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Blizzard defende casa de leilões do Diablo III

Por: em 18/05/12 na(s) categoria(s): Computadores


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Embora não seja algo inédito, já que outros jogos já utilizam casas de leilões com itens que podem ser adquiridos com dinheiro real, a iniciativa da Blizzard não agradou alguns fãs do Diablo III, provavelmente devido a salgada comissão cobrada pela desenvolvedora, dando a impressão de que eles só pensaram em lucrar mais. Porém, o diretor Jay Wilson saiu em defesa do serviço, revelando que a ideia veio do departamento de design e não do setor financeiro da empresa.

Não acho que seja algo ruim querer ganhar dinheiro. Acho que é ruim querer ganhar dinheiro com coisas que não sejam bons serviços ou produtos para o seu consumidor,” explicou Wilson. “Nós queremos ganhar dinheiro com a casa de leilões? É claro que sim, porque queremos continuar fazendo jogos e sermos bem sucedidos. Mas nós pensamos que este é um bom serviço. Achamos que isto é algo que os jogadores desejam e querem poder utilizar em segurança e facilmente, além de poderem ganhar algum dinheiro com isso, caso desejem.

Ele ainda disse que ter a casa de leilões no jogo fazia todo o sentido para a equipe de design, já que o Diablo II acabou desenvolvendo uma espécie de economia própria, com os jogadores vendendo itens através de sites como o eBay e fazendo com que esse fosse um dos elementos mais interessantes daquele jogo.

Não sei muito bem como o serviço está funcionando dentro do Diablo III, mas para quem já está jogando, é possível fazer boas aquisições utilizando apenas a moeda virtual coletada durante a aventura ou gastar dinheiro real acaba se tornando inevitável?

[via Gamasutra]

720p x 1080p. Você enxerga a diferença?

Por: em 17/05/12 na(s) categoria(s): Computadores, Miscelâneas


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Há alguns dias comecei a jogar o Need for Speed: The Run no PC e ao entrar pela primeira vez no game, coloquei a configuração no máximo, com a resolução em 1920 x 1080 pixels e entrei na corrida. Foi quando percebi que a minha máquina não daria conta, com o título rodando com irritantes travadas (maldita Frostbite 2!).

A minha primeira ideia foi: diminuir a qualidade das texturas, efeitos de iluminação e sombra, mas então pensei se o melhor não seria reduzir a resolução, talvez para o equivalente a uma qualidade HD, ou seja, 1280 x 720 pixels, algo parecido com o que encontraria nos consoles e que na minha opinião, é algo bastante satisfatório.

Então foi o que fiz e com algumas horas dedicadas ao jogo, acho que posso dizer que a decisão foi acertada e não estou sentindo a menor falta de aproveitar o game em FullHD. Talvez eu não esteja notando tanta diferença por não enxergar muito bem, mas a verdade é que sempre tive a impressão de que, numa época em que se fala na possibilidade dos novos consoles conseguirem exibir imagens em 4K (até 4096 × 3112 pixels), eu já me dou por satisfeito em ter jogos rodando em HD.

Não quero dizer com isso que quando posso, deixo de rodar os games em 1080p, mas se tiver que escolher entre diminuir os efeitos visuais do jogo ou sacrificar a taxa de atualização de quadros, só para dizer que estou jogando com a maior resolução possível, não tenho dúvidas de que optarei por encarar o game com uma resolução próxima do que temos num Xbox 360 ou Playstation 3.

Contudo, a minha verdadeira dúvida é se as pessoas enxergam mesmo tanta diferença entre 720p e 1080p, algo tão gritante que justifique a quase insana busca de alguns pelo FullHD, seja nos games ou mesmo nos filmes.

A incrível máquina do Portal 2

Por: em 17/05/12 na(s) categoria(s): Computadores


Entre as muitas lamentações que tenho devido a falta de tempo ultimamente, uma das principais é ainda não ter dado uma vasculhada nas inúmeras fases criadas para o Portal 2, algo que tem me impedido, por exemplo, de ter “jogado” a primeira ou a segunda versão de estágios que lembram muito uma máquina de Rube Goldberg, aquelas engenhocas que funcionam como uma reação em cadeia assim que alguém a inicia.

Desenvolvidos por Ben Perry, os mapas devem ter levado várias horas para serem concluídos e são capazes de nos hipnotizar durante alguns minutos enquanto assistimos o passeio dos Companion Cubes pelo complicadíssimo labirinto.

Apesar de nunca ter tido criatividade suficiente para criar essas modificações, acho fantástica a ideia das empresas disponibilizarem editores para suas criações, o que na minha opinião é uma demonstração de respeito pelo consumidor por permitir que a vida útil do jogo aumente consideravelmente e pelo o que pode ser visto lá no Steam Workshop, é o que está acontecendo com o Portal 2.

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Enquanto você criava seu personagem, coreanos terminavam Diablo III

Por: em 16/05/12 na(s) categoria(s): Computadores


As desvantagens que nos são proporcionadas por um fuso horário de 12 horas para trás não se resumem apenas a um desajuste biológico ferrado
de uma viagem à Ásia. Enquanto por aqui Diablo III não vai muito além da criação de personagens, lá na terra-dos-olhos-quase-fechados, também conhecida como Coréia, o jogo já foi “terminado” em período aproximado de cinco horas.

