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Seu cérebro sabe que aquilo é altamente calórico

Por em 25 de outubro de 2014

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Alguém aí já se perguntou como é determinado o valor calórico dos alimentos?

Era uma dúvida que eu sempre tive até que um dia, lá em meados do quinto ano da faculdade de química, tivemos essa prática laboratorial em uma disciplina de química analítica. Sabemos que os alimentos são compostos de várias classes alimentícias, como carboidratos, fibras (um tipo de carboidrato não digerível por nós), lipídios e proteínas.

Cada uma dessas classes contribui com uma informação calórica diferente. A ideia é, então, separá-las e calcular a quantidade que há de cada uma. Depois de diversos processos de extração e algumas reações, determinamos as quantidades de cada espécie e com alguns cálculos simples conseguimos encontrar o valor calórico de um alimento.

É importante lembrar que as calorias não estão relacionadas se um alimento é ou não saudável, e sim com a quantidade de energia que ele consegue fornecer, que é equivalente ao calor trocado quando a massa de um grama de água passa de 14,5 °C para 15,5 °C. Mas é fato que alimentos industrializados, mais saborosos e aquela batata frita são altamente calóricos.

Desta vez, foi realizado um estudo sobre o que seu cérebro acha disso tudo. Quando você olha um cardápio ou anda entre os corredores em um supermercado, você pode estar pensando em como é o sabor de cada alimento, se ele é nutritivo, ou você pode apenas estar tentando decidir o que você pode comer que combine com seu humor naquele momento. No entanto, uma nova pesquisa com neuroimagens sugere que, enquanto você está pensando todas essas coisas, um “contador de calorias interno” no seu cérebro também está avaliando cada alimento com base na sua densidade calórica. Os resultados foram publicados na Psychological Science, uma revista da Association for Psychological Science.
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Multitasking é anti-produtivo? Só se você for velho

Por em 13 de outubro de 2014
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Dr. Octopus já fazia multitasking 51 anos atrás, antes de ser mainstream

Fato: o mundo está ficando cada vez menor e a informação viaja cada vez mais rápido. O tempo, esse nosso velho inimigo é implacável e não são raras as vezes em que somos pegos tendo que fazer várias funções e tarefas ao mesmo tempo, seja para otimização do parco tempo que temos ou porque o trabalho assim exige.

Nós que viemos de um mundo analógico ainda não nos acostumamos ao multitasking, mas uma recente pesquisa aponta que não só os jovens que usam vários devices ao mesmo tempo conseguem dar conta disso, como fazê-los focar em apenas uma tarefa por vez acaba por reduzir a produtividade, e não o contrário como geralmente ocorre com a maioria.

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Ímãs são usados para melhorar a memória (onde compra?)

Por em 10 de outubro de 2014

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Quem nunca se esqueceu de algo e ficou irritado com isso? Seja nomes, datas, aniversários ou se até mesmo de fechar o carro. A construção de memórias está relacionada a vários fatores, porém as perdas de memória se aceleram com o passar da idade e por doenças neurodegenerativas.

Agora, através da aplicação de pulsos eletromagnéticos na cabeça para determinar as regiões do cérebro, os pesquisadores descobriram uma maneira de aumentar o desempenho da memória em pessoas saudáveis. Os novos estudos correlacionaram as redes neurais que mantém as memórias e podem levar a terapias para pessoas com déficit de memória.

A estimulação magnética transcraniana (ou transcranial magnetic stimulation, TMS) é uma terapia cada vez mais popular para os transtornos psiquiátricos que envolve a colocação de um certo tipo de ímã no couro cabeludo para estimular diferentes regiões do cérebro. Embora os pesquisadores não tenham certeza por que ou como ele funciona, parece beneficiar alguns pacientes. No ano passado, por exemplo, a Food and Drug Administration norte-americana aprovou vários dispositivos TMS para o tratamento de enxaquecas e depressão.

Estudos também tem demonstrado que a técnica pode melhorar o desempenho em diferentes tipos de testes de memória, mas alguns pesquisadores tem investigado se os benefícios persistem após a parada da estimulação. Para isso, é observado como o estímulo afeta os circuitos de memória do cérebro, é o que explica Joel Voss, neurocientista da Escola Feinberg da Universidade Northwestern of Medicine, em Chicago, Illinois.
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A curiosidade prepara o cérebro para um melhor aprendizado

Por em 8 de outubro de 2014
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A curiosidade nos motiva a procurar respostas e ajuda o cérebro a lembrar mais facilmente o que foi descoberto.

Sons muito baixos podem nos fazer ficar surdos?
De onde veio a água da Terra?
Teletransporte é possível?

Antes de clicar naqueles links talvez você deva considerar como o seu cérebro, sedento por conhecimento, está se preparando para as respostas. Um novo estudo da Universidade da Califórnia sugere que quando a curiosidade é aguçada, o cérebro muda para aprender mais não só sobre o assunto em questão, mas sobre qualquer outra informação incidental também.

A neurocientista Charan Ranganath e seu time de pesquisadores pediram a um grupo de 19 participantes que avaliassem mais de 100 questões, classificando-as sobre o grau de curiosidade que sentiam em relação a resposta. Em seguida, eles revisitaram 112 daquelas perguntas, sendo metade as que mais os intrigaram e metade que eles julgaram de pouco interesse, enquanto os cientistas escaneavam seus cérebros usando ressonância magnética funcionar (fMRI).
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Portal 2 é melhor para aperfeiçoar habilidades cognitivas do que softwares especializados

Por em 30 de setembro de 2014
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Diversão com física no jogo Portal 2.

Como qualquer um de nós, Val Shute gosta de jogar videogames, mas quando ela está jogando, não fica pensando exatamente nas mesmas coisas que nós pensamos (notadamente estourar a cabeça dos zumbis ^^). Ela amou jogar Portal 2 em 2011 e como se envolveu tanto com a solução dos problemas e quebra-cabeças do jogo. Ela então resolveu fazer um pequeno estudo a partir do jogo, já que ela é pesquisadora na área da educação na Universidade da Flórida.

Ela e dois colegas conduziram um experimento onde compararam Portal 2 e um software chamado Lumosity, um software muito popular que é vendido como tendo a capacidade de treinar o cérebro.  Após oito horas de jogo (como é bom poder jogar dizendo que está trabalhando, né Dori? :P ) os jogadores de Portal 2 tiveram suas capacidades em diferentes padrões cognitivos aumentadas em uma escala maior do que os que jogaram o Lumosity. Mais que isso, em nenhum dos testes os jogadores do popular software conseguiram bater os de Portal 2.
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Cientistas induzem sonhos lúcidos com corrente elétrica

Por em 13 de maio de 2014

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“Quando uma ideia domina o cérebro, é quase impossível erradicá-la. Uma ideia totalmente formada e compreendida penetra fundo.”

A frase acima, como muitos já devem ter lembrado, é do filme A Origem que, guardadas as devidas proporções, está saindo do terreno da ficção e entrando no mundo real.
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Mulher recebe crânio produzido com uma impressora 3D

Por em 28 de março de 2014

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Eu adoro impressão 3D quando utilizada de formas criativas ou preferencialmente, quando proporcionam uma melhora de vida às pessoas. Nós já vimos casos aqui do WREX feito com plástico ABS que devolveu a liberdade de movimentos a uma menina de dois anos, do senhor que teve o rosto reconstruído após um câncer devastador deixar uma cratera em seu rosto, o pai que criou uma mão biônica de dez dólares para o filho baseado em outro projeto sensacional e por aí vai.

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