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Galaxy Z Fold 7: de volta ao planejamento

Versão 2025 do dobrável tablet-like da Samsung, Galaxy Z fold 7 chega com corpo bem mais fino e câmeras melhores

41 semanas atrás

O Galaxy Z Fold 7 é a edição 2025 do smartphone dobrável tablet-like da Samsung, voltado ao público ultra premium. Com preço sugerido que ultrapassa os R$ 14 mil, ele chegou com uma série de melhorias em relação ao modelo anterior.

A principal delas, ele está bem mais fino e mais confortável no bolso e nas mãos, fato que o coloca novamente na lista de desejos de muita gente.

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Será que a Samsung finalmente se emendou? Eu testei o Galaxy Z Fold 7 por três semanas, e conto o que achei dele a seguir.

Nota de transparência

Desde 2004, o Meio Bit publica análises opinativas com o intuito de ajudar os leitores a tomarem sua própria decisão de compra, seja de um gadget, um game ou um serviço/software/app. Nós somos francos em nossas opiniões e destacamos pontos positivos e negativos de igual maneira, não importando a natureza dos produtos, de modo a manter a integridade e transparência do site.

Ninguém externo à redação do Meio Bit teve acesso ao review de forma antecipada, bem como não houve nenhum tipo de interferência, pagamento, ou direcionamento da Samsung e/ou terceiros, em relação ao seu conteúdo.

O Galaxy Z Fold 7 foi fornecido pela Samsung em caráter de empréstimo; ele será devolvido à empresa após os testes.

Design

O Galaxy Z Fold 7 é, à primeira vista, idêntico ao Z Fold 6. Assim como seu antecessor, ele possui cantos retos e se passa tranquilamente como um smartphone normal quando fechado, e as dobradiças continuam bem resistentes. Ele cresceu um pouquinho, o que permitiu às telas ficarem ligeiramente maiores (mais sobre isso a seguir).

A grande novidade é mesmo a espessura. A Samsung ouviu as críticas dos usuários, e principalmente, sentiu a pressão de concorrentes como as chinesas Oppo, Honor, e Huawei, esta voltando aos poucos a vender fora da China, ainda que por preços mais insanos.

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

O Z Fold 6, com 12,1 mm de espessura quando dobrado, passava a sensação de trambolho, e para remediar esse problema, os engenheiros da Samsung botaram a cachola para funcionar, de modo a acondicionar todos os componentes necessários em um modelo de ponta, tornando-o o mais fino possível sem comprometer a experiência de uso.

Como resultado, o Galaxy Z Fold 7 possui um corpinho enxuto em liga de titânio de 8,9 mm se fechado, uma redução significativa de 3,2 mm. A porta USB-C, vista na imagem abaixo, está no limite da espessura do aparelho, cada lateral com apenas 4,2 mm, contra 5,6 mm do modelo de 2024. O peso também reduziu, de 239 g para 215 g, um "regime" de 24 g que fazem muita diferença.

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

No uso geral, ele ficou bem mais confortável no bolso, sendo apenas 0,7 mm mais espesso que o Galaxy S25 Ultra (8,2 mm), embora exija cuidado para abri-lo, sendo tão fino; como ponto negativo, assim como o modelo passado, este também possui proteção apenas IP48, ou seja, não resiste a ambientes com muita poeira.

Telas e som

Como o Galaxy Z Fold 7 é um tiquinho maior, as telas também acompanharam. A interna dobrável, ainda uma Dynamic LTPO AMOLED 2X, agora possui 8 polegadas e proporção quase 20:18, com 2.184 x 1.968 pixels. Ela ficou ainda mais quadradona, e pela primeira vez, dá para dizer que o dobrável de ponta da Samsung oferece uma experiência plena de tablet compacto, similar ao iPad mini.

Como nem tudo são flores, o ato de "afinar" o smartphone teve alguns reveses, um deles, o display ficou um pouco mais frágil, é preciso ter cuidado ao manuseá-lo. Ao mesmo tempo, o vinco interno ficou quase invisível a olho nu, você vai ter que colocar o gadget contra a luz para enxergá-lo sem tatear a superfície.

