A hilária batalha Google vs Jornais Espanhóis

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A velha mídia não entende a internet. Isso vai muito além da mesquinharia da Globo em chamar o Twitter de “popular rede de microblogs”. Se uma nave alienígena começar a atirar no Cristo Redentor e 792.834.798.234 de fotos e vídeos pipocarem no YouTube e no Twitter as estações de TV vão fazer uma reunião, mandar alguém até o local, se for identificado algo estranho solicitarão uma UPJ. Ao mesmo tempo a produção tentará confirmar com 3 fontes independentes (oficiais, você lá vendo o negócio, não conta).

CASO as fontes confirmem, começarão a produzir o segmento, procurando os especialistas em ataque alienígena, aquele gordo que sempre aparece em assuntos militares e, claro, um alienígena pois precisam mostrar o outro lado.

Se o ataque for menos de 3 h antes do Jornal Nacional ou do Jornal da Globo, soltarão um alerta rápido com “mais detalhes mais tarde no Jornal Nacional”.  Enquanto isso todo mundo com acesso à internet estará mais que ciente. 

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A acusação de que as redes sociais são superficiais é correta. É inevitável, esse é o preço que se paga pela instantaneidade. Não há competição, ou não deveria haver, o Jornalismo de qualidade existe pra organizar a bagunça depois dos 784.329.843 tweets sobre o assunto, só que a reação da velha mídia é medo, insegurança e uma inútil tentativa de adiar o inevitável.

Isso acontece com a mídia impressa de forma mais evidente, eles querem viver de assinaturas em um mundo onde informação é Commodity e ninguém com menos de 75 anos assina um jornal, físico ou online. São paywalls, usura de links, muitos são os inúteis recursos para impedir que… leitores leiam sites que vivem de anúncios e visitação.

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Um belo dia um grupo de anciãos decidiu que o Grande Inimigo da mídia impressa era… o Google. Mais precisamente o Google News, que nada mais faz que um trabalho de agregamento de links. Preocupados com os leitores descobrindo que as notícias são todas iguais, os editores se revoltaram. Em vários países entraram com ações contra o Google, eles querem RECEBER DINHEIRO para ser indexados.

Você sabe, o Google, aquele site que DIRECIONA TRÁFEGO para outros, teria que pagar para indexar seu link jornal e mandar leitores pra lá.

Na Alemanha o lobby do 4º Poder foi tão forte que a Lei foi mudada. O Google alterou o Google News tornando-o opt-in. O site agora precisa se inscrever para ser indexado no Google News. Vários sites entraram no sistema, mas esperam em algum momento receber dinheiro.

Outros descobriram que não foi uma boa idéia. Perderam tráfego pra caramba, ao negar a indexação do conteúdo permitindo que o Google apenas listasse as manchetes.

Na Espanha a situação é pior ainda. Os jornaleiros conseguiram uma Lei de Propriedade Intelectual segundo a qual eles devem ser renumerados cada vez que seu conteúdo é indexado por sites de buscas. Ela vai entrar em vigor dia 1º de janeiro de 2015.

O Google, depois de xingar mais que o Merovíngio, avisou que a partir de amanhã fechará o Google News Espanha e removerá todos os links de jornais espanhóis das 70 edições do Google News em todo o mundo.

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O Google está longe de ser bonzinho mas nas imortais palavras de Frank Underwood, “não há nada que eu despreze mais do que mesquinharia”.

Por essa a AEDE — Asociación de Editores de Periódicos Españoles não esperava. Vendo o tamanho da hagada, entraram em modo de controle de danos. Pediram socorro ao Governo, dizendo que o Google é virtual monopolista das buscas na Espanha, que todo mundo usa o serviço, que seria injusto fechar o Google News e banir os links dos sites de notícias, blá blá blá.

O porta-voz do Google para Espanha e Portugal declarou que a Lei já foi aprovada e tem data pra entrar em vigor, e que como não concordam com ela, fecharão o serviço. Ou, traduzindo:

“WE SHALL NOT PAY!”

Se o Google fizesse como vários blogs parasitas, que chupam o RSS de terceiros e repostam o conteúdo na íntegra, com direito a hotlink de imagens, eu até entenderia, mas o que esses idiotas estão fazendo é dar um tiro no pé. Dessa vez, usaram a Estrela da Morte pra isso.

Os jornaleiros estão choramingando junto ao Governo de Madrid E à União Européia:

O fechamento do Google News não equivale ao fechamento de um serviço, mas dada sua posição dominante no mercado terá sem dúvida um impacto negativo junto aos cidadãos e empresas espanholas

Agora, palhaços? Uai, o Google não era um malvado chupador de notícias que deveria PAGAR para usar seu precioso conteúdo? Como vocês não podem viver sem ele?

O Governo Espanhol por sua vez respondeu em modo Full Pilatos: “É uma decisão empresarial”.

Confesso que não sei qual o mais divertido, os jornais rastejando humilhados implorando pelos links ou todo mundo fechando por falta de visitação, desesperados vendo seu plano de transformar o Google em uma nova fonte de renda ir por água abaixo.

