Digital Drops Blog de Brinquedo

Por quê a Guerra Contra o Download Ilegal Está Perdida

Por em 5 de outubro de 2012
emDestaques Internet Meio Bit relacionados
Mais textos de:

Site | Twitter
  • http://revolootin.com/ paulo “preacher” queiroz

    Realmente, eu mesmo baixo muita coisa da internet e 90% não tem no Brasil ou é impossível encontrar.

  • http://meiobit.com/author/max_laguna Emanuel Laguna

    Vejo no download ilegal uma forma de protestar contra o DRM regional: sério que eu tenho de esperar semanas para TALVEZ a distribuidora permitir que o seriado/animê seja exibido na porca TV paga? =|

    • Carlos Magno GA

      Existem animes e mangás que só saíram do Japão por causa dos scanlations. E alguns mesmo nunca sairão.

      Lembro quando era criança que tentei comprar Senhor dos Anéis e percorri todas as livrarias da minha cidade (uma das 20 maiores do Brasil) sem sucesso. Por anos tive apenas o segundo livro da série.

      Monty Python era algo totalmente desconhecido que eu vi uma vez num festival de cinema. Nem dava pra baixar no eMule de tão raro.

      • Rafael Machado de Souza

        bato nessa tecla tambem. sou musico e nao conheceria 10% do que já ouvi se nao fosse pelo “download ilegal”..Foi algo essencial para minha formação. Donload ilegal tem seu lado cultural.

  • Rodrigo Meireles

    Eu sou assinante do Oi rdio e do netflix além de ter tv paga. O primeiro fez eu nunca mais baixar uma música via torrent. Como gosto de assistir algumas séries atuais, o netflix não consegue suprir esta minha necessidade e ter que assistir na data e horário certos da tv paga também não dá, tenho que apelar para o torrent de vez em quando. Então, os R$ 15,00 que eu pago por mês do oi rdio são bem pagos, do netflix nem tanto, já que uso esporadicamente, mas a da tv só pago mesmo por causa da minha esposa e do meu filho.

  • http://twitter.com/Eddie_soul True Story

    Bom musica eu ate concordo com a pirataria pois o gasto na produção dela é minimo.
    Ja filmes e seriados a tendencia é “netflixar”.

    A industria tem que mudar e os usuarios tbm tem e isso me preocupa bastante.

    Fico bobo quando vejo nego reclamando do catalago do netflix. Pombas por R$15 mesmo que durante um mes eu nao assista NADA ainda é vantagem.

    • Sander Manzoli

      O quanto custa não importa… roubar é roubar. Concordo em baixar para escutar, e caso goste, compre, pq simplesmente é o certo a ser feito. Vai do seu caráter e de mais nada. Muitas bandas gastam centenas de milhares de dólares para produzir 1 CD (e isso não importa).
      Creio que as vendas baixaram muito exatamente pq agora é fácil provar antes de comprar. Antes, o blind buy dominava, muitos compravam albums na aposta de que iriam gostar, e milhões de pessoas compravam álbums que juntavam poeira, se tivesse ouvido antes, não teriam comprado nem fu… certo?
      Hoje eu escuto no youtube, se curti, compro o CD. Compro pq é a única maneira de não roubar. E acho justo poder ouvir antes. Comprar mp3 online acho o fim da picada… o CD é o melhor backup do mundo, quero ter o encarte, e quero backup de qualidade. MP3 online é de qualidade inferior e não pode ser revendido… rippar em casa com calma, com lame, mp3 gain, etc, tem um arquivo muito melhor pra botar no iPod da vida.
      Sim, adoro Netflix!

      • http://twitter.com/Eddie_soul True Story

        Nao to falando que usar MP3 não é roubo. So que como falei dos males é o menor.
        E eu diferente de vc tenho horror a coisas paupaveis. nao sinto a menor falta de encartes e caixinhas.

