Ciência
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A revolução quântica um passo mais perto: nova maneira de executar um algoritmo quântico

Por em 17 de setembro de 2014
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É hora de morfar, digo… revolucionar.

Muitas teorias mostram que computadores resolvendo problemas através de regras quânticas podem chegar a patamares computacionais que nunca seriam alcançados por computadores convencionais. Estas teorias tem sidos testadas em pequena escala, mas o mundo ainda espera pela prova definitiva de que a computação quântica pode realmente sobrepujar a computação clássica.

Agora, cientistas da Universidade de Bristol, da Universidade de Queensland e do Imperial College de Londres deram um passo a mais nessa direção, criando uma forma de executar um algoritmo quântico usando métodos muito mais simples do que os usados até então.
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emCiência Indústria

Veja como a Rosetta vai se espatif… digo, pousar no cometa

Por em 17 de setembro de 2014
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Simulação de como a sonda ficará posicionada após o pouso.

A Agência Espacial Européia finalmente escolheu o alvo para o impact… digo, pouso da sonda Rosetta. Depois de uma jornada de dez anos, ela finalmente chegou ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko (tente falar 3 vezes sem engasgar). Desde que chegou, a sonda tem orbitado o cometa, tirando fotos que ajudaram os engenheiros na Terra a decidir o melhor lugar para bate… digo, pousar no cometa.
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emEspaço Hardware

Como criar uma geração de garotas de programa (ai zezuiz, ele fez aquela piada!)

Por em 17 de setembro de 2014
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Garotas de programa: a iniciativa fundada por Reshma vai expor um milhão de jovens mulheres a ciência da computação até 2020.

Quando Reshma Saujani visitou as escolas de Nova Iorque durante sua campanha para o congresso em 2010, uma das coisas que chamaram sua atenção era a divisão de sexos nos cursos de ciência da computação. Ela visitou escolas no lado leste e encontrou uma sala com cem meninos e nenhuma menina. Visitou outra no Queens e encontrou uma sala com UMA menina.

Com os empregos dependendo cada vez mais do conhecimento em computação, Saujani percebeu que as mulheres estavam na verdade enfrentando uma desvantagem econômica, especialmente olhando em retrospecto e percebendo que a quantidade de mulheres se graduando na área caiu para menos de 1/3 do que era nos anos 1980.
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emCiência Miscelâneas

Curiosity alcança sua meta de longo prazo, uma enorme montanha marciana

Por em 16 de setembro de 2014
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Poeira, rochas e estradas ruins, o que mais esperar de Marte?

Um pouco mais de dois anos após pousar em Marte, a sonda Curiosity chegou a um marco, com a NASA anunciando que ela atingiu a base do Monte Sharp, uma montanha com 5,4 km de altura, que a sonda tentava alcançar desde junho de 2013.

O pouso inicial foi feito na Cratera Gale e o valente robozinho teve que andar cerca de 9 km para chegar ao seu destino, um número que se torna ainda mais significativo se considerar que a Curiosity foi projetada para andar no máximo 200 metros por dia.
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emEspaço Hardware

Geneticamente, a esquizofrenia é pelo menos oito doenças separadas

Por em 16 de setembro de 2014
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A esquizofrenia pode ter sintomas muito variados.

A esquizofrenia é conhecida por ser hereditária, portanto com origens genéticas, mas nunca foi detectada uma mutação única que causasse o surgimento dos sintomas. Acontece que agora se descobriu que diferentes “orquestras” de mutações, trabalhando juntas causam uma miríade de distúrbios que até então eram interpretados como uma única doença.

Os resultados surgiram de um novo estudo sobre a doença. Os cientistas examinaram o DNA de 4.200 pessoas com esquizofrenia e 3.800 pacientes saudáveis como controle, procurando por lugares no genoma onde um único nucleotídeo tivesse alguma mutação ligada aos sintomas. Eles descobriram que nenhuma das mutações tem a capacidade de produzir um risco significativo sozinha. Entretanto, diferentes combinações de mutações podem levar ao desenvolvimento da esquizofrenia com diferentes sintomas. Até agora, foram identificados 8 diferentes marcadores e os pesquisadores ainda esperam encontrar mais alguns.
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emIndústria Medicina

Viva rápido, morra jovem em termos astronômicos

Por em 16 de setembro de 2014
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Pesquisadores querem saber como estrelas massivas, como a Eta Carina desta foto, evoluíram e eventualmente semearam o universo com elementos pesados.

No início, tudo o que existia era hidrogênio — e hélio e uma pitada de lítio. Três elementos em tudo (e pare de me lembrar dos isótopos e dos íons e me deixem ser poético). Entretanto, hoje o universo tem mais de cem elementos naturais, milhares de isótopos e provavelmente ainda mais a serem descobertos.

Tentar descobrir como o Universo saiu daqueles três elementos para a miríade surubástica diversificada que temos hoje é o foco da pesquisa do novo Centro de Fronteiras da Física da Universidade do Arizona, que acaba de garantir um financiamento de 11,4 milhões de Obamas. Pense em quanta gente poderia comer com esse dinheiro, tsc…

Então, vamos do início. Da última vez que me falaram, o tempo começou aos 13,7 bilhões de anos do segundo tempo, depois de Deus ter estalado os dedos (em algumas versões foram puns, mas vamos manter a compostura…). Então, depois do Big Estalo de Dedos que produziu esses três elementos (pare de grunhir isótopos, por favor), passou-se o intervalo para a prorrogação, cerca de 1 bilhão de anos e quando os jogadores voltaram ao campo, em vez de 3 eram centenas.

Como isso aconteceu?
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emAstronomia Produtividade

A camada de ozônio está realmente se recuperando

Por em 15 de setembro de 2014
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Simulação da camada de ozônio sobre a Antártida. Amarelo e vermelho representam os pontos onde o ozônio é mais grossa.

O Protocolo de Montreal, criado em resposta a diminuição da camada de ozônio da Terra, resultou em um mundo praticamente livre do uso dos produtos químicos responsáveis pela sua destruição. Esta talvez tenha sido a maior conquista em termos ambientais que a humanidade já alcançou. E, esta semana, a Organização Meteorológica Mundial e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente anunciaram que está funcionando. Infelizmente, nem tudo são flores, já que o mesmo relatório aponta que as emissões de gases do efeito estufa estão de volta a níveis alarmantes dos anos 1980.

Mas vamos primeiro as boas notícias. A versão 2014 do relatório Avaliação Científica do Ozônio, mostra que a concentração atmosférica da maior parte dos produtos químicos banidos pelo Protocolo de Montreal está diminuindo. As exceções são o hidroclorofluorcarbonetos, usado em refrigeração, e o halon, uma mistura de compostos halogenados usados como retardantes de chamas. O relatório também menciona que deve existir uma fonte não identificada de tetracloreto de carbono para explicar sua persistência na atmosfera (ninguém pensou em acusar as vacas, né?).
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emEspaço Geologia Miscelâneas