Mantenha-se informado sobre as nossas novidades com nosso newsletter semanal, todas as segundas-feiras
Lançado há exatos dois dias, o código-fonte já pode ser compilado em qualquer distribuição Linux (usuários de distribuições incompletas podem ter trabalho), e é questão de tempo até sua popularização. A safra 2008 de distribuições já terá suporte ao KDE 4 – muitas delas mantendo ainda o KDE 3.5, como o que já acontece no OpenSuSE – para que os usuários desse ambiente desktop possam se adaptar às novidades.
Porém, existe uma personalização do LiveCD do OpenSuSE Linux que vinha com os BETAS do KDE 4 para os curiosos usuários poderem analisar o desenvolvimento do ambiente desktop, eu mesmo baixei duas vezes. Com o lançamento da versão “final”, também foi disponibilizado o mesmo LiveCD contendo a primeira versão estável do KDE 4, com a mesma finalidade.
Assim, estou utilizando o LiveCD do KDE 4 desde sexta feira no VMware, e escrevi a análise para o usuário recém chegado conferir as novidades. Apesar de ser usuário (e convicto) do Gnome, gostei das novidades e acredito que as próximas grandes versões (KDE 4.1, KDE 4.2...) estarão ainda melhores. Vamos lá?
O novo conceito do Desktop
O KDE 4 é um inovador nato. E como tal, ele tenta lançar um novo conceito de desktop. Nesse conceito, temos o Plasma (o conjunto da obra) que é composto por Plasmoids. Os Plasmoids podem ser várias coisas, widgets, ícones e botões, e podem ficar tanto no desktop quanto no painel, e nessa eu acho que o SuperKaramba dançou. Ao passar o mouse num Plasmoid na área de trabalho, é exibida uma aura transparente com opções de controle, e permite esticar, encolher, mover, girar ou configurar aquele Plasmoid. Demorou (muito) pro KDE permitir essas proezas com ícones SVG, algumas já são possíveis no Gnome desde que eu me entendo por gente. Mas a flexibilidade que isso proporcionou na aliança de Ícones e Plasmoids foi muito interessante.
O antigo Kicker (painel) também foi substituído pelos Plasmoids, ou seja, o Painel agora é um Plasmoid. E o KWin permite nativamente recursos como Exposè (Ctrl + F9) e um Dashboard (Ctrl + F12), que são independentes de um AiGLX/XGL. Nativamente foram inclusos recursos de transparência real e sombras, também direto no KWin, mas não funcionaram adequadamente comigo. Não sei dizer se é um bug ou é por causa do VMware, explico os problemas que tive mais adiante. No canto direito superior da tela também possui um Plasmoid que eu não sei o nome, mas a partir dele adicionamos os outros Plasmoids no desktop. Ele transita de maneira super elegante.
Os drag n’ drops melhoraram bastante (aleluia, né KDE?), e todos os Plasmoids são manipulados assim. Com o gerenciador de Plasmoids – janelinha chamada “Add Widgets” -, é exibida a lista de Widgets disponíveis, podendo ser adicionados ou removidos. Para adicionar um Widget no desktop, basta clicar num, arrastar e soltar onde der vontade, até no Painel. A partir do Dolphin também é possível transformar alguns itens em Plasmoids da área de trabalho. O mesmo widget realmente tem funcionalidade garantida em ambos os locais, desktop e painel.
Os ícones ganharam novo theme, o Oxygen. Assim como no KDE 3.xx, onde os ícones Crystal SVG passavam idéia de transparência, clareza e brilho, os ícones Oxygen transmitem “sensação” de liberdade, vento, oxigênio. Um Briefing interessante, os ícones ficaram muito legais. Até me lembraram do iconset Tango (fanáticos pelo KDE 4 vão querer me matar por causa disso).
Para o KDE 4, agora também inexiste o diretório ~/Desktop. Arquivos direcionados para o Desktop caem na /home, e as configurações do desktop com seus plasmoids fica na ~/.kde4. Acredito que isso seja uma faca de dois gumes, pois a usuabilidade ficou agradável e estranha ao mesmo tempo. Exemplo, eu copiei um PDF do meu PenDrive para o Desktop, mas inexiste um diretório ~/Desktop... Então virou um (lindo) Plasmoid com o nome do arquivo, eu clico e ele abre no Okular. Mas eu excluo o plasmoid e ele não exclui o arquivo (ou seja, simplesmente um atalho, e ele não criou uma cópia do mesmo na /home), eu tenho que abrir o Dolphin, ir ao PenDrive e apagar o desgraçado do PDF. Então, se eu apagar o PDF no PenDrive, ou simplesmente remover o dispositivo, o Plasmoid não desaparece nem dá uma indicação que o link está quebrado, eu clico e ele dá erro por motivos óbvios. Isso precisa ser melhorado – urgente.
