Apple vendeu 46,7 milhões de iPhones no 3º trimestre de 2017

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CEO da Apple ri à toa com os excelentes resultados (crédito: 9 to 5 Mac)

Apple, a empresa que vale US$ 900 bilhões de dólares, acaba de divulgar o relatório financeiro do quarto trimestre fiscal de 2017 (Q4 FY 2017): é o período compreendido entre julho e setembro.

No Q4 FY 2017 a Apple teve receita de 52,58 bilhões de dólares (alta de 12% em relação a Q4 FY 2016), com lucro de US$ 10,7 bilhões (+ 18,6%). De onde veio esse dinheiro?

Bom, ao menos US$ 28,85 bilhões vieram das vendas de “apenas” 46,7 milhões de unidades da linha iPhone, entre julho e setembro de 2017 (Q4 FY 2017). Temos um aumento de 3% no número de aparelhos vendidos em relação ao mesmo período do ano passado, e a arrecadação aumentou 2% em relação ao trimestre equivalente em 2016.

A linha iPad respondeu por uma receita de “apenas” US$ 4,83 bilhões; correspondente à venda de 10,3 milhões de unidades. Houve portanto um aumento de 11% nas vendas e 14% de aumento da receita em relação ao ano passado (Q4 FY 2016). O povo no mundo civilizado prefere iPad mesmo, e dos modelos mais caros.

A linha Mac gerou US$ 7,17 bilhões de receita (+ 25% em relação a Q4 FY 2016), com as vendas de 5,4 milhões de unidades (+ 10%).

Serviços como o Apple Music e iCloud arrecadaram US$ 8,5 bilhões (alta de 34% em relação a Q4 FY 2016).

Por fim, outros produtos (incluindo a linha iPod) responderam pelos US$ 3,23 bilhões restantes da receita global da Apple no terceiro trimestre de 2017. Alta de 36% na arrecadação.

Minha opinião? Neste Dia de Finados só lamento… diversas decisões recentes de design da Apple que me desagradaram, mas ela vai muito bem financeiramente.

Para terminar bem o presente texto, um passeio pela nova sede, o Apple Park.


Matthew Roberts — APPLE PARK October 2017 Drone Tour 4K

Fontes: 9 to 5 Mac e Tech Crunch.

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Autor: Emanuel Laguna

O “tio Laguna” nasceu no Siará em meio à Fortaleza de 1984. Sempre gostou de brincar de médico com os aparelhos eletrônicos e entender como um hardware dedicado a jogos funciona, mas pretende formar-se como Engenheiro Eletricista qualquer dia. Antes apaixonado pelos processadores gráficos desktop, vê nos smartphones, tablets e outras geringonças mobile o futuro da computação.

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