Fonte GB.

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Autor: Carlos Cardoso

Entusiasta de tecnologia, tiete de Sagan e Clarke, micreiro, hobbysta de eletrônica pré-pic, analista de sistemas e contínuo high-tech. Cardoso escreve sobre informática desde antes da Internet, tendo publicado mais de 10 livros cobrindo de PDAs e Flash até Linux. Divide seu tempo entre escrever para o MeioBIt e promover seus últimos best-sellers O Buraco da Beatriz, Calcinhas no Espaço e Do Tempo Em Que A Pipa do Vovô Subia.

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  • Aldo Campos

    É o que acontece quando pede por regulação do mercado pelo estado! Aqui tem vários casos parecidos, mas espero que não surja gente tão cretina contra Google! No final quem se fode mesmo é o usuário!

    • Emílio Faria

      Não entendi qual a relação entre regulação do mercado pelo estado e a notícia. Mesmo se o mercado fosse autoregulado, com certeza o Google tomaria a mesma decisão quando recebesse a intimação da Asociación de Editores de Periódicos Españoles dizendo que teriam que pagar.

      • Vinicius Zucareli

        A diferença seria que não seria lei e poderia ser revogado a qualquer instante. E, além disso, seria algo opcional. O jornal que não quisesse poderia simplesmente sair da associação.

        E, aliás, associações (e sindicatos) são formas de regulação de mercado, ok? Ainda mais como no Brasil (não sei como é na Espanha) que eles possuem “poderes legais”, já que são objeto de diversas leis (normalmente relacionadas a retirar forçosamente o dinheiro do trabalhador).

        Aliás, uma sociedade auto-regulada não precisaria nem de associações, nem sindicatos e nem conselhos. Não precisaria, mas poderia ter e ninguém seria obrigado a se filiar a um ou pagar pra um como é hoje.

        • Emílio Faria

          Em um mundo perfeito seria assim. Pena que no mundo real…
          Mercado auto-regulado é uma utopia tão grande quanto o o socialismo e o anarquismo.

          • Aldo Campos

            Socialismo é utopia, anarquia NÃO, quer uma maior do que a INTERNET? Pilhas de protocolos, computadores, softs etc trocando informações com NENHUMA regualçao! O que vc ta dizendo é que a possibilidade das pessoas negociarem e trocarem valores POR LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE, é algo fantasioso! É quase como dizer: “Eu quero ser escravo de algum burocrata pelo amor de deus! Não sei ser livre!”

          • Vinicius Zucareli

            Isso mesmo. E o brasileiro em especial adora o estado. Assim ele pode colocar a culpa em algo que não seja ele mesmo e continuar fazendo tudo errado. Brasileiro adora dizer que é culpa do estado pra tudo, não dá pra fazer nada.

            O ideal seria vivermos sem nada nada de estado, mas não acredito que consigamos no meu tempo de vida.

          • Daniel

            Verdade … se não foi o estado foi o demônio… se não foi ele foi a natureza, azar, gnomos, má posição astral, destino… víroses, talvez em último caso, parasítas que controlam mentes! Sem esquecer do braço oculto do estado… Illuminatis, Nsa, sogras, JESUS, pelo cidadão merecer um corretivo divino… o único que nunca está errado é a própria pessoa.

          • OnoSendai

            Internet é anarquia aonde? Tente botar no ar seu próprio sitezinho sem pegar um domínio sob um TLD gerenciado pelo ICANN ou um IP autorizado pela IANA para ver o quão bem-sucedido você vai ser. Aliás, tente se conectar sem utilizar um dos provedores de acesso autorizados (redes móveis, cabo, etc.) ou por em uso seu novo protocolo, completamente independente do TCP/IP, e veja o quão bem sucedido você será.

            O processo de criação de protocolos é anárquico. O processo de adoção destes pela maioria é totalmente o inverso – comprometimento com estabilidade, retrocompatibilidade e o reconhecimento do fato que seu protocolo só será bem-sucedido se você convencer outros usuários que ele é melhor do que o que eles já tem.

          • Aldo Campos

            Nossa, eu tenho explicar! Aliás não, vou usar sua colocação:
            “…retrocompatibilidade e o reconhecimento do fato que seu protocolo só será bem-sucedido se você CONVENCER outros usuários que ele é melhor do que o que eles já tem”

            Entendeu? ninguém forçou os usuários a usar, quem define se o padrão será aceito ou não É A INTERNET! Não existe empresa, governo empresa instituição capaz de criar uma regra e FORÇAR todo mundo usar! Isso é anarquia pura, as pessoas são LIVRES para seguir ou não uma novidade! O que seria do P2P sem adesão? Isso é liberdade, pois ninguém é tão poderoso que não possa ser superado pela comunidade!

          • OnoSendai

            …aonde chegamos à conclusão que você talvez precise entender melhor a diferença entre anarquia e anarquismo, Um é a falta absoluta de governo público, outro é uma filosofia política.