        • Sander Manzoli

          No dia em que venderem online um MP3 de qualidade, ou FLAC mesmo, poderia ser… enquanto isso, compro CD importado a US$11 e ripo eu mesmo… sai o mesmo preço do mp3 online, tenho o backup físico que pode inclusive ser revendido depois quando eu não curtir mais, se for o caso. Eu tenho tudo ripado com qualidade no meu iPOD de 160GB, com lame hq, 256kbps, mp3 gain a 91db, letras, capa, etc… mas em casa, escuto CD, pela qualidade.

      • Rafael Machado de Souza

        olha, o dia que eu puder comprar o que quero eu vou fazer questão.
        eu acho legal ter livros e midias organizadas na estante.

        • http://twitter.com/Eddie_soul True Story

          Mudança de comportamento acontece mesmo quando voce não pode. Tem muita gente que se esconde atras disso.

          • http://www.meadiciona.com/charles_anjos Charles Albert

            como que muda esse comportamento sem grana amigão? deixa o cara.

          • craunch

            Certamente vai dizer: não consuma.
            Esse é o pensamento dos a favor do não compartilhamento, se não pode pagar não pode ter, se f*** aí, consumir mídia é algo não essencial e blablablá.
            Esses casos é só ignorar, não adianta discutir, a pessoa tem a cabeça formada e não vai mudar de opinião.

          • http://twitter.com/Eddie_soul True Story

            Não meu filho. Conheço varias pessoas que mesmo recebendo salario baixo (1000R$) compra seus jogos , filmes e etc originais.

          • Liberalino Maia

            Tem muita editora (a maioria, na verdade) que se esconde atrás de desculpas esfarrapadas pra não mudar de comportamento também.

          • http://twitter.com/Darkus Darkus

            O que? Você está falando de todas as editoras brasileiras e distribuidoras de filmes e CDs?
            Fico feliz que hoje em dia existe o compartilhamento digital, mas concordo que o que é bom deve ser comprado quando for possível pagar, adoraria ter todos os CDs do Rammstein importados diretamente do site deles! Farei isso assim que puder.

          • Rafael Machado de Souza

            cara, mal me sobra grana por mes. to pagando minha TV ate o fim do ano.
            mas tenho já adquirido diversos livros e pretendo adquirir mais alguns jogos de PS3 que fiz questão de não desbloquear.

      • http://miudostrocados.wordpress.com Rodrigo Santiago

        Que pensamento idiota esse de igualar copiar música a roubar. Roubo é você pegar o CD de uma pessoa e ela não poder mais ouvir. Cópia é muito diferente. É crime porque alguém escreveu num papel que é, mas na minha concepção, não vejo nada errado, milhares de músicas tocam no rádio todo dia e aí não é crime. Sempre que posso vou a shows de bandas que gosto, ou compro cds até, mas não porque “é o certo”, mas porque acho justo.

        • Sander Manzoli

          Pensamento idiota é achar que rádio tocar música sem pagar direitos autorais não é crime. Claro que é, e toda rádio não-pirata paga e paga caro.
          Tenho colegas que possuem escolas de dança, e todos pagam CARO para poder usar as músicas nas aulas.
          É caro? CD é caro? Claro que é!!! (MP3 legal não é, mas eu não compro online). EU acho CD caro. Qqualquer outra saída a não ser pagar pro dono da música o direito de ouvi-la, infelizmente é roubar a música, filme, etc.
          Pensamento idiota é se enganar achando que isso não é roubo…é ladrão sim e pronto, pouco importa se vc quer se enganar com isso ou não. Cópia NÃO é diferente, a não ser que vc pague pela cópia, ou que vc a delete após decidir se gostou ou não. Após ouvir (sim, baixe a música e prove), delete, e compre se gostou. E sim, infelizmente é caro… e o preço não justifica ir e roubar dos outros o direito autoral.
          Ser pobre não justifica ser uma pessoa não ter caráter, moral, dignidade e índole, e achar que o que é justo é o que ela acha que é justo para o bem dela e que se ferrem os outros… “ahhh, eu, o honestão, vou invadir sua locadora, levar 10 filmes, e devolverei semana que vem, sem pagar nada… ahh, claro, não roubei nada, pq vc no final não teve prejuízo material nenhum, ah, nossa, como eu sou espertão e JUSTO, e como os que pagam aluguel são idiotas!!! Semana que vem invadirei cinemas sem pagar também… afinal ninguém terá prejú, apenas não terão mais lucro, assim me dou bem e não prejudico ninguém, pois sou honesto e os que pagam o cinema são idiotas!!!”
          E o pior é que pessoas que poderiam pagar pelo CD, ainda vão, baixam, gostam, e não compram depois…

          • Liberalino Maia

            Pois eu tenho algo em torno de 500 GB de música baixada e mesmo assim, quando o Radiohead lançou seu último álbum, eu não medi esforços pra importar um exemplar do álbum pra mim.