O chamado “SP Mode” foi finalizado por lá pelo fato de os servidores de Diablo III serem abertos antecipadamente, mais uma vez, devido ao fuso horário. Cada “ato” da história de Diablo III foi finalizado em cerca de uma hora. Apesar da velocidade com que os coreanos terminaram o modo de jogo porque, bem, eles são coreanos, é importante dizer que eles apenas fizeram as quests mandatórias para o progresso do enredo do título. No caso de uma partida normal, estima-se pelo menos um dia para terminar esse mesmo modo, inclua aí as quests opcionais.

Para evitar o spoiler, não vamos publicar o screengrab que mostra o final do jogo – ele é visível para quem for membro dos fóruns oficiais da Blizzard, ou no link de nossa fonte, logo abaixo.

Fonte: DSO Gaming

Sem jogo, nem reembolso: loja australiana GAME não vai reembolsar compradores da pré-venda de Diablo 3

Por: em 15/05/12 na(s) categoria(s): Computadores


Quem aí conhece a GAME? Para quem não manja, trata-se de uma cadeia de lojas de produtos relacionados aos videogames, localizada na Austrália. Pense “GameStop”, só que com mais cangurus etc. Pois é, se você é fã de Diablo e pagou a pré-venda do jogo na rede australiana, tenho uma péssima notícia: te ferraram. Violentamente.

Já não é de hoje que a GAME andava mal das pernas: a baixa quantidade de vendas em títulos que poucas pessoas querem acabou fazendo com que os donos da cadeia, na manhã de hoje, entrassem com o que o idioma inglês chama de “administration” – ou seja, uma quase-falência. O problema é que ainda haviam compras pendentes: a GAME é uma das redes varejistas que estavam oferecendo Diablo 3, da Blizzard, em pré-venda – e quem comprou não verá reembolso.

A seguinte mensagem foi enviada aos e-mails dos compradores em questão:

Devido à indicação de um auditor para os nossos negócios nesta manhã, é com pesar que venho informá-lo de que nenhuma de nossas lojas receberá o jogo ‘Diablo 3‘ para nossos estoques. Por causa disso, lamentavelmente não poderemos cumprir com a entrega de pré-vendas. Também informo que, pelo mesmo motivo, não poderemos reembolsar os depósitos adiantados, feitos para a compra antecipada de Diablo 3. Se houver a necessidade de maiores informações, envie um e-mail para customerrelations@game.com.au

Ainda sentado? Continue assim porque lá vem outra pedrada: o dinheiro que não será reembolsado também não poderá ser usado na aquisição de outros jogos – lançados ou em pré-venda – nem tampouco servir de acúmulo de “créditos” em qualquer loja porque, bem, logo não haverá mais loja. A grosso modo, você jogou dinheiro pela janela.

Até o momento, isso nada influencia no Brasil, já que, na maior parte dos casos, quem importa jogos para cá o faz do mercado estadunidense. Isso, e o fato de que a legislação australiana barra a entrada de jogos mais violentos no país – MadWorld é um exemplo. Logo, o estoque das lojas GAME não era o mesmo do que se via em uma GameStop ou, para se usar um exemplo nacional, UZ Games. Mesmo assim, não deixa de ser algo a se abrir os olhos.

Fonte: Kotaku AU

Servidores não aguentaram o lançamento do Diablo III

Por: em 15/05/12 na(s) categoria(s): Computadores


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Desde essa madrugada o Diablo III está disponível e se você foi um dos que acordou antes do habitual só para encarar um pouco do game, existe uma boa chance de ter vivenciado o que muitos já esperavam, os servidores não aguentarem o enorme número de pessoas que queriam jogar.

Dois fatores colaboraram para que o problema acontecesse, o game exigir uma conexão permanente com a internet e claro, o enorme número de pessoas que adquiriram o título na pré-venda, que segundo a Blizzard, ultrapassou a casa de dois milhões de cópias, um recorde para a desenvolvedora.

Outra situação previsível era a reação dos indignados jogadores através das redes sociais, onde era comum ver muita gente queixando-se dos erros apresentados, com a hashtag Error37 sendo uma das mais comentadas do Twitter. O erro era mostrado sempre que alguns jogadores tentavam entrar no game e refere-se a servidores cheios, mas muitos outros códigos podiam ser exibidos.

A Blizzard tratou de publicar na sua página no Facebook uma mensagem reconhecendo o problema e pediu que caso as pessoas não estivessem conseguindo jogar, que tivessem um pouco de paciência e tentasse mais tarde, tudo o que os fãs gostaria de ouvir, não é mesmo?

É evidente que a situação aos poucos será resolvida e acredito que já esteja mais fácil jogar, mas como não sentir falta daquela época em que bastava instalarmos o jogo, no máximo fazer uma autenticação online e já partir para a diversão? É, de uma hora para outra não me senti tão mal por não ter adquirido a versão digital e principalmente, por não ter acordado de madrugada para jogar.

[via VG247]