Niantic começa a remover locais inapropriados do Pokémon GO

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Além de uma série de história bizarras envolvendo o Pokémon GO, o jogo da Niantic Labs também iniciou uma discussão sobre até onde ia falta de sensibilidade dos jogadores e a responsabilidade da desenvolvedora em relação aos locais que eram usados como pontos de encontro.

O primeiro a pedir que as pessoas não fosse lá apenas para caçar monstrinhos foi o Museu do Holocausto de Washington, pedido esse que logo foi seguido pelos responsáveis pelo Memorial pela Paz de Hiroshima e diante de uma repercussão tão negativa, o estúdio enfim decidiu tomar uma atitude.

No caso do ponto onde os Estados Unidos detonou uma bomba em 1945, a remoção do ginásio e do PokéStop aconteceu no sábado passado, apenas seis horas antes do início da cerimônia que marcaria o 71º aniversário do terrível ataque, mas curiosamente os monstrinhos continuam podendo ser capturados no parque.

Pouco depois foi a vez do mesmo tratamento ser dado ao museu localizado na capital norte-americana, o que provavelmente também acontecerá com o Cemitério Nacional de Arlington, que usou sua conta no Twitter para reclamar daqueles que tem desrespeitado a memória dos militares que lá estão enterrados.

De acordo com a Niantic, qualquer pessoa que dirija uma propriedade privada pode solicitar que ela deixe de ser uma PokéStop ou um ginásio, bastando preencher este formulário e aguardar alguns dias até que o pedido seja atendido. Mas sabe como é, até lá será preciso aguentar a falta de bom senso dos jogadores.

O que acho mais triste nisso tudo é exatamente pensar na quantidade de pessoas que não se tocam, que são incapazes de perceber que locais como esses não são feito para nos divertirmos e posso dizer com toda a certeza que, se a Niantic não tivesse tomado uma atitude, esse ano seria lembrado como aquele em que a cerimônia em homenagem as vítimas da bomba atômica foi o mais bagunçada de todos.

Fonte: Associated Press.

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • Marcelo Carvalho

    Geração sem bom senso.

    • Marcelo Veras

      Humanos no geral não tem bom senso, só não tinham tantas ferramentas nem ganhavam tanta visibilidade. Não se sinta um idiota privilegiado.

    • Maom

      Ou geração do mimimi? Qual o problema de um cara passar jogando pokemon no memorial, cemitério, etc. Se fosse um boombox tocando funk beleza, mas passar um adolescente apontando o celular para bichinhos imaginários só desrespeita, quando muito, à ele mesmo.

      • bruno miranda

        Sem falar que nem precisa apontar, desliga o AR e não tem diferença de um cara jogando Pokemon ou conversando no Line. Vi um comentário de usuário finlandês falando que as igrejas além de não serem contra oferecem tomada, água e até suco prós jogadores é só se comportar adequadamente.

        • Maom

          Pois é. Querem choramingar pra Niantic e ao mesmo tempo vai ter uma cacetada de gente tirando selfies pra postar no face durante o evento em questão em homenagem a uma tragédia de 71 anos atrás.
          Se eu elevar minha sensibilidade ao extremo e ativar meu mimimi ao sétimo grau, acho que prefiro um cara pegando umas pokebolas praticamente invisível aos meus olhos marejados do que um cara abraçando a namorada em frente a pedra do memorial tentando tirar uma selfie perfeita em que ela fique linda no instagram pras amigas invejosas elogiarem.

  • Maom

    Mais uma vitória do mimimi. E pensar que alguns que comentam aqui foram gerados pq o papai ou o vovô de vcs deu uma carcada na mamãe ou na vovó no carro ao lado de um escurinho e silencioso cemitério…

    • Zalla

      acho bom impor limites, porque essas carcadas como citou foram feitas as escondidas, sem transformar o lugar em uma sodoma e gomorra como fazem hoje

      • Maom

        O problema é da indústria automobilística. Quando os carros tinham aquele belo banco inteiriço atrás, não causava transtornos. Agora, numa noite quente, vale mais a pena colocar a princesinha debruçada sobre o capô do que ter que se matricular num curso circense para se tornar um contorcionista.

