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Quanto o iPhone 3G custará no Brasil?
R$1,00 - O Lula vai subsidiar com a iPhoneBrás
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33%
R$3 mil - o preço de lançamento do V3 Razr no Brasil
32%
Seu primogênito
14%
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2.833335

O Android está sendo um excelente experimento, a adoção por parte dos fabricante está sendo boa, mesmo com o Google cometendo alguns erros primários, como o lançamento de um aparelho de marca própria. (isso desagradou muita gente)

Os smartphone.html%2523aff%3Dmeiobit" class="alinks-link" title="">celulares disponíveis com Android vão do medíocre ao excelente, o Motorola que o Nick Ellis está usando é tão bom que o fez desistir do iPhone. E ainda falam que a macfagagem é um caminho sem volta.

Aparentemente tudo está dando certo para o Google, certo?

android-fail-whale Mais ou menos. A Motorola por exemplo acaba de anunciar um acordo com a Microsoft; irá incluir os serviços Bing em seu novo smartphone a ser vendido no mercado chinês. Podem fazer isso? Claro, o telefone é deles, o sistema operacional é open source. O Google não pode fazer absolutamente nada.

Pior; o Google não ganha nada com o Android, a idéia de geração de receita é estimular o uso dos serviços online da empresa, como Mapas e Busca. Ao fazer um acordo como esse a Microsoft tirou o leitinho da boca do Sergey. Lembrem-se, o Windows Mobile Phone tem custo de licenciamento, então mesmo que você compre um aparelho WM apenas para o Stallman quebrar, a Microsoft já terá faturado uns caraminguás.

Se o futuro estiver mesmo na Nuvem como todos acreditam, produzir um sistema operacional mobile open source que sequer amortize seus custos deixa de ser algo atraente e se torna uma despesa a mais, você está a mercê da concorrência que pode perfeitamente produzir serviços agregados MAIS atraentes que os seus.

Por quanto tempo o Google continuará investindo no Android se o Bing ou o Yahoo(caso ressuscite) se tornarem majoritários?

Talvez o lançamento do Nexus One seja uma espécie de Plano B, para garantir uma renda real e ao mesmo tempo se tornar uma plataforma de referência, uma forma de apresentar uma versão kosher do Android.

Do jeito que está o Google tem um sistema operacional mobile bem-sucedido (o que é estrategicamente crucial) mas o fato de ser open source adicionou uma camada de complexidade. Para dar dinheiro o sistema tem que ser bom e os SERVIÇOS do Google tem que apresentar igualmente qualidade. Só isso garante que uma Motorola não mude as aplicações para o pacote Bing.

Então o modelo Open Source não presta para sistemas operacionais mobile?

Outro dia um freetard sofrendo de alucinações colocou em um mapa de aplicações o Open Source como a metodologia dominante no mercado mobile (usando o Symbian como argumento, como se ele tivesse conquistado seu share já open). Não é preciso delirar assim. Basta seguir os blogs de tecnologia, é fato que Androids NÃO são openmokos e tuxphones. Funcionam bem, vendem bem.

A questão estratégica é que dado o modelo de monetização indireto do sistema operacional mobile open source, quem se aventurar tem que ser competente não em uma, mas em duas áreas de expertise: SO E Serviços. Quem entrar achando que open source significa mão-de-obra gratuita descobrirá que o modelo é MUITO mais cruel e darwinista do que imaginam.

googlequitanda

Claro, apesar das evidências fotográficas o Google não é uma quitanda, então a menos que façam algo muito errado, ainda veremos por muito tempo o único robô que parece mais uma lata de lixo do que o R2D2. A menos que a maior praga que atinge projetos Open Source, a fragmentação de versões não seja resolvida, e rápido.


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Preocupada com o avanço da Apple no território dos portáteis, rumores dão conta de que a Sony está preparando duas linhas de produto para diminuir o impacto que o iPad pode causar quando for lançado no dia 3 de abril, além de roubar alguns consumidores do iPhone.

A novidade seria um smartphone e um dispositivo portátil parecido com a prancheta da empresa da maçã, capazes de rodar os jogos da família Playstation, funcionando também como um leitor de livros digitais ou mesmo um netbook.

Com isso a Sony pretenderia recuperar, ou conquistar, os jogadores que não suportam a ideia de ter que carregar dois aparelhos, um servindo como celular e o outro como plataforma de jogos, algo que para muitos o iPhone faz satisfatoriamente.

Esses produtos seriam seguidos pelo lançamento de um serviço de distribuição digital parecido com a loja virtual da Apple e uma de suas maiores vantagens seria a grande quantidade de conteúdo, já que a empresa japonesa possui estúdios de cinema e televisão, gravadoras e claro, uma vasta biblioteca de jogos.

Mesmo parecendo bastante promissor, lembre-se que os rumores sobre um “PSP Phone” são antigos e que a própria Sony já tentou algo parecido com o mylo e o sucesso alcançado não chegou a ser tão alto.

dori_son_05.03.10

[via Wall Street Journal]


3.666665

Quando surgiu Bluetooth era uma tecnologia que iria acabar com cabos de dados. Nossos smartphone.html%2523aff%3Dmeiobit" class="alinks-link" title="">celulares, scanners, faxmodems, impressoras, câmeras digitais, interócitos, joysticks e mouses falariam com os PCs de forma simples, transparente, automática.

Durante anos, muitos anos a única coisa Bluetooth digna de nota foram os headsets para celulares. Mesmo hoje seu uso é confuso. Cada modelo tem uma obscura, quase arcana sequência de comandos e cliques. Nunca sabemos se estamos clicando redial ou invocando Astarot, Demônio-Mor e Grão-Lorde do 7o Cìrculo do Inferno. (dica: em geral é o 2o)

Impressora bluetooth, nunca vi. Mouses, ainda hoje são caros. Faxes, scanners, não existem. Telefones? Até funciona, mas há um problema: Com smartphones virando iPods, câmeras e o diabo a quatro (para ficar dentro do tema) a quantidade de dados transferida se torna impraticável.

