Fragmentação: O Rick Deckard dos Andróides

Por: em 07/06/10 na(s) categoria(s): Artigo, Celular, Mercado, Mobile, Opinião


O Google aprendeu muita coisa em pouco tempo, com o desenvolvimento do Android. Está protegendo sua marca com uma ferocidade digna da Apple, vende uma imagem de amiga do Open Source sem perder as rédeas do projeto como a IBM e conseguiu entregar produtos pela metade faltando vários componentes essenciais e mesmo assim ninguém ligou, como a Microsoft.

Só falta desaprenderem uma coisa: Usuários de celular NÃO são geeks, o Android inicialmente foi adotado pela “cumunidade” como iPhone Killer, Microsoft Destructor, Novell Apocaliptor, Google Smash-ah não, Google é bonzinho. Mas como os aparelhos acabaram saindo realmente bons, o público em geral gostou, hoje é comum ver gente na rua falando que quer um celular Android.

O que não dá certo é esse público leigo ser penalizado com uma filosofia de desenvolvimento de projeto Open Source esquizofrênico.Em dezenove meses foram SEIS grandes revisões de software. Isso é lindo, maravilhoso, odara quando é algo que se resolve pelo Windows Update, mas no mundo dos celulares não é assim que a banda toca.

Os updates devem ser feitos via operadora, cada uma tem um firmware diferente, customizado. Cada update demanda semanas de testes e modificações específicas. Isso tem um custo. Alto. E a operadora de telefonia NÃO quer investir esse dinheiro sabendo que não terá retorno.

Existem poucas coisas mais lentas do que operadoras de telefonia no quesito atualizações de software, até fabricantes de placas-mãe são mais ágeis.

No caso do Android temos um quadro sinistro de fragmentação, vejam as versões, com dados de Junho:

Se comparar com dados do período anterior, a coisa só piora. O modelo de desenvolvimento do Android é insano. São duas atualizações por ano, aparelhos são lançados já obsoletos (foi o caso do Motorola Dext) e o pior possível acontece com o consumidor: Ele sai da loja com um Android, lê no MeioBit sobre uma sensacional aplicação do Google (afinal são os donos do Android) tenta baixa e descobre que ela não funciona em seu celular.

No 0800 da operadora é jogado pro fabricante, e após algumas horas sai com a promessa de que um dia, talvez surja um updade da versão 1.5 para a versão 1.6, sendo que já há aparelhos 2.0 no mercado. E softwares que só funcionam neles.

NÃO é uma questão de hardware, na maioria dos casos os recursos básicos do aparelho são utilizados, para ao atrelar o software a uma versão do sistema operacional, toda uma faixa de aparelhos é deixada de fora.

Essa fragmentação gerou reações fortes. Dan Morrill, gerente de projeto do Android bateu pé dizendo que isso non ecziste, que os desenvolvedores podem escrever para versões específicas do sistema operacional (sim, e criar uma versão pra cada uma delas?) e que fragmentação é ilusão. O Engadget respeitosamente discorda. O Motorola Dext que tenho jogado na gaveta não tão respeitosamente também discorda.

Os fabricantes não vão se preocupar com isso, pois querem vender telefones. As operadoras não vão se preocupar, pois querem vender telefones E fidelização. O Google não vai se preocupar, pois na mente de seus desenvolvedores não há problema, sempre dá pra baixar uma ROM pirata, flashear na marra e ter o telefone funcionando.

Não interessa que haja uma gambiarra, não interessa que haja uma explicação perfeitamente razoável. O consumidor não quer saber. Ele quer entrar no Marketplace e achar o programa que viu rodando no celular Android do amigo. Não achou? FAIL do Google.

Steve Ballmer deu uma sacaneada no Google dizendo que não entendia o motivo de terem 2 sistemas operacionais. Mal sabia ele que o número é bem maior que esse.

  • bilpereira

    E é pior. Com a customização das operadoras surgem bizarrices como os Androids vendidos pela Claro que não tem Android Market. Você tem um celular Android que era pra ser um smartphone customizável com cara de dumbphone.