          • OverlordBR

            ninguém forçou os usuários a usar, quem define se o padrão será aceito
            ou não É A INTERNET! Não existe empresa, governo empresa instituição
            capaz de criar uma regra e FORÇAR todo mundo usar!

            Não confunda liberdade na troca de informações na Internet com regularização da mesma via normas, protocolos e tudo mais.

            Ao contrário, em termos de organização, a Internet é a coisa mais organizada, padronizada e cheia de regras que tu possas imaginar.

            E um exemplo para acabar com teu mimimi “não existe empresa, governo, instituição capaz de criar uma regra e FORÇAR todo mundo a usar”: TCP/IP

          • Aldo Campos

            Puta que pariu eu preciso explicar mesmo! ANARQUIA E LIBERDADE NÃO É ZONA! Muito antes da Internet, quando instalava rede Novell em empresas tinha o IPX/SPX que funcionava na camada de transporte! Dominou a década de 80 e início de 90 como padrão! O TCP foi ESCOLHIDO por motivos óbvios pela indústria! Estude você se quiser saber, não vou ficar perdendo tempo ensinando pois esse não é o foco!Que fique bem claro, anarquia não é zona, é liberdade e poder de escolha! Leia acima pra entender!

          • Christian Oliveira

            Fale isso para os fabricantes de roteadores, em especial a CISCO.
            Você deve estar pensando somente na camada de aplicação, certo?

          • Narciso L. Junior

            uma graninha para aparecer nas primeiras paginas de buscadores não influencia nada na escolha

          • OverlordBR

            quer uma maior do que a INTERNET? Pilhas de protocolos, computadores, softs etc trocando informações com NENHUMA regualçao!

            Nenhuma regulação?

            Regulação é tudo na Internet, amigo… sabe o quê é um protocolo? 😉

          • Luiz

            A diferença é que a Internet funciona porque a regulamentação é feita por engenheiros e não pessoas estupidas que não sabem de nada e só se importam com os proprios interesses.

          • Domingos Tavares

            Você quer ser escravo de um burocrata ou de um executivo? Você escolhe.

          • Christian Oliveira

            Cada vez que você diz que não existe regulação em protocolos, morre um engeheiro do CCITT.

          • Roger D. C. Delboni

            Cara, protocolo = regulação. E inclusive existe um “orgão regulador”, a W3C.
            A Internet é bastante permissiva mas de forma alguma anárquica.

          • Lucas Timm

            Canadá não é utopia

          • Pek

            cara, sua pergunta anterior mostrou que vc sequer sabe o que é regulação e mercado

        • Domingos Tavares

          No mundo real é absolutamente impossível ter uma sociedade autorregulada.

          Associações, apesar de serem formas de regular o mercado, não são fundadas pelo Estado. Na verdade, geralmente são fundadas para que os associados tenham força contra ele ou contra instituições que ele individualmente é impotente. Por exemplo, nada que um morador em particular faça vai chamar a atenção da prefeitura. Mas uma associação de moradores pode fazer um bom barulho e, dependendo do número de membros e do tamanho do barulho feito, podem forçar a prefeitura a prestar atenção aos problemas daquela região.

          Só que algumas associações possuem fins nefastos, de regulação do mercado mesmo. Por exemplo, a associação de postos do DF tem como objetivo de definir “um preço de combustíveis que seja vantajoso a todos os donos de postos”. O resultado é que TODOS os postos de Brasília cobram R$ 3,199 no litro da gasolina e R$ 2,499 no litro do álcool. Quem quiser gasolina mais barata tem que ir pra Goiás. E isso foi iniciativa dos próprios donos de postos. Tanto é que essa associação é investigada pelo órgão mais odiado pelos neoliberais, o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), por formação de cartel.

          Outro exemplo é a própria Internet. No mercado de publicidade online temos o Google, que monopoliza as buscas e em breve monopolizará também os sistemas operacionais de celulares. E não é qualquer zé ruela que pode entrar nesse mercado e abocanhar uma fatia desse mercado dominado pelo Google. Tem que ter centenas de milhões de obamas para investir, coisa que menos de 0,01% da população mundial tem condições de conseguir. Ou seja, apesar de estar livre de regulamentação do Estado, a Internet e seus nichos não são mercados livres. A diferença é que quem o regulamenta não tem qualquer compromisso com o povo, mas sim com os seus acionistas.

          Sem uma regulamentação do Estado – por mínima que seja – a tendência é que cartéis e monopólios sejam criados e que práticas para eliminar a concorrência sejam a regra entre os maiores players do mercado. Então não tem pra onde fugir.