            Agora me diga como é que eu faria, aqui no Brasil, pra ter toda a coleção do Tim Maia, do Jorge Ben Jor, do Raul Seixas, entre outros, se eu não tivesse como obtê-las via Internet? Só porque na minha cidade não tem nenhum sebo eu perco meu direito de acesso à cultura? E mesmo que tivesse sebos aqui, e que eu encontrasse todo esse material neles, como eu faria pra tocar os vinis? A verdade é essa, estamos à mercê da vontade da trilionária indústria da mídia em disponibilizar conteúdo. Se vende, você encontra fácil e a preços irreais, se não vende, azar o seu.

            Coitada de Zion se o Neo adotasse esse discurso de que temos que aceitar tudo do jeito que nos é oferecido… E lembre-se que o Neo VENDIA programas piratas! O que está se defende aqui é o direito socialização sem fins lucrativos de material cultural: COMPARTILHAMENTO.

          • http://miudostrocados.wordpress.com Rodrigo Santiago

            Desculpe-me, cara, mas você está errado, roubo é uma coisa, cópia ilegal é outra. Vide o código penal, no que tange ao roubo, fala em “subtrair coisa móvel alheia”. Quando ocorre a cópia ilegal, o que ocorre é a Violação do direito autoral, e as penas são diferentes, até. Roubo, pena de 4 a 10 anos; Violação do direito autoral (pirataria), de 3 meses a 1 ano. Então, abrasileirando, se você chamar alguém que viola o direito autoral de ladrão, pode tomar um processo por calúnia. Se quiser generalizar, chame de criminoso. ;-)

            Quando ouço rádio, EU não pago direitos autorais E nem tenho lucros com isso. A rádio paga pois tem lucro com a “exibição” da música. Acho justo.

            Seus exemplos apenas confirmam meu ponto de vista, e não vejo racionalidade em você não concordar comigo. Quando você aluga “10 filmes por uma semana sem pagar”, você está subtraindo os bens móveis (DVDs), impedindo que o dono da locadora alugue para outras pessoas, logo, esta dando-lhe prejuízo. Quando você vai ao cinema sem pagar, pode utilizar um assento destinado a um pagante, logo, dando prejuízo ao cinema, que teve custos para instalar a tela grande, comprar (ou alugar) um projetor, construir a sala, comprar cadeiras, pagar funcionários e até pagar os direitos autorais, já que tem lucros com a exibição do filme.

            Não entendo como um CD dos Beatles, gravado há mais de 30 anos, tem o mesmo preço de um CD lançado semana passada. Aí colocam a culpa do preço nos custos de produção da música (estúdio, remuneração do artista etc.), mas aí o CD dos Beatles já teve o custo de produção coberto há muito tempo. Aí colocam a culpa nos impostos, produção das mídias e distribuição, aí você vê CDs e DVDs sendo vendidos a preço de banana nas mesmas lojas que vendem CD de 50 reais.

            Hoje, alguém que pirateia um Casablanca que já teve seus custos de produção pagos, e muito bem, há muito tempo, é colocado na mesma vala de alguém que pirateia um filme que nem nos cinemas está. Concordo que há de se financiar os custos de alguma forma, mas porque o valor não diminuir assim que esse valor é atingido?

            Um medicamento, quando é recém lançado, normalmente é caro, para cobrir seus custos de pesquisa, produção etc. Com o tempo, vai baixando o valor, pois os custos de pesquisa já foram pagos, e o que resta são os custos de produção. claro, tem questões de marca e outras coisas envolvidas, concorrência etc. mas o básico é isso.