    • Diego Marco Trindade

      Cara, não é apenas mimimi. Infelizmente isso tem que ser feito. Aqui em Curitiba mesmo, tinha gente entrando em alas reservadas do Hospital Pequeno Príncipe para alcançar PokeStops. Claro que eu ou você não fariamos isso, mas como sabemos, a imbecilidade humana não conhece limites. Além disso, tem muito adolescente jogando Pokemão, e eles tão pouco se importando com convenções sociais e limites.

      • Maom

        Quando eu era moleque tinha muito cara tb que comia salgadinhos de mais pra juntar mais tazos. Tinha outros que apesar da proibição da professora, levavam e trocavam figurinhas de futebol durante a aula. Outros colavam o chiclete em baixo do banco de lugares públicos para poder pegar mais figurinhas do pingpong.
        Mas eu desconfio que a culpa ou responsabilidade desses absurdos delitos não era da Elma Chips nem da Panini ou da Pingpong.
        Pena eu não ser americano para entrar com uma ação coletiva de 300 bilhões de dólares contra a Apple por danos morais decorridos da desordem pública que o iphone viabilizou com esse jogo.

        • Diego Marco Trindade

          Desculpa cara, mas essa comparação foi umas das mais desonestas que já.
          1) E daí que comia mais salgadinhos pra juntar tazos? Esse era o objetivo da empresa.
          2) As escolas não tinham nada a ver ou pedir para essas empresas, porque essa empresas não obrigavam as crianças a fazer isso. O máximo que poderiam fazer era proibir, e aposto que um ou outro professor fazia isso.
          3) Independente das pessoas que vão a esses lugares, é exigido respeito e compostura, se você já visitou algum parque sabe que a maioria são adolescentes, então já sabe.
          4) Colocar um PokeStop é responsabilidade da Niantic, acessa-lo é responsabilidade do usuário. Mas se você pode pedir à Niantic tirar, é mais fácil que orientar a 1000 pessoas por dia para respeitar aquele lugar.

          O que você faria se na sua fábrica, chacará, ou qualquer lugar fosse colocado um pokestop?

          • Maom

            Se meu estabelecimento tiver transito livre de pessoas, não vou achar nem ruim nem bom. Indiferente. Ou até comemoraria caso meu estabelecimento seja uma loja e eu passe a receber visitas de possíveis futuros clientes. Se meu estabelecimento for privado e tiver um ou outro mentecapto invadindo minha propriedade pelo motivo que for, o problema de segurança do meu estabelecimento tem que ser revisto.
            Já o exemplo que dei bate certinho sim. Era proibido trocar figurinha na aula, mas a escola não pediu pro tio da banca de jornais da esquina parar de vender figurinhas por ali. A mãe dava dinheiro pro filho comer um lanchinho saudável na escola, mas o filho gastava tudo em salgadinhos e a mãe não tinha como fazer o controle. O lixo deve ser jogado nas lixeiras mas o moleque com 20 pingpong no bolso não tem a educação ou responsabilidade para jogar o chiclete semi mascado lá.
            E adolescentes ou não, eu vejo todo dia um monte de gente jogando pokemon. Almoço diariamente num shopping e vejo de estudantes saindo de escolas até caras de gravata com a tela do celular aberta no jogo. E sabe qual a diferença que eles fazem no meu dia a dia? Nenhuma, exceto talvez para o meu deleite de observar a vida alheia e fica analisando o comportamento deles que não tem absolutamente nada de excepcional para uma pessoa que está conversando com outra pelo whatsapp ou bisbilhotando o facebook. Não vi ninguém gritando, apontando o celular para a cara de ninguém, nem ninguém se exaltando nem correndo. Apenas pessoas andando a esmo sem causar qualquer incomodo a ninguém procurando seus pokemons e seus pokestops.
            Qual a diferença se o cara tá lá jogando pokemon, candy crush ou draw something? Nenhuma, as pessoas não desgrudam de seus celulares pra nada mesmo. Tanto faz oq elas estejam consumindo.

        • Smartfox

          O exemplo que usou com os Tazos não faz o menor sentido.

          Na época do Tazo ninguém “invadia” sala de UTI sorrateiramente para brincar no chão, ninguém batia Tazo em cima de tumulo de cemitério ou dentro de museu. É totalmente diferente de Pokémon Go onde um usuário desprovido de bom senso pode simplesmente invadir um funeral ou se aventurar em um terreno baldio e ser atacado por dois cachorros, simplesmente porque ali tem um bichinho.

