Concorrente do OnLive fecha parceria com AMD

Por: em 15/03/10 na(s) categoria(s): Computadores, Games, Hardware


A sensação do momento quando falamos em jogos, principalmente para computadores, é o streaming. Depois do OnLive e do Gaikai chamar a atenção de todo o mundo com a promessa de que até mesmo um Crysis poderia rodar naquele velho PC jogado nos fundos da sua casa, quem pretende ganhar um espaço é o OTOY.

Com previsão de lançamento para o verão norte-americano, a ideia por trás do serviço não possui muita diferença em relação ao que o OnLive promete, rodar os jogos no servidor da empresa e enviar a imagem para o computador do jogador, como se fosse um vídeo.

O grande detalhe aqui é que se nós achávamos que algo assim seria terrível para as fabricantes de hardware, já que eliminaria a necessidade de upgrades constantes, o OTOY revelou algumas de suas parcerias e entre elas estão a Super Micro e a AMD.

Para entregar os jogos, serão montadas diversas supermáquinas Fusion Render Cloud Servers (FRC) da AMD, cada uma delas com 128 servidores, 500 chips gráficos Cypress (série 5000) e 250 microprocessadores Opteron Magny Cours (8 a 12 cores). Cada supercomputador seria capaz de suportar 3 mil jogadores usando alta definição e 12 mil em definição normal. O serviço também pretende fornecer filmes, softwares e outras aplicações que exijam muito processamento gráfico e será compatível com o PC, Mac, Linux, Android, Windows Mobile, iPhone,  iPad e top box baseados em chips ARM.

Segundo Charlie Boswell, Diretor de Mídia Digital e Entretenimento da AMD, “o FRC está preparado para ajudar a iniciar a próxima evolução na computação em nuvem ao possibilitar a renderização no lado do servidor de conteúdo HD totalmente interativo.”

Por mais incrédulo que você esteja quanto ao real funcionamento dessa “nova mania”, aposto que está se perguntando porque grandes empresas estão se juntando a tão “absurda” iniciativa.

[via GamesBeat]

  • Spock_Bauru

    Lá nos “States” ou no Japão aonde realmente existe internet pode não só dar certo, como dar muito lucro.

    Mas para nós, do 3º mundo (e nem me venha com essa de “país em desenvolvimento” que é nada mais do que um país pobre de terno e gravata) isso vai passar beeeem longe….

  • garoa

    país pobre de terno e gravata embaixo de um calor escaldante.  Terra de macaquinhos de imitação, incapazes de impor a própria cultura frente a estrangeirismos irracionais…

    essa “sensação do momento” até agora é fundamentada apenas em hype, não um produto finalizado testado no mercado…

  • http://www.ManiaBrasil.com Xexell

    Otima parceria pra AMD.. Hora de comprar ações? :P

  • garoa

    hmm, já pensou jogar Crysis de seu iPhone?

    Me espanta que computação no fim das contas está voltando a ser como os idealizadores nos anos 50 sonhavam:  um supercomputador central distribuindo poder computacional como se fosse energia elétrica para milhares de terminais burros conectados…

    bem, se a idéia vingar, vai ser o fim dos consoles (e também placas de vídeo).  Agora entendo porque nvidia tem investido tanto em soluções GPGPU:  evolução de GPUs para games parece estar chegando ao fim…

  • juliocesar757

    …e ninguém fala sobre a banda necessária para isso.

  • garoa

    aqui não faz muito sentido, mas lá fora em breve é possível que banda saia mais barato que poder computacional mesmo.

    e, como usuário de Linux, seria fantástico poder jogar jogos modernos sem precisar de Windows… aliás, um motivos dos grandes a menos em favor do Monopólio do Mal }:)

  • Wallacy

    Agora Linux tem jogos, que coisa ein.