            Por isso que, na minha concepção, os direitos autorais precisam ser relativizados. Quando quero recompensar algum artista pela sua música, vou a um show, ou, em caso de artistas independentes que não tem o suporte de grandes gravadoras, até compro o CD. Mas antes de jogar tudo no mesmo balaio, procuro pensar o que é justo e o que não é. Acho engraçado que conheço pessoas que utilizam o Spotify por aqui, com contas da Europa, que, mesmo pagando, estão infringindo o direito autoral, pois estão pagando pelo direito autoral em outro país estando no Brasil.

      • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

        Copiar é completamente diferente de roubar.
        Ficar dizendo que copiar é roubo é bater na tecla do discurso moralista e hipócrita que a indústria enfia goela abaixo da gente.

        Eu ainda pirateio música, muito menos do que quando eu tinha uns 15 anos, mas ainda assim pirateio músicas (por vários motivos) para ouvir enquanto estou no ônibus, por exemplo.

        Livros idem. Não pretendo pagar R$200 por um livro que custa USD30 (mas que por conta do frete chega aqui por USD100). Então um PDF no iPad resolve isso muito bem, ainda mais que a maioria é leitura técnica e serve para consulta (porém, eu gostaria muito de comprar todos os livros, aliás, sempre que eu posso eu compro porque NADA substitui o livro físico, pra mim).

        Software depende muito. Windows eu não uso faz uns 2 anos, mas, quando eu usava eu “pagava” (na verdade eu usava as versões do convênio da MS com a universidade). Office é muito caro, custa quase R$1k (e o LibreOffice é muito ruim). Mas jogos eu compro só original, seja via Steam, Live ou mesmo a mídia física, porque como disseram mais acima, a dor de cabeça de crackear não vale a pena.

        Mas em nenhum destes casos pode-se considerar roubo a cópia.

        • Luiz Felipe

          Quase comprei o office quando fui “obrigado” a usar o libreoffice na faculdade durante 1 mes, mas dai usei pelo terminal service o pc da minha casa. depois disso, o office voltou para a alegria de todos.

      • Leandro

        CD melhor backup do mundo???
        Ta de comédia né.
        Compra então um porta CD (seja ele pra capas ou pra por o disco direto) e anda com essa bosta pra la e pra ca. Ah, e compra um diskman também pra rodar. Além de um pano pra limpar e produto pra corrigir invetiváveis defeitos na superfície de leitura.

        Eu levo meu pen drive ou mp3 e espeto no som do carro, som portátil, computador …

        • Sander Manzoli

          Vc sabe o que é backup?
          Eu tenho meu iPOD de 160GB lotado de mp3 que eu mesmo ripei dos meus CDs. Não escuto os CDs, meus CDs são apenas backup das minhas músicas, se perder meu iPOD e meus MP3 do micro, terei meus CDs intactos para ripar novamente (meses ripando novamente, rsrsrs).

          • Leandro

            Olha até onde eu entendo… CD com faixas pra reprodução são o formato e aquivos ORIGINAIS.
            Então ripar e guardar em HD’s e pendrive’s é um BACKUP! Cópia do original por precaução.
            Até porque o formato de cd pra reprodução permite até umas 20 e poucas músicas num cd, enquanto um cd de dados (backup?!?) permite la umas 160 músicas. Mesmo que fosse manter em cd, é no mínimo estranho usar 12 cd’s uando podia ripar e usar um só