    Tive que flashear um Samsung Galaxy Lite vendido pela Claro para um amigo só pra que ele tivesse acesso ao market, correndo risco de brickar o telefone.

    Fora isso temos as restrições do Brasil para a Compra de apps não gratuitos. Mas essa nem a Apple escapou.

  • http://hamacker.santhanna.net hamacker

    Ei, esse não é um problema apenas do Android, esse é um problema em geral.

    Cada modelo Motorola tinha um SO diferente e/ou versão diferente. Idem para Symbiam, e a MS já anunciou que a nova versão quebrará a retro-compatibilidade.

    O que eu acho ruim e que talvez o Google tenha de aprender que as atualizações foram muito rápidas, fabricantes não são tão rápidas assim, a fabricação em larga escala não espera mudanças repentinas. Agora, as operadoras ficam sistematicamente personalizando o que não deveria ser personalizado, sim, ainda lembro do bluetooth e java capado da VIVO.

    O google poderia segurar artificialmente essas atualizações, mas isso só penalizaria o consumidor. As mudanças de uma versão para outra não foram apenas cosméticas ou “amputacionais” como a Sony fez amputando recursos em cada atualização do PS3.

  • Xinuo

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    E a operadora de telefonia NÃO quer investir esse dinheiro sabendo que não terá retorno.
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    Quer dizer que a operadora não têm interesse em manter o cliente, não quer fidelizá-lo? O cliente pode ir para outro celular mais atual, com chance de mudar de operadora, se identificar que a culpa é dela por ser lerda.

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    O consumidor não quer saber. Ele quer entrar no Marketplace e achar o programa que viu rodando no celular Android do amigo. Não achou? FAIL do Google.
    ——————-

    Ué! Se o do amigo faz e o dele não, a falha é do fabricante que pôs o sistema lá, mas provavelmente ele vai reclamar com a operadora, e mais se souber que ela pode liberar uma versão nova do sistema.

    Se houver muitas reclamações a operadora vai pressionar o fabricante por atualização e agilidade nestas atualizações. O fabricante vai fazê-la, pois corre o risco de outros fabricantes usarem sua falta de atualização para ganhar mercado e tomar o cliente.

    Aliás, para que o cliente vai pensar em versão nova? Se o celular continuar funcionando e a fazer aquilo que ele gostou ele só vai se ligar nisso quando começar a aparecer muita gente com recursos novos e ele perceber que está perdendo muito por não ter uma versão mais nova.

    Deveria ter como votar nos posts.

  • http://www.lordpinguim.blogspot.com lordtux

    Tá ai um coisa que sempre pensei a respeito do Android e o texto sintetizou bem e é melhor que o google resolva logo isso antes que o Android se torne um grande elefante branco, ai sim o negócio vai ser feio. Fora que para quem é desenvolvedor você sofre limitações de público que o seu app vai atingir, e se decidir suportar multiplas versões ai o trabalho será pior ainda. Deveriam ter copiado o modelo da Apple de melhor maneira.

  • http://www.dimensaotech.com magfhos

    O problema é que os smartphones e celulares estão indo para o mesmo caminho dos computadores. Desde que o termo “SO” chegou a estes equipamentos, ninguém mais ficará contente com o seu telefone porque sempre na semana seguinte sairá uma versão nova, com novos recursos e funcionalidades. Igual o que ocorre a cada novo lançamento do Windows, do Ubuntu ou do MacOS.
    Só que neste cenário, diferente dos computadores, não da pra baixar a nova versão Beta ou RC, ou ainda mais, comprar uma versão genérica por “10 reau” no camelô mais próximo. Tem que trocar de aparelho, que custa caro. Seria como a cada novo lançamento do Windows, você tivesse que comprar um novo computador. É triste isso, mas é a realidade e não vejo mudança tão já.

  • maurilio.mesquita

    @Xinuo, o cliente está fidelizado quando assina o contrato obrigando-o a ficar 12 meses com uns R$2800 entrando no período, para um celular que custou a ela (em lote) uns R$1000, se muito.