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Com suporte a HDR10+, taxa de atualização de 120 Hz (apenas no modo dinâmico, em que o Z Fold 7 ajusta-a conforme o conteúdo em reprodução; fixo, só até 60 hz) e brilho de até 2.600 nits, o display interno brilha (heh) ao executar conteúdos em vídeo, graças a uma alta fidelidade de cores, tons de preto e de cinza, como todo AMOLED premium. De novo, o problema é encontrar algo para reproduzir nesse form factor.

Como filmes hoje em diz priorizam o widescreen 16:9, o mais próximo de se adequar à tela dobrável são materiais próximos do legado 4:3, como filmes e games antigos. Uma exceção recente é o Snyder Cut, que como eu disse na resenha de 2024, ficou excelente.

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

A tela externa, também um LTPO AMOLED 2X de 120 Hz, possui 6,5 polegadas, proporção 21:9, resolução de 2.520 x 1.080 pixels, e é protegida pelo vidro Gorilla Glass Ceramic 2 da Corning. Ela é perfeitamente usável para tudo, e cumpre a função de display Always On para notificações.

Assim como no Z Fold 6, a tela de fora do Z Fold 7 é um tanto espremida para consumir vídeos, mas ela recebeu o mesmo nível de atenção que a interna. É o display que você irá usar na maioria do tempo quando estiver em movimento, provavelmente.

O recurso de continuidade vem ajustado de fábrica para manter apps abertos em execução na tela externa quando você abre o gadget, mas não o contrário; claro, nada que não possa ser ajustado.

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Na parte do som, temos dois alto-falantes estéreo da AKG, basicamente os mesmos do ano passado, com som espacial e boa qualidade de graves e agudos. O suporte a Dolby Atmos é restrito aos fones de ouvido Bluetooth, que ao lado de caixas de som, ainda são a melhor pedida para uma maior qualidade sonora.

Software e IA

O Galaxy Z Fold 7 sai da caixa rodando Android 16 e interface One UI 8, que criou polêmica ao bloquear nativamente o bootloader, uma medida que acaba com a possibilidade de instalar ROMs customizadas, como o LineageOS. Em outros tempos isso seria um problema, mas hoje a Samsung suporta seus gadgets por vários anos, com atualizações de sistema e segurança.

Este, por exemplo, terá 7 updates de OS, ou seja, receberá atualizações de sistema até o Android 23, a ser lançado em 2032.

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

No geral, o One UI 8 oferece compatibilidade com uma série de apps do Google, da Samsung e de terceiros, para funcionamento pleno em telas dobráveis, com submenus e multitarefa. Games selecionados também se ajustam sem problemas à proporção quadradona, como os gachas da Hoyoverse, por exemplo.

Sobre IA, segue o visto no Z Fold 6 e demais aparelhos da fabricante sul-coreana, com recursos avançados de edição de imagem, criação de avatares, notas personalizadas, com suporte ao Gemini e Google AI Pro, ou seja, nada muito diferente em relação às soluções generativas atochadas em smartphones, tablets, e cia. hoje em dia.

Desempenho e autonomia

O Galaxy Z Fold 7 vem com o mesmo SoC presente na linha Galaxy S25, o Snapdragon 8 Elite da Qualcomm. Este é um octa-core de 3 nm com dois núcleos de alto desempenho de 4,47 GHz, seis de 3,53 GHz para o dia a dia, e GPU de 1,2 GHz, além de 12 GB de memória RAM e 512 GB de espaço interno não expansível.

Isso permite ao smartphone dobrável dar conta dos apps e games mais pesados e exigentes; títulos como Genshin Impact e Asphalt Legends rodaram sem grandes problemas.

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

A bateria é a mesma do Z Fold 6, com  4.400 mAh, que em tese permite o uso moderado por um dia inteiro sem recarga, dois dias se você se restringir apenas à tela externa. Nos meus testes, eu tirei o aparelho da tomada às 8:00, rodei duas horas de streaming de vídeo, duas horas de streaming de música, uma hora de games (Asphalt Legends e Genshin Impact, 30 minutos cada), navegação e redes sociais, sempre no 5G e Wi-Fi, com o brilho no máximo.