          • Vinicius Zucareli

            Quando eu disse que as associações possuem “poderes legais” (e escrevi entre aspas) não disse que elas são parte do estado, por favor leia com mais atenção. Quis dizer as mesmas são objeto de leis que as regulamentam e dão certos poderes, além de serem financiadas pelo governo diretamente através de repasses e indiretamente através de “contribuições” obrigatórias, como por exemplo ao executar uma ART no CREA você pode pagar ao conselho ou outra associação dessas, mas é obrigatório pagar.
            “Sem uma regulamentação do Estado – por mínima que seja – a tendência é que cartéis e monopólios sejam criados”
            Na verdade não. O Google é um monopólio natural, ou seja, ele atende os clientes bem e eles usam porque querem. O dia que o Google não estiver mais atendendo bem outro vem e toma o lugar dele, simples assim. Afinal, o Google não nasceu grande, na época o Yahoo era gigantesco e caiu do mesmo jeito.
            Exemplos de monopólio são principalmente CRIADOS pelo estado, por exemplo, Petrobrás.
            Aliás, as Agências Reguladoras (de energia, água, aviação, telefonia) não fazem nada além de criar uma muralha que impede que pequenos empreendedores entrem no mercado, na verdade as agências não servem pra proteger os clientes e consumidores, mas servem para proteger as empresas. Veja quem são os maiores lobistas para a manutenção e criação de regras estritas? As próprias empresas, pois sabem que os pequenos não poderão cumprir as regras e irão a falência.
            Mesma coisa as grandes construtoras, como a OAS, Odebrecht e Camargo Corrêa, que querem mais que o governo complique a construção e as licitações para que elas dominem o mercado e quebrem os pequenos, pois eles tem como pagar as consequências das regras, os pequenos não.

          • Domingos Tavares

            Os CREA (e o CONFEA) não é uma associação, mas sim um Conselho de Classe. E Conselhos de Classe são autarquias, criadas através de lei específica. E autarquias são pessoas jurídicas de direito público, que tem praticamente as mesmas prerrogativas e sujeições da administração direta, sendo membros da administração pública indireta, membro do Poder Executivo. Em outras palavras, o CREA, assim como o CRM ou a OAB, faz parte do Estado. E pra executar uma ART você paga pro Estado.

            E “monopólio natural” é uma situação de mercado em que os investimentos necessários são muito altos e os custos marginais são muito baixos. E normalmente são mercados que tem forte regulamentação do Estado e tem um prazo de retorno muito grande. Exemplos: telefonia celular, distribuição de energia elétrica ou sistema de fornecimento de água e coleta de esgoto.

            E esse é o caso do Google? Não. A situação do Google é fruto sim da qualidade de seus serviços, mas também de práticas anticompetitivas, como compra de empresas concorrentes (como a DoubleClick, que concorria com o AdWords), prática de preço predatório (fazer um preço muito menor do que os concorrentes, inclusive sustentando prejuízo, para levar os concorrentes à falência), etc. E o Google fez isso e está fazendo isso.

            E sabe quem sai perdendo com o monopólio, o cartel e a total liberdade de o comerciante foder com os concorrentes e seus clientes, né? Aliás, existem poucas empresas tão especializadas em foder o cliente quanto as operadoras de planos de saúde. Eles te prometem mil e um procedimentos e o trouxa vai lá e paga, acreditando que tem direito àquele procedimento. Isso até ele precisar. Em muitos casos, o plano simplesmente se recusa a atender àquele procedimento.

            Um exemplo mais direto: parto normal. Operadoras de plano de saúde simplesmente se recusam a fazer parto normal porque precisariam manter uma equipe de obstetras de plantão. Eles preferem parto cesário, que é mais arriscado para a mãe e o bebê, que exige maior tempo de recuperação (e dá mais dinheiro pro plano). E em um mercado não-regulado (ou seja, sem Cade e sem ANS), as operadoras formariam um cartel onde nenhuma empresa ofereceria esse serviço e ditariam o valor da mensalidade, de forma a maximizar o lucro sem levar em conta o dano ao consumidor. E se a mulher quiser fazer parto natural, teria de apelar para o SUS.

            E esqueça pequenos empreendedores. Em um mercado não-regulado eles seriam eliminados (ou comprados) rapidamente pelas empresas maiores. Eles não tem cacife para competir com uma empresa que dita o comportamento do mercado e tem poder o suficiente para tornar inviável qualquer tentativa de concorrer. Ou, no melhor caso, entrariam em um cartel, podendo oferecer um produto tão ruim quanto os demais concorrentes a um preço igualmente abusivo. O que também é ruim para o consumidor.

        • Christian Oliveira

          Uma sociedade auto-regulada não precisaria nem de governo, anda lendo manifesto comunista?
          Digamos que o sindicato seja um ma necessário, nos dias de calmaria é um arrasto a ser carregado, mas nos dias de tribulações somente algum tipo de organização pode defender melhor os interesses de grupos comuns.