          Eu não tenho nada contra quem joga Pokémon e eu mesmo só não jogo porque meu aparelho não é compatível, mas querer comparar com Tazo, não dá. Eu acredito que estejamos falando de coisas diferentes, limites e direitos são coisas diferentes. Ninguém esta querendo tirar o seu direito de jogar Pokémon. Eu li o seu comentário mais abaixo sobre limites, selfies de outras pessoas em eventos, etc e eu não discordo de você. Eu não vejo problema nisso, a questão se trata apenas de áreas com limite. Aparecer um Pokémon em uma certa área do hospital (usando o bom senso, para não fazer uma caçada dentro de um lugar tenso, como uma UTI) e você já estar ali por algum motivo, seja para passar na consulta médica ou de estar acompanhando alguém, é bem diferente de aparecer uma trupe de adolescentes ali sem motivo nenhum, isso só atrapalha um lugar que por si só já é lotado de pessoas… Isso sem falar no risco de uma criança invadir áreas perigosas, como o de raio X!!

          • Maom

            Quem invadiu sala de uti? Fala sério. Essas lendas urbanas do mega curioso que só pq saem na internet viram verdade. Cara tem louco pra tudo no mundo. Do mesmo jeito que um retardado pula um muro pra entrar numa propriedade privada pra pegar um bicho, outros pulam pra pegar a pipa que caiu lá, o balão, a bola, o drone ou o relógio de ouro no cofre do dono.
            O jogo não tem que ser responsável por educar a população no lugar dos pais. Se o cara não pode entrar numa escola ou afim pra pegar esse item, vai para o próximo e acabou. A vida é injusta, bom aprender isso desde pequeno pra não ter que gastar dinheiro com anti depressivos depois. Quanto a cemitérios, são locais públicos e desde que o mundo é mundo sempre teve gente “invadindo” para fumar um baseado, ou fazer algum culto gótico babaca, ou traçar um gostosa. Fica 5 min num shopping ou parque vendo a molecada jogar pokemon que vc vai ver que eles não causam distúrbio a ninguém como essas reportagens fazem parecer.

          • Smartfox

            Sim, eu entendi o que você quis dizer, mas não foi isso o que eu quis dizer. Sobre as áreas de UTI no hospital foi só um exemplo, eu não achei nada melhor no momento para exemplificar! Rsrs

            O que eu queria dizer, usando o seu próprio exemplo lá em cima sobre um “estabelecimento privado”, no caso de aparecer um monstrinho ou um PokeStop na sua área fica difícil colocar uma placa de “Proibido Treinadores Pokémon” ali, e ninguém vai querer tomar o tempo de um segurança para ficar avisando que ali é proibido o transito de pedestres. Então é ai que entra a questão de um “off limits” opcional para o dono do estabelecimento ou local. Lugares como Museus, Bancos, Hospitais, Escolas, etc… Poderiam ter esse recurso de bloqueio a disposição se assim desejassem.

            Eu concordo que cabe aos país ensinar limites aos filhos, mas infelizmente não é isso o que acontece hoje. O cara da o tablet na mão do filho como se fosse “toma muleque, agora vai jogar seu Angry Birds e para de encher o saco!”.

          • Maom

            Tb entendi oq vc quer dizer, mas acho que vc não entendeu o jogo pq não viu. Dá uma olhada na minha outra resposta que vc vai entender que o sensacionalismo faz parecer que existe uma horda de zumbis invadindo tudo que estiver no caminho do seus pokemons e isso é uma mentira. Talvez eu pensaria igual a você se apenas lesse sobre o jogo por aí. Quando vi como era no fds, vi que muita coisa não bate.

          • Maom

            Vc não viu o jogo. Eu baixei e ajudei meu filho a jogar levando no parque no sábado e ainda roteei minha internet pro ipad dele pra isso. Meu único contratempo foi perder tantos dados pq o ipad bebe um monte pra coisas background, de resto nada a reclamar.
            Não existe isso de ter que invadir locais para pegar nada. Os bichos só aparecem perto de vc e vc já pode capturar não precisa sair correndo atrás. Oq vc precisa e estar se movimentando para ir aparecendo mais bichos e por isso os parques são uma boa programação para a criançada durante essa modinha que logo mais vai acabar e eles vão voltar pra tv e video game. Já esses pontos pokestop são em locais públicos e só servem para pegar itens aleatórios, se não der pra ir em um tanto faz ir em outro. Ninguém precisa invadir nada pra pegar algo. Mas o mimimi dos portais de internet fazem parecer que o jogo virou a H1N1 e a humanidade está a beira de um colapso pokemon. É apenas a noticia sensacionalista do momento. O jogo é bobo, no fundo é só pra molecada sair colecionando os monstrinhos e depois não fazem nada com eles por isso a moda não vai durar muito tempo.
            Esse sensacionalismo faz lembrar de 2014 ou 2010 não lembro, quando jornais reportavam que caminhões com figurinhas da copa do mundo foram saqueados… Um mês depois ninguém mais falava das figurinhas pq todo mundo já tinha completado. A onda agora para ter mais clicks é criar, ou enfeitar notícias de gente idiota fazendo idiotices por aí à procura de pokemons. Não basta noticiar que um cara levou um tiro e teve seu celular roubado, isso já acontece 365 dias por ano, mas se vc falar que o cara foi roubado e assassinado enquanto jogava pokemon… $$$ click $$$

