Nada não, apenas um sistema solar alienígena, em movimento.

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HR 8799 é uma estrela nova. Não nova no sentido de Nova, 9vinha mesmo. Ela tem entre 20 e 50 milhões de anos de idade, o que em termos astronômicos é cheirando a leite. Quando ela se formou não havia mais dinossauros na Terra.

Ela é bem próxima, 129 anos-luz de distância e por isso é bem estudada, é lar de alguns dos primeiros exoplanetas descobertos. São quatro, com massas que variam entre 5 e 10 vezes a massa de Júpiter, portanto não se anime. Eles também são muito quentes, ainda estão em fase de formação.

É um sistema solar que ainda precisa passar por uma faxina, antes de formar planetas pequenos e rochosos para seres gosmentos surgirem se tornarem seres gosmentos com armas nucleares. Só que há algo bem interessante em relação ao sistema solar de HR 8799. Ele está em um ângulo de quase 90 graus em relação a nós.

O resultado? Podemos acompanhar de camarote esses planetas, e depois de mais de 6 anos de imagens coletadas, um astrônomo chamando Jason Wang compilou as órbitas em um vídeo. Sim, são observações diretas de exoplanetas. A estrela está devidamente bloqueada, senão seu brilho ofuscaria toda a imagem.

O planeta mais próximo tem uma órbita de 50 anos, está mais ou menos o dobro da distância de Júpiter. O mais distante tem uma órbita de 500 anos.

Um vídeo desses é algo que não se cogitava nem em Star Trek. Hoje? Tem no YouTube.


online367 — Video of FOUR directly-imaged EXOplanets orbiting the star HR 8799!

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Autor: Carlos Cardoso

Entusiasta de tecnologia, tiete de Sagan e Clarke, micreiro, hobbysta de eletrônica pré-pic, analista de sistemas e contínuo high-tech. Cardoso escreve sobre informática desde antes da Internet, tendo publicado mais de 10 livros cobrindo de PDAs e Flash até Linux. Divide seu tempo entre escrever para o MeioBIt e promover seus últimos best-sellers O Buraco da Beatriz, Calcinhas no Espaço e Do Tempo Em Que A Pipa do Vovô Subia.

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  • Hemeterio

    Sou do tempo de Vegas. Nao, nao a cidade, queria ir la mas tenho medo de sirigaita de cassino, como diria o Homer. Do que eu falava? Ah, Vegas. No anos 80, como sabem, acharam um sistema solar em formacao em torno da estrela. Obviamente so na base de inferencia e muita deducao, era uma epoca em que astronomos serios ainda questionavam a existencia de exoplanetas. Hoje…

    …ver um video desses me parece um deslumbramento. Sei valorizar as conquistas atuais, pois venho de uma epoca onde ter um videocassete ou um Atari era estar no futuro – nao tive nenhum dos dois. Alvíssaras! Como diria o editor, é muito bom estar no Futuro.

    • Michael Loeps™

      Realmente, tecnologicamente demos um demos um salto gigantesco em mais ou menos quarenta anos, em 73 tínhamos o saudoso DynaTAC 8000, hoje um mid end razoável só não te traz o café na cama.
      Eu só imagino daqui a mais 40 anos, olharmos pra trás e comentarmos sobre hoje da mesma forma quehoje comentamos do VHS e do Atari.

      • Ivan

        sempre penso isso, hoje tiramos sarros dos primeiros hd de incriveis 5mb que eram maiores que uma geladeira, hj temos cartões de 256gb menor que uma unha, o que será que teremos daqui 30 anos?

        • otaviodecamposg

          Pelo contrário. Parace que estamos perto do limite da miniaturização da tecnologia atual. Talvez fiquemos presos a esses limites por um tempo, ou para sempre.

          • Ivan

            acho que tem como melhorar, pelo menos vejo noticia de transitostor de uma molecula, uns trem assim e tem a computação quantica tbm

    • SignaPoenae

      E a Imagem de campo Profundo do Hubble?
      Aquilo é uma maravilha!

      Por conta dela que eu comecei acompanhar o site da ESO e da Hubble news só pra sonhar um pouco sobre o que ainda não descobrimos.

      • Finn o humano✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        eu imagino as imagens do profundo do James Webb…

    • Bom, vc tem cara de velho e fala como velho, então deve ser velho mesmo.

