobit não vão dar a mínima e sairão correndo pra comprar o “último lançamento” na banquinha mais próxima…

      Voltando a causa… ela é justa e sou favorável… e mesmo sabendo que ajudará apenas aos que já compram games originais e não a indústria em si… já fiz minha adesão a campanha… ;)

      Abs!

      • http://www.unfear.com.br unfear

        Pior que tenho que discordar, conheço muita gente que depois que descobriu o Steam onde praticamente o cara só obteve no máximo uns 30% de desconto, resolveu deixar de lado os jogos piratas, esta medida não vai acabar com a pirataria, mas pode fazer com que um quantidade razoavel de pessoas passe para o outro lado da força.

        • http://www.vidadegamer.com.br Dori Prata

          Apesar de achar que o problema da pirataria é mesmo culrutal, como omsales falou, concordo com você. Talvez vocês não saibam, mas é razoavelmente grande a quantidade de leitores que me mandam emails agradacendo por eu incentivar aqui no MBG a compra de jogos originais, principalmente divulgando jogos com desconto e que dizem ter parado de usar piratas.

          Mas enfim, mesmo que a redução dos impostos não acabe com a pirataria, o que acho provável, que pelo menos ele beneficie aqueles que continuam incentivando a indústria e se 1% daqueles que usam pirata passarem a pagar por seus jogos, então acho que a iniciativa já valeu a pena, portanto, discordo da opinião do msales.

          • maiconfaria

            Eu aprecio o seu incentivo contra a pirataria que está quase sempre presente aqui no meiobit games. Acho que aqui se contribui para o respeito a propriedade intelectual e para uma mudança cultural de um grupo não tão pequeno de pessoas.

            Eu continuo achando que uma mudança de preço no patamar que indiquei não alterará o quadro brasileiro. Pessoalmente, compro poucos jogos, fico muito tempo em um único. Por isso 50 reais não serão muito importantes num período de 3 meses. Concordo que para outros o impacto pode ser maior, mas isso não afetará consideravelmente a pirataria.

            Outro ponto, é o fato do Brasil não participar efetivamente da indústria de games. Uma boa atitude seria dar bons incentivos para produtoras que têm escritórios no Brasil e produzem pelo menos parte do game por aqui.

            Sobre os imposto: esse não é o único problema, não podemos fechar os olhos para o fato de um console de 300 dolares ser vendido por 1400 reais no Brasil.   

          • Helder_Zero

            @maiconfaria, Em contato com o Ministério da Cultura (Secretaria de Audiovisual) em julho do ano passado, questionei se havia algo sendo feito em relação ao que Dori postou. Em resposta obtive a seguinte mensagem:

            A política implementada pelo Ministério da Cultura para o setor de jogos eletrônicos atualmente foca-se no fortalecimento da indústria brasileira, tanto no mercado nacional, como no exterior. É essa a essência do programa BR Games, que além de fomentar a produção de demos jogáveis, promoverá a participação dos projetos contemplados em evento do setor no mercado internacional.
            Quanto às questões tributárias relativas ao setor de jogos, o MinC tem acompanhado as atividades do Congresso Nacional no que diz respeito à redução da carga tributária para a indústria nacional. Um exemplo é o PL nº 300/2007, atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados, que estende à indústria nacional de jogos eletrônicos os benefícios de redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) previstos na Lei nº 8.248/1991.
            Como o mercado brasileiro de jogos eletrônicos é hoje completamente dominado pelas produções estrangeiras, não seria interessante facilitar a importação desses produtos, pois isso respresentaria uma ação contrária ao foco da política do ministério para o setor. Facilitar a entrada do produto estrangeiro no país seria aumentar a concorrência desleal entre os produtos estrangeiros e os nacionais, o que poderia dificultar o desenvolvimento da indústria brasileira no setor.

            Agora, em relação ao último parágrafo, o incentivo que o Brasil dá ao mercado nacional é o protecionismo. Você acha isso legal?!

      • http://www.acranias.com catzurrul

        @msales, A cultura dos brasileiros é pobre, mas a minha não, mesmo sendo brasileiro. E como brasileiro gosta de ser aculturado, posso aculturar os brasileiros, dando exemplo, por exemplo.
        E um passo para que eu possa aculturar os aculturados é tendo acesso ao poder de exemplificar.
        Com os preços mais baixos, acho que meu poder de aculturar aumentaria.

    • kakaroto_BR

      @maiconfaria, se para vc não faz diferença não quer dizer que para o resto não faça.

    • prk_83

      Concordo que precisa mudar a cultura, mas pra quem já está comprando jogos originais faz uma boa diferença sim. R$ 50 pra quem compra poucos jogos é pouco mesmo, mas pensando ao longo do ano. Quem compra uns 10 jogos já terá R$ 500 de economia. Convenhamos, quem não quer ter 500 manogs no bolso pra gastar com outras coisas?