          • Smartfox

            Eu moro em Indaiatuba, na esquina do Parque Ecológico que é gigante e cheio de crianças não importa o dia do ano. Eu particularmente não consigo diferenciar de longe quem esta jogando Pokémon de quem está só no Facebook ou tirando uma foto. Rsrs

            Eu não sei a realidade do jogo em um ambiente dentro de lugares privados, a mídia é bem sensacionalista. Eu já acompanhei meu sobrinho pr adolescente na caçada e realmente não vi nada demais.

          • Maom

            É exatamente isso que estou falando o tempo todo. O jogo não tem nada de mais. E dai que o cara foi até o museu do holocausto achando que lá encontraria mais pokemons? Não estou questionando vc, já vi que vc também já percebeu que não tem diferença nenhuma de um cara jogando isso e postando no face, etc.
            Museu geralmente vive de verbas públicas ou ingresso ou venda dos artigos nas lojas de conveniência. Um cara que saiu de casa e foi ao museu e durante todo o percurso não largou o celular e consumiu uma coca cola da lojinha e um sanduíche natural contribuiu com o museu. E por algum tempo, nem que seja por osmose, absorveu uma parte do que estava ali exposto, o que também é bom caso o museu seja sustentado por uma ong. Se funciona com propagandas que são ignoradas, deve funcionar com o conteúdo de uma exposição em um museu ignorada em prol do celular.
            Agora, e se esse cara que fez isso estivesse o tempo todo com o celular ligado no facebook postando varias fotos e comentários? Não pode? Ele tem que ir consumir o museu do jeito que o outro acha certo? Tem que entrar de cabeça baixa e exalar alguma forma de sentimento para os que estão ali e não para os que estão no face dele? Ele estaria desrespeitando a quem? Entendo o ranzinza do museu se opor a essas “pessoinhas” que vem ao museu e ficam caçando pokemon durante a visita. Mas o resto fazer coro à essa reclamação é puro mimimi.

          • Pergunta sincera: Isso aqui é fake? Porque fico pensando uma situação dessa num cemitério ou num museu.

            https://youtu.be/0GmiLUCrxUI

          • Maom

            Isso é tão real quanto o dia que o PCC impôs um toque de recolher na terceira maior cidade do mundo. Eu era estagiário de direito na época e lembro de ter que sair do fórum pq os retardados histericos queriam correr pra casa. Um trânsito caótico no meio do expediente se formou e eu no alto dos meus 19 anos de pura experiência já sabia identificar a histeria causada pelo sensacionalismo. Esse video é apenas mais um episódio lamentável da estupidez humana coletiva. Poderia ser um bando de idiota guiado pela Sherazade pra linchar uma bruxa que maltratou supostamente uma criança. Ou a aparição de uma mancha de uma santa na janela do museu.
            Quanto ao jogo não vi nada disso no fds. Os pokemons, ao que parece, surgem em lugares aleatórios. Nenhuma das outras crianças ou adultos se aglomeravam em lugar algum para pegar quaisquer pokemons.
            Achei desnecessário o mimimi de pokestops em qualquer lugar que fosse. Mesmo pq pokestops são todos iguais e existem milhares por aí nas grandes metrópoles. Mas a Niantic não quer saber de dor de cabeça e já se antecipou. Se eu fosse eles faria o mesmo pra não ter que aguentar encheção de saco. E hj o que não falta são recursos para eles contratarem alguém pra isso. Como falei, vitória do mimimi. Vai haver sempre uma reclamação na net sobre alguma suposta extravagância de algum jogador até o game sair de moda.