      Pena que ainda te faltam milhares de anos pra alcançar a idade do MRJ

  • Anderson Fernandes

    Imagine o que a humanidade teria de conhecimento, se gastássemos dinheiro “a sério” em astronomia.

    • Imagine se a humanidade acabasse com as picuinhas por causa de raça, credo, orientação politica e pudesse gastar todo o dinheiro que hoje é destinando a guerra para ciência, provavelmente já estaríamos importando batatas de marte e queijo da lua.

      • Maom

        Se não houvessem guerra de egos, religiosas, de raça, política etc seriamos todos hippies sedentários sem gana nem motivação para fazer nada além do mínimo necessário para sobreviver. É a nossa natureza. A humanidade evoluiu tecnologicamente muito mais em tempos de guerra do que em tempos de falsa paz.
        É a natureza humana se adaptar, evoluir e conquistar o próximo.

        • Pedro

          Acho que o que ele quis dizer é: tudo bem em existir picuinhas entre as pessoas, só não as leve tão a sério a ponto de se tornar um fanático

          • Maom

            Não, ele quis dizer que ao invés de gastar dinheiro em armas e tecnologias para a guerra, que os povos do mundo se unissem para cantar kumbaya e criar tecnologias para uso científico apenas.
            Sem o medo, sem a raiva, sem a vontade de superar o próximo, a ideologia hippie não vai pra frente. O dinheiro destinado à esse uso científico seria o primeiro a ser contestado em algum momento de aperto qualquer favorecendo o departamento de artes ou esportes, afinal o lobby dos artistas nas redes sociais para convencer o povo disso é muito melhor que o lobby capitaneado pelo Stephen Hawking.
            É triste, mas a humanidade é assim. EU gostaria desse mundo utópico onde as máquinas fossem destinadas ao trabalho braçal e o ser humano poderia se dedicar à criatividade e estudo para evoluir cada vez mais. Mas isso nunca vai acontecer.
            Agora, derruba um avião no WTC e vem à público falar que vc vai investir 1 trilhão em tecnologia militar pra ver se alguém vai reclamar.

          • A parte de cantar fica por sua conta, odeio musicais. Mas estou falando de algo utópico mesmo, que não acredito que realmente vai acontecer. Mas acho que se fosse focado maior esforço em resolver problemas de seca, alimentação, educação, planejamento familiar, ou seja chegássemos em um momento da humanidade que a maioria das pessoas tivessem suas necessidades atendidas, e com escolaridade para entender uns aos outros de uma forma melhor, um dia a humanidade pode usar seu potencial para conquistar coisas melhores. Mas não acho sensato nem nessa época abolir totalmente as armas, nunca todos os seres humanos vão ser bons, e ainda tem a questão que podemos encontrar aliens hostis.

          • Jefferson Viana

            Vc não leva em conta a propria mudança de concepção cultural que poderia surgir , em uma sociedade assim cientistas, engenheiros e inventores em geral não seriam uma minoria, e sim uma maioria.

          • Maom

            Cara isso é uma fantasia. Isso nunca aconteceu e nunca vai acontecer na história da humanidade. O ser humano é competitivo, invejoso, egocêntrico e ganancioso por natureza. Existem uns ou outros que fogem de uma ou outra dessas características e foram chamados de loucos ou então Jesus e Buda.
            Esse tipo de comportamento da sociedade só dá certo em Volcanos e Kryptonianos.

          • Jefferson Viana

            Nunca aconteceu tbm um momento histórico como esse, onde a democracia é um valor importante para mais da metade dos humanos, nunca tinha acontecido antes

          • Maom

            Tinha sim, nas pequenas tribos e pequenas cidades. E sempre teve um tentando passar a perna, um tentando se dar bem, um tentando influenciar todos pra ir pra um lado, outro pra putro e assim nascem conflitos. Quem resolve os conflitos de uma sociedade? A politica. Quanto mais gente interessada mais conflito, mais ideias contrárias, mais tensão. E volta no que eu falei.

        • Precisamos de desafios e conquistas, pra mim conquistar um universo sem vida e colonizá-lo pode ser desafio suficiente para a humanidade, podemos chegar no nível de maturidade de parar de brigar entre nós e termos um objetivo em comum. Não acho que sem as guerras viraríamos um bando de hippies, vivendo da terra e satisfeitos tendo o suficiente para sobreviver, podemos usar nossa ganancia para coisas mais adultas, existem milhões de desafios, como lucrar acabando com a fome , com as doenças, retardando envelhecimento, conquistar mercados, oferecer produtos tecnológicos novos para um publico sedento de novidades. Em tempos de guerra se evolui muito, mas em tempos de obsolência programada também. Podemos conquistar varias muito mais coisas se agirmos juntos e não um contra o outro.