      • http://twitter.com/Darkus Darkus

        Roubo é o ato de subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa (ou não), ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência. No Brasil, a pena prevista para este crime é de reclusão, de quatro a dez anos, e multa (art. 157, caput, do Código Penal).
        Na mesma pena incorre quem, logo depois de subtraída a coisa, emprega violência contra pessoa ou grave ameaça, a fim de assegurar a impunidade do crimeou a detenção da coisa para si ou para terceiro. Trata-se do roubo impróprio (art. 157, § 1o)
        A pena aumenta-se de um terço até metade: se a violência ou ameaça é exercida com emprego de arma (a cancelada Súmula 174 do STJ aplicava a majorante também para a arma de brinquedo); se há o concurso de duas ou mais pessoas; se a vítima está em serviço de transporte de valores e o agente conhece tal circunstância; se a subtração for de veículo automotor que venha a ser transportado para outro Estado ou para o exterior; se o agente mantém a vítima em seu poder, restringindo sua liberdade.
        Se da violência resulta lesão corporal grave, a pena é de reclusão, de sete a quinze anos, além da multa.
        Se resulta morte, a reclusão é de vinte a trinta anos, sem prejuízo da multa. Trata-se do chamado latrocínio, considerado crime hediondo, nos termos da Lei 8072/90.
        Fonte: Wikipedia e código penal brasileiro.

  • http://twitter.com/cristianobnu Cris

    Hoje, principalmente no Brasil o conteúdo pirata está mais rápido, de melhor qualidade e mais fácil de consumir do que o original, e ainda um é de graça e outro é pago e na maioria das vezes muito mais caro do que aquilo realmente vale.

    É preciso criar valor ao produto, as pessoas precisam ver vantagem em investir seu dinheiro, serviços como netflix são um exemplo que pode ser usado. Ainda não entendi o motivo as operadoras GVT, Sky, NET, demorarem tanto para colocar on demand TODA a programação de seus canais. Assinei a GVT TV por esperar isso daquele recurso chamado “outra chance”, achei que lá eu iria poder ver a hora que eu quisesse todo o conteúdo da minha tv por assinatura, mas não é assim, tem praticamente nada la dos canais que pago. Me arrependi bastante de ter colocado isso e agora sou obrigado a ficar um ano com isso. Qual o problema de oferecer o canal da Warner por exemplo, em um aplicativo de smart TV pagando apenas uns R$10 por mês? É assim que eu vejo o futuro e estão demorando de mais pra isso e ainda tentam impedir que copiamos de graça.

    • cquintela

      Isso não iria diminuir a pirataria, veja bem, os EUA com a melhor estrutura para cinema, televisão e música do mundo é o país que mais pirateia…

      • http://profiles.google.com/1bertorc Humberto Ramos Costa

        Acho q a conta não é tão simples… Teria q ser uma relação entre conteúdo legal/conteúdo ilegal, nesse sentido países em desenvolvimento teriam uma relação ‘mais ilegal’.

    • http://twitter.com/jorgedondeo Jorge Dondeo

      Você está esquecendo que produzir e disponibilizar conteúdo legal é bem mais complicado, tem que licenciar, pagar direitos, funcionários, tem a legislação de cada país, aplicativos precisam ser criados, para isso precisamos de programadores, analistas, testadores, sem contar os possíveis erros e falhas, ou seja é necessário um pós venda, suporte, fac’s e sac’s da vida. Para distribuir conteúdo não é mole, tem impostos (federais e estaduais), transporte, é uma logística gigantesca levar conteúdo para a maior parte do país. Financiar, produzir e distribuir conteúdo e complicadíssimo, muito caro e arriscado, piratear é mole mole, não tem riscos, custos e nenhuma responsabilidade.

      • http://www.facebook.com/ricardolucas.net Ricardo Lucas

        Não tão complicado assim. Hoje o icms é cobrado de acordo com o Endereço de Instalação/Cobrança e isso não vai mudar. No caso das tvs a cabo a infra já esta distribuída, Em alguns seria necessária a atualização de alguns equipamentos de rede pra suportar novos protocolos (tais como o Docsis 3.0). O modelo de negócio que tem que mudar: Desde a programadora dos canais que obriga o seu pacote ter a TVE para ter Telecine, passando pela distribuído/operadoras de TV que não quer ter trabalho de vender pacotes de canais separados e, por fim, o governo que obriga as duas anteriores a terem cotas para conteúdo nacional.

  • Alan Cordeiro

    Você quis dizer “Tráfico de drogas” ?

    • http://www.fkdk.com.br/ j. noronha

      Não, porque tráfico de drogas é tradução mal-feita de tráfego de drogas, do inglês.