Às 22:00, a bateria alcançou a marca de 16%, próxima do prometido e o esperado em relação ao processador mais moderno e potente.

Na recarga, o carregador de 25 W que acompanha o dispositivo injetou uma carga de 0 a 100% em 87 minutos, com 25% aos 14 minutos e 50% aos 31 minutos, similar à marca do ano passado alcançada pelo Z Fold 6.

Câmeras

A câmera Wide do conjunto principal melhorou sensivelmente, saltando de 50 megapixels para acachapantes 200 MP, bem mais alinhada com um produto ultra premium; a Teleobjetiva e a Ultrawide são as mesmas de 2024, respectivamente 10 MP e zoom real de 3x, e 12 MP.

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

A Wide segue com a configuração de 12 MP como a padrão, podendo mudar para 50 MP e 200 MP quando desejar. O algoritmo de compressão evoluiu sensivelmente ao longo dos anos, hoje uma foto na resolução máxima não ocupa mais do que 30 MB, e com 512 GB à disposição, passa a ser uma opção considerável para capturar momentos com máxima qualidade.

Como esperado de um gadget de ponta, ele nem sua para fotografar em situações ideais de iluminação, seja em ambientes abertos ou fechados.

Foto externa no modo de 12 MP (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Foto externa no modo de 12 MP (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Foto externa no modo de 50 MP (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Foto externa no modo de 50 MP (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Foto externa no modo de 200 MP (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Foto externa no modo de 200 MP (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Foto interna no modo Retrato (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Foto interna no modo Retrato (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

O sensor Ultrawide de 12 MP suporta capturas com um grande ângulo, e é igualmente excelente em condições externas ideais. Ele é o mesmo presente no Galaxy S25, mas desta vez conta com autofoco.

Já a Teleobjetiva, também a mesma do Galaxy S25, traz 10 MP e a possibilidade de aproximar elementos em até 3 vezes com zoom real; mais que isso e o aparelho passa para o modo digital, com perda de resolução.

Foto externa com a câmera ultrawide (0,5x) (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Foto externa com a câmera ultrawide (0,5x) (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Foto externa com a câmera teleobjetiva, aproximação de 3x (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Foto externa com a câmera teleobjetiva, aproximação de 3x (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Por fim, as câmeras selfie. A Samsung reconheceu a presepada com o Galaxy Z Fold 6 em que a interna possuía apenas 4 MP e era inacreditavelmente ruim, falhando até com o básico, sendo assim, o Z Fold 7 vem com duas iguais, tanto a externa quanto a interna possuem 10 MP.

A diferença, a de dentro possui um sensor de 18 mm e a de fora, 24 mm, mas na hora de fotografar, há pouca diferença prática; ambas cumprem com as funções de reconhecimento facial, e de uso para videoconferências com boa qualidade.

Selfie usando a câmera interna (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Selfie usando a câmera interna (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Selfie usando a câmera frontal externa (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Selfie usando a câmera frontal externa (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Claro, é possível ir além. Com o modo de ativação da tela externa com o aparelho aberto, é possível usar as câmeras principais para tirar uma selfie, usando o display 21:9 como guia. Você pode configurar a captura em 12 MP, 50 MP, ou se quiser chutar o balde, em 200 MP.

Como eu disse em 2024, é um recurso overkill, mas se você já pagou (muito) caro pelo Galaxy Z Fold 7, por que não?

Selfie usando a câmera wide principal, no modo de 200 MP (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Selfie usando a câmera wide principal, no modo de 200 MP (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

De resto, é possível usar o conjunto principal para filmar em 8K em 30 fps, a 4K a 60 fps, em 1080p até 240 fps, e em 720p na velocidade ultralenta, de 960 fps.

Conclusão

Todos os anos, o modelo da vez da linha Z Fold é o smartphone Android mais avançado e potente disponível de forma oficial no mercado brasileiro, e com o Galaxy Z Fold 7 isso não é diferente. A novidade, a Samsung fez por onde para tornar o gadget o mais fino possível, de modo a não dever nada aos atuais líderes do segmento de dobráveis, Oppo, Honor, e Huawei.