        • Aldoir

          Acredito que se evolua em tecnologia bem mais em tempos de guerras do que em tempos de paz (existem?) justamente porque o investimento é maior neste caso. A indústria bélica é a que tem o orçamento necessário para evoluir (Ex: Norte Americanos e Russos).

      • A humanidade só vai se unir quando encontrar uma raça alienígena pra exterminar. É a nossa natureza.

        • Oque diferencia o ser humano dos outros animais e que podemos escolher se seguimos ou não os nossos instintos.

  • Mas como é feito esse vídeo? Plutão era um borrão até a New Horizons chegar lá… e esse sistema está a 129 anos-luz

    • SignaPoenae

      Recomendo assinar o canal SpaceToday. O Sérgio Sacani explica em vários vídeos como são feitas as observações de exoplanetas.

      • Conheço o canal, mas minha pergunta é porque não seria possível visualizar esses planetas, pois a essa distancia, só são detectados indiretamente (variação de brilho, efeito gravitacional, etc), então, esse vídeo não poderia mostrá-los “tão nitidamente”

        • Lazo,

          Vou me arriscar aqui na explicação de forma BEM tosca:

          O que diferencia esse vídeo da imagem de Plutão é o TAMANHO. O planeta-anão é uma pedrinha de gelo menor que muitos continentes do nosso planeta. Essa imagem do vídeo é um SISTEMA SOLAR – algo BEM MAIOR que um planetinha e, por isso, é mais fácil de capturar.

          Perceba que os planetas que estão orbitando não passam se pontos sem a menor definição. Não dá para saber cor, como são as nuvens etc. — eles são pequenos demais para os nossos telescópios captarem a luz que eles refletem.

          O hubble consegue fazer imagens maravilhosas de nebulosas e galáxias porque elas são gigantes, mas um planeta como Plutão não ocupa área o suficiente no céu para o telescópio captar tanta luz dele.

          Bônus editado: para a gente ver Plutão à distância com uma qualidade maior, a gente vai precisar de um telescópio com um espelho BEM maior para poder captar mais luz.

          E um telescópio maior vai permitir ver mais detalhes desses planetas, mas mesmo assim não será lá muito melhor do que o Hubble consegue fazer com Plutão atualmente (e já vai ser um PUTA DE UM AVANÇO!!)

          • Mas mesmo planetas gigantes, como esses, não são observáveis nem mesmo pelo Hubble. Já descobriram an constelação do centauro, um planeta quase 10 vezes maior do que Júpiter, e mesmo assim, não pode ser observado diretamente.

          • Eu não sei qual telescópio fez essas imagens, mas tenha certeza que o espelho dele deve ser BEM MAIOR que o do Hubble.

            Maior espelho = mais luz captada.

            O bom do Hubble é que ele não sofre interferência da atmosfera, mas aqui no chão tem coisa mais potente que ele…

          • cara, agradeço pelas respostas, mas ainda fiquei com dúvidas.
            Uma das coisas que gosto nesse site, é que aqui dá para conversar numa boa nos comentários

          • Se tem dúvida, pode perguntar! 🙂

          • Olha aqui uma comparação de tamanho de espelho entre o Hubble e o James Webb, que é um telescópio feito justamente para observar exoplanetas.

            Agora iremos conseguir ver melhor as coisas (mesmo que não seja no espectro visível). Ele tem praticamente o triplo do tamanho para captar mais luz.

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          • SignaPoenae

            Sim, o espelho do Hubble é bem pequeno, mas o fato dele estar no espaço dá muita vantagem. Mas ele é uma tecnologia antiga, e será substituída pelo James Webb, que enxerga através do infravermelho ( é capaz de “ver” até através de nuvens de poeiras).

            Agora sobre os telescópios baseados em terra, estão pra lançar uma nova geração de “monstros” com espelhos de 30 metros.

          • Carlos Eduardo Barbosa

            Essa observação não é em luz visível. São usados equipamentos que analisam diversas faixas do espectro eletromagnético, de acordo com o objetivo da pesquisa. Nesta observação não deve ter sido utilizado o espectro de luz visível, i.e., uma “foto”.
            Em uma analogia ruim, quando estamos com miopia, a ferramenta a ser utilizada é um óculos, não uma luneta, que tem outro propósito.