Também não encontrei algumas coisas que deveriam ser óbvias, como um configurador do Painel. Ta certo que o KDE 4 ficou legal em tons pretos. Eu também gosto, mas poxa, justamente na primeira impressão (que é a que... não completarei o resto da frase), ficou semelhante demais ao MS Windows Vista, e eu tentei mudar isso. Mas, simplesmente não achei onde alterar as propriedades do Painel. Nas versões anteriores e no Gnome, bastaria clicar com o botão direito no Painel e ir nas propriedades para fazer a festa (mudar tamanho, textura, cor, transparência, botões, comportamento e etc).
Do resto, o KDE 4 foi tranqüilo e naturalmente intuitivo.
Eu não entendi...
Fuçando nas propriedades do Plasma Workspace – vulgo Desktop -, é possível alterar o papel de parede e/ou colocar um slide-show, e mais nada além disso. Também existem duas checkboxes, “Align to Grid” e “Show Icons”. A primeira eu não preciso nem explicar, porém a segunda eu quis entender sua serventia. Desabilitei, apliquei OK, e sumiram todos os ícones Plasmoids de programas do meu desktop (o Opera, Dolphin e Kopete). Prevaleceu o PDF que citei anteriormente, e pensei: “Ahh ta, isso só tira os Plasmoids de atalhos pra programas, o resto fica!”. Marquei de novo o checkbox acreditando que meus antigos ícones voltariam, mas não voltaram, oh shit! Quem for testar, cuidado com esses checkboxes, eles são do mal! Tomara que corrijam isso...
Ainda com relação aos Plasmoids, adicionei um Plasmoid “Lixeira” a partir do Dolphin arrastando o ícone para o Desktop. Funcionou!! Tentei excluir um arquivo da maneira que *eu* excluo (vício do Mac OS X, de arrastar arquivos pra lixeira ao invés de apertar o Delete – argh!) e não funcionou, nada acontecia. Criei de novo, vi as propriedades do Plasmoid e aparentemente estava tudo normal. Cliquei nela e deu erro, não reconheceu o diretório “Trash:/”. Minhas suposições não chegaram num consenso, se isso é Bug do KDE 4 no endereço da lixeira (aconteciam coisas semelhantes no KDE 3.4 do Slackware 10.2), se é um bug DA lixeira ou se o KDE simplesmente não aceita um Plasmoid assim e tenha um Plasmoid próprio pra ser Lixeira. Esperar pra ver.
Os programas GTK (testei o Pidgin e o FireFox) também ficaram horríveis no novo ambiente desktop, mas deixo claro que eu não instalei nenhum aplicativo que pudesse gerenciar os softwares desse Toolkit, como GTK-QT-Engine, GTK-Chtheme ou simplesmente instalar metade do Gnome goela abaixo: Apenas o SuSE com KDE 4 cru. Acredito também que a interoperabilidade deveria ter sido melhorada nesse quesito.
O que tive certeza que é um Bug foi que, se eu abrisse um terminal e digitasse halt (ou telinit 3), ele perdia todas as alterações do Desktop. Também aconteceu com um amigo meu, que compilou o KDE 4 no Slackware 12.
Novos Programas
As primeiras diferenças que alguém vindo do KDE 3 para o KDE 4 irá perceber será o Dolphin. Apesar de existir também pro KDE 3 (não vem por padrão, como o GWenview), no KDE 4 o Dolphin é utilizado para ser apenas um poderoso navegador de arquivos, isolando a navegação Web pro Konqueror. O Konqueror continua sendo total-flex, navega na web, navega em arquivos e visualiza conteúdo de algumas coisas. O Dolphin é leve, agradável e intuitivo.
Assim como o Dolphin, também não faria sentido que o Konqueror fosse “desmembrado” se as imagens e PDFs continuassem sendo abertos nele. Então, surgiram outros programas para suas devidas funções. Pra PDFs foi criado o Okular, um concorrente à altura pro Evince, e pra imagens foi criado o GWenview, também um concorrente legal pro EOG.
O Konqueror continua existindo feliz e contente com as mesmas funcionalidades, mas acredito que o pessoal do KDE deseje colocá-lo como navegador oficial do ambiente, aprimorando seus recursos e podendo fazer um concorrente KHTML pro FireFox, assim como a existência do KOffice está para o OpenOffice.
O Konsole também ficou mais “inteligente”, e pareceu ter menos recursos. Gostei da alteração, antes as opções eram excessivas, e eu me perdia quando estava usando, ou esquecia de salvar as alterações, quando reabria o programa estava tudo da maneira tradicional.