  • criscmaia

    Bem pensado :)

  • criscmaia

    Como comentado no video, talvez para jogos single player ou jogos que nao necessita de uma resposta como CS seria interessante. Mas a empreitada parece que vai ser boa. :)

  • coloradors

    Com uma internet de 10Mbps (GVT rules!), acredito que será possível rodar o serviço com qualidade. O que ainda me pergunto, é como funcionará, mesmo nos EUA ou Japão… me parece uma ideia muito absurda, que vai contra tudo que sempre entendi de informática, mas se está recebendo apoio de grandes empresas, deve ter algum bom embasamento…

    A nós, pobres mortais do terceiro mundo, resta esperar e muuuuito!

  • http://www.lordpinguim.blogspot.com lordtux

    Já estou de olhos nas ações da AMD já faz um bom tempo.

     

     

    Agora acho que esse serviço de streaming de jogos tem futuro em por paises a fora, tem lugar ai que internet já chega a 1Gbps.

     

  • SandroCeara

    Enquanto a OI (aka Velox) mantiver o monopólio aqui no Ceará (nordeste?): NO WAY.

  • juliocesar757

    Talvez uma forma de driblar a pirataria, mas imagino o poder computacional para atender a demanda. Não vão mais fazer super-computadores para fins científicos e sim para jogos.

  • gabriel_

    A quatro questões chave óbvias a se comentar são:


    1 – Então é o fim definitivo dos desktops parrudos pra rodas jogos e toda a estrutura de mercado que gira em torno disso?

    Se a proposta vingar, muitos nichos de mercado perderão seu sentido de existir. Várias empresas terão que se reinventar ou irão a falência mesmo. Mas vamos lembrar que é SE ISSO VINGAR, porque afinal, ainda não deus as caras no mundo real e só aí é que vamos saber se é substituto a altura dos tais desktop parrudos. Por enquanto é hype e potencial vaporware.

     

    2 – Quanto de banda isso precisa pra rodar satisfatoriamente? 20Mbps? 50Mbps?

    A resposta pra essa pergunta vai dizer se teremos acesso a isso aqui no Brasil daqui a 10 anos ou só daqui a 15 ou 20 anos.

     

    3 – Quem perde?

    A princípio, a nVidia. Afinal, o outro grande player no mundo das placas de vídeo para jogadores, a AMD/ATi, já está um passo adiante. Mas calma, se você tem ações da nVidia ainda não é hora correr desesperado pra se livrar delas. Assim como a AMD, que já está fazendo seus acordos, é provável que a nVidia siga o mesmo caminho e passar a focar o desenvolvimento e a venda de seus processadores de vídeo nos tais grandes servidores e seus supercomputadores.  

     

    4 – Quem ganha?

    Os universos Mac e Linux, que a partir de então teriam acesso aos últimos lançamentos em matéria de jogos (o Linux ainda ganharia acesso aos produtos Adobe). E os usuários que só teriam que gastar com os jogos em si, e não mais com upgrades de hardware anuais.  

     

     

     

     

  • Wallacy

    [quote=gabriel_]

    1 – Então é o fim definitivo dos desktops parrudos pra rodas jogos e toda a estrutura de mercado que gira em torno disso?

    [/quote]

    Para jogos quem sabe, porém os “desktops parrudos” ainda vão existir por muito tempo. Jogos é só um dos muitos mercados desktop.

    [quote]

    2 – Quanto de banda isso precisa pra rodar satisfatoriamente? 20Mbps? 50Mbps?

    [/quote]

    Não é preciso de tanto. Acho que fica entre 2-10mb dependendo da resolução e o framerate. Vale lembrar que a compactação de video hoje é muito eficiente nesse quesito.

    [quote]

    3 – Quem perde?

    [/quote]

    Possivelmente a nVidia mesmo. Só que também tenho minhas duvidas se a ATI também não vai perder. Mesmo replicando os servidores para rodar tais jogos em varios lugares do mundo. O volume de venda de longo não será o mesmo que se todo mundo tivesse uma placa de video.