      • Marcoscs

        ‘tradução mal feita do inglês’??
        Mas a palavra ‘tráfico’ tem origem italiana, ‘trafficare’, que significa fazer comércio. E em inglês ‘traffic’ pode ser tanto o comércio (tráfico) quanto o movimento de coisas e pessoas (tráfego).
        No Brasil é diferente, aqui há a distinção entre o comércio (tráfico) e o movimento (tráfego).
        Então não há tradução mal feita, apenas na língua portuguesa há uma especificação que na língua inglesa não existe.
        Por isso você está equivocado, meu amigo, é “tráfico de drogas” sim, quando se quer falar do comércio de entorpecentes. Pelo menos se você quer se expressar na inculta e bela…

        • http://www.fkdk.com.br/ j. noronha

          Prefiro minha versão, até por que um dos sinônimos de tráfico é tráfego. E sempre sigo uma velha lei da física, pra que simplificar se complicando pode ser que funcione? =)

          • Marcoscs

            perfeito, não sou de ficar patrulhando ninguem muito menos linguisticamente, rssssrrssrsrsrs
            mas como vc disse, é uma versão, por isso a forma portuguesa não estaria “errada”, é apenas uma forma própria de se expressar.

            Em 7 de outubro de 2012 03:49, Disqus escreveu:

  • Carlos Magno GA

    Acho que a questão está na facilidade.

    Hoje em dia eu jamais instalaria ou recomendaria Windows pirata. A dor de cabeça não vale à pena. Desativar Windows Update, fazer gambiarra daqui, gambiarra dali, instalar isso, instalar aquilo e tudo para um dia chegar em casa cansado, querendo usar o computador e não poder por conta de algum update secreto da microsoft.

    Jogos idem. Você compra um jogo no Steam em segundos, manda baixar enquanto toma banho e ele já está instalado e pronto pra jogar. Eu levava 3 horas para instalar e crackear Crysis I. Hoje em dia eu não disponho mais desse tempo. Capaz de você deixar de jogar por uns 3 meses e quando você vai voltar o crack não funciona mais e você tem que caçar outro, se tiver.

    Meu pai outro dia tava querendo um pen-drive com músicas. Comprei um pen-drive pra ele e sentamos juntos para baixar os álbuns. Meia hora e tudo pronto. Muitos ele até tinha em mídia física: LPs de Roberto Carlos, Frank Sinatra, Michael Jackson, de músicas militares…

    Levar um toca discos no carro hoje em dia não é mais factível, CDs nem era quando você viajava sozinho. E mesmo quando viajava acompanhado era batata você ouvir um CD três vezes por preguiça de trocar o disco.

    A guerra está perdida pois as gravadoras não acharam um meio de transformar a mídia em algo mais “móvel”. Você compra um álbum no iTunes/Amazon/etc. e pode ser que um dia suas músicas não sirvam pra nada: você morre, o iTunes deixa de existir, o formato com DRM não é mais tocado.

    Os LPs, CDs e afins estão lá, na estante e pode ser que nunca mais sejam lembrados. Eu tenho Game of Thrones em inglês no celular pois não consigo levar o livro pra lugar nenhum (eu não trabalho de mochila), mas o livro eu posso emprestar. Queremos um pouco dos dois mundos.

    • http://www.facebook.com/EdimarEstevam Edimar Pacheco Estevam

      Você deve estar falando do Windows 8, porque do 7 pra baixo é uma moleza instalar o Windows e deixá-lo preparado para futuros updates.

    • Edmilson_Junior

      Fico imaginando oque você fez por 3 horas para crackear um jogo… normalmente é trocar um arquivo ou executar algo e só.

      • http://twitter.com/Eddie_soul True Story

        Falou “Jeneo”… Varios jogos que eu jogava quando mais novo tinham problemas com crack. Alias até hoje eu acompanho a cena e o que eu vejo é sempre jogos sendo lançados e depois precisando de um “crack pro crack”.

        Batman Asilo arkan foi o ultimo jogo que usei pirata e ele simplesmente da muito pau em suas versoes crackeadas…

        • cquintela

          Isso não é crack do crack, isso é fix para o crack que muitas vezes corrigem erros mais rapidamente que o próprio udpate oficial do jogo.