    E acho que há uma confiança exagerada no sistema reclamação-pressão operadora-atualização. Eu mesmo tenho esse caso, onde meu celular tem WinMo 6.1 Standard (sendo o WinMo o sistema operacional de quase um terço dos smartphones no Brasil, segundo notícia daqui mesmo do MeioBit) e não consigo acessar o Windows Update para ter a versão 6.5 (quando vários outros celulares permitem isso). Nenhuma operadora do Brasil faz essa atualização.

    E quanto a pensar que ele vai pensar em versão nova, exatamente pela fragmentação do Android que ele vai logo perceber que o que ele queria fazer com o celular não é possível, porque o celular veio com a versão 1.x e ele queria o app XYZ que só roda no 2.0.1. E usuário comum (não early adopters/geeks/aficcionados/*fags) não tem o costume de trocar de celular a cada cueca; outro fabricante só terá chance de pegar o usuário comum quando ele for trocar de aparelho, o que pode até demorar.

  • http://leonelfraga.com leonel.fraga

    Pois é, quando migrei do N95 para o iPhone, cheguei a cogitar um aparelho com Android. Na época o que reinava por aqui eram os Androids 1.x, mas o 2.0 já estava saíndo do forno lá fora.
    Aí pensei, vou esperar mais um pouco, quem sabe logo o 2.0 já não chega por aqui também, né?

    Mas… agora com essa nova versão (não lembro o número agora) que promete ser bem mais rápida que a anterior e que a operadora não tem vontade de atualizar…

    Pelo menos a atualização do S.O. é feita normalmente no iPhone independente da vontade da operadora. Isso o Tio Jobs deixa eu fazer hehe.

  • http://www.facebook.com/gilbras Gilberto Marques

    Bom, isso ja ocorre e muito como por exemplo nos aparelhos Symbian.
    Quem tem ou teve sabe, quantas versões existem (séries S60 V1 V2 V3 V5 ^3… / S80… Feature Pack 1, 2 e 3) e não há um padrão para se saber se existe a compatibilidade, até entre os proprios aparelhos S603ªEd.
    A Microsoft vem na mesma toada com sua nova versão do WinMobile.

    Agora o Tio Jobs diz que o Google é feio e bobo por não unificar o sistema, e vira um rebuliço.

    Acredito que a solução pra fragmentação do Android virá com a versão 2.2, como prometido.
    O Maior problema é que as empresas de telefonia aproveitam da grande facilidade de personalização e mudam o UI do sistema, e a cada atualização precisam lançar novas versões dos seus Motoblur® ou Sense® da vida, o que aumenta ou restringe os upgrades.

    Ainda bem que tenho um Milestone, cru, pronto para novas atualizações (espero)!

  • cris.bnu

    Quem deveria controlar as atualizações nos aparelhos é o Google. Por exemplo, faz algum sentido a Microsoft lançar o service pack 1 do Windows 7, e as fabricantes terem que atualizar? Positivo, CCE, Dell… As atualizações devem vir para o sistema em geral para todas as maquinas que rodam aquele sistema, igualmente acontece com o Windows, Microsoft lança a atualização e já manda para todos os pcs que rodam windows no mundo inteiro, nenhuma fabricante controla isso, apenas a Microsoft, e também o usuário que decide se atualiza ou não.

    Modelo de sistemas operacionais para smartphones precisam mudar logo, se eu comprar um aparelho com Android, deveria eu ter a opção de comprar o Windows e instalar ele no meu aparelho, e também ao contrário. Com a mesma facilidade que instalo um sistema em um computador. Pois na verdade ninguém compra um “celular Android” ou um “celular Windows Phone”. Os aparelhos muitas vezes são os MESMOS em se tratanto de hardware, unica coisa que muda é o sistema operacional.

  • Wallacy

    Pior que muitos, (como eu) acreditaram que a versão 2.2 finalmente iria ter o recurso de atualização via market.

    Está explicado porque não tem! Maldito Dan Morrill!

