Insetos robôs gigantes — Esses cientistas REALMENTE querem matar todos nós

bioniloura

Voar, se você não for kryptoniano ou se o seu botijão de gás não explodir, é complicado. O custo de energia é muito alto, quem voa come o tempo todo. Mesmo assim é um meio de transporte muito prático, se você não despachar bagagem, e ideal para espionagem, inteligência, monitoramento e resgates.

Por anos a ficção científica sonha com micro-robôs insetóides voando em enxames, trabalhando em conjunto, mas é complicado chegar a um design ideal. A Natureza mesmo demorou muito e quando fechou o modelo, não mexeu nele nos últimos cem milhões de anos.

A Festo é uma multinacional alemã na área de automação fundada em 1925, que movimenta 2,1 bilhões de euros anualmente, com filiais em 59 países. Agora estão se dedicando a sistemas robóticos, e o BioniCóptero é um deles.

Baseado em uma libélula, parece mais algo saído do Jurassic Park de Cybertron. São 44 cm de comprimento, 63 cm de envergadura, 175 g de peso, múltiplos sensores inerciais e asas de fibra de carbono.

O bicho, controlado por um ARM é capaz de parar no ar, voar para qualquer direção, achar Sarah Connor e ainda ser controlado via Wi-Fi por um smartphone. Miniaturize esse negócio e você terá um espião que pousará na janela do banheiro da Scarlett Johansson e ela NUNCA perceberá. Ou do Kim Jong-Un. Isso, Kim Jong-Un, claro.

Veja o BioniCóptero em ação. Confesso que achei inicialmente que era CGI.

Fonte: CMF.

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Autor: Carlos Cardoso

Entusiasta de tecnologia, tiete de Sagan e Clarke, micreiro, hobbysta de eletrônica pré-pic, analista de sistemas e contínuo high-tech. Cardoso escreve sobre informática desde antes da Internet, tendo publicado mais de 10 livros cobrindo de PDAs e Flash até Linux. Divide seu tempo entre escrever para o MeioBIt e para seu blog pessoal, o Contraditorium,

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