  • http://nada-aqui.blogspot.com Marcio Neves

    Eu já tinha comentado sobre isso no Twitter.

    [quote]@dori_prata Se as distribuidoras fizessem distinção do que é custo de mídia, o que é de software, o imposto de importação seria muito menor[/quote]

  • hEaD_cRaB

    Pra que ?!

    Eu sou um bobão elitista, gosto de pagar de playboy comprando “games” com o dinheiro do meu pai, essa campanha ira me desestimular perante meus amigos boçais [/idiota]

    Palocci eh? quem diria … vou lá tentar fazer alguma coisa, JÁ QUE EU NÃO COMPRO JOGOS COM O DINHEIRO DO MEU PAI!

  • OrphenRX

    Sinceramente, eu não acho justo os preços não. Acredito que o preço de R$200 é totalmente injusto.
    Para aqueles que tem condições de comprar um jogo deste preço, pode até não ser nenhum fim do mundo. Agora pense na maior parte das pessoas que ganham aí pouco mais que um salário mínimo e que gostaria de jogar um video-game dentro da legalidade.

    Eu sei também acredito que uma redução pequena não vá fazer uma grande diferença, mas eu acredito que R$50 é um bom dinheiro e já seria alguma coisa.

    Mas gostaria de ver os jogos de Video-Game com valores bem próximos aos de PC. Algo em torno dos R$ 120 já seria alguma coisa, já que nos consoles tem toda aquela coisa de royalties, então não vejo como os preço serem iguais.

    Mas se tivesse que escolher, preferia que abaixassem os preços dos consoles que, estes sim, são um absurdo !!!

  • http://videomaisgames.blogspot.com/ BRwindows

    Eu também acho um absurdo o preço dos jogos no Brasil, mas eu tenho uma outra questão sobre os jogos originais: Eu tinha um jogo original e tive problemas com ele, era STEAM, quem me deu suporte técnico? Ninguém…

    Dinheiro que infelizmente gastei a toa…

    Adivinhem o que jogo agora?

    O original não te dá suporte nenhum.

    Minha opinião..

    • garoa

      como gastou à toa?  Com o dinheiro você pôde ter licença para pegar uma cópia de backup na boa… ;)

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  • Gemini Saga

    Quer fugir dos impostos? Então compre jogos pelo Steam! :-)

  • http://www.brunobemfica.net BrunoTiger

    Eu adoraria que isso que concretizasse. Mas ainda acho que vai ser só revolução de sofá…

  • Pingback: pligg.com

  • http://www.csrenan.com Renan the Geek

    A impressão que eu tenho é que o imposto só se aplica a jogos de consoles. Todos os jogos que eu comprei no Steam tinham um valor parecido com o das lojas por aqui, só um pouco mais baixo. Eu uso o Steam mais pela comodidade de salvar partidas de alguns jogos nas nuvens, e poder instalar os jogos em quantas máquinas eu quiser.

    Tava dando uma olhada em algumas lojas daqui… Jogos pra Wii e PS3, a maioria custa entre 220 a 250 reais. Mas os de PC não passam de 100, e a maioria custa entre 30 e 50 reais.

    Ainda assim, sou super a favor da redução dos impostos. Isso me faria comprar de imediato um Wii e um PS3.

    • http://www.vidadegamer.com.br Dori Prata

      @Renan the Geek, Isso acontece porque os jogos de PC são vendidos como software, logo, recebem incentivo fiscal.

  • workingmanbh

    Pagar 180 conto em um jogo de videogame lançamento, ou mais, é um roubo mesmo.
    se custasse de 100 a 120, com certeza eu compraria mais.
    Em 1 ano de 360, comprei apenas 2 jogos online, e agora, que fui comprar jogos físicos mesmo, mas não paguei o mesmo tanto de um na praça. O Cod Mw2 foi 110, zero zero, pois o cara tinha pego o jogo com a edição limitada do console e passou o disco pra frente. Ninja Blade foi 70 conto, usado, mas em estado 100%. Ambos estavam “a mãe do virgem”. E mais 2 jogos por 130, Guitar Hero 5 e Guitar Hero Metallica, lacrados.
    E terei de encomendar os originais da china, pois fica muito melhor do que ter que comprar aqui.

  • William_T3l3s

    Realmente se os preços dos games fossem mais baratos nem todo mundo iria logo buscando os jogos ‘alternativos’… Eu mesmo compraria varios titulos que gosto pra ter guardados como item de colecionador, mas no preço que estao prefiro nao fazer isso agora. Se houver uma reduçao significativa nos preços com certeza adquiriria varios games que gosto!