    É esperar que a próxima versão (2.3?), o bendito recurso finalmente apareça.

  • xhycko

    Android -> Deve ter um “(Beta)” escrito em algum lugar, não?

    Google repetindo a política dos seus apps no mundo mobile, será?

  • luiz.alberto.soares

    Sei que serei super criticado, mas tenho de dizer. Juntei dinheiro para um Motorola Milestone, quando fui comprar fiquei sabendo a respeito destas possíveis atualizações e que dependeria da operadora desisti (Fora cobrança adicional). Afinal se para resolver coisas mais simples eles fazem todas as lambanças que fazem, imagine algo tão complexo quando atualização de versão do SO de um celular.
    Pensei então em outros aparelhos, mas devido a fragilidade de uns ou ao sistema defasado de outros acabei caindo nos Xing Lings que rodam Java, Google Maps e Opera 5.
    Por exatamente um sexto do preço de um Motorola Milestone. Foi pago em 3 X sem juros.A loja que me vendeu (nunca compraria estes celulares pela WEB) me dá 6 meses de garantia com NF a base de troca (dei sorte). O que comprei não é mais frágil que o LG e um Nokia que tive que deram problemas com 2 e 3 meses de uso respectivamente (acreditem sou muito cuidadoso com celulares). Ao final da garantia , se estragar é só comprar outro. Não é ecológico, mas por enquanto tem sido mais barato. Estou menos visado para roubo.
    Já penso jogar um celular caro fora porque a operadora não tem “interesse” em atualiza-lo?

  • http://witaro.wordpress.com Witaro

    O próprio Google reconheceu o problema e já trabalha para melhorar isso. A idéia é enxugar e ter mais módulos independentes, de forma que fique mais fácil (e rápido) versões antigas se beneficiarem de atualizações. Uma resposta concreta para a fragmentação deve vir já na próxima versão: Gingerbread. (From Engadget: http://www.engadget.com/2010/03/29/exclusive-android-froyo-to-take-a-serious-shot-at-stemming-plat/ )

    O iPhone teve diversas de suas lacunas lentamente resolvidas pela Apple, vai ser interessante ver as ações da Google para resolver as de seu(s) S.O.(s)…

  • http://www.char.com.br lfelipe

    @leonel.fraga, e isso é uma das melhores coisas que eles fazem (e fazem bem).

    A nova atualização msm pro OS4 vai sair e todos os iPhones poderem ser atualizados (de graça), inclusive os iPods (menos a 1 versão), ou seja, quem já tem o telefone a mais de 2 anos ainda conta com atualizações que dão mais recursos ao telefone (são raros os que recebem atualizações – não correções – são mais raros ainda os que recebem mesmo depois de pararem de ser fabricados – este último nunca vi).

  • http://www.char.com.br lfelipe

    @bilpereira, acho que essas bizarrices não acontece com os iPhones (mesmo com a mudança de geração) porque a Apple negocia muito bem com as operadores (na verdade ela quem dá as cartas), impedindo que esses abusos afetem a qualidade de seus produtos.

    Acho que o consórcio (Google diga-se de passagem) deveria ser mair rígido com essas dissonâncias, ou seja, exigir que requisitos mínimos devam existir para se usar o nome Android.

  • http://www.bandakeyboard.com.br Gui_Lima_C

    Muito se fala sobre fragmentação no Android e de todos os problemas que ela acarreta, mas o que eu vejo em algumas pessoas é a falta de percepção e o erro comum de comparar esta estratégia com a da apple, veja bem, a apple tem 1 celular para 1 sistema operacional (claro que o celular evolui mas eles sempre estão trabalhando com hardware próprio) enquanto a idéia do google é liberar este sistema opercional para que outros fabricantes o utilizem em seus aparelhos fazendo assim que haja uma disseminação maior da marca e que o usuário tenha a possibilidade de escolher entre vários outros modelos que atendam ao seu gosto, tendo modelos para todos os estilos e bolsos. Vale lembrar que o google tem também um smartphone prórpio o nexus one que possui especificações ótimas e que por acaso já esta atualizando para a nova versão do android
    (isso não te lembra outra empresa) e vale lembrar também que o multitasking do iphone OS 4 não vaie estar disponível para o iphone 3g por que ele simplesmente não aguenta o tranco.