Foi incluído um painel de controle próprio do KDE, o System Settings, que aparentemente substituiu o grande, pesado e confuso KControlCenter (não posso confirmar se substituiu mesmo). Ficou leve e eficiente, sendo possível acessar as configurações do KDE de maneira mais prática e bonita. Ficou parecendo o System Preferences, do Mac OS X.
Infelizmente, não pude testar o AmaroK 2.0. Instalei-o na máquina virtual, e ele ainda não está completamente pronto. Tive problemas com o VMware, e terei que esperar mais um pouco para isso.
O que ainda esperar?
Como a própria equipe falou, essa ainda é uma versão inicial, que ainda não está bem pronta para uso. Ainda quase não existem Plasmoids disponíveis, exceto os que acompanham o KDE. O KNotify foi incluso meio na gambiarra para existir uma área de notificação, mas também será substituída por Plasmoids com o tempo. Também há o Solid, um novo integrador de dispositivos (como o HAL) e que deverá fazer com que os dispositivos funcionem independentes um do outro e sem limitações do fabricante (aquele widget que ta no meu desktop funciona nele). O aRTS também deverá ser substituído pelo Phonon (aleluia!).
O KDM que veio na distribuição ainda é o do KDE 3. Já deve existir um KDM do KDE 4, se não existe, acelerem pelo amor de Deus. =)
Problemas que tive
O animal gênio que fez esse LiveCD com KDE 4 atualizou o Kernel da distribuição, mas (ainda?) não atualizou o Kernel-Headers nos repositórios. Moral da história, eu não pude instalar o VMware Tools – ou até poderia, mas ia ter que recompilar o Kernel para gerar os headers corretamente. Não o fiz, pois instalei a distribuição por cima de uma máquina virtual Ubuntu apenas para testar, não para usar em definitivo. Acabei sem VMware-Tools, e impossibilitado de testar o som, ver efeitos visuais e compartilhar minha /mnt/Mp3 do Fedora. Só deu mesmo pra conferir as novidades.
Conclusões e Agradecimentos
Agradeço ao amigo Vinicius por diversos esclarecimentos dos “novos conceitos” e dicas sobre o desktop. O KDE 4 está extremamente leve, bonito e com outro Look n’ Feel. E, se o Gnome não se cuidar, provavelmente lá pelo KDE 4.1 ou KDE 4.2 eu estarei fazendo as malas!
Eu achava o KDE o mais parecido com o Windows, mas ainda era deselegante. Mas pelo que vi pelas fotos e pela sua análise ele tem um bom futuro. So ainda acho feia aquela "barra de tarefas" enorme.
Esse link aqui não leva a fotos inapropriadas.
Lucas usando Ubuntu? O mundo acabou mesmo!
Me diga, os menus do KDE continuam todos amontoadinhos daquele jeito sofrível?
Megalopolis
Não, isso foi uma das coisas que mais recebeu criticas.
Agora ele usa o kickoff, que na verdade é o unico elemento no desktop que não é plasma em si, logo será subsituído pelo Raptor, esse sim é um plasmoid.
Pelo que vi nos screenshots, os menus ainda estão amontoados sim.
Megalopolis
No que eu usei, é o menu padrão do SuSE do SuSE, que é modificado e fica bem legal. Agora, no KDE 4 "padrão", se vir amontoado eu penso duas vezes antes de migrar. Sério. ¬¬
Esse menu do SuSE vai ser o oficial do KDE4.
-----
Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.
Não sei, o kickoff no Suse sempre recebeu elogios de ser mais organizado.
Não me refiro a organização, Vini, tô falando de as opções do menu ficarem muito pertinhas umas das outras. Organizado, mas amontoado, saca?
Megalopolis
Fabi, pelo que sei, o kickoff, sim, tem os icones bem grandes e as opções separadas. Acredito que até mais que o Gnome.
Eu uso pra poder falar mal depois. xD
(brincadeira)
Tava fazendo uns testes com LDap (na verdade levando uma surra) num servidor Arch Linux, e o Ubuntu será um dos clientes, quando funcionar, não sei ao certo essa data!
É, o desktop ainda está bem bugado e incompleto, mas já é um grande passo pra releases futuras.
Achei interessante que muitas aplicações foram desenvolvidas com base no projeto OpenUsabilty, algumas interfaces ficaram realmente mais interessantes. As frameworks apesar de serem boas ainda não foram muito exploradas e o novo tema que eu achei ótimo ainda está inacabado.
E realmente, logo logo quando o desktop estiver mais polido, o Gnome vai ter que arranjar um jeito de ficar a nível, porque tá difícil, o desenvolvimento ainda tá andando meio parado...