O grande problema é o preço, alto até para quem está acostumado em morrer em muitos reais com iPhones e Galaxies S. Ele chegou às lojas custando R$ 14.599 no modelo com 12 GB de memória RAM e 512 GB de espaço interno, e R$ 16.599 na versão com 16 GB de RAM e  1 TB de armazenamento.

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

Galaxy Z Fold 7 (Crédito: Ronaldo Gogoni/Meio Bit)

A Samsung costuma dizer que mira em consumidores já inseridos no ecossistema de dobráveis, onde as mudanças no design e câmeras tentam apelar para quem possui modelos mais antigos, que ainda não fizeram upgrade por um ou outro motivo. O difícil é justificar o investimento em quase R$ 15 mil, ou mais que isso, em um smartphone.

Se você procura um celular premium, talvez o Galaxy S25 Ultra, ou mesmo o S24 Ultra, sejam mais interessantes, onde novamente, o Galaxy Z Fold 7 só faz sentido para quem tem dinheiro de sobra, e não tem receio em gastá-lo.

Galaxy Z Fold 7 — Ficha Técnica

  • Processador: Qualcomm Snapdragon 8 Elite (3 nm), octa-core com 2 núcleos Oryon V2 Phoenix L de 4,47 GHz, e 6 Oryon V2 Phoenix M de 3,53 GHz;
  • GPU: Adreno 830 (1,2 GHz);
  • Memória RAM: 12 GB;
  • Armazenamento interno: 512 GB;
  • Armazenamento externo: não expansível;
  • Tela interna: Dynamic LTPO AMOLED 2X dobrável de 8 polegadas;
  • Resolução: 2.184 x 1.968 pixels (proporção 19,98:18, ~367 ppi);
  • Taxa de atualização: até 120 Hz (ajuste dinâmico);
  • Tela externa: Dynamic LTPO AMOLED 2X de 6,5 polegadas;
  • Resolução: 2.376 x 968 pixels (proporção 21:9, ~422 ppi);
  • Taxa de atualização: até 120 Hz (ajuste dinâmico);
  • Câmera traseira: Conjunto triplo:
    • Principal (Wide): 200 megapixels, abertura f/1,7;
    • Teleobjetiva: 10 megapixels, abertura f/2,4, zoom óptico de 3x;
    • Ultrawide: 12 megapixels, abertura f/2,2;
    • PDAF, OIS, Flash LED, HDR, grava vídeos em 8K a 30 fps, 4K a até 60 fps, 1080p a até 240 fps, 720p a 960 fps;
  • Câmera selfie interna: 10 megapixels, abertura f/2,2, 18 mm, ultrawide;
  • Câmera selfie externa: 10 megapixels, abertura f/2,2, 24 mm, wide;
    • HDR, gravam vídeos em 4K e 1080p a até 60 fps;
  • Sensores: Proximidade, acelerômetro, giroscópio, bússola, barômetro, leitor de digitais no botão Liga/Desliga;
  • Recursos extras: DeX, Bixby, Galaxy AI;
  • Conectividade: 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4, AD2P, aptX HD, GPS, GLONASS, BDS, GALILEO, QZSS;
  • Bateria: 4.400 mAh (2x 2.200 mAh), com suporte a carregamento ultrarrápido de 25 W;
  • Portas: USB 3.2 Type-C;
  • Sistema operacional: Android 16 com One UI 8;
  • Dimensões: 158,4 x 143,2 x 4,2 mm (aberto), 158,4 x 72,8 x 8,9 mm (fechado);
  • Peso: 215 g;
  • Cores: Azul, Prata, Jet Black, Verde (exclusiva loja Samsung).

Pontos fortes:

  • Muito mais fino desta vez;
  • Vinco da tela quase imperceptível a olho nu;
  • Suporte de longo prazo garantido.

Pontos fracos:

  • Continua caro. MUITO caro;
  • A finura o deixou ligeiramente mais frágil;
  • Não indicado para ambientes com muita poeira.

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