          • Vinicius Zucareli

            Desculpa, mas comunismo é a falta de estado da mesma forma que um copo pode estar vazio.
            O ar, como o estado no comunismo, é tão onipresente que você só consegue enxergar as coisas onde ele NÃO está…
            E não, sindicatos NÃO são males necessários. A sociedade não precisa criar grupos e apontar líderes para poder realizar grandes movimentações. Veja os protestos do ano passado, não tiveram líderes e nem grupos organizados e mesmo assim atingiram os objetivos imediatos (que era rever preços de passagens, conseguir uma promessa de reforma política, etc etc etc)

          • Christian Oliveira

            O comunismo em sua essência não tem governo, o que você deve estar se referindo é o “comunismo” da União Soviética e da China. Os protestos no mundo no ano passado foram todos planejados e implantados por empresas que vendem revoluções, quem as compra possuem interesses nessas revoluções. Foram nada mais que um replay moderno da revolução francesa, os burgueses não gostam do rei e seus impostos pesados, então os burgueses colocam o povo contra o rei, povo e exército do rei que se matem, enquanto burgueses assistem a tudo comendo brioches, o rei morre a burguesia assume e agora nós somos um país que não tem controle nem de rei nenhum e nem da igreja, quem controla agora são os revolucionários?
            Acreditar que coisas ocorrem por geração espontânea, que o mercado se “auto regula” é acreditar que o comunismo dá certo, seja na essência ou em embustes de Stalinismo ou Maoismo.
            Os protestos no ano passado no Brasil tiveram sim um inicio por grupo organizado chamado “Passe Livre”, caso você não se lembre eles estavam nessa por muito mais tempo, o que houve foi uma apropriação dos protestos por chame o que quiser grupos radicais, ultranacionalistas, ultraconservadores, direitosos, blackblocks e tudo o que vc não quizer chamar de grupo organizado.
            Assim como as noticias da Petrobras e da Siemens são escandâlos direcionados com um único objetivo: enfraquecer o oponente político.
            Esse povo que faz as coisas acontecerem sem planejar, sem pensar, sem se organizar, chama-se “massa de manobra” ou consumidor de sensacionalismo. Triste.

          • Saulo Benigno

            Os comentários estão cada vez maiores que os posts, eu não consigo ler isso… é muita coisa.

          • Christian Oliveira

            Resumo: nada é por acaso.

          • Saulo Benigno

            Po, valeu pelo resumo 🙂

            +1

      • Lucas Timm

        Eu entendi

    • Raphael Eduardo

      Mas não foi o próprio “mercado” que pediu essa “regulação”?

      • Pek

        Mercado é o consumidor, portanto não

  • Bicows

    Sonho em ver, mesmo que em dias distantes, a RIAA e a galera de Bollywood tomar um nocaute desses….
    Claro que o modo terá que ser diferente, mas que seria engraçado… Seria!

    • Daniel

      Pense em um dia especial… que verdadeiramente há o que comemorar… é esse dia que você descreveu ai….

    • Luiz

      O dia que a RIAA for fechada eu faço uma festa com direito a fantasia de pirata e muito rum.

  • E quando, desesperados, os jornaleiros olharam para cima, com o Google olhando-os do alt, e disseram “Ayúdanos”, O Google cofia o bigode e diz “No”

    • Me veio na cabeça aquela cena clássica do vilão pisando nos dedos do herói enquanto ele se segura pra não cair no abismo…..

    • Daniel Vieira Carneiro

      Watchman … Rorschach !!!!

      • Thanks

        • Eu não lembrava. kkkk

        • gilmarzinho

          Pior que, pra mim, Watchmen é a segunda referência que vem a cabeça.
          A primeira ainda é a do Homem Aranha do pessoal Café com Bobagem. Provavelmente ele mesmo é inspirado no Watchmen, mas como vi primeiro…

  • paulokdvc

    Digam que vcs não leram dando risadas até o final vai!?

    =)

    kkkkkkk

    Estou cascando o bico ainda!!!

    • Uber

      Schadenfreude!!!
      xD

      • Maycon Cruz

        Me chamem de cretino, mas os niveis de schadenfreude aqui comigo estão nas alturas! E eu curti 100% isso!

    • Denis J. Alves

      Muito.. kkkkkkkkkkk

  • Guzats

    ah to vendo aquele pé ali, voiu atirar.

    Ai caralho, é o meu!

    • “Só por causa disso, atirarei naquele outro!”

  • Allan Pereira

    Isso é o que eu chamo de tapa de luva de pelicano. Bateu valendo mas com educação é sem infringir nenhuma lei.

  • Allan Pereira

    Isso é o que eu chamo de tapa de luva de pelicano. Bateu valendo mas com educação é sem infringir nenhuma lei.

    • doorspaulo

      Luva de pelicano xD

      • Les Claypool

        Deve ser meio dolorido, já viu o tamanho dos bicos deles?

  • PatrickSilva

    O trabalho da velha mídia é EXATAMENTE o de apurar se a boataria tem fundamento. Não esqueçamos que os integrantes “da popular rede de microblogs” não tem, necessariamente, compromisso com a veracidade do que repassam.

    Acho que foi uma crônica infeliz pra ilustrar um argumento correto: os donos dos jornais não entendem a internet.