Fora isso, tá aí um ambiente que tem futuro.
É, o desenvolvimento do Gnome... Prefiro não me pronunciar.
Não acho que o desenvolvimento do Gnome esteja parado. Só nesses últimos meses, tivemos a introdução do GIO, composite nos widgets do Gnome, integração do PolicyKit pra rodar menos código possível como usuário privilegiado, composite no Metacity, integração do WebKit ao Gnome, integração do Firefox/Gecko com o Gnome (páginas com aparência nativa), suporte ao Exchange 2007 e Google Calendar (leitura E escrita) no Evolution, portagem do Gtk+ pra rodar programas de Gnome no Mac sem necessidade de X11.
Claro que tá faltando muita coisa, podería ficar horas levantando o trabalho do pessoal. Essas que lembrei são as novidades mais óbvias, e já aparecerão na próxima versão do Gnome, que será lançada daqui a dois meses.
Quem disse que tá parado foi o Vinicius, eu ainda não tinha comentado, mas faço agora:
O desenvolvimento do Gnome é frequente, mas é sempre em linha reta, sem ambições como aconteceu com o KDE. Houve uma mudança radical do KDE 3 pro KDE 4, e entre versões mesmo, de KDE 3.1 pra KDE 3.2, etc. O Gnome vai lançando coisas devagar, mas não tem nenhuma revolução planejada, um Gnome 3.0 por exemplo. Não há horizontes, e eles preferem manter bem o que está funcionando. Concordo com eles, mas tem vezes que a mesmice enche o saco.
Exato. É muito ruim para as equipes de marketing que não tem 300 novas funções pra anunciar de uma versão pra outra, mas pegando uma versão do Gnome de três anos atrás e comparando com uma lançada agora, é certeza de diversão, não tinha quase nada.
Três anos atrás era tão capenga, que eu nem pensava em usar Linux no lugar de outro sistema.
Todos os desktops Linux estão evoluindo muito bem...
Porém, marketing é essencial, funcionou muito bem com o Ubuntu, e parece ta funcionado bem com o KDE4.
-----
Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.
Achei interesante as novidades mais como o viniciusc disse ainda esta bugado , vou continuar com o gnome até a proxima versao do ubuntu pelo menos
Pelo que vi pelas screens do Ubuntu 8 ele já está se mexendo, também ta ficando bonito mas ainda com o marron cocô dele. Mas acho que uma coisa não tem relação com a outra.
Esse link aqui não leva a fotos inapropriadas.
As imagens que você viu são mockups, que muitos blogs estão divulgando como verdadeiras. Ainda não existe nenhuma imagem disponível sobre o tema do Ubuntu 8.04. Aliás, pela página de Blueprints dessa versão, ainda nem começaram a desenvolver o tema, ainda estão em fase de discussão.
A implementação de Composite no KWin não tem como ser independente do AiGLX nem do XGL, são na verdade independentes do Compiz.
De resto, bela análise do KDE4. Junto com outras que andei lendo, e minha própria impressão mexendo, mostrou que ainda não tem nada que não tenha no Gnome. Talvez na 4.2 ou 4.3 eu pense em largar o Gnome...
Instalei o KDE 4 no meu Kubuntu. Realmente ele é mais bonito, intuitivo e leve em relação a série 3 do KDE. Porém, ainda não é totalmente utilizável, muitos crashes, o kopete não loga no Gtalk e os plasmoídes ainda são inúteis. Alguns programas ainda não estão presentes e, pelo menos no Kubuntu, os programas ainda não estão totalmente integrados (assim como os pacotes que estão conflitando).
Como foi mencionado acima, ainda não há um pacote gtk-qt-engine e as aplicações feitas em GTK ficaram horríveis.
A despeito de não salvar as ações feitas durante uma sessão, isso também ocorreu comigo e descobri se não for feito o logout, as configurações se perdem.
Uma outra coisa que me incomodou foi o Autostart, que mudou, não é possível simplesmente adicionar um atalho da aplicação no ~./kde4/share/autostart, tendo nós que fazer um .desktop para que as coisas andem.
Creio eu que com o lançamento oficial, em breve as coisas se arrumaram e teremos um KDE bem bonito, rápido e funcional.
Viver pouco como um rei ou viver muito como um Zé?
www.jragomes.com
Sério? Comigo o Kopete só funcionou no GTalk e não conecta no MSN... =P
Quanto aos demais bugs, não encontrei mais quase nenhum, como havia tido nos Betas que testei. Sinceramente, acreditava que eles não poderiam ser corrigidos a tempo, e aparentemente foram, melhorou bastante.
