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Pousa Falcão… com o mar por detrás…

Por em 25 de julho de 2014

spacex

Funciona assim: se as viagens de avião usassem a lógica dos lançamentos espaciais um avião levaria 3 passageiros e seria jogado fora no final de cada viagem. Por isso colocar 1 kg em órbita custa mais de US$ 10 mil.

Um dos meios de diminuir esses custos é com naves reutilizáveis. Em teoria, pois na prática o Ônibus Espacial foi um fracasso. Cada lançamento custava US$ 450 milhões, ao final o tanque principal era jogado fora, os foguetes auxiliares caíam no mar e eram reconstruídos, a um custo astronômico e a nave em si levava meses sendo testada consertada e preparada para o próximo lançamento. 
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emEspaço Hardware

Ciência surpreende: Neymar, e não Fred só usa 10% do cérebro

Por em 25 de julho de 2014

vaimozao

Um dos truques que mais gosto de fazer, aprendido com anos de datilografia (por que acham que eu gosto tanto de ciência espacial?) é estar digitando, alguém chegar para falar alguma coisa, eu olho pra pessoa, converso e enquanto isso continuo digitando. Não é nada digno de uma bolsa da escola do careca, mas um excelente exemplo de como o cérebro consegue ser multitarefa, com o devido treino.

Isso tem a ver com a chamada “memória muscular”, quando criamos macros para determinados movimentos repetitivos, e a área nobre do cérebro não precisa mais comandar cada submovimento. Funciona pra dirigir, pra digitar e pra jogar futebol, e como tudo, se você tem uma predisposição genética, consegue ser muito melhor do que quem aprende na base do treino. É o exemplo de Neymar, ao menos segundo cientistas japoneses.
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emBiologia Entretenimento Medicina Miscelâneas

Display que corrige a visão permite usar o computador sem óculos

Por em 25 de julho de 2014

Óculos

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em parceria com o MIT e a Microsoft, desenvolveram uma tela que usa algoritmos para alterar a percepção que se tem da imagem exibida; eles utilizam os dados de uma receita de óculos para dispensar o uso dos mesmos. continue lendo

emHardware Medicina

Campus Party Recife: Sean Carasso acredita que as redes sociais podem mudar o mundo

Por em 25 de julho de 2014

sean_carasso_fallingwhsitle

Sean Carasso, fundador do Falling Whistle, esteve no palco principal da Campus Party Recife para mostrar como podemos usar as redes sociais para tentar resolver ou pelo menos amenizar problemas muito sérios. Ao visitar a República Democrática do Congo, ele conheceu os horrores da guerra civil, que já dura mais de 20 anos e tem mais de 6 milhões de vítimas. A guerra é motivada pela disputa pelas imensas riquezas minerais do país, que também tem uma das populações mais pobres do mundo.

Enquanto Carasso viajava pelo país, encontrou um acampamento militar que torturava crianças, que eram tratadas como criminosos de guerra, e conheceu a história de garotos que eram enviados para o front da guerra armados apenas com um apito, que deviam usar durante a noite para assustar as tropas inimigas. Ele achava que precisava fazer algo para mudar aquela história, e como não sabia o que fazer, começou escrevendo um blog, o Falling Whistles, enquanto viajava pelo país e conhecia vários grupos rebeldes, tentando entender quem financiava e como seria possível interromper o ciclo de violência. Ao voltar para os Estados Unidos, continuo tentando conscientizar as pessoas, até que recebeu um apito de um amigo que disse para ele: “onde quer que você vá, mantenha estas crianças vivas dentro do seu coração.”

O apito passou a ser o símbolo para chamar a atenção do mundo para a guerra do Congo, e passou a ser vendido para levantar recursos para a criação da organização Falling Whistles. No mesmo ano, o Twitter foi lançado, o que permitiu que ele organizasse uma comunidade ao redor do seu objetivo. A Falling Whistles trabalha em várias frentes, apoiando ativistas que retiram pessoas ameaçadas de morte do país, usando recursos locais para lutar contra a malária, e na criação de estações de rádio no país, assim pela primeira vez em 100 anos, a população do Congo podia conversar entre si sobre os problemas gravíssimos.

O projeto se tornou uma coalisão global que tem sedes em várias partes do mundo apoiando advogados e ativistas para realizarem mudanças no país. Em 2011, a Falling Whistle organizou uma petição online que teve mais de 24 mil assinaturas, e teve o apoio de 35 deputados e 16 senadores dos Estados Unidos, que enviaram emissários especiais para cobrar mudanças no Congo. Durante o processo, a organização também apoiou a eleição democrática do Congo, e usando mensagens de SMS e as rádios, permitiu que a população monitorasse em tempo real o resultado.

A Falling Whistle também pressionou empresas para que passassem a importar minerais vindos de regiões sem conflito, passando a gerar empregos ao invés de patrocinar a violência. Na CES deste ano, a Intel anunciou que todos os seus processadores passariam a ser produzidos com materiais sem conflito, mas nem todas as empresas que importam estes minerais tomaram a mesma atitude.
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emEspecial Geologia Miscelâneas Web 2.0

China planeja construir o maior acelerador de partículas do mundo

Por em 25 de julho de 2014

LHC

O LHC (Large Hadron Collider, ou Grande Colisor de Hadrons, em português) é o maior acelerador de partículas do mundo; ele tem grande até no nome. Localizado em um buraco em Genebra, na Suíça, seus dias de glória podem estar contados, já que a China está planejando construir um maior.
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emCiência Hardware

SciCast #39 — Aquele com a próxima peste

Por em 25 de julho de 2014

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Se contraído, o Ebola é uma das doenças mais mortais que existem. É um vírus altamente infeccioso que pode matar mais de 90% das pessoas que o contraem, causando pânico nas populações infectadas. Estima-se que até janeiro de 2013, mais de 1.800 casos de Ebola tenham sido diagnosticados, dos quais mais de 70% faleceram. Em 2014 está acontecendo um novo surto na África, só que desta vez ele está se espalhando mais rápido.

Neste episódio, o biólogo, pesquisador e #amigodopause Átila Iamarino (Nerdologia e Rainha Vermelha) volta ao SciCast em grande estilo para uma aula sobre epidemias com foco no vírus mais mortífero descoberto nos últimos 30 anos, o Ebola.

Descubra como surgiu esse vírus “do mal”, lacre suas janelas com fita adesiva, escolha um nome melhor que Sabiá para seus vírus mortíferos e saiba o que é ter culhões com uma freirinha muito gente boa. Participam também desta investigação o SilmarRonaldo, Marcelo, a treinadora de bactérias Carol e nosso estagiário Bryan, o Moreno (piadas liberadas).

Foto da Arte: Pablo RigamontiAssine o SciCast e visite o hotsite para mais informações e links relacionados.
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emBiologia Destaque Medicina Podcast SciCast

Sim, o mundo precisa de reconhecimento facial para manter gatos em forma

Por em 22 de julho de 2014

Grumpy Cat

Uma das indústrias que mais cresce é a dedicada aos animais de estimação. Cada dia mais pessoas criam bichos como se fossem gente, não poupando gastos com eles. Além da infinidade de coisas disponíveis nas pet shops, todo dia tem alguém pensando em uma nova maneira de ganhar dinheiro com esse (grande) nicho.
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