Google/AdMob traça perfil de usuários de tablets
Numa pesquisa realizada em março, nos Estados Unidos, com 1430 pessoas, a AdMob, espécie de “AdSense para dispositivos móveis” de propriedade da Google traçou o perfil do usuário de tablet.
Os dados são interessantes e revelam tendências para o uso das “pranchetas virtuais” (sic), bem como confirmam algumas virtudes que, no início da sua popularização, esperava-se fossem realmente vingar.
MessageParty lança plataforma de ‘geoblogging’
Fico cabreiro antes de escrever sobre algo que está ainda despontando lá fora e que poderá até mesmo não dar certo e, consequentemente, nem chegar por aqui. Vou abrir uma exceção para o MessageParty porque pretendo analisar conceito, mais do que o serviço em si.
O MessageParty havia surgido originalmente como uma plataforma de chat baseada em geoposicionamento, lançada no segundo semestre de 2010. A ideia era colocar numa sala de bate-papo pessoas que estivessem num mesmo bar, numa mesma festa ou onde quer que se fizesse oportuno bater papo com outros usuários nos arredores. Talvez fosse uma boa ferramenta de socialização para os patologicamente tímidos, a resposta para todos os problemas dessas pessoas. Mas não deu certo. Parece que os patologicamente tímidos preferiram ficar em casa twittando e o MessageParty foi por água abaixo.
Dan Morrill produz apresentação de imagens simbolizando o aumento do controle sobre o Android
As discussões sobre a falta de um controle sobre o Android, sobre a excessiva liberdade dada aos fabricantes de dispositivos para alterarem o sistema operacional, sobre os problemas gerados pela fragmentação da plataforma e etc., são bem conhecidas. A novidade nesse quadro é que a Google está finalmente se mexendo para assumir o controle.
Um primeiro movimento se deu com a declaração de que parte do código fonte do Android 3.0 (Honeycomb) não seria aberta. Apenas uns parceiros privilegiados teriam acesso a esses códigos, cumpridas certas condições. A medida gerou inclusive protestos entre entusiastas do software livre, que viram nesse movimento uma espécie de desrespeito aos princípios da comunidade. Por outro lado, apesar de tais objeções, é preciso observar que a plena liberdade da qual sempre gozaram os fabricantes se demonstrou prejudicial não só a muitos usuários quanto à própria imagem da plataforma.
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App de Android torna mais covardia ainda o 5 contra 1
Por anos o prazer solitário (ou sexo com a pessoa que você mais ama, segundo Woody Allen) masculino foi inferiorizado pelo feminino. O Onanismo das mulheres sempre foi digital, o dos homens nunca passou do manual.
NÃO MAIS!
Graças ao WANK-O-METER para Android você, caro usuário livre mas forever alone poderá melhorar muito sua auto-performance, preparando-se qual atleta olímpico para o dia em que encontrar aquela proverbial menina bonita que gosta mais de Android do que de iPhone.
O software é BEM completo, e não utiliza nenhum tipo de sensor especial (só lamento, tente ser abduzido, vai que ajuda). A única exigência é uma munhequeira (convenhamos, para usar no punho o nome deveria ser outro).
Senado Federal lança App de iPhone com custo de desenvolvimento recorde (pra baixo)
Blogueiros – EU, Gabriel Leite, Sam Shiraishi, Inagaki, Gregori Pavan, Paulo Lima e Rodrigo Tebaldi – imagem: Agência Senado
Existe uma realidade cruel: A classe política se distanciou tanto da realidade da população, criou tanta desconfiança que o povo se mantém afastado. “Não gosto de política” é algo raramente questionado. Mesmo que um Senador queira se aproximar e ouvir seus eleitores, será recebido por desconfiança e cinismo. 99% das vezes justificado, mas cruel para o 1% bem-intencionado. Isso a longo prazo será péssimo para a nação e a democracia.
Mas chega de falar da Roma Antiga.
O problema hoje se agravou. Com o desenvolvimento dos meios de comunicação e hoje as redes sociais, esse distanciamento deixou de significar isolacionismo. A sociedade tem uma capacidade de organização e mobilização nunca antes vista. Isso funciona numa Líbia, num Egito ou pra colocar a tag #forabolsonaro” nos Trend Topics do Twitter e assim acabar com o racismo e a homofobia no Brasil até quinta, porque sexta tem chopp.
Adicione a isso o agravante da mídia não cobrir nenhuma atividade política não-polêmica. Os projetos parecem cair do céu, mesmo que levem anos tramitando no Congresso, só são “descobertos” pela mídia quando chegam na reta final. Os projetos de interesse público, se não forem polêmicos ninguém divulga. Exemplo? O Dep Federal Alessandro Molon tem um Projeto de Lei que proíbe operadoras de celular de enviar SMS de propaganda sem autorização e outro que revoga a proibição de criação de Lan Houses perto de escolas. Você sabia disso? Nem eu, descobri agora.
A Sociedade NÃO pode se dar ao luxo de ignorar o que acontece nos meandros do Poder Legislativo. E o Poder Legislativo não pode se dar ao luxo de ignorar a sociedade, do contrário as reações acabam sendo extremadas, o que não é bom pra ninguém. Exceto para o Nicholas Cage
Amazon lança serviço de música na nuvem

A entrada da Amazon no mercado de conteúdo para Android tem rendido novidades interessantes para nós e preocupantes para a Google. Depois de ter perdido o lançamento de Angry Birds Rio para a Amazon, a Google agora tem de assistir a nova “concorrente” criar um interessante sistema de comercialização de música com suporte ao Android antes mesmo do lançamento da Google Music.
A cena é no mínimo curiosa, tendo em vista que os preparativos para o lançamento da loja de músicas com a qual a Google pretende concorrer com o iTunes andam bastante comentados. O problema é que, quem antes tinha na mira um só oponente de peso, agora vai ter que lutar uma guerra em dois fronts e uma dessas batalhas se dará no seu próprio território: a plataforma Android.

