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Softbank aposta US$ 200 milhões em publicidade móvel


O banco de investimento japonês famoso por seus investimentos em Internet está movendo algumas das fichas que ganhou ao engabelar o Citigroup numa empresa indiana de publicidade para dispositivos móveis, a InMobi.

O objetivo é tornar a empresa forte o bastante para liderar globalmente o setor que possui ainda players nada insignificantes, como uma certa empresa de logo colorido cujo nome começa com G e uma outra empresa cujo logo é uma fruta mordida que nunca apodrece. Leia mais sobre ambos aqui.

Estima-se que no momento a InMobi possua o 2ª maior inventário, atrás apenas da AdMob, que custou US$ 750 milhões para o Google e está integrado ao AdWords. Apesar da concorrência, este aporte japonês catapultou o valor de mercado da InMobi para mais de US$ 1 bilhão. O que não é nada mau para uma empresa com 4 anos de existência.

O setor atualmente está num estado “engraçado”, por assim dizer. O esforço para garantir o inventário, ou seja, colocar os anúncios nos aplicativos gratuitos de milhões de pessoas, não tem correspondido por pura e simples falta de grana para publicidade. Mesmo assim, a previsão para o futuro é otimista. Estima-se que em alguns anos o faturamento global pode ultrapassar US$ 25 bilhões.

Segundo esta pesquisa da Smaato, outra concorrente, a taxa de ocupação do espaço publicitário em dispositivos móveis está abaixo de 20%. Ou seja, melhor tirar o cavalinho da chuva se você estava planejando ficar rico fazendo aplicativos gratuitos.

Com informações do Wireless Watch.

Tablets: a new hope

Por: em 21/09/11 na(s) categoria(s): Computação móvel, Indústria, Meio Bit


Algumas pessoas estão apostando sério na tendência de crescimento dos tablets no Brasil e no mundo. Se por aqui a moda parece ser fabricar seu próprio aparelho, lá fora (e em alguns casos) tem gente ainda discutindo como isso vai substituir o mobile como Santo Graal e salvar o mundo.

Faz pouco tempo que os computadores portáteis sem teclado viraram moda, graças em sua maior parte à Apple. No Brasil, a moda é ainda mais recente. Mesmo assim, estima-se que as vendas de produtos semelhantes cheguem a 450 mil unidades em 2011. Parece muito, mas ainda é menos de 1/20 do total de computadores vendidos no país. Info aqui sobre este assunto.

Vários fabricantes estão tentanto pegar carona na corrente. Entre eles há até uma instituição de ensino, a SEB, cujo presidente/dono afirmou ser este o caminho natural para a educação no país. Só a empresa absorveu cerca de 15 mil unidades em 2011 e deve consumir mais algumas dezenas de milhares de unidades nos próximos anos.

Na outra ponta, uma pesquisa revelou que o novo foco mercadológico dos editores britânicos agora é entregar conteúdo em apps dentro de tablets e lucrar com publicidade ou micropagamentos. Aliás, na opinião deles, as 3 maiores oportunidades para produtores de conteúdo atualmente são, nesta ordem: tablets, smartphones, redes móveis (mobile web no original).

O que não ficou claro para nós como diabos redes móveis pode ser uma opção completamente diferente de tablets e smartphones.

Veja mais sobre a pesquisa aqui.

Fará a Microsoft com os Tablets o que a Apple fez com os netbooks?


Quando os netbooks surgiram todo mundo se entusiasmou, a idéia de um equipamento ultra-portátil era muito atraente, mas a novidade logo passou. A proposta do Netbook era ser um computador mais simples, sacrificando potência em nome da mobilidade.

Ideal para escrever textos rápidos, consultar sites e acertar detalhes finais em algum trabalho, o netbook não se propunha a competir com um laptop. Sequer rodavam Windows, não tinham potência nem necessidade para isso. Vinham com Linux, otimizado para o hardware enxuto.

Não deu certo. As pessoas compravam e devolviam, pois não rodava os programas que estavam acostumadas a usar. Mesmo os modelos mais avançados, que já vinham com XP eram claustrofóbicos. Usar um Word numa telinha quase de celular não orna.

Quando o iPad foi lançado os haters usaram a lógica dos netbooks para mostrar que não daria certo. As pessoas iriam querer a mesma experiência do desktop no iPad.

Faria sentido, se o público percebesse o iPad como um computador, e não como um produto novo. O público está disposto a aceitar as limitações do iPad pois sua usabilidade não é comprometida. As coisas não ficam apertadas nele, que nunca se propôs a substituir computadores “de verdade”, e sim agregar uma nova tela à equação.

Perfeito, mas e os WinTablets?

A Microsoft nem tentou entrar na briga de iPad Killers, viu muito Android levando tapa na cara e pedindo pra sair.A alternativa, aprendida com a própria Apple era… criar um mercado novo.

Um tablet integrado via nuvem com seu PC e seu celular é algo MUITO atraente, ainda mais rodando as MESMAS aplicações. Toda aquela quinquilharia de recursos, portas e slots que não fazem sentido no iPad se tornam naturais em um WinTablet, afinal é uma experiência completa de computação móvel, rodando o SO do desktop.