          • http://twitter.com/Eddie_soul True Story

            Eu entendo o cardoso.
            Bicho vc sabe pra que se usa aspas?

          • cquintela

            Sei, é um subterfúgio muito utilizado pra quando o cara fala uma bobagem está justificado porque está entre aspas.

          • http://twitter.com/Eddie_soul True Story

            ui temos um Badass aqui.

          • http://www.facebook.com/ricardolucas.net Ricardo Lucas

            kkkkkk, hot fix do crack. Ri Muito

      • Luiz Felipe

        É o tempo que voce perde até descobrir um bug causado pelo crack e tentar todas as combinações. Chega uma hora na vida que tempo vale mais que dinheiro, e voce acaba comprando original mesmo, pois não perde 1 segundo crackando porcaria nenhuma.

    • http://www.facebook.com/people/Juliano-Teichmann/100002446193437 Juliano Teichmann

      Concordo com você, mas isso está muito relacionado ao seu tempo disponível, idade e renda. Quando eu era mais novo e tinha tempo, o download + crack era direto, e muitas e muitas gambiarras para poder jogar os jogos piratas online. Uma versão do Colin McRae com os DRMs da vida era necessário desconectar o cabo do CD/DVD para funcionar, veja só.

      Hoje quando eu PENSO em tentar jogar um jogo crackeado online eu já desisto, prefiro passar meu cartão de crédito que por US$20 o jogo ta no steam. Com US$ 20 são duas refeições em algum restaurante mediano. Agora esperar que a pessoa que ganha pouco vai ter condições de comprar estes jogos é ilusão, por isso uma parte da pirataria não é de clientes potenciais, e sim pessoas que querem aquilo e não teriam condições de pagar.

    • Leandro

      Vale mais a pena comprar windows e jogos pela facilidade de instalação e uso?
      Vivendo e aprendendo…

      • Alexandre Silva

        Eu hj em dia não tenho a minima paciência p/ os crackes, vendi o psp pq era um saco não poder jogar os lançamentos. Tenho um ps3 e só de pensar em todo o processo de desbloqueio da cfw3.55… mas ai eu fico de olho nas promoções dos sites como americanas e compro os jogos por menos de 90R$.

        O Windows ainda dá p/ manter pirata de boa, mas com a baixa no preço da microsoft(40 dolares) eu vou migrar p/ o windows 8 original facilmente.

        Musica e video são bem mais fáceis de baixar, vc baixa, coloca no player e pronto. E muitas vezes mais rápido que o oficial.

        Aplicativos de celular no exterior tb é moleza, muitos por menos de 1 dolar, quando vc percebe já comprou. Aqui no Brasil vc tem que ter cartão internacional, toda uma complicação ainda. Mas é muito facil comprar um aplicativo do que piratea-lo

      • http://www.facebook.com/ricardolucas.net Ricardo Lucas

        Não é? A instalação do windows é tão complicada quanto a do ubuntu 12 e Mac Lion OSX 10.8.4.1.3.4.2.78.13

        • http://www.facebook.com/leandro.caxa.1 Leandro Caxa

          Eu falei que COMPRAR windows por ser mais prático do que o pirata é ridículo.

  • Rafael Machado de Souza

    Excelente constatação dessa pesquisa. Eu costumo baixar discos inteiros pois gosto de ouvi-los por inteiro…, nao imaginei que tanta gente fazia o mesmo.

    • http://twitter.com/Darkus Darkus

      Eu sou um dos que fazem a mesma coisa, mas a diferença é que eu baixo a discografia completa logo de uma vez! =D (as vezes em MP3 e FLAC juntos só para não ter o trabalho de converter)

  • Bruno Barbieri

    minha mãe comprou box do supernatural, da primeira a quinta temporada. Já foram 3 para troca por defeito de leitura (inclusive identifiquei os setores do DVD com defeito), agora no terceiro eles estão aplicando 171 de “não achamos defeitos”, no minimo botam o dvd lá, assistem 10s de um episodio e falam “esta funcionando”. Cerebro pra imaginar que o dvd é uma superficie de leitura, que esta estragada apenas nos pontos onde esta estragado nem pensar…

    os .MKV blu ray rips audio dts que eu tenho aqui, funcionam que é uma maravilha…. bota uma temporada inteira e pluga na USB da TV e vai assistindo, levantar para trocar o dvd? nem pensar.

    e depois eles realmente não sabem pq não acabam com a pirataria.