          • Sim, não é luz visível mas como explicar porque o Hubble não capta direito Plutão e esse telescópio fez imagem “melhor” tem que explicar funcionamento básico de um telescópio.

            Falar “olha, um é óptico e o outro capturou infravermelho e ultra violeta” não sana a dúvida…

          • SignaPoenae

            Como assim o Hubble não observa Exoplanetas? Você está mal informado amigo. Inclisive se faz estudos cruzados com o Kepler, que identifica um candidato a Exoplaneta e depois apontam os telescópios para lá, inclusive o hubble

          • Claro que o Hubble observa exoplanetas! Não sei de onde você tirou essa afirmação.

            A única coisa que eu comentei é que o James Webb foi feito quase exclusivamente para isso enquanto o hubble foi feito para todo o propósito

          • SignaPoenae

            Tio Faso, apenas respondi ao comentário do Lazo , aonde ele disse:
            “Mas mesmo planetas gigantes, como esses, não são observáveis nem mesmo pelo Hubble.”

            Não foi um comentário direcionado a você.

          • Signa,

            Eu notei agora há pouco isso. Tá com tanto comentário encadeado que tá tipo telefone sem fio.

            Desculpa pela confusão! ☺️

          • Eu quis dizer observáveis da mesma maneira que eu posso observar Júpiter ou Vênus, ou seja, imagens direta, luz visível.
            O Kepler observa a variação de brilho da estrela, ele não enxerga um exoplaneta diretamente.

          • SignaPoenae

            Imagens direta, com luz visível, o hubble dá conta sim. Inclusive na primeira página do site do Hubble, mostra um estudo de um disco protoplanetário fotografado por ele.

            Sei como funciona a proposta do Kepler, e até pouco tempo atrás, ele identificava um candidato a exoplaneta e depois telescópios em terra e espaciais validavam esse planeta. Agora me parece que conseguiram automatizar essa tarefa.

        • Carlos Eduardo Barbosa

          Planetas são objetos escuros, que são facilmente ofuscados pela estrela. Note que para a observação direta, foi necessário planetas grandes, quentes e relativamente distantes da estrela (que é próxima do nosso sistema solar).

        • E outro bônus: a gente só consegue ver direito esses planetas porque o sistema dessa estrela tá praticamente perpendicular ao nosso (como o Cardoso falou). Se não fosse por isso só íamos ver variação de luz da estrela.

        • SignaPoenae

          Não sei postar links aqui , mas é possivel sim visualizar exoplanetas diretamente. Tem um instrumento que é acoplado aos grandes telescópios que isola completamente a luz da estrela, o que facilita a visualização. É raro, e a estrela tem que ser próxima da terra, mas não é impossível.

          Sobre Plutão, ele é muito pequeno, distante, e reflete pouco a luz do sol. Já os planetas citados na matéria, possuem tamanho absurdamente maior.

          • Sim, mas Plutão está próximo, e esses sistema, mesmo com planetas gigantes, está a 129 anos-luz

          • SignaPoenae

            Veja bem: o hubble depende de luz visível pra fazer suas fotografias, ou seja, quanto maior e mais luz o objeto emitir/refletir, melhor será a imagem. Plutão é menor que a lua da terra, e está nos confins do sistema solar, além disso reflete pouca luz do sol.

            Então como ele é capaz de fazer fotografias de galáxias há 8, 10 e até 13 BILHÕES de anos luz? Porque galáxias emitem (planetas apenas refletem) uma quantidade maior de luz e não se movem tão rápido como planetas, o que permite que o telescópio fique apontado por muito tempo captando a imagem.

          • E galáxias são infinitamente maiores que um planeta, por isso que dá para captar mais luz.

            O Space Today tem um vídeo explicando sobre isso de forma bem prática e didática…

          • Inquisidor

            não sei te explicar melhor, porém o equipamento para olhar para perto e olhar para longe é diferente, por isso eles não viram esse telescópio para lua e fazem um google maps nivel terra.

    • Carlos Eduardo Barbosa

      O equipamento para analisar Plutão não é o mesmo para analisar sistemas solares distantes. Eles provavelmente estão fazendo uma análise pelo espectro do infravermelho, que é bastante valida para planetas grandes e quentes como esses, mas inválida para uma rocha pequena e fria como Plutão.