Não troco a simplicidade do Gnome por nada.
Na verdade, foi isso o que mais me chamou a atenção no Ubuntu e o que me fez trocar o XP 64 bits pelo Linux.
E eu que já ouvi dizerem que não vão pro KDE 4 porque ele tá se focando muito em simplicidade como o Gnome.
Bem, cada um reclama do jeito que quiser, mas que o Gnome tem oferencido menos recursos sendo mais pesado e lento tem. Agora o KDE 4 já provou ser mais eficiente em uso de recursos que o 3, e ainda há de melhorar, o Gnome tem de rever alguns conceitos com isso.
Prefiro o Gnome, mas concordo.
Megalopolis
Também sou mais fã do Gnome.
Discutindo a informática http://www.epassos.com
Mais um fã do gnome. O KDE parece bacana, mas não é dessa vez ainda que eu vou me aventurar....
www.panoramainternacional.com
Já testei os dois, mas optei pelo KDE por causa do peso, o Gnome com menos frescuras consegue ser mais pesado. Mas acho os dois muito bons.
Antigamente eu não trocava o Windows XP por nada, e olha o que aconteceu comigo?
Para com essa miopia, pode ser que o KDE seja melhor pra ti do que o Gnome, tu só vai descobrir isso usando... Eu usava KDE no Mandrake e no Slackware 10.1 e 10.2, mas no 10.2 mesmo eu passei a usar o Gnome por que atendeu melhor a minha necessidade! Tentei usar KDE depois novamente e não foi tão legal pra mim quanto o Gnome era, exceto alguns KDEs personalisados de distribuições - como o do SuSE e do Mandriva.
Depois que eu usei o KDE 4, acho que (pra mim) ele será uma alternativa melhor que o Gnome no futuro, tenho que dar tempo pro tempo. Se isso ocorrer, migro pro KDE 4 sem qualquer dor na consciência, se eu não gostar, volto pro Gnome tranquilo.
Larga de preconceito! =)
Boa analise, eu estava quase terminando a minha, só demorei porque estava vendo alguns animes, e porque fui compilar ele hoje para ver a diferença de performance...
Porem pensando bem não tem muito o que falar a mais que você falou, então melhor que outro artigo é complementar esse.
Então vamos lá:
- Esse problema da lixeira (do trash://) é um bug sim, o endereço é esse mesmo, vai ter um plasma próprio para a lixeira com mais opções logo logo.
- Tudo que fica na pasta ~Desktop ele coloca como plasma, ela não existe, mais se você usar o KDE3 e o KDE4 na mesma maquina vai fazer com que o KDE4 adicione todos os itens no Desktop. Essa coisa de deletar o plasma e deletar o arquivo original também irá ser corrigido, é um bug.
- O editor do menu também está lá, (pelo menos está aqui), digite menu, na caixa de "Procurar"...
- A integração com o GTK está boa, porem sem tema nenhum por enquanto, no KDE3 ele convertia o tema local e aplicava no GTK também, acho que nas próximas versões vai ta tudo ok com isso.
- O konqueror logo logo vai poder usar também o webkit, já está até compilado nos repositórios oficiais.
- O System Settings é sim o substituto do KControlCenter.
- O Okular vai ser o visualizador de documentos geral, logo vai ter suporte ao ODF e até os .doc, a idéia é substituir o pré-visualizador de texto integrado do konqueror, evitando também ter que usar o Kpdf para pdfs etc...
- O botão "Show Icons" está funcionando normalmente aqui, sem problemas.
Meu kopete e meu koffice não estão funcionado, mesmo depois de ter compilado o KDE.... :(
Sobre o Amarok..
Basicamente, ele ganhou um componente plasma no meio dele, é possível adicionar vários plugins que dão a letra da musica etc... A barra lateral agrupa as musicas da playlist por álbuns, outra novidade é o uso do ID3v2 que adiciona além das infos básicas, imagens, letra de musica, entre outras muitas infos direto no mp3. -> imagem1 imagem2
Os outros recursos ainda são muito parecidos com o anterior...
Os recursos gráficos dependem do Xcomposite e do Xdamange. E fluem muito, mais muito mais leve rodando direto no kwin.
Já existe o KDM do KDE4, porem ainda está com alguns bugs.
Outra coisa interessante de observar é o que o "ksysguard" foi "substituído" ainda tem o nome de ksysguard mais não funciona exatamente como antes, é bem mais leve e inteligente. imagem1 imagem2
Repare que foram só 334mb, usados, além dos 106 processos (incluindo o firefox) eu tinha acabo de iniciar o marble (espécie de Google Earth), e o kstars (visualizador de estrelas), o que é um ponto muito positivo em relação ao consumo de memória.
