Coloque vídeos do YouTube no WordPress sem plugins
Este é o primeiro de, talvez, uma série de posts com dicas de recursos bacanas, porém pouco conhecidos do WordPress. Escrevi “talvez” ali porque a transformação desse singelo post numa série depende de vocês, leitores. Se gostarem dessa primeira parte, daremos continuidade a ela. Se não for o caso, aí tentamos outra série sobre outro tema mais interessante.
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O YouTube trouxe, enfim, os vídeos para a Internet. Graças a um algoritmo de compressão pesada e o uso do Flash, tecnologia onipresente nos PCs, o serviço hoje da Google popularizou o vídeo na Web.
Com a popularização, o conteúdo em vídeo transcendeu os domínios do YouTube e começou a aparecer em outros sites, via código embed. Esse código, em geral bastante grande, embarca (tradução literal de “embed”) um vídeo numa página qualquer. Trazer vídeos do YouTube para um sistema de publicação como o WordPress, por exemplo, está longe de ser tarefa difícil. Na página de um vídeo, basta localizar o código, que na versão brasileira fica oculto no botão “Incorporar”, copiá-lo e colá-lo no editor HTML do blog. Em imagens:
- Alterne o modo de visualização para ‘HTML’ e cole o código.
- Defina as opções (cores, tamanho, etc.) e copie o código da primeira linha.
- Localize o botão ‘Incorporar’ na página do vídeo e clique nele.
Não é um procedimento dos mais difíceis, especialmente considerando a ampla margem à personalização que ele oferece. Com poucos cliques, pode-se definir tamanho do vídeo, qualidade da imagem, cor da borda e outras variáveis do player a ser embarcado. Há concorrentes mais completos nesse sentido (Vimeo, por exemplo), mas o que o YouTube oferece já é o bastante.
Na prática, o resultado é esse:
Software identifica blogueiros deprimidos
OK, eu ficaria tentado a responder que são todos, mas seria maldade com a margem de erro.
O software em questão foi criado por uma equipe da Universidade Ben Gurion, em Negev, Israel. A idéia foi analisar 300.000 posts em blogs, identificando o estado emocional dos autores. A graça é que não saíram simplesmente pesquisando palavras-chave ou frases “oh dia, oh azar”. Os textos foram interpretados de forma muito mais refinada, em um trabalho de inteligência artificial que pretende emular um especialista humano.
O algoritmo é muito sutil, até informações como cores utilizadas pelos autores em suas descrições nos textos identificam estado emocional.
Após o teste, foram identificados 100 blogueiros mais deprimidos, 100 menos deprimidos. Um painel de especialistas comparou os resultados e determinou que o software acertou 78% das vezes, suficiente para ter utilidade prática.
Imagino o que spammers fariam de posse de um software assim. Seria perfeito, identificar o público-alvo para aquele monte de pílulas antidepressivas que vivem anunciando. Outros menos empreendedores trabalham com idéias mais nobres, como prevenir suicídios.
A combinação de software e psicoterapia não é nova. Em 1966 Joseph Weizenbaum criou no MIT um programa chamado ELIZA, inteligência artificial que imitava um analista de linha Rogeriana, bem o suficiente para muita gente não acreditar que estava falando com um computador. A novidade é a utilização do software para efetivamente identificar o estado psicológico do paciente.
Só não sei como encaixar isso no mundo real. A idéia de uma horda de terapeutas vasculhando blogs atrás de autores deprimidos e oferecendo seus serviços não me agrada. Até porque poucas coisas são mais deprimentes que spam.
Deu branco? O Plinky lhe ajuda
Se engana quem diz que o maior empecilho à manutenção de um blog é a falta de tempo. Pergunte a qualquer um que está nessa há mais tempo; a resposta mais comum é outra falta, a de assunto. No começo sobram ideias para posts, mas com o passar do tempo e dependendo das experiências e comprometimento do blogueiro, as ideias para novos textos minguam.