      • Bem lembrado! Nem só da óptica que se dependem as observações…

    • Da mesma forma que você utiliza um binóculo para olhar um ponto no horizonte que não consegue ver detalhes a olho nu e, da mesma forma que o binóculo lhe impede de ver detalhes que estão a 3 metros de seus olhos.

      Acrescente a isto, uma série de análises por espectros, filtros, etc.

      Ou seja: Equipamentos diferentes para propósitos diferentes.

  • joao_lima

    Como é bom viver no futuro.

  • Fabiano Figueiredo Acosta

    Não quero ser chato, sequer tenho formação para dar uma de chato, mas eu aprendi, na escola (pública, ainda valia alguma coisa na época) que “Sol” é nome próprio da nossa estrela, por isso vivemos ‘NO’ sistema “Solar” (e não ‘EM UM’ sistema Solar), a expressão correta, para o sistema, ora em voga, não seria “Sistema Estelar”, ou “Sistema HR 8799”?

    • achsanos

      O nosso Sol é maiúsculo, sóis genéricos, informalmente, em minúsculas. Lua e luas idem. Mas sim, formalmente, sistemas estelares, sistemas planetários etc.

      • Fabiano Figueiredo Acosta

        Entendi, vlw.

    • sol é sinônimo de estrela.

      O nosso sol se chama Sol.

      lua é sinônimo de satélite natural

      Nossa lua se chama Lua.

      Mario também é o sobrenome do Mario. O personagem se chama Mario Mario, e o irmão se chama Luigi Mario.

      Vlwflw

      • Fabiano Figueiredo Acosta

        Por isso ‘Irmãos Mário’… Saquei…

    • Henry

      Essa confusão vem do tempo que não sabíamos que o Sol era uma estrela, ou que estrelas eram sóis distantes, então demos nomes diferentes para coisas essencialmente iguais.

  • Ivanney Pessôa Moreira Martins

    Desculpem-me pela “newbiece”, mas tenho o programa Stellarium, qdo procuro por HR 8799 ela centraliza na:
    V342 Peg – HIP 114189 – SAO 91022 – HD 218396, alguem saberia ou me indicar um outro programa, ou explicar o pq do nao uso da nomenclatura mais “usual”? Tks (PS.: Antes de postar aqui pesquisei os pqs das diferentes nomenclaturas, estranhei a nomenclatura mais “encontrada” nao aperecer no programa). Tks e Abs

  • Legal que só dá para ver esses planetas justamente porque ainda estão em formação, então são bolas fumegantes no espaço. Não brilham tanto quanto a estrela em si, mas não precismos de artifícios como ver sua sombra em frente à estrela para saber que estão lá 😀

    • Denis J. Alves

      Acho que é mais pelo tamanho. Nessa distância, com os equipamentos que temos, acho que corpos menores não aparecem. Se houverem planetas menores mais perto da estrela não serão detectados.

  • Vinícius Santos

    isso é o que eu chamo de mágica! Sensacional! Mal posso esperar pelo James Webb!

  • W. W. Barros

    Desde criança sempre me indaguei o que haveria “para cima” e “para baixo” do sistema solar, e por que não enviamos sondas nessa direção. As nossas sondas sempre seguem o “plano”, sempre em direção a Plutão.
    Imagino que seja por causa da rotação da Terra. Não há velocidade suficiente para lançar em outras direções. Estou certo?

    • Denis J. Alves

      Há um ganho quando se lança nesse sentido, mas não que seja obrigatório. Não há muito que se estudar “pra cima” ou “pra baixo”. Só “olhar” mesmo. Estudar outros corpos exige a menor distância possível. Veja quantas descobertas foram feitas de Plutão, mas só passando bem perto dele. Daqui não se conseguia muita coisa; nem suas dimensões corretas.

    • Henry

      As sondas Voyager estão seguindo nessas direções. Depois de passar por Saturno, a Voyager 1 foi enviada “para cima”. A Voyager 2, depois de passar por Netuno, foi “para baixo”.

  • Christian Oliveira

    =’)

  • Pablo Lukan

    Muito bom, podemos imaginar como outras formas de vidas nos observaraiam!

  • Finn o humano✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

    Pra quem ainda não entendeu como é possível visualizar estes planetas…

    Jennifer Harrison ‏@GeneticJen 27 de jan
    Mais
    The star is so young (about 50 million years old) that these planets are still super hot and reeeeeally big. Bigger than Jupiter

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