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Gabe Newell não teme os consoles e sim a Apple

Por em 31 de janeiro de 2013
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  • http://www.facebook.com/people/Aleandre-Da-Silva-Costa/100000014529639 Aleandre Da Silva Costa

    A apple já tentou lançar um console (http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_Pippin) e foi um fracasso total. A verdade que o mais importante pra um console sobreviver, são bons jogos, e com uma industria relativamente firmada a apple teria que investir muito dinheiro pra tirar as empresas que fazem jogo da concorrência. Dinheiro a apple tem, mas será que ela arriscaria bilhões e correr o risco de fragmentar mais o mercado e não ter o retorno desejado?

    • http://twitter.com/DautoMeira Adauto Meira

      A Apple também lançou um PDA (http://en.wikipedia.org/wiki/Newton_%28platform%29) e uma câmera (http://en.wikipedia.org/wiki/Apple_QuickTake) e hoje tem um produto que faz as mesmas funções que os anteriores e que deve ter pago o fracasso dos dois em questão de meses (dedução minha).

      Tio Gabe tem fundamento no seu medo. Se a Apple quiser, ela pode integrar o AppleTV com os iPods e iPhones e criar um sistema bem parecido com o do WiiU. Biblioteca de apps sólida ela já tem. Só será uma questão de tempo para as desenvolvedoras entrar no esquema e desenvolver bons produtos.

  • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

    Acho brabo. A Apple não é louca de entrar no mercado de consoles com jogos casuais (que é o que a Apple tem no iPad).

    O meu entendimento é que a Steam Box não vai concorrer direto com os consoles da nova geração e sim com os PCs (pode ser que o mercado de games para PC encolha mais um pouco).

    No final, acho que, se a Stem Box vier num preço justo, a maioria vai ter o console que mais gosta e a Steam Box, pelo menos.

    • http://www.vidadegamer.com.br/ Dori Prata

      Vamos por parte. A Apple não precisaria lança um console para entrar nesse mercado, bastaria convencer o jogador a ligar seu iPad ou iPhone na TV, assim como a Valve está fazendo.
      Quanto ao preço do Steambox, a especulação é que ele não deverá custar tão pouco e um exemplo é o Pistom, que deverá ser vendido por US$ 999.

      • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

        Mas daí não dá pra considerar como sendo um novo mercado, é a continuação do mercado móvel que ela tem hoje. E os jogos que ela tem hoje são casuais e/ou mid-level. Plugar o iPad na TV é uma possibilidade bastante plausível (tem vários cabos que fazem isso, mal, mas fazem, e um compartilhamento via AirPlay para jogar e compartilhar a tela do iPad na TV não deve ser algo muito complexo para a Apple fazer). Acredito que se ela levasse o iPad ou iPhone para a sala dessa maneira iria lucrar muito, mas, não seria um concorrente direto da Valve (como o Gabe Newell disse) e muito menos um concorrente dos atuais consoles. Seriam público diferentes.

        Agora, imaginando que a Apple saia do mercado casual e aumente o HW do iPad de maneira razoável, ainda assim ela teria que convencer as empresas a fazer jogos não-casuais para ela. O que eu acho muito complicado de ocorrer, pois, os jogos de iOS vendem muitos porque a maioria das pessoas os joga nas filas, banheiro, no sofá antes de ver alguma coisa ou esperando alguém. Não são jogos de console. Tudo bem que existe um mercado muito grande nisso, mas, é um salto gigantesco para sair disso para um Halo 4 ou mesmo um NSMB. A não ser que a Apple queira levar todos aqueles joguinhos casuais para a TV e se basear nisso para vender-se como plataforma de jogos (também).

        Por último, Steam Box por USD1k vai ser brinquedo pra rico, porém, não acho que seja esse o preço que a Valve pretende adotar no Steam Box, provavelmente ela vai tentar dar um subsídio e vender o Steam Box bem mais barato e lucrar em jogos, como Nintendo, Sony e MS fazem atualmente.

        • http://www.vidadegamer.com.br/ Dori Prata

          Só que você está ignorando o fato de que o hardware eles já possuem, só falta jogos mais complexos e para isso bastaria, imagino eu, colocar o aparelho na TV.

          Veja por exemplo o caso do Oyia e do “console” da nVidia. Ambos rodam Android e em se tratando de jogos o SO do Google é ainda mais pobre que o iOS e mesmo assim grandes empresas já mostraram interesse em desenvolver para elas, simplesmente porque ambos os aparelhos serão voltados para a TV.

  • http://twitter.com/Eddie_soul True Story

    Sonho com o dia que o mercado de games seja dominado pelo ocidente e sumam com essas empresas efadonhas japonesas.

    Pra mim futuro é Microsoft, Apple e PC… Toda essa industria japonesa só sabe criar coisas malucas como jogos pra nintendo DS e tamagotchi

    • http://www.facebook.com/people/Aleandre-Da-Silva-Costa/100000014529639 Aleandre Da Silva Costa

      Acho que você esta sendo meio radical, tem espaço pra todo mundo. E hoje em dia não é igual na epoca do mega drive que era so empresa japonesa, já tem jogo pra todos os gostos. O legal e um mercado variado, se o cara gosta de mario, compra da nintendo, se quer jogar jogos de tiro em primeira pessoa, compra xbox, se quer GOW compra da sony. Quer jogos casuais, compra um smartphone e esta bom. O importante e ter uma empresa pra cada publico. Não gosta de jogos japoneses, otimo, tem muitas outras empresas no mercado.

  • TiagoRL

    O problema da Apple ter um console próprio é que ela deveria ter uma franquia de renome.

    Digamos, assim como é Gears of War e Halo pra XBOX e God of War e Killzone pra PS3, pra dar um exemplo. Como o Dori colocou, não adianta sentar na sala pra jogar Angry Birds em 42 polegadas. O investimento pra se criar essas franquias é alto e os riscos são ainda mais altos.

    Ainda que a Apple esteja nadando em dinheiro não sei se eles arriscariam a marca dessa forma.

    • http://twitter.com/Darkus Darkus

      Já eu discordo, o PC gamming sempre existiu e sempre existirá sem franquias de renome geral, nem mesmo exclusivos eu acho significativo, pois o PC sempre foi o “aparelho de jogo” com mais exclusivos e o único que sempre teve retrocompatibilidade e sempre sobreviveu em seu mercado sem nada disso.

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