    Fora que por ser um mercado novo a nVidia ainda pode competir nele.

    [quote]

    4 – Quem ganha?

    [/quote]

    Sabe que eu acho que não, mesmo com jogos ou uma suite adobe acho que a situação do Mac e do Linux seriam a mesma. A não ser que essas plataformas apresentem alguma “super novidade” que torne a integração desse serviço melhor nelas que no Windows.

    Afinal, mesmo para navegar na internet para ler textos as pessoas preferem o Windows, pois em algum momento podem “precisar” fazer alguma coisa diferente, e nesse caso é melhor está no sistema que você está acostumado.

    Curioso que no meu caso, uso Linux, gosto só que sinceramente não me faz tanta diferença assim usar o Windows. Meu comodismo é ao contrario, me acustumei com Linux só isso.

    Para qualquer pessa sair de sua “zona de conforto” vai precisar de um empurrão.

    So Say We All…

  • Wallacy

    A banda total não faz tanta diferença assim, a maior questão é o Lag. Se todos os servidores estiverem nos EUA os japorongas com 1Gbps ainda vão tomar muitos headshot.

  • Serra

    Se tais iniciativas vigorarem, é imprescindível a participação das empresas majoritárias do mercado informático, tanto para a idealização e construção das máquinas, de potência no mínimo inquestionável que passariam a incorporar componentes de processamento gráfico, quanto para a sobrevivência das mesmas, posta em cheque pela reviravolta na demanda do mercado, que tenderia a enquadrar ao consumidor final peças mais “casuais”, essas agora direcionadas ao uso integrado de aplicativos sofríveis, e as peças topo de linha às empresas que prestariam os novos serviços.

    Isso cria maior espaço para pesquisas na área, desta vez, descomprometidas com os limites das plataformas, que, por sinal, tornar-se-iam mais universais, somente mediando a exibição e manipulação dos títulos. Ainda sem falar da amenização da rigorosidade do ônus sobre os jogadores, com preços aprazíveis e não-inflacionários enquanto durasse a ampliação do consumo desses serviços nesse modelo.

  • vangogh

    Promissor é, com certeza, mas o “half of a sec” quando ele estava dando um soco demonstra que ainda está muito cru. Não pode acontecer com somente 1 usuário jogando.

    O principal problema não será no poder computacional da nuvem e sim na banda do last mile, ou seja, no speedy/tva/comcast do consumidor.

  • luizfelipestang

    Nao se engane se o kernel do SO no servidor for o windows server 2015 heheheh. E ainda por cima, a Microsoft vender grade computacional mais barato que a amazon, o futuro do servidor sera do Windows desse jeito.

  • eduardo.moura

    [quote=vangogh]

    O principal problema não será no poder computacional da nuvem e sim na banda do last mile, ou seja, no speedy/tva/comcast do consumidor.

    [/quote]

     

    Gente vamos lembrar o Valente, presidente da Telefonica, dizendo que o problema do speedy era o youtube e outros sites de vídeo (acho que ele devia usar o Lynx no linux em 80×24 verde). 

    Não acho plausível no médio prazo que a onda chegue as praias tupiniquins… as operadoras tem restringido ao máximo investimento em backbones internacionais, afinal elas tem interesse próprio no assunto pois uma boa saída pra internet do exterior quer dizer mais chamadas VoIP e menos receita na outra ponta…

    A única esperança é que um provedor local compre uma “nuvem” destas, mas é um filme que já vimos na época do saudoso BattleField 2142. Só existia 1 parceiro nacional (a BrT) os servidores viviam caindo pois estavam subdimensionados e a banda dedicada a eles era pífia. O Brasil não tem cultura de games como serviço e por isto dedica pouco ou nenhum esforço a este tipo de serviço…

    a ver…

  • http://www.digithobrasil.com.br thiago733

    [quote=Spock_Bauru]

    Lá nos “States” ou no Japão aonde realmente existe internet pode não só dar certo, como dar muito lucro.