Mesmo através do cabo sincronizar o Nokia N97 (com 32GB de armazenamento) é demorado. Via Bluetooth, com velocidades que com sorte chegam a 100KB/s, é irreal como a especificação de velocidade máxima teórica de 3Mbits.

O protocolo está em sua versão 4.0, mas a totalidade dos aparelhos vendidos –em se tratando de celulares- não chegou sequer na 3.0. O N900 que é o N900 está na versão 2.1.

Quando O Sony-Ericsson T68 era o ó do borogodó, com sua câmera VGA a baixa velocidade de transferência não incomodava, mas hoje uma foto de 5Megapixels dá trabalho. Imagine um vídeo de 10 minutos.

Agora a versão 4.0, que chegará ao mercado no final do ano promete a mesma velocidade teórica de 24Mbits da 3.0 mais um consumo baixíssimo e inteligente de energia.

Quando foi lançado a Microsoft ignorou solenemente o protocolo, Bluetooth só passou a fazer parte realmente do Windows na versão 7. O suporte do Vista era bonzinho, o do XP capenga e do 98 e do 2000 inexistente. Agora quem despreza Bluetooth é a Apple, que o trata da mesma forma que vendedoras de lojas de celular: “Bluetooth é o foninho que vai na orelha”.

Será que Bluetooth sairá algum dia do gueto ou permanecerá tendo como maior sucesso o fato de ser usado no controle do Nintendo Wii?


4

Durante a conferência Digital Landscapes, em Dublin, Irlanda, John Herlihy, vice-presidente global de operações de anúncios do Google, disse que os desktops não são mais o foco da empresa, o que guia o desenvolvimento de novas aplicações. Segundo ele, os dispositivos móveis estão crescendo com mais rapidez, e dentro de pouco tempo, deverão ser a principal forma de acesso à web no mundo inteiro. Nas palavras dele:cemiterio-pcs-20100304

"Em três anos, desktops serão irrelevantes. No Japão, a maioria das pesquisas hoe são feitas em smartphones, não em PCs.”

É uma informação valiosa, e mostra realmente uma tendência forte, a da convergência para dispositivos móveis. Essa declaração do executivo europeu bate com o discurso de Eric Schmidt, CEO do Google, no Mobile World Congress, realizado mês passado, em Barcelona, Espanha. Na ocasião, Schmidt disse que a empresa passara a focar mais em mobilidade do que em desktops, e pediu aos desenvolvedores para que façam o mesmo. Também lá, ele comentou que as vendas de smartphones e outros dispositivos móveis crescem num ritmo muito forte, e em pouco tempo ultrapassarão as de PCs convencionais.

Estariam os desktops próximo do fim, mesmo? Para o Google, que obtém renda exclusivamente de anúncios na web, é bastante interessante. Mas decretar o fim dos desktops, ou mesmo o declínio deles, é um pouco exagerado. Um smartphone, por mais evoluído que seja, não substitui um computador comum. Acredito que há espaço para todos, e essas declarações duras do Google são mais para chamar a atenção do que previsões propriamente ditas.

Fonte: PC World.


3

No final do mês passado, o Skype anunciou mudanças na sua linha de programas para dispositivos móveis. De uma vez só, Skype Lite e Skype for Windows Mobile foram descontinuados. A justificativa? “Nenhum desses apps oferecia uma grande experiência no Skype”.

Indo mais a fundo nas motivações, no caso do Skype Lite, a versão para smartphone.html%2523aff%3Dmeiobit" class="alinks-link" title="">celulares que rodam Java, era oferecida em poucos países, onde os custos da ligação via VoIP eram atrelados ao plano de minutos para conversas convencionais do usuário, o que tornava ligações Skype-para-Skype pagas, quando num cenário ideal, elas devem ser gratuitas. Já o caso da versão para WinMo é dificuldade na manutenção, agravada pela multiplicidade de dispositivos e falta de operadoras móveis parceiras.

Quem já os tinha instalados em seus aparelhos, não perderá os apps. Já que os quer agora, ficará querendo, pois as páginsa e links para download foram removidos.


4.5

A Nokia anunciou mais um celular e, com isso, mais uma linha deles: o Nokia C5. A fabricante finlandesa diz que esse dispositivo é “um smartphone no corpo de um feature phone”, o que parece fazer sentido, já que roda Symbian S60 3ª Edition, e o aparelho, do tipo candybar, parece bem “comum”.

“Mais uma linha!?”, pode pensar o leitor. Sim, mais uma linha. Com a chegada da série C, foi preciso explicar como todas as demais sem encaixam, de modo que uma não canibalize a outra. A própria Nokia explica os públicos de cada uma:

  • Nseries: top de linha, sempre com as últimas novidades;
  • Xseries: linha bem recente, com foco em entretenimento social;
  • Eseries: foco total em trabalho, usuários corporativos;
  • Cseries: introdução de usuários de smartphone.html%2523aff%3Dmeiobit" class="alinks-link" title="">celulares comuns aos smartphones. Foco em mercados de massa.

A princípio, o número que procede o “C” dos aparelhos determinará o nível de avanço e funções. Assim, quando sair, o Nokia C1 será o mais simples de todos; o C5, já anunciado, é o meio termo; e o vindouro C9, será o mais completo, possivelmente uma alternativa mais econômica, porém quase tão bom quanto, os modelos de entrada dos Nseries.




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