  • ANOGUEIRA

    ASSINADO…
    To pensando em começar a correr essa estrada de tijolos dourados… e se isso acontecesse… seria um impulso a mais… Maravilha.

  • http://www.spellrpg.com.br lagame

    É uma ótima campanha, e creio que terá efeito, não num prazo curto, mas sem essas campanhas nunca seremos ouvidos somente reclamando no ouvido dos amigos.

  • henrique.fockink

    @Helder_Zero, é verdade, não passa de simples protecionismo. E o Brasil quer se queixar dos subsídios que os EUA pagam aos produtores de algodão. Eu até concordo com medidas protecionistas quando exite o que proteger. Mas o setor de jogos eletrônicos (aka games) do Brasil precisa ser protegido? Conheço poucos (pra ser sincero nenhum) game brazuca. Tem esse que foi anunciado pelo Dori, do diabinho com um tridente, mas ele nem foi lançado aqui. Sinceramente não sei quem o Brasil quer proteger.

  • PauloBotelho

    Redução de impostos em consoles tudo bem, pode ser.
    Redução de imposto sobre os games? Em que isso vai ajudar a (incipiente) indústria nacional de jogos?

    • henrique.fockink

      @PauloBotelho, existe alguma indústria nacional de jogos a ser ajudada?

  • http://www.csrenan.com Renan the Geek

    Ainda que houvesse uma indústria nacional bem estabelecida, dizer que a concorrência com o pessoal de fora é desleal (vide post do helder_zero) é uma bruta sacanagem.

  • Putu®

    Não sei se alguem aí comentou sobre isto, mas acho q junto dos impostos exorbitantes (que não só pra jogos) tem o metodo de classificação de faixa etaria dos jogos ainda terem q passa pelo aval de um ministerio q não me lembro agora qual é.. acho q este é um grande impecilio principalmente para as plataformas moveis como o PSP e App Store da Apple. Motivo pela qual não temos aqui nem a parte de jogos nem filmes da loja virtual da Apple, pois de uma certa maneira ainda sim estamos sendo ilegais comprando coisas pelo Steam que não respeita esta barreira burocratica. Acho que antes de brigar em abaixar os impostos, deveriamos olhar para esta questão, pois vejo que varios desenvolvedores nacionais estão sendo prejudicados com isto, pois não podem publicar os seus jogos para o publico alvo que talvez seja o brasileiro em uma ferramenta tão poderosa para o setor como a App Store. Não digo somente sobre esta loja virtual, mas as demais também, que para vender jogos… vejo tb q a cultura de alguns brasileiros vem mudando a força, exemplo sobre os que tem comprado o playstation 3, que até agora não há jogos piratas para ele, somente originais… como atualmente o console esta, digamos, relativamente barato, muitos preferem investir neste console e comprar os seus jogos originais…

    bom, é o meu ponto de vista…

    abraços

  • fera2k

    Não dá pra entender o nível de ignorância desses políticos.

    O raciocínio lógico e simples deveria ser este:

    1) reduz-se os impostos
    2) com preços baixos, aumenta-se o mercado
    3) as grandes indústrias mundiais passaram a olhar mais para o Brasil e consequentemente, vão investir aqui, montar times de desenvolvimento aqui
    4) haverá um intercâmbio maior de profissionais, gente daqui indo trabalhar lá fora e gente de fora vindo trabalhar (e ensinar os daqui)
    5) a indústria iria se fortalescer e muitos títulos com temas nacionais (ou latinos) poderiam ser produzidos por aqui
    6) no fim do ciclo, o governo arrecadaria muito mais impostos do que hoje, pois o volume aumentaria, e a pirataria diminuiria

    Simples, não acham?

    • http://www.csrenan.com Renan the Geek

      @fera2k, concordo em gênero número e grau. O negócio é que o político que toma a decisão sobre o caso é simplesmente isso: um político.

      As opiniões na câmara e no senado sobre videogames se dividem em quatro grupos:

      Os que acham que é coisa de vagabundo e criminoso;
      Os que acham que é ruim por ser coisa do estrangeiro;
      Os que acham que videogames violam os valores cristãos e vão contra a família e a moral;
      E os que acham que é perda de tempo discutir sobre videogames porque são brinquedos tipo tamagochi, só que mais sofisticados.

      É nessas horas que eu tenho vontade de me associar ao partido pirata. É o único partido no qual o entendimento de tecnologia dos integrantes vai além de saber digitar um telefone num celular.

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  • http://intensedebate.com/profiles/andrevergilio Spock_Bauru

    Dando uma olhada no projeto, ele passou de mão em mão sem nenhum deputado sequer lê-lo e tá nas mãos do palocci a mais de um ano… não creio que alguem leve-o a sério…

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