City Interactive anuncia FPS gratuito

O pessoal da City Interactive está apostando que ainda há espaço para novos jogos de tiro em primeira pessoa gratuitos e anunciou a produção de World of Mercenaries, jogo que usará a Unreal Engine 3, o que já é um motivo para ficarmos de olho.
A má notícia é que o estúdio não deu muitas informações sobre o game, limitando-se a dizer que ele será um FPS focado no trabalho em equipe, com armas que poderão ser customizadas e garantiu que a parte visual chamará a atenção. A data de lançamento não foi mencionada, mas sabemos que o período de testes começará em breve e as inscrições serão abertas nos próximos dias.
“O nosso programa de beta fechado será uma parte integral do processo de desenvolvimento do World of Mercenaries, pois o nosso objetivo é entregar um jogo feio por, para e com os fãs de FPSs,” afirmou o produtor executivo Bogdan Oprescu, que concluiu: “Estamos criando o futuro do FPS competitivo e estamos plenamente confiantes de que isso será alcançado com o entusiasmos e ajuda dos que participarem do beta.”
Seria isso apenas empolgação? Pois até torço para que tenham sucesso e o título seja mais do que apenas um novo Counter-Strike. A City Interactive é a mesma desenvolvedora do Sniper: Ghost Warrior, jogo que sempre me chamou a atenção devido a temática, mas que depois de jogá-lo mostrou-se bastante sem graça. No momento eles estão trabalhando na sua sequência e ainda publicarão o Enemy Front, jogo ambientado na Segunda Guerra e idealizado pelo criador do Black.
[via Eurogamer]
Mozilla lança MMO feito em HTML5
Além de muitas outras vantagens, o HTML5 tem se mostrado uma ótima maneira dos desenvolvedores de jogos disponibilizarem suas criações através dos navegadores e para ajudar a divulgar a sua integração com o Firefox, o pessoal da Mozilla decidiu pedir ao franceses da Little Workshop para desenvolver um MMO gratuito usando apenas a linguagem, Javascript e a interessante tecnologia WebSockets.
Apesar de ser uma demo técnica, BrowserQuest funciona como um grande tributo aos antigos jogos de RPG para os 16-bits, como o The Legend of Zelda, contando porém com o elemento multiplayer e basta clicarmos no botão que mostra o número de jogadores online para vermos que milhares de pessoas podem estar aproveitando o jogo ao mesmo tempo.
O game permite ainda trocarmos mensagens com outros jogadores para organizarmos missões, conta com um sistema de conquistas e roda no Chrome ou Safari e ainda pode ser aproveitando em dispositivos iOS e Android, embora neste caso se trate de uma versão amis simples. Outro detalhe que merece ser mencionado é a disponibilização do código fonte, permitindo que os interessados na criação de games saibam como tudo funciona.
BrowserQuest pode ser uma ótima maneira de passarmos tempo, contudo, mais do que isso ele é uma bela demonstração de que bons jogos dos mais diversos estilos já podem ser acessados em praticamente qualquer lugar.
Good Old Games passa por mudanças

A loja de distribuição digital Good Old Games tornou-se bastante conhecida entre os jogadores que apreciam jogos antigos, mas visando um público mais amplo a CD Projekt anunciou algumas mudanças para o serviço que já estão sendo implementadas.
A primeira dela diz respeito ao nome. Agora o espaço será conhecido apenas como GOG.com, contudo, a principal novidade é a distribuição de jogos independentes, como o Trine 2, Machinarium e The Whispered World e em breve também poderemos comprar por lá títulos mais novos, com o diferencial de ganharmos alguns extras, de não termos de nos preocupar com DRM e com a garantia de que todos os jogos estarão disponíveis para qualquer país, pelo mesmo preço.
Eu até acho a iniciativa interessante, porém, fico um pouco preocupado com a possibilidade deles deixarem de disponibilizar com uma certa frequência novos bons games mais antigos, que nem sempre se tratavam de produções muito conhecidas e cujo sucesso comercial era incerto. Essa sempre foi a marca da loja, que ao fazer questão de esconder a palavra Old do seu nome, também acabou ocultando a Good. Só espero que isso não seja um sinal do que está por vir.
[via VG247]
Jogadores do EVE Online poderão trocar item por VGA

