Alexandre h 16 anos atrás
Na época do Game Boy Advance, séries como Pokémon e Golden Sun estavam em alta, mas havia um outro RPG que infelizmente não teve tanto sucesso. Seu nome era Riviera: The Promised Land.
A história começa quando dois anjos, Ein e Ledah estão a caminho de Riviera. Esse local precisa ser destruído para evitar outra grande guerra. Segundo os anjos, esse é um "pequeno sacrifício" que impedirá o Ragnarök.
Ledah e Ein chegam ao Portão do Paraíso (Heaven's Gate). Lá acabam encontrando com um misterioso espírito que faz com que Ein desapareça. Assim, Ledah recebe a ordem de continuar sozinho.
Ein cai em uma estranha vila, na casa de Fia e Lina, duas garotas que cuidaram dele até que acordasse. Ele descobre que está em Riviera, porém perdeu toda a memória, e só consegue se lembrar do próprio nome.

Agora, sobre as batalhas. Em cada luta, você só poderá carregar 4 itens. O ideal é pegar 3 armas e 1 item de cura. As armas possuem limite de uso. Por exemplo, um arco só poderá ser usado 40 vezes, depois você o perde. É recomendável explorar bem as fases em busca de armas.
Cada vez que você ataca o inimigo, ou é atacado, uma barra no canto superior esquerdo da tela começa a se encher. Com ela, você pode disparar um ataque especial. Mas cuidado, ao usar o especial "Disaresta" de Ein, ou o "Lost Seraph" de Ledah, a barra se quebra e você não poderá usá-la novamente até o fim da batalha. Os inimigos também possuem essa barra, que fica no canto inferior direito da tela.

O game possui o modo treinamento que pode ser acessado a qualquer hora. Lá, você pode lutar contra inimigos, e é ideal para aperfeiçoar suas armas, pois lá você não as gasta ao usar. O correto seria acessar o treinamento toda vez que adquirir uma arma nova.
Todo RPG precisa de exploração, certo? Em Riviera, isso não falta. Ao entrar numa tela, você estará no modo "Move", e ao apertar uma das setas direcionais, moverá para outra tela. Mas ao apertar o botão "A", você ativa o modo "Look", no qual poderá analisar o cenário em busca de algo interessante.

Um ponto forte do jogo é o fato de que muitas vezes você pode escolher o que quer dizer às personagens. Dependendo de sua escolha, você pode se dar bem, ou acabar tudo em confusão. Isso deixa o jogo muito divertido.
Se Riviera: The Promised Land é um excelente jogo, eu não sei. Mas garanto que é bem melhor do que muitos RPGs que eu conheço.