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Ok, a notícia já está mofando por aí. Mas vamos ao que interessa. Eu usava a versão anterior Nokia Music por obrigação, literalmente. Ao transferir músicas para o celular, ele era o único que enviava as canções de forma organizada.
Com a mudança para o Nokia Ovi Player, anunciada no início de novembro, eu levei um certo tempo para me aventurar. Já vinha com ranço de antes, achava a cara do programa confusa, nunca entendia a organização das músicas, que apareciam repetidas em pastas diferentes.
Ao testar recentemente um Nokia XPress Music, lá fui eu mais uma vez botar a mão na massa. De má vontade por conta do programa, vou logo avisando. Uma coisa é comprar música na loja diretamente do seu celular. Outra é organizar aquela zona toda na tela do seu computador.
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Atualizado o programa, meu status de humor mudou de cara. Qual foi a surpresa ao encontrar um programa mais fácil de navegar e sem tanta confusão? Sério. Mesmo. É preciso acrescentar o seguinte: a biblioteca de canções aqui do servidor do Nomadismo Celular é bem organizada. Até porque são quatro usuários com gostos musicais distintos, levando em conta uma filha de 13 anos e outra de 7 anos. Dá pra entender, não é?
Ao abrir o Nokia Ovi Player, de cara há duas abas, Minha Música e Nokia Music Store. Na primeira, há ícones do computador, celular e leitores. A procura é feita, como em qualquer programa que se preze, por artistas, álbuns, gêneros e recentes (as mais tocadas). Você decide se quer visualizar por capa do CD ou em grade. Tudo em botões fáceis e acessíveis. A velocidade da varredura de todo o conteúdo em áudio nos HDs varia de acordo com o poder do seu computador.
A criação de listas de reprodução é bastante intuitiva. Basta ir ao botão no alto direito da tela e clique.
Claro está que quem passa o dia inteiro na frente do computador (quem não fica que atire a primeira pedra e se cale) quer mais que o mundo se desintegre enquanto ouve ininterruptamente suas listas. E quando dá aquela vontade de retroceder, avançar ou repetir todas até os olhinhos ficarem zuretas, as teclas de atalho estão todas lá na aba Reproduzir.
E o quesito Nokia Music Store? Bom é um capítulo à parte. Se houver pedidos do leitorado, volto aqui e posto, ok?
Conversa com o contador:
“Então… com essa nota fiscal eletrônica, eu preciso de um certificado digital, certo?”
“Isso mesmo. Você pode comprar na Caixa, no Serasa… só uma coisinha… eles te dão as instruções de como gerar o disquete.”
“Disquete?”
“É… aqueles disquinhos de computador… você que mexe com essas coisas não sabe o que é?”
“Eu sei o que é. Só não acredito que precise usar disquetes hoje em dia. O tal certificado deve poder ser gerado em um pendrive.”
“Não, não pode. Todos os meus clientes tiveram que comprar o disquete.”
“Não é possível… deve ter uma opção para se gravar em mídia removível. Daí, basta apontar para o pendrive e…”
“Nada feito. É impossível. Já perguntei no setor responsável e tem que ser disquete.”
Imaginem a minha expressão facial. Felicidade era a única coisa que não estava estampada no meu rosto. Bom, como conheço de perto a burocracia estatal, fui logo arrumando uma forma de “emular” um drive de disquetes. Afinal, pagar R$ 200,00 por um drive de 3 1/2’’ USB estava fora de cogitação.
A solução parecia fácil: abrir o “prompt” e usar o comando “subst”. O primeiro argumento é o drive que se deseja “emular” (ou “simular”, no caso). O segundo, é a pasta onde ficarão os arquivos. Por exemplo:
subst a: c:\Users\Marcellus\Desktop\Disco
faria aparecer “milagrosamente” o drive “A:”, mostrando os arquivos que estiverem na pasta “Disco”, situada no “Desktop”.
