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Free Fire recebe liga brasileira e final do mundial 2020 no Brasil

Free Fire, o Battle Royale para celulares ganha liga brasileira com calendário próprio, final no Brasil e plataforma de streaming, chamada Booyah!

24/01/2020 às 22:05

Free Fire, o Battle Royale para celulares começa 2020 com tudo: o jogo móvel mais baixado de 2019 terá uma liga brasileira, com calendário próprio e acessível a novos times. Além disso, a Garena anunciou que a final da World Series será realizada no Brasil em cidade a ser definida, e uma nova plataforma de streaming de jogos, chamada Booyah!

Garena / Free Fire

Liga brasileira de Free Fire terá 3 grupos

A primeira e maior novidade é a Liga Brasileira de Free Fire (LBFF), a liga oficial do Battle Royale móvel localizada para o país. Ela será dividida em três séries (A, B e C), sendo a série A a reservada aos times profissionais. As partidas desses times serão presenciais, realizadas no complexo dos Estúdios Quanta, na Vila Leopoldina, São Paulo.

O ambiente possui 1,2 mil m2, com espaço para imprensa e criação de conteúdo, e há previsão para acomodar uma plateia nas finais.

Ronaldo Gogoni / estúdio de Free Fire em SP

Sobre a formação da liga, vai funcionar assim: no primeiro momento a Série A será formada por 12 times convidados pela Garena (B4, Black Dragons, Corinthians, Furia, INTZ, LOUD, paiN Gaming, PRG, Red Canids, SKS, Team Liquid e Vivo Keyd), enquanto a série C agregará centenas de times menores, em geral amadores e sem limite de número, sendo a porta de entrada para quem deseja se profissionalizar e atrair investidores (a desenvolvedora ainda não definiu os critérios de inscrição).

O calendário de 2020 definirá a formação da série B, que agregará times da série C que se classificaram e aqueles que forem rebaixados da série A. No final do ano, a série A será composta de 18 times e a série B, de 36.

Segundo Fernando Mazza, head de operações da Garena, a liga foi organizada de modo a permitir que qualquer time possa subir até a série A, desde que tenha as habilidades necessárias para superar os adversários em Free Fire. A liga é mista e aberta a jogadores de todos os gêneros.

Mundial de 2020 será realizado no Brasil

A segunda novidade da Garena foi a confirmação de que a Free Fire World Series, a etapa final do campeonato mundial será realizada no Brasil, assim como em 2019, que rolou no Rio de Janeiro. Embora haja a impressão de que o jogo é um sucesso semi-localizado, bombando em apenas alguns países, ainda assim o jogo da Garena foi o mais baixado em celulares no último ano, segundo a App Annie, superando PUBG Mobile.

A Garena não deu maiores informações sobre qual cidade irá sediar a final, apenas sabe-se que ela será realizada em novembro.

Booyah!, nova plataforma de streaming

Por fim, foi apresentada uma nova plataforma de streaming voltada a jogos, chamada Booyah! (não tem nada a ver com o Ciborgue). Disponível via web no site booyah.live e nos apps para iPhone e Android, ele foi desenvolvido tendo em via celulares (óbvio), mas consegue fazer streaming pelo PC e inclusive por emuladores Android, como MEmu Play e Bluestacks, entre outros.

Garena / Booyah! / Free Fire

Desenvolvido com foco primeiro no público brasileiro, a Booyah! é bastante robusta e suporta streaming de partidas de Free Fire (e no futuro, de outros jogos) para quatro plataformas simultaneamente, sendo ela própria, Twitch, Facebook e YouTube. Assim, o criador de conteúdo não precisa escolher qual serviço de streaming ele pretende priorizar, podendo enviar suas transmissões para todos ao mesmo tempo.

A Booyah! passou por etapas de beta fechado e aberto nos últimos 8 meses, e segundo um informe da Garena ao Meio Bit, o feedback dos testadores foi muito bom, com o serviço garantindo a transmissão simultânea sem perdas ou atrasos, algo que dada suas capacidades, beira a bruxaria.

Em entrevista ao Meio Bit, Mazza disse que a Booyah! possui uma equipe de moderadores e filtros automáticos de palavras, tanto para pegar streamers fazendo o que não devem, quanto para silenciar espectadores falando groselha nos comentários. A plataforma também pretende introduzir um programa de monetização para os criadores (claro, haverão critérios) e espectadores poderão ganhar brindes automaticamente, de forma similar ao que o Mixer já faz.

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