Ele também da um resumo quando passa o mouse por cima, etc que não deu para colocar no SS, mais por exemplo se colocar o mouse em cima do int ele explica que é o processo pai de todos os outros etc.. etc..
-----
Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.
Nada contra o KDE mas ainda prefiro o Gnome (na verdade uso hoje o Xfce) e lembrem-se esse é o KDE 4.0.
sou quase um fanboy do Gnome, mas vou dar uma olhada no KDE 4 !
luctimm parabéns!! Há algumas semanas o texto da Fabiane me fêz logar no "meio Bit" e agora o seu reforçou minhas expectativas em relação à versão 4.2 que acredito será bem interessante!!! Parabéns!!
Porque os mestres são raros, come Il miele dentro ia lionessa.
tu sabe que finalmente consegui mudar pra linux como desktop depois do gnome (que atingiu massa critica) compiz e ubuntu? (logico que jogando fora o tema marrom burro quando da pinote e colocando outro tema)
usava, mas nao era pratico. o kde eu sempre achei uma zona do xxxxxxx... nao rola! o gnome é mais como penso, simples e funcional (tipo osX)
mas.. o kde ta com aparencia muuuito mais agradavel (mas ainda nao util pra usar)... isso de "pegar pelos olhos" conta... se kde matar os bugs todos, for realmente simples (igual gnome e osX), vai fazer sucesso... mas.. so se for simples!
ps: a review ta xxxx! mil pontos! :)
http://ney.frota.net
É impressão minha ou os aplicativos estão ficando com menos K's no nome? Se for isso mesmo, é um ponto positivo :)
Mas, falando sério, eu estou gostando bastante do impacto desse KDE4, mesmo sendo usuário do Gnome. Parece que vai dar uma mexida bem legal no mundo dos desktops (como o compiz deu).
Mas o que eu mais estou esperando é o QT4 para windows (que eu ouvi dizer que vai ter). Apesar de eu nem ter uma máquina minha (foi mal pelo cacófato aí...) com windows instalado, vai transformar o QT num toolkit muito mais viável de ser utilizado - pra todos os tipos de projeto - e vários aplicativos excelentes (como o Amarok) vão poder ser portados pro Windows, ajudando ainda mais na popularização do software livre.
____________
"Yes means No and No means Yes. Delete all files [Y]? "
O Amarok já roda sobre o Windows, podem as dependências ainda estão gigantes... são quase 200mb de instalação...
-----
Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.
Como que eu deixei um negócio desses passar? Eu não sabia que tava tão por fora assim do mundo do windows; afinal, saí dele não faz tanto tempo assim...
De qualquer jeito ainda acho que o port do QT pro Windows vai ser muito benéfico.
Enfim, vou fazer uma nota mental aqui: "Sempre pesquisar antes de postar. Mesmo que seja só um comentário."
EDIT: agora tava olhando lá na wiki deles: pelo menos não errei tão feio assim, é um work in progress...
____________
"Yes means No and No means Yes. Delete all files [Y]? "
Já existe QT para Windwas faz tempo: http://trolltech.com/products/qt/features
Skype e Google Earth são feitos (quase tudo) em QT4.
davidkwast.blogspot.com
Taí, agora eu vou ter que procurar o artigo que eu li dizendo que só agora que o QT ia ser portado pro Windows e botar um mega asterisco do lado do nome do site...
O pior é que eu não lembro de jeito nenhum onde foi!
De qualquer jeito, valeu pela informação.
____________
"Yes means No and No means Yes. Delete all files [Y]? "
Muita gente confunde QT e KDELibs.
A KDELibs vem sendo portada para Windows, esta não é nada fácil. O porte dessa biblioteca torna viavel até rodar KDE no Windows.
A QT foi inclusive usada no Delphi versão qualquer coisa para produzir executáveis windows e linux.
--
http://hamacker.wordpress.com
Como assim "portar para Windows"? Vou poder instalar aplicativo do KDE(?) no Windows? Se for realmente isto, vou até fazer uma lista de programas que gostaria de instalar: Klipper, Konqueror, Kopete, etc...
Na verdade, o Cygwin permite instalação de vários programas em Windows, inclusive do KDE: http://kde-cygwin.sourceforge.net/
EDIT: "This project has stopped active development to be free for the native KDE 4 port on Windows."
Agora, o que tá acontecendo é uma migração do KDE inteiro pra ambiente Windows - o AmaroK também, mas é separado do "resto" do KDE, pra rodar sem precisar de uma camadinha de Cygwin por baixo.
*Gravando CD do OpenSUSE. :P* // não gosto do VMWARE. XP
Gostei do conceito, mas ainda precisa de muito feijão pra alcançar o Gnome
_____________________
Muita Pimenta para sua vida!