    • Sofos

      “não tem, necessariamente, compromisso com a veracidade do que repassam”. Sério que você acha que a imprensa tem compromisso com alguma verdade que não a que lhe interesse?!!

      • PatrickSilva

        Acho. Sou jornalista, já trabalhei tanto em redação quanto em assessoria de imprensa. A veracidade dos relatos é uma preocupação constante do ofício.

        O que não nega o fato de que todo jornal tem dono e todo dono tem amigos. Mas o interesse por trás dos veículos de comunicação é outra seara, que não a da apuração narrada pelo cardoso.

        • Nossa que máximo, um jornalista. Será que ele tem penas?

          • PatrickSilva

            Lógico! Vem junto com o crachá da Capricho. 😉

        • Vinicius Zucareli

          Eu acredito que a internet também pode servir de para checagem de veracidade e compleição das notícias. Só que geralmente não dá pra fazer em 140 caracteres, e tem que saber onde procurar (assim como na mídia impressa, papel aceita tudo).

        • Edwi Feitoza

          Depois do caso “Escola Base” nenhum jornalista deste país tem moral para reclamar a verdade para si!

        • Saulo Benigno

          Por qual motivo seria essa preocupação constante da veracidade dos relatos?

          Algum específico do trabalho ou somente para que se noticiar alguma mentira/irrealidade pode ser processado por uma quantia bem grande $$?

          É uma pergunta bem séria, eu acredito que seja só para não levar processo. Existe outro motivo?

          • Pek

            ninguém compra jornal sem credibilidade

          • Christian Oliveira

            Veja é a revista “jornalistica” ainda mais vendida do país.

          • Pek

            exato

          • José X.

            Alguém ainda compra jornal ? Quer dizer, deve comprar, mas faz MUITO tempo que eu não vejo alguém com um jornal nas mãos…muito tempo mesmo. Para todos os efeitos práticos a imprensa escrita morreu. Digo isso como leitor inveterado, leitor de jornais por muitos e muitos anos: parei de comprar jornais lá por volta de 2007 ou 2008, porque me irritei, cansei de ser tratado como um idiota pelos jornais. Lembrando de tempos longínquos quando li Alvin Toffler, jornal implica uma relação estática, produtor –> consumidor, quando hoje ninguém mais suporta isso, (quase) todo mundo quer ser “prossumidor”.

          • PatrickSilva

            Saulo, só evitar processo já é um ótimo motivo. A responsabilidade pelo que se diz é declarada já no art. 5 da constituição federal, logo cabe a todos e não só aos jornalistas de ofício.

            Mas também, como bem disse um colega aqui te respondendo, ninguém compra jornal sem credibilidade. Um jornal é uma empresa. Sem credibilidade ele não vende, se não vender a empresa fecha as portas.

            Por fim, a busca pela apuração e pela objetividade (ser imparcial) são parte da deontologia da profissão.

            A quem se incomoda com o papel da verdade no processo jornalístico, eu recomendo fortemente a busca por material discutindo “a objetividade no jornalismo”. É uma discussão antiga, já bem assentada, mas ainda polêmica.

        • Christian Oliveira

          Você provavelmente já deve ter visto muita informação na lata do lixo e muita noticia na manchete, certo?
          Ser jornalista é bem diferente de assinar o editorial.

        • Domingos Tavares

          Milton “corneta” Neves mandou lembranças. Aliás, todo o jornalismo esportivo (conhecido carinhosamente como flapress) mandou lembranças.

    • Podia ter lido mais de três parágrafos, evitaria passar vergonha..

      “A acusação de que as redes sociais são superficiais é correta. É inevitável, esse é o preço que se paga pela instantaneidade. Não há competição, ou não deveria haver, o Jornalismo de qualidade existe pra organizar a bagunça depois dos 784329843 twits sobre o assunto”

      • PatrickSilva

        Eu lí. Ser superficial != ser verídico.

        Vejamos (supondo que seja verdade o ocorrido, pra fins ilustrativos):

        1. Luciana Vendramini casa com empresário (notícia superficial).
        2. Luciana Vendramini casa com o Cardoso (noticia inverídica)

        • Jura, cara, JURA que as redes sociais não são conhecidas por postar somente informações verídicas? Agora conta pra gente, como é ser tão chato e literal assim?

          • PatrickSilva

            Ahahaha, mas meu ponto é exatamente esse: a velha mídia serve para CHECAR o que as redes sociais gritam muito antes.

            Isso não é um defeito a ser sanado, conforme vc supoe no texto, é um modus operantis (ou operandis?!). Alguém precisa pegar o boato da morte do Silvio Santos e ligar pra assessoria de imprensa do sbt, pro IML, pro caralho a quatro. Isso demora.

            Eu concordo PLENAMENTE com vc que os jornais não entendem a internet, mas não pelo que vc começou narrando.

          • OverlordBR

            a velha mídia serve para CHECAR o que as redes sociais gritam muito antes.

            Se fosse realmente isto, não veríamos tanta boataria sendo espalhada em forma de “notícias” na velha mídia.