    Mas para nós, do 3º mundo (e nem me venha com essa de “país em desenvolvimento” que é nada mais do que um país pobre de terno e gravata) isso vai passar beeeem longe….

    [/quote]

    Apesar de hoje a realidade não colaborar para que possamos usufruir disso, quando os projetos para a Copa e Olimpíadas estiverem prontos com certeza teremos infra para fazer uso desse e de outros serviços…

  • garoa

    céus, tem razão!  O desktop se torna irrelevante no mesmo dia em que a Microsoft conquista o servidor!  fica tudo na mesma… ou quase:  meus dados não são mais meus e programas não rodam localmente…

  • http://www.vidadegamer.com.br Dori Prata

    Eu já me darei por satisfeito se tivermos bons estádios construídos sem o dinheiro público e melhoras que fiquem para os habitantes das cidades onde acontecerão os jogos.

  • http://www.andresouza.eti.br bitstorm

    Vixe, não tem GVT aí?? Putz, que azar… hoje em dia eu só iria na Oi se fosse para atirar uma granada(daquelas fedorentas de desenho animado) lá dentro!!

  • http://www.terabitcast.com H123er

    Vai AMD, chora moi.robles [evil_emoticon]

    Falando sério, é muito interessante ver a AMD em tal transação, e fico imaginando o Datacenter monstruoso que será criado, e a refrigeração dessas super máquinas O_o’

  • http://semnorte.blogspot.com arnoanderson

    Os donos de Xbox que eu conheço jogam na Live com pouco lag, numa situação melhor que usuários de PC. Não digo que o serviço é uma maravilha, mas aceitável.

    Talvez esse lance de cloud gaming realmente funcione se for projetado um equipamento específico e destinado exclusivamente para esse fim.

  • William_T3l3s

    Eu queria poder dar uma voltinha em um destes Datacenters… Ficar babando nas supermaquinas e pensando em trabalhar em um deles algum dia…

  • William_T3l3s

    Nao só os usuarios da Xbox Live, mas tbem os que utilizam os serviços online do PS3 geralmente nao reclamam da banda e nem de muitos lags, os que conheço utilizam 1 mbps velox.

  • bugbgs

    O mundo caminha a passos largos para Cloud computer, e agora também para jogos. Comprar consoles a cada 4 anos é caro e não tão ecologico. Parece que a AMD reacertou o caminho do sucesso.

     

    Dale AMD!

  • Bruster

    Agora já temos o que responder para a pergunta “Qual a diferença entre a AMD e a Intel?” Hehehe

     

    [quote=eduardo.moura]

    A única esperança é que um provedor local compre uma “nuvem” destas, mas é um filme que já vimos na época do saudoso BattleField 2142. Só existia 1 parceiro nacional (a BrT) os servidores viviam caindo pois estavam subdimensionados e a banda dedicada a eles era pífia. O Brasil não tem cultura de games como serviço e por isto dedica pouco ou nenhum esforço a este tipo de serviço…

    a ver…

    [/quote]

     

    Não só no 2142 como no BF2, aqueles servidores Terra…horríveis de doer

     

     

  • maiconfaria


    “3 – Quem perde?

    A princípio, a nVidia.”

    Acho que não, a Nvidia está se tornando um big player em “supercomputação” ! 

     

  • lucas_tei

    Na minha opinião isso ainda é inviável atualmente.

    Se todo mundo usar o youtube ao mesmo tempo a latência já vai para as alturas agora imagina transmissão em alta definição, sendo jogos ainda onde qualquer travadinha atrapalha

    Enquanto não tivermos fibra ótica saindo de nossas casas acho meio difícil termos Cloud Computing com vídeos de alta definição.