Estranha inversão de valores, foi sempre ao contrario....
Afinal, o gnome só surgiu por causa do KDE e do duplo licenciamento da qt.
-----
Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.
Já penso o exato contrário, a única coisa que o Gnome tinha de vantagem era o desempenho quando usava o GTK1 (mas ao custo de ter uma interface grotesca de tão feia). E agora nem isso ele têm mais.
"Mas o que eu mais estou esperando é o QT4 para windows (que eu ouvi dizer que vai ter)"
Qt 4 pra windows já existe a uns bons 2 anos... Isso que eu trabalho com ele, mas já deve ter a um pouco mais de tempo :)
www.trolltech.com tem o link pra versão opensource lá.
Quanto ao Kde, tenho acompanhado as criticas lá fora, e meu deus, fazia tempo que não via algo tomar tanta porrada, basicamente são os mais fãs e os desenvolvedores que estão defendendo ele. Segundo um dos desenvolvedores, realmente, a versão 4.0 não é pra usuários que pretendem colocá-la no dia a dia, sendo mais pra entusiastas e desenvolvedores. Ele argumentou que a grande sacada dessa versão é por baixo dos panos, e a interface com o usuário (leia: configurações, menus, facilidades) é a parte menos "acabada" do Kde 4.
Eles tomaram a decisão de lança-lo agora pois eles precisam do feedback da comunidade, e relativamente poucas pessoas testam a versão beta pra valer. Eles precisavam submeter o Kde4 ao teste de fogo máximo, que é a liberação de um release oficial. Além de que, alguns programas como o Kate 4 por exemplo, já estavam prontos a mais de um ano, praticamente "enferrujando".
Essa versão ainda está longe de ser a versão definitiva do kde4 tanto em recursos, desempenho e facilidades.
Eu pessoalmente gostei, acho que tá no rumo certo, mas não significa que ele venha a virar agora meu desktop padrão.
o KDE de um modo geral, tem a estetica parecida com o esquema 'alto contraste' do Windows pra mim. Não sei, falta liga. Espaçamentos ruins, tamanho de fonte desproporcional... não sei. 'Não dá liga'. O KDE4 melhorou, mas ainda não sanou o problema.
No mais, várias coisas eram super mal construidas e organizadas, principalmente quanto às preferencias do sistema e do KDE. Interessante o comentário sobre o OpenUsability, que também indica uma melhora nesse sentido.
Esses pra mim eram os pontos mais fracos do KDE e os que prometem melhores resultados aí no futuro.
- Mas eu ainda prefiro o Gnome - ;D
Thinking About Something
http://tas.milk-it.net
Uia! Alguém me entende!
Megalopolis
Sempre achei isso também, mas nunca consegui explicar assim.
____________
"Yes means No and No means Yes. Delete all files [Y]? "
Agora eu acho que, para manter a imparcialidade, algum usuário avançado do KDE do meiobit experimentar o Gnome do OpenSUSE. Serve de dica para quem quiser ser colaborador de um post só :-D.
É uma boa... Porém, desnecessário, afinal esse foi um análise do kde4, e ele ainda está com visual "default" nem foi personalizado, agora se fosse uma análise do KDE 3.X do OpenSUSE ai sim justificaria essa comparação.
Ou talvez se o Gnome 3.0 tivesse sido lançado junto...
-----
Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.
O que o Gnome do OpenSUSE têm de diferente do Gnome "padrão" que valha à pena testar? E de fato ambos podem ser bastante customizados, quando eu estiver em casa (escrevo este comentário do trabalho) eu mando um screenshot do meu desktop KDE altamente customizado para terem uma idéia
Quem tem o Ubuntu 7.10 Gutsy pode experimentar o novo KDE4 :
http://www.webtuga.com/GNU/Linux/Dicas/Como-instal...
Tente entender que esta é uma versão depenada, o KDE4 ainda vai depender dum release mais maduro com 4.1 e 4.2 para ficar do jeito que os idealizadores querem.
Esse release novo é apenas o core do KDE4 e algumas novidades que não compensam para quem já usa o KDE3.
Quanto ao GNOME, de fato, ele se popularizou muito com o Ubuntu e Fedora, não exatamente por causa do GNOME, mas o jeito como essas distribuições juntaram as peças do GNOME e criaram um desktop simples que atende ao usuário. O Kubuntu e Ubuntu são da mesma empresa e é gritante como o KDE fica atras do GNOME, já no SuSE é o inverso, um KDE perfeito e impecável. Penso que se a canonical der uma atenção melhor ao KDE, os usuários do GNOME como ondas do mar serão levados à praia do KDE.