          • Maom

            A propósito recomendo que vc baixe pro pequeno Nicolas e leve ele se divertir num parque. A molecada pira e vc vai se sentir bem em fazer uma caminhada “caça ao tesouro” com ele. Meu moleque se desgastou bastante e ficou bem empolgado.

    • Rodrigo Primon Savazzi

      Mimimi é esse seu comentário. Acho correto o administrador de algum local PRIVADO (mesmo que seja aberto ao público) possa remover seu local do jogo. Pra meia dúzia de adolescentes o museu do Holocausto pode significar pouco mais do que uma ou duas perguntas da prova de história e jogar Pokémon alí não teria nada demais, mas pare um minuto e pense nos frequentadores habituais deste local, pessoas que querem aprender um pouco mais desse capítulo nefasto da história ou mesmo sobre algo pelo qual seus seus parentes passaram. Aposto que você não iria gostar de estar vendo uma exposição sobre pessoas que foram brutalmente assassinadas em massa por conta de uma ideologia racial absurda e ser distraído por jovem (ou pior, marmanjos) atrás de bichinhos virtuais.

      • Maom

        Vc acabou de exemplificar o mimimi que eu critiquei. Parabéns, não poderia dar exemplo melhor. Da próxima vez que vc ver um marmanjo barbado passando com o celular dele de maneira quase imperceptível caçando bichinhos imaginários, não esqueça de abordá-lo munido de sua câmera de celular e vomitar todo esse sermão nele enquanto filma. Depois é só compartilhar o video no facebook e aguardar as curtidas das tiazinhas. Vc pode até abrir uma pagina de discussão sobre os absurdos e limites do bom senso de jogadores de pokemon go. Acho até que se vc conseguir uma visibilidade legal pode ser entrevistado por um grande portal da internet.
        Boa sorte!

        • Rodrigo Primon Savazzi

          Faz o seguinte então, da próxima vez que vc estiver no cinema, concentrado vendo algum filme, não reclame a pessoa do lado resolver sacar o celular e começar a utilizar o WhatsApp, te incomodando com a luz da tela, mas de maneira quase imperceptível.

          • Maom

            Vc está distorcendo os fatos para corroborar sua opinião. O museu é escuro propositalmente e existe a necessidade de os celulares serem proibidos para a luz da tela não atrapalhar? Não.
            Existem outra pessoas usando o celular por outros um milhão de motivos dentro do museu sem ser por pokemon? Sim, ligações, fotos, mensagens, redes sociais, etc.
            Foi criado todo esse drama com essas pessoas que usam whatsapp/foto/candycrush dentro do museu? Não.
            Então o problema é só raiva com o pokemon ou com quem joga mesmo? Mimimi?
            Não vá cair no erro tb de presumir que eu sou um boçal e só frequento cinemas com filmes para o populacho. Vou já adiantar que não vai mudar muito nossa diferença de opinião se vc tentar me fazer passar por uma pessoa inferior.

          • Não sei como é o museu de Washington, nunca visitei, mas no de Curitiba é proibido entrar com celular.

          • K9s10

            Bom saber disso ¬¬, vou usar uma câmera escondida lá 😉

          • Maom

            Aí está. Pronto existe uma regra do próprio estabelecimento. Não precisa pedir nada de uma empresa q fez um jogo. No cinema não pode celular tb, as pessoas respeitam. Na capela cistina não pode nem conversar pois o som pode danificar o frágil afresco. Nas pinturas do louvre são proibidas fotos com flash.
            Sempre tem um idiota pra fazer merda. Mas com ou sem pokestop, idiotas vão fazer idiotices. E os seguranças ou lanterninhas mais as outras pessoas indignadas vão tomar providências.

          • Rodrigo Primon Savazzi

            Algumas pessoas vão se importar com o que não te incomoda. Se ela estão em seu próprio ambiente, elas tem esse direito. E isso não é mimimi.

            Um cemitério e um memorial ao Holocausto (veja bem, não um museu qualquer) são ambientes de reverência, contemplação e até mesmo oração. Quem vai nesses lugares tem o direito de se exigir que que a atmosfera do local seja preservada, da mesmíssima forma que quem vai ao cinema tem o direito de exigir silêncio e escuro.