  • http://twitter.com/victorbotelhob Victor Botelho

    Agora sim Dori você pode ter me convencido. Tem muita gente grande  investindo nisso. Devem ter descoberto um meio eficaz e previram o sucesso. Só falta a Nvidia também anunciar (aí eu dúvido, ou se confirmado paro de duvidar de vez hahaha). A ATI/AMD tem que estar um passo a frente mesmo da Nvidia em um possível mudança para poder pegar a dianteira.

    Fiquei pensando agora… Em futuro não tão distante, no laboratório de informática de uma universidade, um monte de monitores, teclados e mouses apenas. Um servidor central da faculdade ou em outro lugar sustentando não somente a rede (internet) mas até a força de processamento, o hardware dos computadores. Interessante.

  • http://twitter.com/max_laguna Max_Laguna

    Aqui no Ceará, a GVT entrará em peso no mercado por volta de 2011.

    Pessoalmente, já vi a GVT ajustando a infra-estrutura existente da Geodex (adquirida pela GVT), numa avenida bem movimentada (Bezerra de Menezes) de Fortaleza, mas a GVT só lançar-se-á no mercado doméstico lá para o próximo ano, mesmo. Talvez o mercado corporativo já tenha acesso a algum plano da GVT, mas, na prática, a GVT ainda não chegou por aqui.

    Sad

  • criscmaia

    Eu sugiro o fundo do mar ;)

     

    (http://www.treehugger.com/files/2010/03/5-crazy-but-clever-places-to-put-data-centers.php)

     

    [ja falei que nao consigo colocar links e nem editar o HTML?]

  • coliveira

    Sinto lhe informar, mas se os projetos da copa e das olimpiadas não ficarem prontos, logo pode não dar tempo de implementar, assim como está acontecendo na Africa do Sul, triste.

  • http://luizzeross.blogspot.com luizzeross

    Fora o delay de resposta aos comandos, pois este sempre existirá, penso eu, que no caso de pobres pessoas infelizes utilizando conexão terrível aqui no brasil, isso fiquei ainda mais inviável. Coisa de país de 1o mundo… =(

  • Alvaro-lg

    Não sei se sou quadrado ou não, mas eu NÃO gosto da nuvem, alguns serviços como email, IM, armazenagem de arquivos, ate curto, mas essa tendendência de TUDO não, como na vida depender de 3ºs é uma M3@#$@#! nada como o game instalado direto no pc, se tem internet e o jogo permite, uma partida on-line é ótimo, esta sem internet por algum motivo, jogue a vontade em casa, assim como editar um texto, ver filmes e por ae vai…

  • garoa

    quem liga pra Brasil?

     

    de qualquer maneira, GVT já está oferecendo conexões de até 100!! o_0  uma hora 10 até pessoal nos morros com gatonet vai ter…

  • lucas_tei

    Não adianta ter largura de banda de 100megabits/s se a latência ainda for alta.

    Para jogos online a latência tem qe ser muito baixa e olha que se você for joga Counter-Strike 1.6 online vai ter muita gente com um ping muito alto.

  • Wallacy

    Penso semelhante, só que o discurso é que sem internet ninguem irá mais viver no futuro. Até estão colocando a Internet como bem fundamental.

    Belos tempos em que eu soltava pipa.

  • garoa

    Você vive sem cartão de banco?  geladeira?

    eu não consigo mais viver sem internet!

     

  • http://mugnatto.blogspot.com Marco Mugnatto

    bem, se a idéia vingar, vai ser o fim dos consoles (e também placas de vídeo).  Agora entendo porque nvidia tem investido tanto em soluções GPGPU:  evolução de GPUs para games parece estar chegando ao fim…”

     

    Como se os servidores não tivessem que utilizar poderosíssimas GPUs para renderizar aquilo que vai “passar” na tela do cliente.     

  • http://mugnatto.blogspot.com Marco Mugnatto

    Para muitos brasileiros acho que a questão maior será não poder mais piratear….      