--
http://hamacker.wordpress.com
Eu particularmente gostei muito do novo visual do KDE4. Ele não tem nada de parecido com o Windows Vista, se não tudo que fosse preto hoje em dia seria 'Vista style', ou tudo que fosse azul seria 'XP style', ou marrom seria 'Ubuntu Style'. Eu creio que foi tomado o rumo certo para a parte visual do KDE, com um estilo bem elegante, e atual, com o uso nativo de transparências. Não é questão de usar tranparências porque algum OS usa, mas sim um novo 'conceito' visual que surgiu. Seria a mesma coisa de uma montadora de veículos resolver não ter usado linha de produção por que foi a Ford que lançou. Ela simplesmente não seria competitiva e hoje talvez nem existiria.
Creio que o KDE4 tem suas próprias virtudes e a equipe de desenvolvimento não deve ter como foco copiar as caraterísticas do Gnome, ou então seria melhor todo mundo usar Ubuntu com tema marrom-cocô porque funciona e pronto (não tenho nada contra o Ubuntu, às vezes até uso). A melhor coisa do Software Linux é justamente a liberdade de escolher o sistema que quer usar, o ambiente, os programas que quer usar! Ou por acaso você pode usar o Windows de forma tão livre? (Também nada contra Windows, é o OS que uso)
Porque marrom-coco ?
O Gutsy é laranja (ou algo semelhante) !
--
http://hamacker.wordpress.com
Do pouco que eu olhei em reviews (não testei pessoalmente) eu gostei desse tema do KDE4. Achei bem polido, bem moderno. Acho sim que todas as distribuições devem investir em aparência, pois isso atrai muito novos usuários.
De qualquer forma, não acredito que os usuários do gnome serão atraídos pela beleza do novo KDE, porque acredito que o que atrai os usuários ao gnome é exatamente sua simplicidade, sua limpeza visual. Eu mesmo, que usei (e ainda uso) o Windows desde sempre, me apaixonei pelo gnome exatamente por ser um conceito de interface diferente. O KDE sempre me pareceu querer imitar o Windows.
Vejo muita gente que critica o gnome fazer isso por não gostar da cor de papinha-de-neném do Ubuntu. Esses, das duas uma: ou não sabem que a cor original do gnome é azul, ou não sabem que o gnome é totalmente configurável, no Ubuntu ou em qualquer outra distro, e que só usa o marrom quem gosta mesmo. Eu mesmo uso o Ubuntu em casa, e o tema hoje não lembra em quase nada o original.
Questão de hábito. Acho muito pouco provável que eu um dia troque a Gnome pela KDE. Cheguei até a baixar um live CD com a KDE 4. Brinquei um pouquinho, mas não vi nada que me motivasse a mudar. A Gnome tem que parar por completo no tempo para que isso venha acontecer.
Acredito que esse salto da KDE vá dar uma chacoalhada no pessoal da Gnome. Novas melhorias virão em breve, creio eu.
Eu também falava isso antes de mudar de windows para linux...
pelos screens, ficou uma mistura de mac com vista.
mas eu gostei!
"mistura de mac com vista"... nossa, o que seria isso? um filhote de cruzcredo? =]
eu não gosto dessas misturas, seja como for, pela descrição o KDE tentou apresentar uma interface original.
www.panoramainternacional.com
O KDE4 não usa mais o artsd e o Phonon agora é usado como padrão.
O código do arts foi removido do repositório do KDE4 inclusive.
Abraço
Meu primeiro contato com linux foi no kde, hoje em dia com o ubuntu o gnome tem mais "mercado".
Olha, eu jah entrei em contato com o Gnome e o KDE... Gostava do Gnome... mas eu passava mais tempo personalizando q fazendo algo que preste... achei o KDE mais produtivo e leve. Direto ao ponto...
O KDE 4 promete muita coisa... Ótimo eles terem feito um Release zuado pq assim eles ainda estão com a mão na massa e a galera testa pra valer... ajuda mto a arrumar as coisas e olhar por um ângulo diferente.
----
May the LAG be with YOU!
Nem precisa dizer, mas ficou muito bom (ótimo)...
A propósito: Se quiser escrever sobre o Gnome para o meu site (http://www.n9corp.com) eu deixo...
No mais resta eu fazer um convite formal: Existe uma parte do site que trata de aspectos do gnome (http://www.n9corp.com/articles/#desktop) para difundir o Linux e Gnome... bom o site parece ser meio empresarial e tal, mas no fundo não o é, se der para eu ganhar dinheiro melhor :-)
Agradeço, pois o site tá meio apagado...
Jabá assim, na cara dura?