Claro, tablets com interface de desktop sempre existiram e sempre foram medíocres, mas pela primeira vez a complexidade vai parar debaixo do tapete, e não teremos (espero!) que ficar mexendo em janelas e control panels.

Se essa estratégia der certo os tablets iOS e Android deixarão de ser atraentes. Suas limitações, que eram aceitas como fatos da vida não farão sentido, visto que o WinTablet trará a experiência completa, sem ser uma versão lobotomizada do desktop.

Talvez os tablets atuais não sejam mais que uma fase intermediária, quando ainda não temos hardware poderoso e interfaces otimizadas para rodar em dispositivos móveis os mesmos softwares do desktop.

Usuários de tablets têm 65% mais chances de fazer compras com seus aparelhos

Por: em 08/09/11 na(s) categoria(s): Computação móvel, Indústria, Meio Bit


Segundo estudo para lá de óbvio, a popularização dos tablets deve mudar o ritmo de crescimento do m-commerce, o nome que infelizmente deram para o processo de fazer compras com dispositivos móveis como se fosse a nova tábua da salvação.

A lógica diz que pessoas navegando na internet com um aparelho de tela maior, que permite uma navegação mais profunda e interativa, como um tablet, têm uma possibilidade bem maior de fazer compras online. Segundo a pesquisa do eDigitalResearch, tableteiros têm 65% mais probabilidade de comprar produtos incríveis como o iMotor de Popa do que portadores de smartphones.

Como estes dados são da Grã-Bretanha e provavelmente dizem pouco sobre o m-internauta brasileiro, fizemos uma enquete no Facebook para saber os hábitos dos nossos leitores. Até o momento, nós parecemos ser o oposto dos britânicos.

Com 92 votos, 40% dos fãs já executaram m-commerce pelo menos uma vez na vida. Destes, 49% fez no celular, 45% em tablet e 6% em outro.

Participe e nos dê trabalho para atualizar o parágrafo anterior

Qual é a sua experiência nesse sentido? Prefere tablet, smartphone ou seu PC-AT? E como acha que será o mercado no Brasil?

Com informações da eDigitalResearch.

UPDATE: os resultados da pesquisa foram atualizados às 16h50, e como disse o comentarista thiagokotter, não faz sentido comparar as duas pesquisas, pois a metodologia não é idêntica e nós somos mais bem-humorados.

Executivo da Lenovo diz que Samsung só vendeu 20 mil Galaxy Tabs de 7 polegadas


Samsung_Galaxy_Tab_7inch_Super_AMOLEDA Lenovo está lançando o IdeaPad K1, seu próprio tablet Android, e Andrew Barrow, diretor de produtos de consumo da empresa para a Europa Ocidental foi direto no pescoço da concorrência: Acusou a Samsung de ter entregue às lojas 1 milhão de Galaxy Tabs de 7 polegadas, mas só ter vendido 20 mil.

A afirmação foi usada para justificar a produção pequena do IdeaPad, Barrow também não foi muito feliz ao dizer que “se vender, vendeu”.

As empresas são sempre receosas em divulgar números de vendas, então acusações a concorrentes não-Apple ainda mais no mercado de tablets têm boa chance de colar, pois primeiro os números não são lá essas coisas, segundo ninguém quer colocar a bunda na janela.

A questão é se isso é ético, mas estamos tratando de Business, então não está mais aqui quem perguntou.

O único senão nessa estratégia é que algumas vezes o concorrente tem uma boa resposta, e principalmente, não pode ser usado contra os grandes. Isso sim é uma estratégia errada, pois se você se nivela aos concorrentes de 3a linha no final você mesmo ganhando se torna o melhor produto de 3a linha.

RIM baixa o preço do tablet Playbook em US$150,00


valeapenaverdenovoLembram do tablet que a RIM lançou, e se esqueceu de equipar com pequenas funcionalidades dispensáveis como EMAIL e acesso ao sistema de mensagens do Blackberry?

Aquele, que a RIM insistiu em gritar que é melhor porque tem Flash, sem se tocar que os usuários normais estão pouco se lixando pra Flash? Isso, o Playbook que sofreu recall de 1000 unidades por um erro besta. Aquele que sofreu corte de 2/3 nas projeções de vendas.

Agora a Bestbuy está anunciando o Playbook de 64GB por US$550,00. O preço original era US$699,99. O gesto foi estranho, pois inicialmente os Playbooks de 32GB e 16GB não sofreram redução. O de 32 inclusive custava o mesmo que o de 64. Agora ganharam US$50,00 de desconto.

Estima-se que outras lojas acompanhem o desconto, mas US$550,00 ainda é muito caro por um tablet que ninguém quer. O Mercado já falou, o preço ideal de tablets indesejáveis é US$100,00.

Existem poucas formas melhores de depreciar a imagem de um produto do que cobrar um preço alto, não vender nada e então sair dando descontos, mas algumas vezes não há alternativa. Os fabricantes entenderam erroneamente que a Apple havia determinado os preços para o mercado de tablets, quando ela determina apenas o preço para SEUS produtos.

Nem Steve Jobs consegue fazer com que os consumidores paguem preço de iPad em um Playbook.

Fonte: Techcrunch