  • http://mugnatto.blogspot.com Marco Mugnatto

    Gente! Os servidores terão inúmeras GPUs de ponta pra renderizar os jogos! nVidia ganha!    

  • http://mugnatto.blogspot.com Marco Mugnatto

    Tem uma vantagem da nuvem que eu acho que alguns deviam reconhecer… ela será terrível contra os monopólios. 

    O atrito zero para experimentar alternativas (não tem que por CD, nem baixar, nem instalar, nem gastar espaço em disco) mudará de uma vez essa onda do monopólio.    

    Principalmente no caso dos aplicativos, é até viral: Você naõ envia mais um documento para o amigo e reza para ele ter a versão correta de um determinado software específico, mas sim envia um link que abre ambos documento e aplicação utilizada de uma só vez na tela do amigo, sem ele ter que instalar.     

    Quem é contra monopólios devia louvar essa característica da nuvem.             

    Quanto a faltar Internet, não é verdade que falta mais luz do que INternet nos dias de hoje? Aqui é. E mesmo que você tenha um notebook, ele geralmente não tem o mesmo poder para rodar jogos que o nosso desktop tem, além de diminuir o consumo do processador quando está na bateria. Então na realidade você já fica sem jogos toda vez que falta luz.     

  • thE Masterkey Blaster

    no dia q vc conseguir abrir o documento do google docs de dentro do Office 2010 vc me ensina?

    ____________________

  • garoa

    existem bem menos servidores do que desktops no mundo… por outro lado, se computação em nuvem realmente vingar, essa figura deve se inverter mesmo.  É isso aí, eles apenas querem tirar de nós poder computacional e nos fazer pagar por isso…

  • garoa

    gozado… Arquivo -> Baixar como -> Excel deveria funcionar.  Reclama com a Microsoft se Off2010 não consegue abrir formatos anteriores.

  • thE Masterkey Blaster

    não… você que não entendeu…

    essa sua dica é uma excelente forma, que não muda nada sobre os monopólios atuais…

    ____________________

  • http://mugnatto.blogspot.com Marco Mugnatto

    Eu to falando de um mundo aonde você nem sequer vai precisar fazer isso. Você apenas fornece o link que abre documento e aplicação junto. Você tem total liberdade pra escolher qual aplicação vai utilizar, pois todo mundo no mundo vai conseguir abrir.      

    Não há necessidade de eu salvar no formato Word pra você abrir. Basta eu enviar o link do documento pra você por e-mail e você abre ele dentro do Google Docs.    

    Sei que hoje em dia ainda tem muita gente avessa a abrir dessa forma, mas com o tempo as pessoas vão ver que não precisam obrigar ninguem a usar o formato Word mais, pois todo mundo tem o Google Docs “instalado” em suas máquinas, basta digitar docs.google.com no browser!       

    E isso não vale só para o Docs. Eu por exemplo não uso o Google Docs, mas sim o Buzzword da Adobe ( buzzword.acrobat.com/ ), que também permite “compartilhar” documentos. Você pode abrir um documento meu? Pode! Basta eu fornecer o link do documento compartilhado.    

  • thE Masterkey Blaster

    Isso! Todo mundo vai poder abrir na aplicação que você escolheu! Hoje todo mundo continua podendo abrir na aplicação que você escolheu… a diferença é que é preciso mais trabalho…

    A única diferença é que você passa a impressão de imaginar que todos os serviços vão ser gratuitos.

    Não muda nada de monopólio tio… ôxi…

    ____________________

  • thE Masterkey Blaster

    Acho que esse serviço pode até dar certo, quando:

    • O preço da banda larga for consideravelmente menor;
    • A qualidade da conexão for consideravelmente maior;
    • O preço desse serviço for BEM mais em conta que comprar um novo console a cada dois anos; (afinal se você parar de pagar a mensalidade você perde tudo!!!!);

    Se não me esqueci de nada, acho que isso seria o começo de uma nova era :)

    EDIT: PS: As listas ainda não estão funcionando fora do richEditor… EMOTICON

    ____________________

  • Wallacy

    Não vivo sem energia elétrica. Sem internet vivo bem, claro que com internet vivo melhor mais sem eu me viro.