Infelizmente, o programa gerador do Certificado Digital não reconheceu o drive como “unidade externa” (ele aparece como “unidade local”). Pausa para contagem de 1 a 10…
Aqui mesmo no Meio Bit já havia uma dica de como “emular” o disquinho: o programinha “Virtual Floppy Drive”. Extremamente simples de se usar, resolveria o problema em poucos minutos. Baixei, rodei e… funcionou! Desta vez, o Certificado foi gravado corretamente.
Como a curiosidade matou o gato, mas ainda sobraram algumas vidas… fui verificar se não era mesmo possível usar um pendrive. O final da história não poderia ser outro: contrariando o contador e todos os seus clientes, o bendito “Certificado Digital” funciona, sim, com qualquer unidade externa… pausa para contagem de 1 a 100…
Há quem diga que o Twitter veio para substituir os blogs. Outros crêem que blogs e tweets se complementam, afinal que link bacana iremos retweetar se os blogs não existirem? Fato é que na imensa maioria das entradas, sejam em blogs ou contas do Twitter, o conteúdo é completamente inútil.
Imagino que foi pensando nesse dado completamente chutado e aleatório, mas que pode ser observado de perto por qualquer um que twite com uma certa freqüência, que David Pogue resolveu usar a ferramenta e a imaginação de seus quase 1 milhão de seguidores para criar algo ao mesmo tempo engraçado e até mesmo útil.

Recentemente, o autor publicou The World According to Twitter, onde registra 2524 replies recebidos em resposta a uma série de perguntas que fez aos twiteiros na rede social, e que foram selecionados e compilados em livro.
Pogue teve a idéia durante uma palestra em Las Vegas. Para demonstrar como o Twitter funciona, ele twittou que precisava de uma cura para soluços e rapidamente obteve centenas de respostas de seus seguidores. Diferente de qualquer outro serviço online, no Twitter as reações são imediatas.
Abaixo, uma amostrinha do conteúdo presente no mais recente livro de David Pogue:
Qual o seu plano para salvar os jornais americanos?
- Banir o papel higiênico. - @disser
- 80 páginas de Sudoku - @pjpaul
- Acabar com a internet. Alguém faz idéia de onde ela fica? - @simonmcd
Redefina uma palavra existente com um trocadilho
- Algoritmo: Uma invenção da esposa do Al Gore pra tocar baixo no Guitar Hero. - @JimF
- Universo: música onde a mesma letra é cantada repetidamente. - @cmumathwhiz
Você sabe que a lua de mel acabou quando...
- ...ambos param de raspar os pêlos. - @passepartout
- ...Três palavras: Porta do banheiro aberta. - @Stefaniya
Adicione uma palavra em um nome famoso e defina
- White House, MD: um governo que consegue resolver qualquer problema em uma hora. E faz isso de novo na semana seguinte! - @lizardrebel
O livro é uma daquelas leituras leves e descompromissadas, com alguns tweets de histórias reais de pessoas reais compartilhando um pouco de seus momentos constrangedores, engraçados e heróicos. Outros são dicas práticas, invencionices e referências da cultura popular disseminadas na web.
Ao contrário de outros livros sobre o Twitter, The World According to Twitter não busca definir, dar dicas ou contar a história do serviço. É somente um apanhado descompromissado do conteúdo produzido nele - o que é muito mais divertido!
Agradecimentos à minha amiga Tássia (@tassiadesign), que teve seu tweet publicado, ganhou uma cópia autografada, e gentilmente me emprestou o livro para esta resenha.
Sou viciado em jogos casuais pelo mesmo motivo que a maioria das pessoas que gosta do gênero: a falta de tempo para jogar coisas mais “pesadas”. Por mais contraditório que pareça, acabo me viciando nessas pequenas maravilhas e passando horas a fio tentando desvendar seus mistérios.
O último que apareceu aqui no micro foi uma criação em Adobe Director de Matthew Woods, da Paper Dragon Games, com uma mecânica extremamente simples, mas nem por isso menos interessante: Constellation.
Uma mistura de “Konquest”, “Kstars” e “Othello” seria a forma mais simplificada e direta de descrever essa pequena jóia do entretenimento digital. Basicamente, é preciso dominar o maior número possível de planetas, aumentando sua área de “influência” antes que os oponentes o façam.