          • Maom

            Em momento algum fiz apologia à baderna. Apenas acho ridículo marginalizar um cara qualquer jogando isso como se o cara estar com o pokemon aberto no celular fosse diferente de facebook, whatsapp ou candy crush. O gerente do museu fez alguma reclamação de alguém jogando candycrush lá uns 3 anos atrás?
            Já falei, os milhões jogando essa porcaria todo dia não causam nenhuma baderna. Agora se o museu proíbe uso de celular indiscrinadamente, então tanto faz o pokestops lá dentro ou não. Se tiver um dentro do cinema, quero ver se vai mudar alguma coisa, se alguém vai pagar o ingresso só pra acessar um pokestop e arrumar confusão com 200 pessoas sendo que provavelmente tem outro pokestop na calçada do lado de fora do cinema.

  • PH Silva

    Como a Niantic é legal, eu posso preencher um formulário pedindo que o meu estabelecimento não seja um PokeStop.

    A impressão que tenho é que largaram os Pokémons de forma aleatória e não é só a questão de falta de respeito a memória, mas também de locais perigosos.
    Hoje mesmo escutei na rádio que duas crianças de 9 anos estavam num barquinho no rio Tramandaí no RS e que se desequilibraram e uma das crianças morreu afogada, pois estavam caçando Pokémons.

    • Maom

      Acho que aí a “culpa” é do facebook/Ana Maria braga/teleamizade que deixou a mãe das crianças de apenas 9 anos distraída a ponto de não perceber que elas estavam em um barquinho no meio de um rio sozinhas. Mas claro, vamos culpar o joguinho bobo do momento. Daqui a pouco vai ter um desequilibrado que vai dar um tiro em outro pq atrapalhou a jogatina, e é óbvio que a culpa vai ser da Niantic.

      • Diego Marco Trindade

        Como de fato aconteceu em Manaus. Uns caras estavam jogando Pokemão VAI, foram assaltados, rastrearam o celular num bar, deram uns tiros e um acertou uma mulher que morreu. Mas a culpa não de terem sido assaltados (como acontece direto), nem de terem seguido o celular e atirado, a culpa foi do aplicativo, porque se fosse usando WhatsApp não teria acontecido nada.

    • Rafael

      O problema foi o jogo ou dos pais que agiram com negligência ao não cuidar de uma CRIANÇA DE APENAS 9 ANOS DENTRO DE UM BARCO À NOITE???

      • PH Silva

        Eu entendo que os pais tem parcela de culpa, eles são os principais responsáveis pela formação da criança, mas são crianças. Eu tive uma boa formação dos meus pais e também já me meti em risco. O jogo, a empresa, a vibe estimulam a criança se arriscar.

        • “…os pais tem parcela de culpa…” e ela é ENORME.

          Eu poderia citar trocentos casos mas iriam distorcer o assunto.

          Não é culpa de qualquer empresa se os pais deixaram *um smartphone na mão das crianças com esse ou qualquer outro jogo e sozinhas, sem vigilância.

          Ponto final.

    • bruno miranda

      Impressão errada, os pokestop foram escolhidos principalmente baseados nos portais mais populares do Ingress.

  • Mestrechronos Daiô

    Além da falta de bom senso acontece um “desespero” – não sei se essa seria a palavra certa – de que se não pegar o pokemon naquela hora, ele nunca irá aparecer. Eu estou jogando o game e não precisou de muito tempo de jogo para sacar que as aparições são aleatórias e os pokemons não desaparecem de uma hora pra outra. E a todo momento eles são renovados na região.

    Entendo que claro, na euforia do momento, a criançada nem se liga disso e vai na empolgação correndo atrás do pokemon atravessando rua na correria e outras asneiras. Faço um comparativo entre ir pegar uma pipa que caiu em algum quintal ou uma bola, só que em versão atual, novos tempos velharada ! Porém com consequências mais complicadas do que levar um mero xingo do dono da casa…

    Cabe a orientação dos pais de deixar claro pra criança pra ela não fazer merda, porque os bichos não somem se ela não esperar só alguns uns segundos para poder atravessar a rua.

  • OverlordBR

    O que acho mais triste nisso tudo é exatamente pensar na quantidade de
    pessoas que não se tocam, que são incapazes de perceber que locais como
    esses não são feito para nos divertirmos

    É a estupidez genética da Humanidade.

    A cada dia que passa, ficamos mais estúpidos e sem educação.

    • Alguns dizem que vivemos a era do mimimi, pois eu acredito que vivemos uma época em que ter empatia pelo sentimento alheio é algo raro, a representação de falso moralismo e até motivo para denegrir os outros.