    O que eu não gosto é de saber que não terei mais essa “opção”, já pago 49 reais pela internet do desk, 39 pela do celular e 89 pelo 3G. São quase 180 reais só de internet. Mesmo que no futuro seja “barato” como respirar ainda é um custo que a principio eu poderia não ter se assim desejasse, obviamente eu iria “arcar” com as conseqüências do trabalho adicional que eu teria por não ter a internet naquele momento.

    Nada contra serviços WEB, desde que eu tenha também meus “serviços” desk funcionando bem.

    Até o Bill Gates andou sofrendo com problemas de conexão esses dias. Tudo bem que ele estava no Polo Sul, porém de modo geral “nada é infalível” por isso gosto de ter opções, principalmente alguma que eu possa “controlar” ao invés de depender totalmente de terceiros.

    Por isso eu fico rindo toda vez que alguem tem algum problema na hora de acessar um arquivo hospedado na nuvem. Envie para a nuvem, só que lembre-se de deixa-la na pendrive também.

  • Lord Romulus

    Olá a todos.

    Bom, na prática o futuro da computação nas nuvens ainda é incerto.
    Porém, lembro-vos de que o conceito é fundamentalmente atrelado à idéia das “instalações” dos sofware executáveis, ou seja, “onde eles ficam instalados”.
    A proposta da nuvem é que todos os aplicativos fiquem “nos servidores”.
    Estenderam pois à própria nuvem a tarefa de processar ou computar os dados. Já que os softwares estão instalados alí mesmo na própria nuvem, não é mesmo?
    Falando mais claramente, na prática é uma aposta que a indústria está fazendo por ser mais fácil e funcional a curto prazo. O nome disso é PREGUIÇA.

    Mesmo que fabricantes de hardware venda seus produtos para empresas da nuvem, pois o negócio deles é vender, lógico, tenho absoluta convicção de que todos eles (fabricantes de hardware) estão apreensivos.
    O modelo do negócio da computação nas nuvens tal como está sendo explorado pelas empresas até agora é fatalmente perigoso para a própria indústria de informática como um todo. Vai limitar o progresso dos softwares!
    Ao atenderem um número cada vez maior de clientes, empresas das nuvens se depararão com desafios como:
    - Instabilidade dos serviços, de origem interna e a nível de conexão do lado do cliente;
    - Custo de servidores, quando terão que incrementar seus parques de TI em quantidade, qualidade e localização.
    Tecnicamente falando, para cada usuário que se conecta ao serviço abre-se uma instância de processo computacional dentro dos servidores da empresa que vende o serviço.
    Já está evidente que nos planos destas empresa, para contornar picos de demanda, inclui-se:
    - Limitar recursos do software para garantirem a estabilidade do serviço.
    Na prática, você está jogando numa boa, feliz da vida, depois de ter pago por essa diversão e… derepente, a qualidade gráfica do jogo decai apesar de continuar funcionando.
    Ora, é apenas a empresa diminuindo os valores de textura, sombra, reflexo e resolução da partida de seu game para “garantir a funcionalidade”, isso depois dela constatar que seus servidores já estão no limite e o número de clientes continua aumentando.
    Bacana, não é mesmo?

  • Lord Romulus

    Olhem só como é lindo jogar na OnLive se eles não espalharem servidores em cada esquina do planeta.
    O vídeo mostra a latência da OnLive para jogadores na Europa (eu disse Europa, não Brasil, tá?):

    http://www.gametrailers.com/user-movie/eurogamers-onlive-latency/346888

    Por isso que o modelo de negócio destas empresas de “games nas nuvens” é financeiramente inviável. Pois a solução é cara demais.

  • Lord Romulus