O que fazer quando esse bloqueio aparece? Buscar inspiração é a respostas mais acertada. Não a mais fácil, mas a mais correta. Para facilitar essa busca, o Plinky surgiu. O site diariamente faz perguntas aos usuários baseado no histórico e preferências informadas ao sistema, e a partir desses questionamentos a inspiração para atualizar o blog (teoricamente) aparece.
Lançado no começo de 2009, recentemente o Plinky foi adquirido pela Automattic, empresa por trás do WordPress.com. A integração entre os dois serviços já está funcionando, basta associar sua conta no WordPress.com à do Plinky (em inglês). As respostas podem virar posts, com direito a citação do serviço anti-bloqueio mental no rodapé, assim:
Essa não é a primeira aquisição da Automattic visando ajudar, do ponto de vista subjetivo, usuários a desenvolverem seus blogs. Antes, a empresa havia adquirido o After the Deadline, um corretor ortográfico bastante robusto. Pena que, a exemplo do Plinky, esse também é exclusivo para falantes do idioma inglês.
Fonte: Blog WordPress.com.
Nokia Talk, um evento sobre a força das mídias sociais na América Latina

O Nokia Talk foi um evento muito interessante, que reuniu alguns dos principais autores de blogs do Brasil e da América Latina, com o objetivo de discutir a força e o impacto das mídias sociais no continente. O evento aconteceu no final do mês passado em Miami, e além de milhares de posts e citações no Twitter, também gerou um documento muito útil para qualquer empresa ou profissional que esteja lidando com este novo mercado, as “10 regras de ouro das mídias sociais” (confira no meu outro blog uma tradução feita pela @verdevelma do Trilha Para).
Participar deste encontro foi um grande privilégio, e eu não estou falando apenas das apresentações, que foram escolhidas com muito critério, com palestrantes que demonstraram um grande interesse em compartilhar ideias com todos, mas como o próprio nome do evento já indicava, o mais importante foram todas as conversas paralelas que aconteceram durante o #NokiaTalk, já que o público presente tinha muita experiência sobre o assunto em pauta.
Com atraso, WordPress 3.0 ‘Thelonious’ é lançado
Demorou um pouquinho mais do que estava previsto, mas a versão final do WordPress 3.0 enfim saiu. Mantendo a tradição, essa versão também traz um codinome que homenageia uma grande estrela do jazz, no caso, Thelonious Monk, pianista e compositor americano.
As principais novidades da nova versão, já comentadas num post passado baseado no Release Candidate, dizem respeito novas APIs de temas, novo tema padrão, o Twenty Ten, e a fusão entre o WordPress “tradicional” e o MU (multi-user) transformando-o numa ferramenta completa para gerenciar redes de blogs.
O vídeo abaixo, da Automattic, explica e demonstra o que há de novo:
A atualização, como de rotina, pode ser feita diretamente pelo painel administrativo do WordPress. E embora ela funcione bem na maioria dos casos, um bom backup do banco de dados antes de iniciar o procedimento é mais do que recomendado.
As principais novidades do WordPress 3.0
O WordPress é, se não o maior, um dos maiores sistemas de blogs/CMS do mundo. A perfeita combinação entre ótimo sistema e comunidade ativa deu certo, e o que o WP não entrega por padrão, alguém cria um plugin ou hack para suprir. A cada grande lançamento, a Automattic acrescenta mais recursos ao sistema, e nessa constante evolução originada de várias frentes, quem ganha são os usuários.
Já em Beta 2, o WordPress 3.0, próxima versão do sistema, deve sair logo. Este será um dos maiores lançamentos da sua história, pois trará algumas mudanças significativas no projeto como um todo. Vamos ver algumas delas?
Novo tema: Twenty Ten

Twenty Ten em ação.
Após cinco anos com o bom e velho Kubrick, o tema padrão do WordPress mudará. Desenvolvido pela Automattic com o intuito de tirar proveito de todos os recursos que o WP tem a oferecer, além de respeitar padrões Web e ter sido feito em cima de boas práticas, o Twenty Ten promete. Ele trará, ainda, algumas inovações internas do WordPress, como suporte a estilos na tela de edição de posts. Continue lendo »