  • Super Suporte

    tem q remover os spoofers e essa galera lvl 34 com 3 dias de jogo

  • Adriano

    Claro que imagino que a localização dos pokemons seja estabelecida por algum algoritmo de aleatoriedade porém, pelo que vejo em BH, onde cemitérios estão povoados de monstrinhos(não, não estão fazendo uma versão de thriller), acho que os desenvolvedores inseriram alguma trollagem…..

    • Felipe Braz

      Se forem pokémons do tipo fantasma ta certo 😛

    • Não é trollagem não.
      Cada tipo de pokemon aparece mais frequentemente em um tipo de lugar. Elétricos em plantas industrias, fantasmas em cemitérios e igrejas etc etc

  • Smartfox

    [Off] Hoje, por mais estranho que pareça, eu sonhei que a Nintendo estava apresentando o NX para os jornalistas e estava transmitindo isso pelo Nintendo Direct! Eu não costumo me lembrar de nada quando eu sonho, eu geralmente deito, durmo e apago… Mas essa noite foi diferente, não sei se foi uma junção dos rumores ou não, mas… KkKk

    Se minha vidência estiver correta, o NX vai ser mesmo algo como um tablet, mas não tão grande quanto um de 7 ou 10 polegadas. O tamanho dele é mais ou menos o de um Galaxy Note de 6.5, com uma tela de 5 polegadas para caber os botões/analógicos na mesma carcaça, não sendo destacáveis igual ao daquela patente. O hardware do NX vai ser bem diferente, ele terá 4GB de RAM e o SoC dele não é de nenhuma empresa que conhecemos, não sei nem dizer se vai ser utilizado a tecnologia ARM convencional, mas será um Quad-Core de 1GHz apenas. Uma das coisas que me chamaram a atenção é que ele não vai possuir saída HDMI via cabo para a TV, mas sim algo como o Chromecast proprietário da Nintendo para transmitir as imagens. Eu não tenho detalhes dele rodando jogos nem nada. No sonho, outra coisa interessante é que ele usa os cartuchos no mesmo formato do 3DS, então os jogos do mesmo eram compatíveis com o NX!!! O portátil/console também tinha um controle com um formato bem diferente, lembrando um pouco o controle do GC, mas um pouco mais arqueado. Os botões tinham uma posição igual ao controle de PS, com os analógicos embaixo e mais centralizados, mas parecia mais confortável do que o atual de Wii U.

    Agora os detalhes finais do sonho, que é sobre o valor, o console/tablet será vendido em dois pacotes diferentes. Em um ele vem sem o controle e custara 199 dólares, no outro ele será vendido com o controle e custara 249 dólares.

    Outra coisa que me chamou a atenção no sonho foi destaque para algo no formato de um console, parecia um SNES, mas pequeno, era vermelho e branco, não tinha saídas para cartuchos, havia um botão de power e outro de reset arredondados. Eu só consigo pensar em um SNES mini, mas como a Nintendo já anunciou que não vai lançar nunca uma versão miniatura do seu melhor console de todos os tempos… Imagino que isso deva representar apenas o meu desejo por uma versão miniatura do SNES. Rsrs

    Enfim, resolvi deixar registrado aqui para não esquecer, e para quando acontecer de verdade ninguém ficar falando que é mentira. Esta aqui, esta registrado… A menos que o Dori apague o post. Ai é outros quinhentos. Rsrs

    • Diego Marco Trindade

      Registrado (1). Pelas últimas matérias, parece ser algo assim, mas é bisonho sonhar com isso.

      • Smartfox

        Sim, demais. Eu até postei um comentário anterior dizendo que a próxima plataforma da Nintendo ser um híbrido é besteira, é maluquice! Rsrs

        • Diego Marco Trindade

          E se vender como o DS, será um sucesso. Ainda assim, acho que a competição maior não será com consoles, mas sim com smartphones. Quanto será que Pokemon Go não impactou na jogatina de outras plataformas? Já tem quase 1 semana que não jogo no meu PC!

  • jairo

    É tudo questão de bom senso , provavelmente inúmeros tiram selfies, fotos e postam em mensageiros, facebook etc , ai tudo bem…… hipocrisia reina

  • Pingback: WAVECAST #009 | Pokémon Go – Temos Que “Hypar” – Podflix - 404 PodCast - Podcast()

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