    • Leo Andrade

      “e depois eles realmente não sabem pq não acabam com a pirataria”
      Tirou as palavras da minha boca. E odeio tanto os CD/DVD/Bluray’s que quando alugo, tiro uma cópia e assisto A CÓPIA a partir do HD externo com um Player HD.

  • Keaton

    YOU FUCKING MADE ME DOWNLOAD A DOLAN. U MEAN GUY. I AM NOT YOUR FRIEND ANYMORE. D:

    O original é o simples fato que eles colocam um preço (aparentemente) aleatório e acham que vale.
    Por exemplo… o que faz um video de menos de duas horas custar 85 reais? A midia?
    Não concordo com o preço. Eu pagaria tranquilo uns 20-25 reais por DVD/Blu-Ray… Mas 85? Sério?

  • http://www.facebook.com/people/Marcos-Antonio/100002951460921 Marcos Antonio

    Essa RIAA devia ir pro meio do inferno.

  • Darlan Ullmann

    As produtoras nunca chegaram a pensar em distribuir os discos gratuitamente, de uma maneira fácil e rápida, e ganhar em cima disso com propaganda / patrocínio?
    Empresas da web vivem assim, e se houvesse uma central onde fosse rápido e fácil baixar qualquer (ou a maioria) dos CDs, as pessoas iriam atrás deste serviço.
    Sites de pirataria ganham dinheiro assim, tá na hora das produtoras começarem a pensar diferente…

    • http://twitter.com/Darkus Darkus

      Poderiam também cobrar uma mensalidade de digamos uns 30 reais e oferecer streamming em HD de filmes lançamentos, muita gente pagaria já que em muitas cidades conexões de 10MB são comuns e acessíveis..

  • Leandro

    A questão é: ninguém ta satisfeito e tem como conseguir TUDO em filmes e músicas de graça pela internet. Desde as tv’s a cabo a venda de cd’s, aqui no brasil se paga MUITO mais caro. Dinheiro que não é usado pra fazer p… nenhuma pro povo. Já somos roubados aí!

    Eu tinha o pacote básico da net a alguns anos (sim entrei na venda casada por não saber que era proibida, ou talvez não fosse na época, enfim…) só pra ter a internet virtua. Já se percebe ai a mentalidade da empresa brasileira e também reflete o imposto que pagam pro governo. Sendo que
    desses canais não dava pra ver UM filme decente. Porque os decentes passavam em canais com custo extra.

    Se o governo começa f… tudo e a empresa não ta nem ai pra satisfação do cliente, fazendo ele gastar uma fortuna quando pode conseguir de graça, me digam qual a porcaria do orgulho em dizer “não estou roubando um mp3″, quando quem vai lucrar mesmo com são gravadoras que também se igualam em preços e mentalidade. A porcentagem por livros ou cd’s que o autor/artista recebe é ridícula.
    Agora vou comprar o filme original pra ajudar o brad pitt? O linkin park vai quebrar por eu não comprar o cd, ou vai ganhar com divulgação e download da música, compartilhar o clipe novo nas redes sociais…?

    Olha o psy com o gangnam style ai. Já ta fazendo show enorme por lá, com a produção de uma música com foco na divulgação.

    TUDO hoje é compartilhamento, querem nos manter na pré-história em épocas de facebook, twitter, tablets, smartphone… Revolucionários politicamente corretos podem pensar como quiserem. É um fato e não tem nada que se possa fazer a respeito. Querem uma cultura de primeiro mundo num país de quinta. Garanto que adoram o desarmamento e a lei seca também!

  • Pingback: Kevin Spacey pede aos executivos de TV para que abram o olho para as novas tecnologias « Meio Bit()