Por um registro de US$ 6,00 é possível jogar com mais dois oponentes e liberar “planetas especiais”. Só uma dica: não instale no micro do trabalho…
Vamos começar pela Intel, que atualmente oferece o maior leque de opções. Praticamente todos os grandes fabricantes possuem um ultra-portátil ou netbook com Atom ou um variante de baixa tensão (voltagem) e Thermal Design Power (TDP).
Há uma divisão entre a arquitetura mobile Ultra-Low Voltage (ULV) de processadores já conhecidos como o Pentium e o novo Atom e ainda esse ano uma nova linha de Consumer Ultra-Low Voltage (CULV) será lançada para baratear os custos para consumidores que desejam um netbook com performance de notebook.
Quem procura por máquinas desse tipo, como já disse no post passado, precisa de autonomia. Não faria sentido em pleno 2009 comprar um computador que não tenha uma CPU com a técnica de fabricação de 45nm, o Penryn. A ilustração abaixo é um guia rápido para escolher uma CPU Intel:
A imagem mostra as 5 famílias de CPUs voltadas para baixo consumo de energia. Todas compartilham arquitetura semelhante, exceto o Atom.
O mercado de computação portátil está uma uma bagunça e o consumidor mal informado com certeza vai levar gato por lebre. Antigamente, havia a versão desktop e outra para laptop das famílias dos dois principais fabricantes, AMD e Intel.
Com o surgimento dos Netbooks ou Subnotebooks, os fabricantes correram para competir nesse mercado popularizado principalmente pelo conceito do XO e pelo sucesso comercial do Asus Eee. A sopa de letras e opções que misturam novos produtos e conceitos com as linhagens antigas de baixa tensão (voltagem) e consumo, confundem ainda mais. Intel Atom, AMD Athlon/Turion Neo e o Via Nano estão entre as opções com diversas configurações e modelos.
O mais complicado é que as linhas de produtos estão confusas e custo/benefício nebuloso e nem sempre vantajoso para o consumidor. Vamos desbravar o território numa série de artigos.
Já discutimos algumas vezes sobre a “vida útil” das baterias de notebooks. Hoje, ao ligar o portátil, o Windows 7 mostrou um “X” vermelho no canto direito da barra de tarefas, com o singelo aviso “Consider Replacing your battery”.
Minha primeira preocupação foi com as baterias explosivas que, mesmo não sendo notícia, continuam por aí. Mas como a temperatura da carcaça estava normal e tampouco havia algum cheiro estranho pelo ar, era bem possível que o problema fosse mesmo a capacidade de carga. Para tirar a dúvida, há um “passo-a-passo” simples:
1) Abra o “prompt” de comando com permissões de Administrador (vá em “Iniciar”, digite “cmd” e clique com o botão direito sobre o programa, escolhendo a opção “Executar como Administrador”);
2) Já no “prompt”, digite: “powercfg –energy” e aguarde. Depois de um diagnóstico de 60 segundos, um arquivo contendo o relatório estará no diretório atual. Como é formatado em HTML, basta visualizá-lo com o Internet Explorer ou Opera.
O relatório completo vale a leitura, mas a parte que nos interessa é a seguinte:
Ou seja: a bateria, atualmente, retém menos de 40% da carga original. De certa forma, foi um alívio, já que esse “problema” é comum, conhecido e, infelizmente, insolúvel, carecterístico da tecnologia de “Íons de Lítio”.
Como não pretendo trocar a bateria por estes dias e o tal “X” vermelho (intermitente!) incomoda, a solução é desativá-lo. Abra o gerenciador de dispositivos (Iniciar –> Painel de Controle –> Hardware e Som –> Gerenciador de Dispositivos), expanda a opção “Baterias”, clique com o botão direito sobre a opção “Método de Controle Compatível com ACPI Microsoft” (ou algo assim, já que a versão do Windows 7 é a Beta, em inglês) e desative-a.
É um paliativo, mas vai servir por enquanto.