          • Domingos Tavares

            Pois é… Tantas notícias da velha mídia que saíram do G17 e do Sensacionalista…

          • Luiz

            Claro, como se a velha midia fosse realmente mais confiavel que as redes sociais.

          • PatrickSilva

            Gente, eu não disse que a velha mídia é perfeita, infalível, o bastião da verdade. Eu disse que cabe ao jornalismo profissional o trabalho de CHECAR as coisas que publica.

            Quando um jornal publica algo do sensasionalista, ou do g17, ou do finado cocadaboa, a galera cai de pau criticando exatamente a falta de apuração, uma falha num dos paradigmas mor do jornalismo que é a checagem dos fatos.

    • Christian Oliveira

      O trabalho da velha mídia é de dar notícia com conveniência, dos patrocinadores, dos patrões, dos partidos aliados, dos grupos de poder.
      A velha mídia é simplesmente “velha”, dar informação ou jornalismo de qualidade é para poucos, bem diferente de dar notícia.

  • Johnny Walker Junior

    Cardoso, gostei muito da ironia sobre Pôncio Pilatos e o medidor de moralidade relativa foram impagáveis. Aconteceu uma coisa bem parecida na Alemanha encabeçada por Mathias Doepfner um executivo da mídia impressa e digital deste país, mas ele falou que se arrependeu depois, pois viu seus louros cairem

  • Edmilson_Junior

    Fechar o monopólio não seria algo bom? Eles não decidem se é bom ou ruim que o Google tenha o monopólio.

    • Lucas Timm

      Eles decidiram. Eles querem dinheiro do Google — se vai ser rachando ele em publicidade x o resto, se vai ser mantendo o monopólio, etc, são meros detalhes.

      • Edmilson_Junior

        Dinheiro todos querem mas eles tem de fingir que estão fazem isso pelo bem das criancinhas e isso normalmente depende de dizer que a postura atual da empresa é ruim mas em um momento eles reclamam do Google ser monopólio, que é prejudicial e etc e quando o Google fecha o tal monopólio, dando oportunidade a outros, eles reclamam também. Que ao menos sejam coerentes.

  • Adriano Garcez

    Por vezes eu acho que o tempo que fico verificando por fontes confiáveis de determinados assuntos no Twitter é quase o mesmo tempo que demora pra notícia sair na velha mídia. E por velha mídia, entenda Globo News, não a tradicional plim plim.

    Sobre o assunto central do texto (Cardoso sempre muito prolixo sem ser chato), foi um tiro no pé que não vão conseguir se recuperar. Fico imaginando se o Google fosse mais extremo e descesse o hammer of banishment sobre esses sites até no serviço de busca… isso daria uma treta maligna.

  • OverlordBR

    Pois é… reclamam, reclamam e reclamam do Google mas não querem parar de usar a bagaça!

    É como aquele pessoal do mimimim “minha privacidade” que insiste em usar Facebook, Gmail e tudo mais. Não usem, pô!
    Ou parem de encher o saco e aceitem o ToS!

    Se eu fosse ficar de mimimi, não teria nem usado DOS!

  • Irônico seria o Google contratar jornalistas e abrir seu portal de notícias na espanha. Sendo possivelmente o único a ser indexado por ele mesmo, iria dominar o mercado. Seria engraçado e trágico.

    • Marcelo Torres

      Não dá ideia…

      • The xD

        Mas essa é uma boa ideia…xD

      • The xD

        Mas essa é uma boa ideia…xD

    • Lucas Timm

      Provavelmente os mesmos dos jornais que moveram a ação.

      Deal with it.

  • gotavio

    Uso como minha filosofia de trabalho até hoje.

    Abri minha (EU)empresa de software em 2001 e sempre que um projeto se iniciava, ainda durante a fase de análise o cliente já chorava: “Mas eu te pago sem ver nada de concreto ainda!”. Os que não falavam isso com toda certeza pensavam desta forma.

    Ao invés de chorar as pitangas nos fóruns de TI(ou similar) dizendo que o profissional/empresa é desvalorizado que sempre deve-se receber adiantado pra evitar um futuro calote do cliente, etc, etc, etc. Resolvi pensar mais no cliente e aboli esse negócio de receber pra depois fazer e fui mais longe. Mudei toda a forma de serviço para o seguinte:

    Eu te entrego o projeto em XX dias. Quando você os tiver em mãos você me paga. Se você achar o trabalho está uma merda. Você não precisa me pagar. No pior cenário você apenas perdeu seu tempo comigo.

    Praticamente passei a fechar contrato atrás de contrato, pois agora o cliente tem a faca e o queijo na mão. A mim só resta fazer o melhor (sempre).

    O mais interessante é que muitas vezes em empresas grandes ocorre algo semelhante a isso do Google. Eu sento com a equipe da empresa e gero o software exatamente como eles me pedem, mas quando a coisa vai pro gerente/ diretor começam as críticas de que o software é uma porcaria, que o acesso deveria ser por outro dispositivo que a cor dos botões não combinam com a politica de sustentabilidade da empresa e um monte de críticas quase infantis.