Coletar itens para serem revendidos nos MMOs é algo bastante comum, mas a CCP Games encontrou uma maneira no mínimo curiosa de incentivar aqueles que passam horas no Eve Online. O estúdio fechou uma parceria com a nVidia para permitir que as pessoas troquem 20 PLEX por uma GeForce GTX 560, placa que deixarei para o Max Laguna descrever suas qualidades, mas que nos Estados Unidos custa cerca de US$ 200.
De forma resumida, o Pilot’s License Extension é um valioso e cobiçado item que nos garante 30 dias de jogatina gratuita, eliminando a necessidade do pagamento de mensalidade e pode ser comprado com ISK, a moeda utilizada no jogo. Porém, ele também pode ser trocado ou roubado e outro detalhe interessante é que a economia do EVE Online é uma das suas principais características, com o valor da moeda utilizada estando sujeito a diversos fatores, como a demanda ou mesmo guerras entre as facções.
O anúncio rapidamente fez com que o preço do PLEX subisse consideravelmente, com uma unidade custando algo em torne de 350 mil ISK e a nVidia avisou que a princípio apenas 100 placas estarão disponíveis, com a possibilidade de uma nova remessa ser disponibilizada em breve.
Contudo, o destaque da notícia é mesmo o fato de podermos adquirir um produto real “apenas” coletando algo em um jogo e acho que seria interessante se a ideia fosse utilizada por outras companhias, mesmo sabendo que o valor virtual de alguns itens seriam muito afetados e que a experiência dos jogadores poderia ser prejudicada.
[via Destructoid]
Phantasy Star Online 2 será gratuito

Infelizmente a minha única experiência com o Phantasy Star Online resume-se a alguns poucos minutos com a versão para o Dreamcast, numa época em que tínhamos que nos divertir online com uma sofrível conexão discada, mas ainda assim a impressão deixada pelo game foi muito boa. Por isso eu tenho uma certa expectativa em relação ao Phantasy Star Online 2, que será lançado no Japão no início do verão do hemisfério norte e algumas informações divulgadas pela Sega sugerem que o game deverá ser bem mais acessível que o original.
A principal delas diz respeito ao modelo de cobrança, que será o famoso Free-to-Play. Assim, qualquer pessoa poderá baixar e jogar gratuitamente, com o faturamento vindo das microtransações. A empresa também anunciou estar trabalhando em uma versão simplificada para os dispositivos iOS e Android, que contará com elementos sociais e compartilhará informações com o jogo principal, como a criação de personagens.
Contudo, os grandes destaques deverão ser mesmo as versões para PC e Playstation Vita, onde os jogadores de uma plataforma poderão jogar com os da outra e nos permitirá, por exemplo, começarmos uma partida no portátil e continuarmos no computador.
A previsão é de que o período de testes tenha início no Japão no próximo mês, com cerca de 100 mil pessoas participando e se tivermos um pouco de sorte, não deverá demorar muito até que uma versão localizada para o ocidente seja disponibilizada.
[via Andriasang]
Fã transporta GTA III para a engine do GTA IV
Mesmo não o considerando o melhor da série, ainda guardo uma forte lembrança do Grand Theft Auto III, principalmente da primeira vez que o vi. Poder andar por aquela enorme cidade fazendo quase tudo o que tivesse vontade e encontrando uma grande quantidade de personagens interessantes foi uma experiência singular e o jogo sem dúvida ajudou a moldar a indústria nos anos que viriam.
O grande problema dele, assim como muitos outros games em 3D, está na maneira como envelheceu, com seus gráficos ficando datados muito rapidamente e fazendo com que encará-lo hoje em dia seja uma tarefa prazerosa para poucos, além de sua mecânica ter sido aperfeiçoado nas sequências.
Ainda assim, a essência do jogo permanece e talvez tenha sido pensando nisso (ou apenas no desafio) que um fã resolveu recriar o clássico da Rockstar com a engine Rage, mesma usada pelo Grand Theft Auto IV e abaixo você pode ver dois vídeos mostrando o trabalho e caso o primeiro não o impressione, o segundo com três minutos de um passeio pela cidade talvez o faça.