  • http://hamacker.santhanna.net hamacker

    @cris.bnu,
    Vc tá comparando alho com bugalho.
    Não existe o Windows da Dell, HP, Toshiba,… o Windows é um SO que ninguem mete a mão. Enquanto o que está acontecendo com o Android é que os fabricantes recebem uma versão limpa e alteram-na e terão de repetir a mesma alterações nos novos releases.

    Em programação é fácil para uma empresa como o Google resolver esse problema, a questão é que deveriam ter pensado nisso antes do lançamento do Android e evitar os múltiplos forks que fabricantes e operadoras estão fazendo.

    Veja bem, a motorola fez suas alterações no android, já não é o mesmo android do Google, ainda assim, a VIVO recebeu o android já modificado e modificou outra vez, veja a lambança que pode dar isso. É um convite a ter problemas.

    sem sistema de atualização automático, para não ter esse tipo de problema teríamos de comprar um celular que tenha um Android virgem, isto é, sem modificações para que as atualizações de firmware do Google sirvam para eles. Mas não vendem esse tipo de produto, senão o do próprio Google, o Nexus1.

  • http://ramonritter.myopenid.com/ Ramon E. Ritter

    @lfelipe,

    Pois é… Eu sou um dos que reclamam da forma que o Jobs “fecha” o iPhone, mas depois de ver esse cenário gerado pela filosofia “aberta” do Google, sou obrigado a concordar que é preciso ser um pouco tirano para as coisas funcionarem.

  • http://hamacker.santhanna.net hamacker

    @Ramon E. Ritter,

    Ué, esquisito o seu pensamento.
    Se você quer um Android a-la-Apple, basta não querer atualiza-lo, ficar com o que veio no aparelho e esperar por atualizações de sua operadora ou de seu fabricante. Gananciosas do jeito que elas são, é possível que cobrem por uma atualização.

    Ser “aberto” significa que apenas não tolheu suas opções a apenas isso.

  • Xinuo

    Pois é @maurilio.mesquita, se o cara não têm costume de mudar de celular, pq acha que ele têm vontade de atualizá-lo? Veja o percentual de IE 6 no mundo, mesmo depois de lançado o IE 7 e depois o IE 8.

    O tal usuário comum não liga para atualizações, não gosta de mudanças, têm mêdo de fazê-las e só fará se tiver muito estímulo ou for obrigado. Para mim o editor falhou na tentativa pensar como usuário comum.

    Um lado é o do usuário ou outro é do Google. Para que deixar o iPhone na vantagem se podem melhorar o sistema (= mais atualizações) com mais rapidez? Ideia absurda do editor de que deveria ter menos atualizações! O cara vai comprar o celular e nem vai ligar para qual versão têm (lembre-se ele não é geek), mas para os fabricantes lançarem novos produtos é diferente, vão ter sempre um sistema melhor disponível, que cresce em recursos e fica mais veloz, mais atual.

    Antigamente tinha como votar nos posts, deveria ter como fazer isso no novo sistema.

  • tiagodami

    @Wallacy, não vai paarecer. não espeere. nem sentado.

  • http://www.facebook.com/JoaquimJr Joaquim Oliveira Junior

    @Gui_Lima_C, Querer que um celular que foi lançado em 2008 para ter compatibilidade com os recursos atuais, os quais requerem muito mais poder de processamento, é demais. Se o Android não consegue ser mantido por uma atualização completa em um ano, por que os Androidxiittas menosprezam essa obsolescência programada de dois anosdos iPhones dos macfags? Em tempo. Eu não tenho um iPhone e nem um Android. Tenho um motorola zn200 baratinho. E que não precisa de update, já que eu só uso pra efetuar e receber chamadas. PAZ!