    Quando eu digo que o sistema não precisa ser pago eles adoram, mas lembro que um sistema não pago não será entregue. Ou seja, se não quer o sistema, tudo bem. Não precisa pagar eu o levo embora. Aí começa a choradeira igual os jornaleiros. Já vi isso acontecer duas vezes e confesso que me segurava pra não rir nessas situações.

    Com certeza o pessoal do Google deve tá com um sorrisinho esboçado nas bochechas também.

  • MarioNaoPergunte

    C-H-U-P-A, AEDE´s Espanholis …

  • azardo

    Eu tenho uma opinião bem sensata e equilibrada sobre esse assunto:

    TOMA TROUXAS!

  • Daniel Almeida

    Cadê aquela imagem da portinhola pela qual o Homer teve que se rastejar para pedir o emprego de volta ao Sr Burns?

  • Christian Oliveira

    Ou avelha opinião pública: se estiver afundando na lama, pise na cabeça, senão vc pode ser puxado para junto dele.

  • Paulo Bernardi

    O que falta mesmo é concorrência. Se um competidor do Google news mostrasse as notícias, quem poderia sair perdendo seria o Google, não os jornaleiros.

    Contenção de danos no momento? Anunciar que todas as suas notícias podem ser achadas no Bing news, por exemplo. Poderia dar certo, talvez, quem sabe.

    • Alguém usa o Bing?

      • Paulo Bernardi

        Bom, se o Google news não mostrar mais notícias, as pessoas vão ter que procurar em algum lugar não? Ou vão simplesmente parar de ler as notícias?

        • Dereck Bolsanelo

          tem que entrar no site de cada jornal e ver o que está rolando por la

      • Saulo Benigno

        Só mesmo a concorrência 🙂

      • Lucas Timm

        Bing?

    • Dereck Bolsanelo

      Mas ai eles iriam querer que a Microsoft também liberasse grana, por mim podem ficar sem links em nenhum buscador.

      • Paulo Bernardi

        Não necessariamente. Poderiam liberar para outros sites for free, só para testar o mercado. Alguém poderia querer pagar, não sei. Vai que algum outro site começa a crescer. Ingredientes não faltam: Google não indexando notícias na Espanha, eles podem fazer algum concorrente crescer. Se eles conseguirem vender isso, pode ser que consigam vender o peixe.

        Já que fizeram a cagada, diria que vale a pena arriscar e ir até o fim agora.

  • Jaison Antoniazzi

    kkkk ainda to rindo com o texto, parabéns Cardoso!

    pera… deixa eu rir mais um monte…
    kkkk…
    mais um pouco.
    kkkk

  • Como se diz “schadenfreude” em espanhol?

    • Domingos Tavares

      Gustazo, acho. Só sei que em português seria algo parecido com escárnio. Em inglês é glee.

      • Agora explica pra gente o que é pergunta retórica, please.

  • Bem feito!

  • Icaro Kossmann

    Full Pilatos foi sensacional hahahaha

  • Icaro Kossmann

    Capitalism XD

  • EduardoHanzo

    Toda vez que um blogueiro escreve as palavras “velha mídia” num post um panda morre e um youtuber aceita alegremente fazer um programa na TV.

    • Les Claypool

      *reddit

    • Tide “pepe” Hunter

      e mais um meme é criado no 4chan

  • Hahahahaha… Que delícia….
    Ah, cobiça! Sempre gerando boas histórias….

  • É isso que dá não saber identificar nem mesmo quem são os amigos e quem são os inimigos.

    Viva o livre mercado (e a liberdade de simplesmente deixar o mercado, se isso lhe for conveniente)!

    • Tide “pepe” Hunter

      [esquerdinha afetado]

      ainnnn, mas a China blá blá blá…

  • Rojedo

    Que burros! Dá zero pra eles!

  • Rinaldo

    Nada de tráfego para você!

  • Arthur Sales Gomes Ferreira

    A única parte ruim do texto é achar que jornalista verifica fontes antes de publicar notícias, a mídia brasileira (assim como uma parte da americana) ainda parece ser especialista nisso.

    Não é raro ver notícias falsas sendo replicadas como verdade, matérias que não explicam de verdade o acontecimento, eles são ainda mais melhores em aproveitar isso por razões políticas (postar denúncias sem fontes, colocar apenas uma versão, etc). Eles são apenas lentos mesmo.

  • Arthur Sales Gomes Ferreira

    A única parte ruim do texto é achar que jornalista verifica fontes antes de publicar notícias, a mídia brasileira (assim como uma parte da americana) ainda parece ser especialista nisso.

    Não é raro ver notícias falsas sendo replicadas como verdade, matérias que não explicam de verdade o acontecimento, eles são ainda mais melhores em aproveitar isso por razões políticas (postar denúncias sem fontes, colocar apenas uma versão, etc). Eles são apenas lentos mesmo.

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